15 outubro 2013

Fanfiction: No regrets just Love - Capítulo 18 - Just to start



Point of View, Winn Badhartly
Depois de sairmos de casa, ficamos em silêncio, alias eu não tinha assunto, estava me sentindo envergonhada, eu tentava ao máximo não trocar olhares com Taylor, pelo fato da vergonha. O único barulho que se podia escutar era a música que tocava no rádio, e ainda assim a mesma estava baixinha, eu prestava atenção na letra, e ao mesmo tempo prestava atenção na rua. Diferente do Brasil as ruas aqui são bem movimentadas a noite, não parece que existe perigo algum, pois as pessoas circulam livremente sem quaisquer restrições. Estávamos em uma rua totalmente diferente do que eu imaginava que iríamos, era uma rua com vários restaurantes, lanchonetes, eu não via boate alguma.

Vi que o Taylor tinha parado no farol que estava fechado, e continuei olhando a rua. Até que senti sua mão tocando minha coxa, virei pra ele um pouco assustada e ele pareceu perceber, logo tirou a mão e me olhou preocupado.
-Desculpe Winn- Ele disse baixinho.
-Oh não tem problema eu só estava distraída- Me inclinei um pouco e peguei sua mão segurando a mesma e alisando.
-Estava distraída? Oh e no que tanto pensava?- Ele me olhou e sorriu de lado.
-Sim. Primeiro eu estava pensando em como aqui é diferente do Brasil, como as pessoas circulam livremente pelas suas, sem medo, sem correr perigo, e depois comecei a pensar que em qual lugar estamos indo, porque não parece que tem boate alguma aqui- Dei uma risadinha no final.
Ele alisou minha mão e depois a soltou para continuar dirigindo, ele olhava pra frente mas prestava atenção em mim.
-Oh, me lembro de quando fui lá, mas acho que nada mais perigoso do que minhas fãs, elas são insanas, eu diria que o publico mais intenso que conheci, e posso te confessar uma coisa?-Ele fez uma pausa, e eu concordei, e ele enfim olhou pra mim, -E eu AMEI!- Ele soltou uma risada baixa e eu acompanhei, -Mas acho que aqui é assim porque é uma cidade turística, a população é bem tranqüila, isso não quero dizer que não exista nenhum tipo de perigo, porque sempre tem, em todo lugar tem, mas aqui é tudo monitorado, a cidade tem que ter boa fama, se não quem irá freqüentar um lugar como esse, não é mesmo?- Eu assenti, -Mas enfim, estamos nessa rua, porque antes de irmos para a boate precisamos comer algo, porque se não você não aguentará ficar de pé, não que eu me importe de te carregar no colo- Ele deu uma risadinha –Mas é que me preocupo contigo, e você precisa estar bem alimentada pra encarar uma noite inteira comigo, porque não sairei do teu pé tão cedo, acho que iremos amanhecer na boate, o que você acha?- Ele me olhou por fim, sorriu, e voltou a olhar pra frente.
-A verdade é que eu realmente estou com fome- Olhei pra ele e ri, -Mas com você eu topo qualquer coisa, e eu estou precisando mesmo de uma noite diferente, quer dizer estou afim de me divertir, desde que cheguei passei os dias dentro da sua casa, e quando sai foi para ir para o cursinho, e fiquei dentro de casa esses dias todos que fiquei sem você- Eu olhei pra ele e ele sorria, -Porque ta sorrindo?
-Porque eu também fiquei trancafiado no meu quarto, e eu pensava que você estava saindo com seus amigos, porque eu quase nunca te via a noite, então pensava que você estava com aquele Zé Mané, e talvez alguns novos amigos- Eu vi a veia de seu pescoço saltar.
-Está falando do Ben? Oh não vejo ele desde aquele dia, nos falamos algumas vezes por sms, mas nada demais. Você está com ciúmes?- Perguntei rindo, e me sentindo bem por saber que ele estava se preocupando.
-Eu com ciúmes? Puft, corta essa Winn- Ele disse sem olhar em meus olhos mais eu sabia que eles estava mentindo.
-Ai que lindooooooooooo, está com ciúmes- Eu disse rindo.
Ele travou o maxilar, então me lançou um olhar daqueles, e eu soube que era hora de me calar. Me virei um pouco e continuei olhando a rua, pensando no que tinha acabado de acontecer, afinal ele estaria mesmo com ciúmes?
-Psiu- Ele chamou baixinho.
Olhei pra ele, esperando ele falar.
-Está com raiva?- Ele perguntou e neguei com a cabeça.
-Não- Falei baixinho.
-Parece- Ele disse e um bico se formou em seus lábios, eu ri baixinho.
-Eu só falei demais, desculpe pelas brincadeiras.
-Oh boy, até parece Winn, não precisa se desculpar, eeuestavacomciúmes sim- Ele disse olhando para frente, mas a última parte dele disse rápido demais.
-Não entendi.
-Eu estava com ciúmes, ok?
-Ai meu Deus- Eu disse, e dei risada baixinho.
-Não dê risada, por favor.
-Parei, prometo!
Senti o carro parando de se movimentar, e quando eu vi ele estava estacionando em uma lanchonete, que parecia ser conveniente, não tinha nenhum nome popular, era bem o estilo dele, e o meu também. Ele estacionou direitinho.
-Pronto, chegamos, mas espere- Fiz menção em responder, mas o vi abrindo a porta e saindo, fechando a mesma atrás dele, e vindo abrir a porta pra mim, desci e sorri feito boba.
-Obrigado- Eu disse lhe roubando um selinho, eu ajeitei minha roupa e depois senti sua mão procurando pela minha, e quando eu vi já tínhamos entrelaçado os dedos.
-De nada, princesa- Ele sorriu, e fomos andando até a lanchonete.
Entramos na mesma, e ninguém pareceu se importar com um astro no mesmo lugar que elas, será que eles estariam acostumados? Acho que sim. Sentamos numa mesa um pouco reservada e logo fomos atendidos, fizemos nossos pedidos e ficamos conversando sobre tudo, aproveitamos para colocar o papo em ordem, fazia um tempo que não nos falamos então tínhamos muito o que conversar, e contar. Os nossos pedidos chegaram e comemos, depois que terminamos, ficamos conversando mais um pouco enquanto ele segurava minha mão sobre a mesa. Decidimos ir, porque já passavam das 22h e o horário estava bom para irmos à boate. Fomos até o carro, entrei depois de ele abrir a porta pra mim, e esperei ele entrar para partimos para a boate, ele dirigia calmamente, e cantarolávamos as músicas que passavam na rádio, depois do nosso jantar estávamos mais animados, acho que pelo fato de termos conversado bastante. Ele dirigiu aproximadamente 30 minutos e chegamos a uma rua repleta de pubs, era um mais chamativo que o outro, eu fiquei vidrada olhando para todos. Rapidamente o Taylor entrou em um estacionamento, e deu a chave para o frentista, saímos andando pela rua, de mãos dadas, e o Taylor me puxou delicadamente para atravessar a rua, ele estava indo a uma boate chamada: Hot Clube. Pensei que seria um prostibulo pelo nome, fiquei meio assustada. Ele falou com um dos seguranças que nos levou a uma área reservada onde tinha uma entrada escondida, entramos ali, e subimos um lote de escadas, chegando finalmente a área vip, ele não soltava da minha mão, então eu o puxei até uma grade que tinha ali, para dar uma olhada lá embaixo, diferente do que eu pensava, aquilo era totalmente perfeito,  a iluminação toda vermelha, o ambiente aconchegante, com mobílias brancas, um bar cheio de bebidas de todos os tipos, com uma bancada branca, e banquinhos branco e preto, o piso era quadriculado, intercalado de branco e perto, e o chão da pista enorme tinha luzes de led, que alternavam em vermelho, branco e preto. A decoração era feita com fogos na parede, e alguns objetos interessantes. Senti o Taylor me abraçar por trás, e coloquei minha mão sobre a sua que estava pousada em minha barriga.
-Gostou?- Ele sussurou no meu ouvido, fazendo com que eu me arrepiasse toda.
-G-gostei- Eu disse olhando para ele.
-Que bom- Ele disse.
Antes que eu o respondesse me virou de frente para ele, e tomou meus lábios com um beijo, era o primeiro da noite, mas com certeza ficaria para a história, sua mão delicadamente pousou na minha cintura, e minha mão automaticamente grudou em sua nuca, puxando o rosto dele para mais perto do meu. Eu demorei um pouco, mas acabei cedendo, e me entregando ao beijo, logo eu senti ele me preensar contra a grade, e entrelacei meus dedos em seu cabelo puxando lentamente. Aprofundamos junto o beijo, e a respiração começava a faltar, junto com o espaço entre os nossos corpos. Comecei a afastar meus lábios dos seus cortando o beijo, por falta de ar, e assim que fiz, não deixei ele fugir, eu segurei seus lábios entre os dentes e mordi os mesmos, soltando eles e os vendo bem avermelhados, então eu o segurei pelas costas, deixando ele colado em mim. Olhei em seus olhos, e eles estavam mais escuros do que nunca, transbordando desejo, me senti envergonhada, e o abracei, escondendo meu rosto na curva de seu pescoço, ele retribuiu o abraço.
-O que foi amor?- Ele disse baixinho, dava pra perceber que ele estava sorrindo.
-Fiquei com vergonha- Falei perto de seu ouvido, e ele me apertou mais.
-Que bom. Que tal irmos beber algo no bar?- Ele sugeriu.
-Eu acho ótimo!- Eu voltei a olhar para ele, e sorri, ele sorriu de volta e me soltou segurando minha mão.
-Então vamos.
Fomos até o bar da area vip que tinha a mobília idêntica ao bar da parte de baixo. Nos sentamos na banqueta, e ficamos nos olhando. Até o barman chegar.
-O que vão querer?- Disse ele chacoalhando um daqueles copos com bebidas.
-Quero uma dose de Jack Daniels- Disse o Taylor, -E você?
-Quero um drink de morango com saquê, SÓ PRA COMEÇAR.

Um comentário:

  1. Já acabou tão rápido. Continuaaaaaaaaa To super curiosa para ler o próximo capítulo.Quando vai ser postada o próximo capítulo.

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