17 setembro 2013

Fanfiction “Você pertence a mim” Capítulo 6: Arriving at the beach house.


Eu e Taylor nos falávamos direto por telefone e e-mail, nossas conversas eram resumidas em “estou com muitas saudades” e “eu também”, mas isto estava prestes a mudar, amanhã já é sábado e foi nesse final de semana que ficamos de nos encontrar.

Eu estava arrumando minha bolsa, quando ouço meu celular tocar.

– Oi meu amor e aí arrumando as coisas? – Taylor perguntou do outro lado da linha.

– Como você sabe? – Dei um riso.

– Eu preciso te perguntar uma coisa.

– Pode perguntar. – Falei curiosa.

– É que meus pais estão loucos pra te conhecer, eles também gostam muito dessa casa de praia por se sentirem sozinhos lá, conseguirem relaxar e tal, se importa se eles forem?

– Claro que não Taylor, quero conhecer eles também. Ah inclusive meus pais também querem te conhecer. – Falei entusiasmada.

– Que bom então, fala pro meu sogro e minha sogra que eles conhecerão o gato aqui em breve. – Ele disse e gargalhou.

– Senhor Lautner como você é convencido. Nossa! – Brinquei.

– Nem acredito que vou te ver amanhã. – Falou.

– Tudo o que você pediu a semana inteira. – Falei brincando.

– Pode ter certeza, agora volte a arrumar suas coisas e eu vou arrumar as minhas, na verdade não vou levar nada, vai ser como uma praia de nudismo pra mim. – Ele disse e gargalhou.

– Eu iria ficar super constrangida. – Gargalhei junto

– Duvido. Você iria amar. – Ele fez uma voz de convencido.

– Iludido. Vou terminar de arrumar minhas coisas, tchau.

– Te amo.

–Também.

Desliguei o telefone e fui arrumar o resto das minhas coisas.

Quando terminei desci para a cozinha, já era noite. Jantei com meus incríveis pais e meu adorável irmão, rimos bastante relembrando algumas coisas do passado.

– Ah gente eu nem avisei vocês ainda, mas amanhã eu vou pra uma casa de praia, encontrar o Taylor. – Falei.

– Vocês vão ficar sozinhos em uma casa de praia? – Meu pai perguntou. Meu pai não me via como uma garota maior de idade, pra ele eu sempre seria a pequena Taylor de antes e eu gostava do jeito que ele cuidava de mim, igual sempre, como uma criança.

– Se acalma senhor Scott a família dele estará lá também. - Disse e dei uma risada.

– Taylor está muito apaixonada, nossa! – Austin brincou.

– Eu vou sair de madrugada pra encontrar eles bem cedo. – Falei.

– Você vai dirigir de madrugada? Não é melhor o motorista te levar? – Minha mãe disse preocupada.

– Não mãe, vou ficar bem. Já que eu não vou ver vocês de madrugada... – Me levantei e beijei cada um deles. – Vou subir e descansar, até segunda eu acho.

Subi tomei um banho bem gelado e fui dormir.

O celular despertou era umas 3hrs da manhã por aí.

Levantei-me e tomei um banho quente já que estava um pouco frio.

Eu coloquei uma calça jeans, uma blusa e uma sapatilha ambas de cor preta, alguns acessórios e um casaco marrom. Usei o casaco porque talvez fizesse um pouco de frio durante a viagem.


Peguei minha bolsa e desci devagar na tentativa de não acordar ninguém, atravessei a porta peguei minhas chaves no bolso e entrei no carro.

Marcamos de nos encontrar em um porto que alugava barcos, lanchas, etc.

Por volta das 7hrs da manhã eu cheguei lá e a primeira coisa que fiz foi avistá-lo com a família, ele estava com aquele lindo sorriso de sempre, com uma camiseta cinza e uma bermuda jeans. O pai dele parecia está escolhendo algum barco e a mãe estava conversando alguma coisa com a irmã mais nova de Taylor, Makena.

Estacionei meu carro do lado do de Taylor, suspirei fundo antes de descer, peguei minha bolsa, abri a porta e desci.

Ninguém parecia ainda ter me notado eles estavam de costas e um pouco distante, então tive que ir até lá.

– Bom dia. – Falei envergonhada.

Taylor foi o primeiro a olhar e me abraçou com toda força que podia e me encheu de beijos.

– Bom dia eu estava morrendo de saudades. – Ele cochichou no meu ouvido.

– Também. - Sorri. - Eu estou nervosa. – Cochichei no ouvido dele.

Ele riu depois de eu dizer que estava nervosa.

Depois os pais dele se aproximaram, Taylor pegou minha bolsa e colocou em cima de uma cadeira que tinha ali do lado.

– Taylor essa é minha mãe Deborah. Mãe essa é a Taylor. – Ele falou.

– Prazer em conhecê-la. – Sorri. E ela sorriu de volta.

Eu super envergonhada ainda consegui abraçá-la.

– E esse é meu pai Daniel. Pai essa é a Taylor. – Taylor disse e Daniel apertou minha mão.

– Ouvimos falar muito bem de você Taylor. – Deborah disse.

– Eu também ouvi coisas incríveis sobre vocês e é um prazer finalmente conhecê-los. – Falei e sorri.

A Makena estava brincando e não fomos apresentadas.

Depois de alguns minutos entramos no barco e fomos em direção a uma ilha bem próxima dali.


– Ei loira, está calor vai ficar com essa roupa? – Taylor perguntou e se aproximou ficando de frente para mim.

– Vou tirar o casaco. – Tirei o casaco e ri.

– Grande coisa tirar o casaco e ficar de calça, mas tudo bem. – Ele disse e beijou minha testa.

Demorou uns 15 min. para chegarmos e eu avistei a única casa que havia lá, certamente deveria ser a casa da família Lautner. A casa é completamente linda tinha dois andares e a frente da casa é de vidro e tem um jardim incrível na parte da frente.



– A casa é linda Taylor. – Eu disse enquanto estávamos abraçados.

Ele apenas sorriu.

Depois Daniel parou o barco e descemos.

Taylor pegou minha bolsa e depois passou seu braço pelo meu pescoço.

Assim que entramos na casa, Deborah abriu as cortinas para deixar tudo mais claro.

– Vou fazer o almoço. - Saiu em direção a cozinha e parou olhando para trás. - A propósito Taylor eu soube que você cozinha muito bem. – Ela disse com um sorriso agradável no rosto.

– Nem tanto. – Ri.

– Eu vou cozinha hoje pra você provar minha comida, depois quero provar a sua. – Deborah disse e foi para a cozinha.

Taylor pegou minha mão e subimos a escada.

– Esse é seu quarto. - Ele disse apontando para uma porta no corredor e a abriu logo em seguida.

O quarto é bem simples todo com tons claros, com uma janela de vidro enorme proporcionando total visão do lindo mar.


– Ual, é lindo, mas... – Não terminei a frase e me aproximei dele.

– Mas...? - Ele repetiu na intenção de que eu continuasse.

– Mas é o nosso quarto. – Cochichei em um de seus ouvidos e dei uma leve mordida.

– Só lembrando que foi você quem começou. – Taylor puxou minha cintura com força e depois me encostou na parede, descendo trilhas de beijos em meu pescoço e dando leves mordidas, o que me deixava ainda mais frágil.

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