22 novembro 2013

Fanfic com Lautner e Swift: Você pertence a mim – Capítulo: 16 - The best birthday.



PS: Então gente acrescentei a Meredith nesse capítulo, porém ela não existia ainda porque acontece em 2009, e a Taylor comprou ela na "época" da snwt, mas sei lá, quis acrescenta-la então sem bullying com ela porque ela é muito meiga. u_u


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 As vezes eu me pergunto como os dias podem se passar tão rápido? Dias atrás eu estava em New York e hoje  estou em Nashville com minha família.

 Nesses últimos dias eu e Taylor perdemos um pouco o contato, ele está gravando demais e eu também. Eu quase nunca ligava, não sei o motivo, mas é como se eu não me preocupasse por dentro, e odeio sentir que não o amo.  Mas enfim, hoje certamente ele teria um tempo pra mim e eu um tempo para ele, afinal treze de dezembro, mais um ano de idade para mim. Levantei tomei um banho, coloquei uma roupa simples e fui ao encontro da minha família. 




- TREEEEEEEEEEEEEEEEZE. - Cheguei gritando na sala com as mãos para cima.

- Bom dia para você também, aniversariante. - Austin levantou-se da poltrona e veio me abraçar. - Parabéns Tay. 

- Obrigada seu pirralho. - Falei e baguncei seus cabelos.

- Nem acredito que minha princesa está ficando mais velha. - Mamãe falou com os olhos lacrimejando, era sempre assim, ela se emociona em todos os meus aniversários. - Parabéns meu amor. - Falou e me deu aquele abraço caloroso de mãe.

- Obrigada mãe. - Disse e dei um beijo em sua testa.

- Eu posso abraça-la também? - Brincou meu pai e rimos todos juntos. - Feliz aniversário meu anjo. - Falou e me abraçou.

- Obrigada pai. 

- Então, pronta para sua primeira surpresa do dia? - Austin disse e veio para trás de mim amarrando uma venda.

- Vendada? Hum, acho que estou pronta. - Ri.

 Eles me caminharam até algum lugar pelo que eu conheço da minha casa seria a cozinha. Quando Austin desamarrou a venda vi uma mesa repleta de coisas, tipo, muitas comidas, bolos, frutas, muitas coisas.

- Nossa! Minha família é maravilhosa. - Sorri, eu acho que nunca na minha vida vi um café da manhã assim.  - Muito obrigada mesmo, eu amo muito vocês.

- Deixa as declarações para o final do dia Taylor, estou louco pra devorar isso. - Austin brincou e começamos a tomar nosso incrível e inesquecível café da manhã.

- Tava tudo tão bom, acho que engordei só com esse café. - Suspirei e todos riram. 

  Depois nos reunimos e assistimos um filme de comédia, durante essas horas recebi várias ligações de amigos, alguns familiares, menos a ligação dele, e sinceramente não sei o que estava acontecendo achei que ele seria o primeiro de todos a me desejar feliz aniversário. Acho que minha mãe percebeu meu desconforto em relação a isso, porque ficou me encarando.

- No que estava pensando? -  Perguntou passando a mão pelo meu cabelo que estavam liso, liso.

- Nada de mais. - Forcei um sorriso que não pareceu convence-la muito.

- Ele irá ligar. - Falou me dando um beijo na testa.

- Eu não ligo se ele ligar ou não, não ligo se ele vim ou não. - Falei com raiva, porque eu realmente esperava estar nos braços dele no dia do meu aniversário. 

- Não fale isso Taylor, se ele não está aqui certamente é porque está sem tempo, trabalhando demais, afinal ele é famoso também. 

- Como eu já disse, não ligo. - Mas no fundo eu sabia que meu coração ligava e gritava por seu nome nome e por sua presença.

- Você está dizendo isso da boca pra fora, mas não vou discutir com você meu amor. - Disse e levantou-se.

 Peguei Meredith e sai disparada para o quarto. Me deitei com ela em minha cama e fiquei fazendo carinho na mesma.

- No fundo acho que você me entende, do seu jeito, mas entende. - Falei conversando com minha gata, não me chamem de louca por favor.

 *meow meow*

- Queria poder entender o que você mia, tem cara de ser uma boa conselheira. - Ri da minha conversa idiota com ela.

 A peguei ela e coloquei perto dos meus pés e voltei a me deitar agarrando-me ao travesseiro, esperava bem mais desse aniversário.

 Em alguns segundos senti meus olhos pesando e apaguei...

[...]

- Filha é seu aniversário sai dessa cama. - Mamãe puxou um lençol que me cobria e sentou-se ao meu lado. - Vamos fazer compras? 

- Tem certeza de que quer isso? - Falei com uma cara de tédio.

- É seu aniversário, você escolhe, se não quiser eu vou entender. 

- São que horas?

- Deve ser três e pouco. - Falou encostando sua cabeça em minha barriga.

- Vamos. - Falei levantando-me e indo ao banheiro. Tomei um banho quente, dezembro é um mês frio então...

 Coloquei uma roupa e desci, minha mãe já me esperava lá em baixo, enquanto meu pai e Austin assistiam a um jogo  na TV.



- Vamos fazer compras rapazes, cuidem da casa. - Mamãe falou ainda de sairmos.

[...]

- Acho que esse vestido vermelho fica bom em você filha. - Falou em quanto eu via alguns vestidos.

- Esse ou esse? - Falei pegando dois vestidos.

- Meu anjo os dois são iguais. - Riu e eu olhei para ambos. Ela estava certa.

- Está com a cabeça bem longe hem? 

- Não estou não. - Falei saindo e dando assunto por encerrado. 


 Passamos mais algumas horas escolhendo roupas, quando vimos já estava escurecendo.

- Vamos para um restaurante? - Perguntou ainda dentro de uma outra loja.

- Ah, pode ser. - Falei dando nos ombros.

- Escolha um vestido elegante para ir. - Falou sorrindo. - E uma sandália também.

- Mas por que? Essa roupa não tá boa?

- Quero você formal jantando comigo, nossa primeira janta a sós em seu aniversário, tem que ser algo memorável. 

- Tá bom. - Falei meio "encabulada" com isso tudo.

 Mesmo não tendo engolido direito essa história, escolhi um vestido e uma sandália, ambos elegantes. Também escolhi alguns acessórios.



- Está linda meu anjo. - Falou segurando minha mão e me fazendo dar uma volta. - Seus cabelos ficarão lisos mesmo, creio que agradará algumas pessoas.

- Você está planejando festa surpresa pra mim, não é? 

- Não, não sou boa em surpresas você sabe disso, é apenas um jantar Taylor, entre mãe e filha. 


Entramos no carro novamente e paramos em frente do restaurante mais luxuoso de Nashville, e ele estava todo apagado. 

- Não tem ninguém aqui mãe. - Falei.

- Tem que ter, fiz reservas aqui. - Falou com  uma cara meia tristonha, o que me matou. - Não acredito nosso primeiro jantar a sós, só eu e você, acontece isso. - Falou já chorando um pouco.

- Eu vou entrar e vejo se tem alguém. Para de chorar, vai acabar com sua maquiagem e vamos jantar ainda. - Falei segurando sua mão. - Me espera aqui que eu volto logo. - Falei e sai do carro. 

Pressionei a porta do elegante restaurante e ela estava aberta.

- Estranho.  - Sussurrei para mim mesma.

No fim do restaurante tinha uma piscina e ela estava bem iluminada pelo visto. Lembro de um aniversário meu que vim para cá e me jogaram dentro dela, não foi nada legal.  Vi perto da piscina também uma mesa com duas cadeiras e uma vela apagada, parecia mais um jantar romântico, será que quem marcou as reservas pensou que era um casal apaixonado?

 Quando menos esperei ouvi um baralho de alguma coisa cair e tomei um susto.

- Tem alguém aí? - Perguntei já tremendo. 


 Odeio escuro, me dá muito medo, principalmente numa situação em que você escuta barulhos assustadores quando está nele.

 Corri para a porta de saída e ela estava trancada.

- MAIS QUE MERD*. - Gritei. Tentei ver através do vidro e o carro da minha mãe não estava mais lá.

- Não acredito que estou sozinha aqui. - Sussurrei para mim, uma hora dessas por causa do medo eu já devia estar mais branca que o normal.

 Olhei para trás e vi as vela da mesa acesa, quem estava querendo me fazer medo, estava conseguindo. 

- OLHA EU SEI QUE TEM ALGUÉM AÍ, E ESSA BRINCADEIRA NÃO TEM A MÍNIMA GRAÇA. EU TENHO MEDO DE ESCURO SABIA? AH CLARO QUE SABIA PORQUE DEVE TER SE INFORMADO DISSO DE ALGUMA MANEIRA PRA PODER FAZER ISSO COMIGO, E QUER SABER? ESTOU COM MEDO, SE É ISSO QUE QUER SABER. AGORA POR FAVOR ABRA ESSA PORTA E ME DEIXA SAIR! AFINAL CADÊ MINHA MÃE? RAPTOU ELA? - Eu estava completamente descontrolada. 

- Você está muito estressada senhorita, acalme-se. - Ouvi uma voz rouca atrás de mim e senti mãos em meus ombros fazendo um tipo de massagem.

- QUAL É TEU PROBLE... - Falei virando-me para encarar o filho da mãe. - Taylor? - Perguntei surpresa. Ele estava tão lindo de com uma roupa social. 

- O próprio. - Falou apontando para si mesmo e pegou um enorme buquê com rosas vermelhas que estavam a mesa ao lado. - Pra você.

- São lindas, obrigada. - Falei encarando-o. - Pensei que não viria. - Abaixei a cabeça.

- Você é louca? Eu seria um homem idiota se não viesse ver a mulher mais perfeita do mundo em pleno dia de seu aniversário. - Falou segurando o meu rosto para encará-lo. Eu apenas sorri e suspirei. 

- Mas cadê minha mãe? Ela disse que a gente teria um jantar juntas e...

- Nossa como você é boba, sua mãe fez parte do meu "plano". - Disse e deu aquela gargalhada gostosa.

- Está brincando? - Perguntei boquiaberta. - Como? Por que eu não percebi?! - Falei batendo na minha cabeça. - Ela chorou na minha frente pra eu entrar aqui, você sabia? 

- Fazia parte. - Respondeu e eu dei um tapa em seu braço. - Vamos jantar? Temos muito que aproveitar ainda. - Lançou um daqueles sorrisos de tirar o fôlego. Apenas segurei sua mão e fomos até a mesa.

Nosso jantar foi demais, ele me contou sobre o que fez durante as gravações, algumas coisas bem engraçadas devo admitir  Contei sobre as poucas coisas que fiz também. Eu não sei onde eu estava com a cabeça ao dizer hoje de manhã que não ligaria pela presença dele hoje ou não.

- Tenho mais um presente. - Falou levantando-se e indo em direção a cozinha do restaurante. - Pode se virar por favor? - Pediu e assim eu fiz. 

 Em menos de cinco segundos ele já estava atrás de mim.

- Pronto pode olhar. - Pediu novamente e eu virei.

- AH NÃO ACREDITO! - Coloquei a mão na boca e peguei o imenso urso. - Lembro de como fiquei louca por esse treco nas filmagens do filme mas não me deram. - Fiz um biquinho fingindo estar triste. 

- Eu lembro do esforço que foi pra você segurar ele. - Riu e eu ri em seguida. - Eu ainda não tive tempo de dizer... Feliz aniversário. - Falou e me abraçou. Foi um abraço desajeitado por conta do urso em meus braços.

- Espera. - Coloquei o urso encostado na cadeira que eu estava sentada. - Pronto. - Falei abraçando seu pescoço e cheirando seu pescoço, o cheiro mais perfeito do mundo. - Você está muito cheiroso. - Falei ainda abraçada a ele e ele riu.

- Você também. - Falou separando nosso abraço. Colocou uma de suas mãos em minha nuca e me deu um beijo, cheio de ternura, doce, maravilhoso, era tão bom sentir aqueles lábios macios sobre os meus novamente. - Não sabe o quanto senti falta disso. - Disse ainda de olhos fechados. Fiz carinho em seu rosto e ele sorria com os olhos fechados.

[...]


Estávamos sentados a beira da piscina com os pés descalços na água. Minha cabeça estava encostada em seu ombro e suas mãos estavam arrodeando minha cintura

- Como conseguiu "alugar" esse restaurante? - Perguntei e afoguei minha cabeça em seu pescoço, logo aquele perfume maravilhoso incendiou-me. 

- Pedi ao dono e pronto. 

- Ele deu de graça? 

- Não exatamente. - Respondeu fazendo uma careta.

 Ficamos mais um tempo juntos, apenas sentido a respiração um do outro, os batimentos do coração de cada um.

- Você fica ainda mais linda com o cabelo liso. - Disse beijando meu cabelo.

- Você tem um jeito muito intrigante de me deixar com vergonha - Falei levado minhas mãos para seu cabelo e acariciando o mesmo.

[...]

 Duas horas se passaram e a gente ainda estava na beira da piscina trocando beijos e caricias. Mas não passou disso, afinal fazer isso na beira de uma piscina deve ser bem constrangedor.

- Vou pegar uma coisa, espera. - Falou rompendo um caloroso beijo. 

- Tá. - Passei as mãos pela boca limpando os borrões do batom que ainda estava ali.

- Gosta de morangos com chocolate? - Falou trazendo uma bandeja, e nela tinha dois pratos fundos, um com morangos e outro com o chocolate. Sentou-se atrás de mim, fiquei no meio de suas pernas. Ele deixou a bandeja ao nosso lado e afastou meus cabelos para frente. Começou a beijar meus ombros e algumas partes das costas que estavam nuas por causa do vestido. Depois começou a beijar meu pescoço me fazendo levar a cabeça para trás. Mas também não passou disso.

Ele parecia escolher um morango especial para mim e logo achou um, mergulhando-o no chocolate.

- Prontinho. - Pegou o morango colocando em minha boca. 

 Ainda mastigando-o sinto algo duro nele, tento mastigar novamente e sem sucesso. Coloco a mão na boca e retiro uma correntinha de ouro com um pingente de coração e dentro do coração havia uma pedrinha vermelha.

- OH MEU DEUS. - Olhei perplexa para o objeto e depois para Taylor. - Isso também é um de seus presentes? 

- É, eu espero que tenha gostado. 

- É perfeita, nem sei o que dizer. - Falei virando-me para trás e segurando seu queixo. - Obrigada. - Depositei um selinho em seus lábios.

- Você merece isso e muito, muito mais. - Falou encarando-me. Você me faz feliz de tal maneira que nenhuma outra pessoa conseguiu fazer até hoje. - Declarou passando suas mãos macias por meu rosto e eu fechei os olhos. 

- Acho que eu sou a pessoa mais sortuda do mundo por ter um namorado tão carinhoso e atencioso como você.

- É, acho que é mesmo. - Falou convencido e eu ri.

 Ele levantou-se e estendeu sua mão para mim.

- Outra surpresa? - Falei pegando-a e levantando-me também.

 Ele entrou na cozinha novamente e trouxe uma caixa em suas mãos.

- Esse não é meu. É da minha mãe, meu pai e Makena. - Disse entregando-me.

- Não precisava. - Sentamos novamente na beira da piscina. Abri a caixa e vi três embrulhos, abri primeiro o de Deborah que era um par de brincos completamente perfeito. O de Daniel era uma pulseira com um pingente de uma gata, ele deve ter se informado do meu amor por gatos. E por último um embrulho pequeno  com um bilhete que dizia "Para a melhor cunhada do mundo". 

- O presente da Makena é meio que pro futuro, eu acho. - Sorriu meio envergonhado. - Lembrando que foi ela quem comprou o presente, talvez você fique até meio corada com isso. - Riu.

Sorri e abri a caixa encontrando um par de sapatinhos para bebê e novamente outro bilhete que dizia "Para meu/minha futuro(a) sobrinho(a)".

- Tão pequeninho, você se pergunta como um pé de um bebê irá caber aí. - Sorri emocionada só de pensar em ter um filho, acho que eu sairia uma ótima mãe.

- Você p-pensa em ter filhos? - Falou gaguejando.

- Claro que sim, eu amo crianças, e só em pensar que uma vai sair de mim, nem sei o que dizer, deve ser a melhor sensação do mundo.

- É, deve ser bom ter um filho, você brincar com ele, ir buscar ele na escola todos os dias...

- Bem isso, ou quando ele se sentir sozinho você dizer "eu estou aqui e nunca vou te deixar sozinho".

- Quando eu for pai quero que você seja a mãe do bebê. - Falou e eu sorri.

[...]

Vi Taylor pegando o celular e colocando uma música. Depois saiu e desligou as luzes, deixando apenas a luz da vela na mesa.

- Você sabe o pavor que tenho de escuro não sabe? - Ri.

- Sei sim, você ficou apavorada quando chegou, me segurei para não rir. - Falou tirando uma mecha do meu cabelo que estava no meu rosto. - Me concede essa dança? - Falou reverenciando-se e me estendendo a mão.

- Claro que sim cavalheiro. - Entrei na brincadeira fazendo uma reverencia e pegando sua mão.

 Coloquei minhas mãos em seu pescoço e ele passou seus braços por minha cintura. Eu estava com frio, ele percebeu isso e me deu um abraço forte. 

- Você já pensou que se a gente for casar algum dia, ambos se chamarão Taylor Swift e Taylor Lautner? - Perguntou passando o nariz pelo meu pescoço me deixando arrepiada.

- Nunca pensei nisso, ficaria engraçado. - Ri.

- Vou fazer uma coisa com você e você vai ficar com muita raiva. - Falou tirando sua roupa, ficando só de cueca na minha frente. Ele foi para trás de mim, e puxou o zíper do vestido, fazendo com que ele caísse no chão.

- Então não faça. - Falei corando com a visão.

 Em poucos segundos eu já estava em seus braços e ele pulou com tudo na piscina comigo, nós nos divertimos bastante.

- Ai que frio. - Falei tremendo e saindo da piscina.

- Desculpa por isso, não estava em meus planos, mas achei que fosse engraçado. - Falou indo para a cozinha novamente e trazendo dois roupões. - Toma. - Pegou um e me deu.

 Assim que o coloquei me encolhi.

- Você é muito frienta. - Falou me abraçando por trás.

[...]

 Estávamos deitados em um edredom em uma grama bem no fim do restaurante, eu estava com a cabeça sobre seu peito e ele alisando minhas costas com seus dedos.

- Tá vendo aquelas dali? - Apontei para as estrelas. - Parece um T de Taylor. - Ri e ele riu também.

- Every time you smile, I smile and every time you shine, I'll shine for you. - Falou em meu ouvido.

- Você está citando um trecho de uma das minhas músicas, isso é fofo. - Falei levantando a cabeça e encontrando seu rosto.

 Ele sentou-se e me colocou em seu colo de frente para ele. 

- Você tem olhos tão lindos. Quando você encara eles por muito tempo é como se fosse o mar.  

 Ele colocou a cabeça em meu ombro e eu senti uma leve mordida em meus pescoço.

- Achei que você fosse o lobo, não o vampiro. - Sussurrei em seu ouvido.

- Posso ser vampiro quando quero. - Falou desamarrando meu roupão e desceu ele por meus braços acariciando eles.

 Foi aí que me lembrei que eu estava apenas de calcinha e sutiã, e ele de cueca.

 Desamarrei seu roupão também passando minhas mãos pelo seu abdômen e ele deu uma suspirada profunda.

- Gosta disso? - Falei mordendo seu lábio inferior. - Hum?

- Não sabe o quanto... 

- Eu sei que gosta. - Falei bem perto do seu ouvido e depois dei uma leve mordida.

- Só você faz isso comigo. - Falou sussurrando.

- Também sei disso. - Falei colando ainda mais o nossos corpos, sentindo todo seu desejo. - Você se excita muito rápido. - Ri da merda que acabei de falar.

- Só você sabe como fazer isso. 

- Tenho meus dotes. - Falei beijando seus dois olhos, a ponta de seu nariz, sua testa e por último dei um selinho em sua boca.

- Sei que faz bem melhor que isso. - Falou agarrando minha nuca e dando um beijo completamente contrário de doce e calmo.

[...]

- Você é boa no que faz. - Falou passando a mão pelos meus cabelos.

- Eu sei disso. - Ri.

- Acho melhor nós irmos, o dono me deu até seis horas da manhã pra sair daqui. - Falou levantando-se e se recompondo.

- Unhun. - Falei colocando minhas roupas e minha sandália.

 Nós arrumamos algumas coisas bagunçadas e fomos em direção a minha casa no carro de Taylor que estava do outro lado da rua pra mim não ver quando cheguei.

 Em alguns minutos estávamos de frente a minha casa.

- Foi o melhor aniversário da minha vida. - Falei passando a mão em seus cabelos.

- Fico muito feliz só em ouvir isso. - Sorriu.

- Obrigada mesmo, você é um cara incrível. - Falei e beijei seus lábios.

- Você merece.

- Então eu vou lá. - Peguei uma sacola onde tinha todos os presentes e meu urso gigante. - Esse urso é muito grande. - Ri e ele gargalhou.

- Quando olhar pra ele lembre de mim, finge que eu sou ele. 

- Não vou encher um urso de beijos. - Falei com uma cara de idiota. Quando ia saindo do carro sinto seus braços em minha cintura. 

- Não sem meu último beijo. - Falou me puxando e eu cai sentada novamente e ele me beijou. - Te amo. 

- Também. - Dessa vez eu sai e ele acenou com a mão para mim.

 Quando cheguei na porta de casa e olhei para trás, ele já tinha partido.

Atravessei a porta e me sentei no chão com o sorriso mais bobo do mundo em meus lábios, esse aniversário definitivamente foi o melhor da minha vida.

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