03 outubro 2013

Fanfiction “Você pertence a mim” Capítulo 9: Our first fight.


#POV – Taylor Lautner

Eu acordei primeiro que Taylor, olhei para o lado a vi apenas enrolada em um lençol branco, que não servia de muita coisa, eu avistava seu lindo corpo. Seu cabelo estava um pouco bagunçado, ela parece um anjo dormindo, acordada também claro, mas dormindo parece um anjo meio que indefeso.

Fiquei um bom tempo olhando-a dormir, quando vejo ela se espreguiçar e abrir seus lindos olhos azuis.

– A quanto tempo está acordado? – Falou assustada.

– Tempo suficiente para perceber o quanto você é linda até dormindo. – Sorri.

– Para com isso. – Ela disse e eu percebi que seu rosto começou a corar naquele momento.

– Com o que? – Ri.

– Me deixar constrangida. - Ela pegou outro lençol e se enrolou.

– Por que está se cobrindo? O lençol branquinho estava melhor. – Brinquei.

Ela apenas gargalhou.

Vê-la sorrir me fazia sorrir, Taylor é como se fosse uma parte de mim, minha metade, e para ela eu não seria como os outros, eu daria motivo apenas para ela sorrir.

– Ta com fome? – Perguntei.

– Muita, vou tomar um banho e ir lá em baixo procurar o que comer. – Respondeu.

– Vou pro banheiro do corredor então. – Falei e dei um beijo em sua bochecha.

#POV Taylor Lautner (fim)

Taylor parecia se preocupar comigo, e isso me deixa feliz, saber que uma pessoa se preocupa tanto comigo.

Demorei alguns minutos para sair do banho e quando sai Taylor já estava vestido, vestia apenas uma bermuda jeans.

Peguei um short branco curto na bolsa e uma blusa vermelha e vesti. Logo após peguei uma rasteirinha e coloquei-a.


– Que sexy minha namorada. – Ele brincou e me abraçou.

Descemos abraçados e a família de Taylor ria assistindo a um programa de TV.

– Isso são horas? – Makena perguntou e pulou no colo do irmão.

– Pra quem passou a noite em festa sim. - Deborah acrescentou e riu.

Eu entendi o recado, talvez eu e Taylor tivéssemos feito muito barulho na noite passada, fiquei envergonhada e escondi minha cabeça entre os braços de Taylor.

E todos riram, até a Makena mesmo sem entender muita coisa, pelo menos eu acho.

– O que tem pra comer? – Taylor perguntou.

– Fiz algumas torradas, estão dentro do fogão e tem algumas frutas na geladeira. – Deborah respondeu com sua simpatia e elegância.

– Taaaaaaaylor vamos pra praia depois? Por favooooooor. – Makena disse eufórica.

– Ta a gente vai, deixe-me comer primeiro. - Taylor deu um beijo na testa de sua irmã e fomos comer.


Nós iríamos embora essa tarde, eu teria que estar em meu apartamento em Nashville hoje à noite, Selena estaria me esperando lá, para termos uma “noite de amigas”.

Eu e Taylor comemos bastante durante o café.

– Ah estou lembrando que tenho que fazer o almoço hoje. – Falei.

– Que nada Taylor eu estava brincando, vai se divertir com seu namorado, deixa pra próxima. – Deborah disse.

– Mas... – Tentei falar.

– Mas nada, curta suas últimas horas aqui com ele, afinal, ficarão um tempo sem se ver.

A única coisa que consegui fazer naquele momento foi sorrir.

[...]

– Coloquei minha roupa de banho, AGORA VAMOS PARA PRAIA. – Makena chegou correndo e gritando.

– Ta Makena. – Taylor levantou-se exausto da mesa.

– Você vai Taylor? – Ele perguntou.

– Ah eu vou depois, vou ir lá em cima primeiro.

– Está bem.


Lavei os pratos que tínhamos sujado e subi.

Fiquei sentada próxima a enorme janela de vidro do quarto avistando Taylor correr atrás de Makena, parecia que estavam brincando. Automaticamente lembrei-me da vez em que eu e Joe fomos passar o final de semana em uma casa de praia, ele correndo atrás de mim pra poder me jogar dentro da água, toda aquela imagem veio na minha cabeça e eu dei um sorriso de lado. PORQUE EU NÃO CONSIGO ESQUECÊ-LO? PORQUE ELE ME PERSEGUE? Gritei para meus pensamentos.

Eu realmente não sabia o que acontecia comigo, eu achei que já tinha superado aquele “idiota”.

Eu lembrei que sempre andava com um álbum de fotos em minha bolsa então resolvi pegar e sentei-me novamente olhando em direção a praia.

Vi fotos minhas quando pequena, com minha família, de algumas premiações, até que... lá estava eu abraçada com ele no sofá de seu apartamento, estávamos cobertos e foi duas noites depois daquela foto que ele fez sua ligação idiota, de 27 segundos e destruiu meu coração.

Eu não me contive e deixei algumas lágrimas escaparem.

– Taylor? – Ouvi uma voz atrás de mim, chamar pelo meu nome, era Taylor.

– Oi. – Falei apressada enxugando as lágrimas e fechando o álbum.

– Por que está chorando? O que é isso? – Ele disse puxando o álbum da minha mão.

– TAYLOR POR QUE VOCÊ TEM FOTOS GUARDADAS COM ESSE CARA? – Perguntou alterado.

Para minha “sorte” ele havia aberto mesmo na parte das minhas fotos com o Joseph.

– Eu só esqueci... – Tentei me explicar.

– ESQUECEU TAYLOR? VOCÊ ESTAVA OLHANDO ESSAS FOTOS E CHORANDO! ISSO É ESQUECER? – Ele gritava comigo feito louco. – EU TENTO DAR O MEU MELHOR PRA VOCÊ, PRA VOCÊ ME RETRIBUIR OLHANDO FOTOS DE UM CANALHA IDIOTA QUE NEM SE QUER LIGOU PARA O QUE VOCÊ SENTE E SE DESMANCHAR EM LÁGRIMAS? – Ao falar completamente alterado ele colocava as mãos entre seus cabelos.

– Me escuta... – Falei calma e chorando.

– TE ESCUTAR? TAYLOR OLHA, EU NÃO QUERO SER UM OBJETO DE USO PRA NINGUÉM. – Ele disse saindo e batendo a porta com bastante força.


Eu não sabia o que fazer “objeto de uso” eu posso não amar Taylor de forma tão correta, mas tenho certeza de que não estou usando-o.

Ele não merece isso, sou um nada aos pés dele, ele merece coisa muito melhor do que eu.

Eu queria correr atrás dele, mas pensei em deixar ele pensar um pouco, seria perda de tempo fazer com que ele me escutasse agora.

Deitei na cama e chorei bastante, queria que aquele aperto no coração aliviasse.

A hora do almoço chegou e eu preferi descer.

Lavei o rosto e passei uma maquiagem de leve para esconder os vestígios do choro.

– Alguém viu o Taylor? – Perguntei para Daniel, Deborah e Makena que estavam jogando um jogo de tabuleiro.

– Ele saiu meio estressado lá pra praia, mas o que... – Antes que Daniel pudesse terminar eu corri e fui ver se o encontrava.

Assim que abri a porta o avistei, bem distante com a cabeça entre as pernas, certamente estava como eu, confuso e chorando. Eu odiava vê-lo triste.

Taylor não merecia aquilo de jeito maneira, eu estava indo em sua direção precisávamos conversar mesmo não sabendo sua reação eu iria confrontá-lo.

Ele estava sem camisa e chorando, eu podia ouvir seus soluços angustiados.

– Taylor! – Falei sentando-se ao seu lado e acariciando de leve suas costas.

Ele afastou-se de mim.

– Taylor me escuta. – Seguirei-o pelo braço.

Ele virou e me encarou, seus olhos ainda estavam molhados por algumas lágrimas.

– Acredita em mim eu não amo mais ele, eu me lembro do que ele fez comigo e fico mal, mas não é como se eu ainda o amasse.

– Por que você chora por ele ainda? – Perguntou enxugando suas lágrimas.

– Porque eu sou uma boba, burra, idiota, que vive presa no passado. – Falei e sentei derrotada na areia, não pude conter algumas lágrimas. – Eu nunca seria capaz de te tratar como um “objeto de uso”. – Falei entre um soluço e outro.

– Desculpa por tudo que te falei lá em cima, deve ser difícil pra você, e nem se quer pensei no que você sente. – Falou e sentou-se ao meu lado. – E você não é burra, nem idiota e nem boba.

– Você estava certo. – Virei para encará-lo.

– Posso te abraçar? – Perguntou.

– Sempre. – Respondi e antes que ele pudesse me abraçar, abracei-o primeiro.

Foi um abraço forte, como um abraço de segurança do tipo “eu sempre estarei aqui”, mas eu não confio nessa palavra sempre, o sempre de algumas pessoas acabam tão rápido.

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