29 novembro 2013

Fanfic com Lautner e Swift: Você pertence a mim – Capítulo: 17 - Goodbye.


Ainda é dezembro, o natal se aproxima, a melhor data do ano, eu fico tão feliz com isso. Mas esse ano é diferente, eu não estou feliz, estou confusa.

Você alguma vez já precisou magoar uma pessoa pra faze-la se sentir bem no futuro? Ou disse um eu te amo sem amar? Você acaba percebendo que quando mais você mentir, pior as coisas ficam. Chega um dia que você começa a se odiar por não conseguir amar aquela pessoa, e o único jeito é se abrir com ela. Mas no fundo você tem medo da reação dela, do sofrimento que você vai causar a ela, até mesmo do seu sofrimento por ver aquela pessoa sofrer. Você não sabe como vai chegar para ela e dizer "eu não te amo".

 A cada dia que passa fico mais confusa com isso tudo, por que um coração não é capaz de amar uma pessoa tão carinhosa com você? Ele prefere amar uma pessoa que te fez/faz mal, será que ele não quer o seu bem? Eu estou quase decidida, eu não mereço uma pessoa como ele.

- Cadê minha amiga preferida? - Abigail chegou na casa dos meus pais sorrindo, eu estava deitada no tapete da sala enrolada em um edredom. Eu estava com uma vestido e um casaco.

(roupa: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=66754078&.locale=pt-br )

- Seria eu? - Falei levantando-me e dando um abraço nela. - Estava com saudades.

- Eu também. - Falou deixando uma bolsa no chão e sentando-se no tapete comigo. - Segundo sua mãe, você está com problemas, então sua amiga veio te ajudar. - Falou dando um sorriso torto.

- Não é nada de mais, Abi. - Suspirei.

- Tem alguma coisa haver com o um rapaz, e ele é moreno, é ator e um gato, na minha opinião. Estou certa?

- Você não tem jeito. - Ri.

- E então?

- Não o amo, mas não quero ter que dizer isso a ele, porém tenho que terminar, ele merece coisa melhor.

- Você é ótima, não diga que ele merece coisa melhor.

- Abigail, não falo em coisa MELHOR de MELHOR, alguém que o ame pelo menos.

- Está disposta a fazer isso? - Perguntou parecendo ler minha mente sobre terminar com ele.

- Eu acho que sim. O que você acha?

- Acho que... consequências, não vou te ajudar na sua decisão, afinal é sua, se tiver consequências você sofrerá elas, o máximo que posso fazer é estar ao seu lado e te ajudar quando você estiver precisando.

- É, de qualquer forma, obrigada. - Dei um breve sorriso.

 Peguei o celular e liguei para ele, marcando um encontro amanhã em seu apartamento e ele aceitou. Ficou todo feliz a princípio, e isso era como se alguém atirasse em mim, sei lá, saber que amanhã talvez ele não estaria mais com esse sorriso.

- Liguei pra ele. - Falei jogando o celular no sofá.

- Boa sorte, garota. - Falou segurando minha mão e a apertando.

 A minha tarde com Abigail foi até um pouco animada, cozinhamos e assistimos filmes.

[...]

 Acordei já de tarde porque dormimos já de manhã, tomei um banho rápido, coloquei uma roupa adequada para o tempo. Deixei um bilhete para Abigail e desci.

(roupa: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=66755852&.locale=pt-br )

 Comi alguma coisa e sai em direção ao meu carro.

[...]

 Antes de subir ao apartamento deixei meu casaco e subi apenas com a blusa de manga cumprida.

Cheguei a seu apartamento e antes de bater a porta me encostei na parede e respirei fundo. "Não desista, você não merece um cara legal como ele" eu anotava para mim mesma mentalmente.

Suspirei e bati.

- QUE. SAUDADES. DE. VOCÊ. - Me deu um abraço de urso e começou a me dar selinhos. Ele estava com uma calça jeans e uma jaqueta de couro.

- Ah, oi. - Falei seca e entrei.

- Aconteceu alguma coisa? - Perguntou preocupado e trancou a porta.

- N-não. - CADÊ SUA CORAGEM TAYLOR ALISON SWIFT?

- Vem. - Puxou minha mão e sentamos no sofá. - Separei alguns filmes bem legais.

[...]

- Está tremendo frienta. - Riu e retirou sua jaqueta colocando-a em cima de mim. Eu apenas sorri. - Posso te fazer uma pergunta? - Perguntou e eu assenti com a cabeça. - Casaria comigo?

Tossi um bom tempo e imaginei que já tinha levado esse dia adiante de mais, era agora.

- C-casar? - Gaguejei e ele disse sim com a cabeça sorrindo. - Não. - Falei e abaixei a cabeça.

- Ah, nem no futuro? - Perguntou com a voz falhando.

- Não. - Respondi ainda de cabeça baixa.

 Ficamos alguns segundos em silêncio.

- Não me ama tanto assim, não é? - Perguntou levantando meu rosto.

- Eu sinto algo por você, mas não é amor. - Olhei dentro dos seus olhos e eles pareciam desapontados. Depois disso tudo que ele fez eu ainda fui burra o bastante de falar isso pra ele, mas era como se eu precisasse dizer isso.

- Eu acho melhor você ir embora, já está tarde. - Falou levantando-se e jogando seu celular nos sofá.. Olhei para o relógio e realmente estava tarde.

- Ainda não terminamos a conversa. - Falei respirando fundo. -  Olha desculpa pelo que vou falar agora mas... - Tentei falar mas fui interrompida.

- Desculpa? - Riu seu humor. -  Imagine você amando MUITO um cara, dando tudo pra ele, seu tempo, sua atenção, seu carinho, aí ele chega e diz que sente algo por você, mas não é amor.

- Você não sabe o que eu já passei pra falar desse jeito comigo, é difícil você querer amar de novo, depois de tudo que já fizeram a você.

- Eu não ligo e não tenho nada a ver com seus relacionamentos passados. Você se prende muito a seu passado, acha que tudo irá voltar a se repetir.

- Você não liga porque não foi você, não é você que serve de objeto para as pessoas.

- Taylor alguns relacionamentos não dão certo, não adianta ficar se lamentando por isso.

- Uma pergunta... Você gostaria que eu tivesse mentido pra você a alguns minutos atrás? Queria que eu dissesse que te amo? Se eu dissesse isso eu estaria vivendo uma mentira, porque eu não amo você. - Eu já estava descontrolada, palavras saiam da minha boca sem eu ao menos pensar no que dizer.

- Você quer dizer que...

- Foi ótimo tudo que passei com você, você é um cara totalmente incrível, mas não merece uma pessoa como eu, merece uma pessoa que de valor para você e seus sentimentos.

- E-EU SEI QUEM É A PESSOA CERTA PRA MIM E ESSA PESSOA É VOCÊ! - Gritou se aproximando e segurando meu rosto com suas mãos. - Eu prometo me esforçar mais, eu não sei, não faz isso, por favor.

- Não dá mais. - Falei séria e engolindo seco. - Desculpa. - Falei indo em direção a porta de seu apartamento.

- NÃO TAYLOR. - Falou segurando meu braço. - Pensa melhor, não faz isso. Tudo o que a gente passou e...

- Não dificulte as coisas, por favor. - Disse olhando para baixo.

- OLHA PRA MIM, DIZ OLHANDO NOS MEUS OLHOS QUE VOCÊ ESTÁ TERMINANDO COMIGO E QUE NÃO ME AMA. - Falou já chorando e isso me matou por dentro, mas eu não tinha escolha.

- Eu estou terminando com você e não te amo. - Sussurrei. Depois dessas palavras ele soltou meu braço e se ajoelhou no chão. - Adeus.

 Foi como se uma faca atravessasse meu coração.

 Saí seu ao menos olhar pra trás, eu também chorava, mas não de total arrependimento e sim por ter deixado o melhor namorado, ou ex namorado, do mundo sofrendo por minha causa, ele não merecia tudo isso, mas alguém curaria ele, alguém que realmente o merecesse. Cheguei no carro e me sentei com tudo no banco, peguei seu casaco e comecei a cheira-lo, como eu sentiria falta daquele cheiro. 

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