01 novembro 2013

Fanfic: Você pertence a mim – Capítulo: 13 - You Belong With Me.


 [...]

Já estávamos em frente a porta do apartamento onde Taylor estava hospedado. Ele abriu a porta e entramos.

– Você nunca vai aprender a ser organizado? - Perguntei observando a sala completamente bagunçada, alguns copos e pratos sujos estavam em cima da mesa no centro da sala. - Alguém esteve aqui? - Perguntei meio desconfiada.

– Robert e Kristen almoçaram aqui. - Ele respondeu sorrindo, acho que percebeu minha pergunta "enciumada". - Coloca sua mala no meu quarto. - Disse e apontou para o corredor. - Terceira porta a direita.

Assenti e fui guardá-la. Quando cheguei me admirei, estava tudo tão arrumado.

– Hum, tudo aqui está arrumado, parabéns, merece um prêmio. - Falei e ele riu.

– Prêmio? E que prêmio seria esse? - Perguntou colando nossos corpos e me abraçando pela cintura.

– Uma bela noite de sono, afinal de 12h temos um almoço pra ir. - Desviei-me de seu abraço, pegando uma roupa de dormir que havia em minha pequena mala e uma bolsinha que eu trazia com as coisas mais necessárias. - Posso utilizar seu banheiro?

– Primeiramente você é uma pessoa super quente e provocante e em segundo você pode usar meu banheiro, só não bagunça ele, por favor. - Ele fez um tom de voz com deboche na parte do "só não bagunça ele, por favor." e eu ri.

– Sou sua namorada, mas não tenho seus costumes. - Falei batendo meu cabelo em seu rosto e sai desfilando.

Demorou alguns minutos e eu sai com uma calça e uma blusa de dormir. Ele estava deitado na cama, com seus braços apoiados em sua cabeça e só com uma bermuda leve.

– Você não vai tomar banho? - Perguntei confusa.

– Eu já tomei meu banho. - Respondeu sentando-se na cama. - Aqui tem dois banheiros, eu não esperaria seu banho de meia hora pra poder tomar o meu.

– Já são quase 4hrs, acho melhor a gente dormir.

– Ah esqueci de comentar, sua roupa está bem fofinha. - Taylor falou mudando de assunto e me abraçando.

– Eu sei o que você está pensando e NÃO! Estou cansada e quero dormir. - Ri e ele me olhou com uma cara de espanto engraçada.

– Mas o que? - Ele abriu a boca. - Eu nunca pensaria isso Taylor que coisa feia, só estava elogiando sua roupinha de dormir. - Ele brincou e depois começou a rir.

– Bobão. - Falei beijando a ponta de seu nariz.

– Você me deixa assim. - Falou e eu apenas sorri.

O jeito que Taylor me trata é realmente PERFEITO, homem nenhum nunca me tratou desse jeito.

– Vai dividir sua cama comigo ou me deixar no quarto de hóspedes?

– De todas as perguntas que você já me fez essa com certeza foi a mais idiota. - Falou num tom de voz engraçado depois passou o braço por minhas pernas e me segurou em seus braços, seus fortes e maravilhosos braços.

– SEU LOUCO ME SOLTA! - Falei em meio de risos que ecoavam pelo quarto.

– Você pode dormir na minha cama. - Ele disse antes de me jogar na mesma. - Desde que eu durma ao seu lado bem abraçadinho com você. - Deitou-se ao meu lado. - Então o que me diz?

– Aceito sua proposta. - Falei de dei um selinho naqueles lábios carnudos e macios.

[...]

Acordei e olhei para o relógio que havia na parede ele marcava 10h:35.
Percebi que havia dois braços enormes me envolvendo, era tão bom estar ali, segura. Consegui me desviar dos braços de Taylor e fui para o banheiro, fiz minha higiene matinal e tomei um banho. Saí enrolada em um roupão azul que havia no banheiro, certamente era do hotel ou até mesmo do Taylor.

– ACORDA LOBÃO! - Gritei puxando o lençol que o cobria.

– Só mais dois minutos Taylor. - Disse e virou o rosto para baixo voltando a "pegar no sono".

– Nem um minuto, nem dois e nem três. Anda, acorda. - Dessa vez o chacoalhei.

– Ta bom, acordei. - Falou sentando-se na cama. - Desde quando te dei a permissão de pegar meu roupão sua folgada?!

– Vai me agradecer por deixar meu cheiro aqui. - Ele riu e foi para o banheiro.

Enquanto ele tomava seu banho, resolvi me arrumar. Coloquei uma calça jeans, uma sapatilha e uma blusa roxa de manga. Fiz um rabo de cavalo no cabelo e passei uma maquiagem leve. Ouvi meu celular tocar e era minha mãe.

[Ligação on]

– Oi minha princesa, está melhor?

– Estou sim mãe.

– Como foi sua noite?

– Boa eu estou em um hotel.

– Sozinha? - Dessa vez a voz dela soou como irônica e eu pude ouvir uma risada fraca.

– Não mãe, o Taylor está aqui se é isso que você quer saber. - Ri.

– Queria avisar que seu pai alugou uma cobertura para nosso almoço, achamos que um restaurante poderia ter muita gente e atrapalhar a nossa privacidade.

– Ah claro, onde fica?

Ela me passou o endereço, nos despedimos e eu desliguei o telefone.

[Ligação off]

– Quem era? - Taylor saiu do banheiro com uma bermuda jeans escuro e vestindo uma camisa regata cinza.

– Sua sogra. Ela disse que meu pai alugou uma cobertura pro almoço, sinta-se importante. - Me aproximei dele e dei um beijo em seu pescoço e OH MEU DEUS como ele estava cheiroso.

[...]

Eu estava dentro do carro com Taylor e estávamos seguindo para o endereço que minha mãe me passou. Alguns minutos se passaram e já estávamos lá.

A gente subia as escadas que dava acesso à cobertura quando Taylor parou.

– O que foi? – Perguntei confusa.

– Apenas estou me preparando psicologicamente. – Respondeu e eu dei uma grande gargalhada, talvez meus pais tenham percebido nossa presença só por ela.

– Não se preocupa meus pais são legais. – Dei-lhe um selinho e chegamos à cobertura.

Havia uma mesa com seis cadeiras, certamente uma ficaria vazia.

Minha mãe, meu pai e Austin levantaram-se e cumprimentaram Taylor, depois me deram um abraço. Eu percebi que Taylor estava um pouco nervoso e eu ria baixo algumas vezes.

Nosso almoço foi perfeito, melhor acho que impossível. Minha adorável família falava um pouco sobre minha infância e Taylor ria na maioria das vezes, não eram coisas sérias e sim engraçadas. Uma hora Taylor teve que atender uma ligação e demorou alguns minutos, mas nada que tenha estragado o momento.

O almoço infelizmente terminou, Taylor despediu-se dos meus pais e do meu irmão e eu resolvi ficar em NY.

[...]

– E aí o que achou? – Perguntei quando já estávamos dentro do carro.

– Sua mãe é doce, seu pai engraçado e seu irmão é um tímido meio louco.
Gargalhei e ele riu também.

[...]

– Ei, esse não é o caminho para o hotel. – Falei preocupada e confusa.

– Shiu, tenho uma surpresa pra você. – Falou e me deu um selinho.

– Surpresa? E que tipo de surpresa seria essa?

– O tipo de surpresa que começa hoje e acaba amanhã.

– Vai me sequestrar? – Abri a boca e fingi cara de espanto.

– É! Mais ou menos isso.

[...]

Chegamos a um porto enfrente ao mar onde havia lanchas, barcos, jet skis, entre outras coisas.

– Me espera aqui. – Falou saindo do carro.

Eu ouvi a porta do porta mala sendo fechado e depois ele conversando com um rapaz, aparentemente novo, magro e com cabelos loiros.

– TAYLOR PODE VIM! – Ouvi Taylor gritar e sai do carro. Cumprimentei o rapaz loiro e fiquei meio curiosa sobre a surpresa.

O rapaz saiu nos deixando a sós ali.

– E aí o que achou? – Falou apontando para uma lancha a nossa frente.

– Da lancha?

– É. – Sorriu.

– É Incrível, bonita e luxuosa. Agora que tal a gente voltar pro hotel? – Sorri ironicamente e ele riu.

– Tsc, Tsc, Tsc. Não, vamos passar o resto da nossa tarde e a nossa noite nessa lancha.

– Ta falando sério?

– Não estou brincando. Agora entra nela. – Falou e me levou para dentro.

Por dentro é bem mais linda do que por fora, tem cores claras e intensas ao mesmo tempo, alguns objetos antigos que dava mais vida ao lugar.

[...]

Já estávamos navegando de mar a fora, o rapaz loiro era quem guiava a lancha.

Já estava anoitecendo e eu fui para fora tomar um ar e pensar.

– Um pouco de chantilly pelos seus pensamentos. – Falou me abraçando por trás, ele estava com uma garrafinha de spray certamente com chantilly dentro.

– Meus pensamentos merecem bem mais do que um pouco de chantilly. – Virei para encará-lo.

– Você é má. – Disse e fez um biquinho. – Se eu fizer uma coisa com você, promete não ficar brava?

– Depende se for uma coisa muito ruim eu vou ficar brava, mas se for uma coisa...

Antes que eu terminasse minha frase ele apertou o spray e lançou chantilly por todo meu rosto.

– EU. NÃO. ACREDITO. QUE. VOCÊ. TENHA. FEITO. ISSO! – Falei séria enquanto ele ria sem parar. – Você vai me limpar agora. – Eu continuava séria, na verdade ele só não tinha sujado o meu rosto e sim minha roupa e era a única roupa que eu tinha ali, já que nada foi planejado.

– Eu te limpo com todo prazer Senhorita Swift. – Começou a beijar cada parte do meu rosto tirando o chantilly que havia. – Impressão minha ou esse chantilly ta mais doce que o normal?

– Não estou de brincadeira, é sério, eu realmente não queria ter me sujado Taylor.

– Vem cá. – Ele me pôs em seus braços e me levou para trás da lancha onde havia uma pequena piscina. – Pronta?

– NÃO! NÃO FAZ ISSO POR FAVOR, ESTOU FALANDO SÉRIO TAYLOR! – Gritei.
– O QUE? NÃO ESTOU OUVINDO VOCÊ! – Foram às últimas palavras que saíram de sua boca antes de jogar-se comigo nos braços na piscina.

– Veja agora estou toda molhada e sem outra roupa pra vestir. – Minha voz soou irônica e sai da piscina.

– Fica nua então, juro que não me importo. – Falou saindo logo atrás de mim.

– Seu pervertido. – Ri e dei uma tapa em seus braços.

– Tenho uma coisa pra você vem cá. – Puxou meus braços fazendo com que ficássemos próximos um ao outro.

– Antes que você veja quero te dizer que não é nada de “OH NOSSA QUE LINDO” apenas uma lembrança.

– Ta bom. – Sorri.

– Aqui. – Ele levantou dois cordões com um pingente de chave, na verdade eu não sabia o porquê dos dois e não liguei muito para a simplicidade e sim para o que aquilo representava. – Você deve estar se perguntando o porquê de dois cordões e qual o significado deles, certo?

Balancei a cabeça positivamente e sorri.

– Bom, são dois pelo motivo de ser um seu e um meu, mandei fazer esses cordões e ninguém tem igual, seremos apenas eu e você com ele. E o significado dele é bem simples você é a única que tem a chave pro meu coração, a única pessoa que me faz sentir coisas que eu nunca senti na minha vida, a pessoa que me faz sorrir com apenas um sorriso bobo nos lábios, que me diverte e me faz ser quem eu sou, me faz esquecer dessa vida conturbada e cheia que eu levo. A mulher que me faz feliz de diferentes formas, a melhor coisa que já aconteceu em toda minha vida, a mulher mais boa, simpática, extrovertida e sensacional que eu já conheci. E com certeza a única mulher que mora aqui. – Falou e colocou a mão em seu coração. – Te amo muito!

Não pude evitar as lágrimas, essas foram as palavras mais lindas e incríveis que um homem já dissera pra mim. Por uma vez na vida eu me senti amada.

– Você me fez chorar seu bobão. – Falei e dei uma risadinha. O abracei com toda força que eu tinha dentro de mim. – Obrigada por tudo. Obrigada por ser meu. E... eu também te amo. – Foram minhas últimas palavras antes de beijar aquela boca que se encaixava perfeitamente na minha, nossas línguas dançavam em apenas uma sincronia, fomos feitos um para o outro.

– Não acabou... – Falou separando seus lábios dos meus e pegou uma coisa que havia atrás dele, um buquê de rosas vermelhas que tinha um pequeno cartãozinho. Fiquei perplexa ao ver, meus olhos brilhavam e eu tinha certeza disso. Segurei o buquê em uma mão e com a outra abri o cartão.

– You belong with me. – Falei em voz alta e sorri voltando a beijá-lo.
A noite foi uma das mais românticas e carinhosas que tivemos e para a curiosidade de muitos, dormir foi a última coisa que fizemos naquela noite.

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