17 dezembro 2013

Fanfic: Descoberta – Capítulo 7: Realizando um sonho.


Eu já não estava ligando pra nada, meu pensamento estava preso aquele beijo, que ficava mais quente a cada passo que eu dava, puxando-a para casa. Mas antes que eu a deitasse ali, ela se afastou, se virando sem olhar para mim, indo até a mala no canto do quarto.
-Tá! Eu vou na festa! Afinal... –Ela começou, mas se virou pa
ra mim, pra terminar. –Somos AMIGOS, certo? Apenas amigo! –Disse firme, me olhando.
      Suspirei e concordei com a cabeça. Eu tinha que aceitar isso, já que, pelo visto, Jessie era mais importante para ela.
       Ela pegou uma roupa e saiu do quarto. Me sentei na cama. Não tinha mais nada que eu pudesse fazer, a não ser esperar e ir pra festa como amigos.
       Foi o que eu fiz.
       Sara apareceu no quarto uns minutos depois, usando um vestido preto de mangas curtas. Era simples. Mas perfeito. Combinava com ela, deixava suas curvas ainda mais sensuais.
-Estou pronta! Vamos! – Disse pendurando uma pequena bolsa no ombro.
       Concordei sem dizer nada. Ela pegou uma jaqueta de couro dela e descemos, saindo da casa enquanto ela vestia o casaco, mas suas pernas continuavam a mostra.
-Vamos de moto? –Perguntou um pouco surpresa.
-É! Melhor colocar isso! –Lhe entreguei o capacete.
-E o seu? –Perguntou enquanto eu me sentava na moto, me preparando para pilotar.
-A sua segurança é mais importante! –Falei sem olhá-la.
  Ela ficou parada por um momento, mas eu não a olhei. Ela respirou fundo e colocou o capacete, subindo na moto em seguida. Ela segurou minha jaqueta com timidez, mas quando eu acelerei bruscamente, ela passou os braços em minha volta, juntando seu corpo ao meu, o que me fez sorrir.
       ...
     Estava tentando me divertir com Sara e Jay, que dançavam como loucas na enorme casa. E estava funcionando. Sara estava me tratando normalmente, me incentivando a dançar, como sempre. Mas a passar das horas e dos copos que ela enchia a cada 5 em 5 minutos de alguma bebida alcoólica que eu recusei, ela ficou mais animada. Já estava sem o casaco e os saltos altos, pulando e gritando a musica junto com Jay.
    Elas começaram a falar uma com a outra, tentando conversar no meio da musica alta, enquanto eu só dançava, me divertindo vendo as duas pagando micos.
-Tá bom! –Foi a única parte da conversa que eu entendi, quando Sara gritou para Jay, que sorriu grande.
-Vou dar um pulinho no banheiro! –Jay avisou aos berros antes de sumir entre as pessoas.
     Sara se virou para mim, dançando como louca, terminando de beber o liquido que restava no copo em sua mão e balançando a cabeça em seguida, a bebida deveria ter arranhado sua garganta.
-Ahhh! Eu adoro essa musicaaaa! –Gritou com os braços pra cima. Era evidente que o álcool já tinha feito efeito.
A musica que tinha acabado de começar era “Sexy and I know it”. Ela começou a rebolar no ritmo da musica e nem mesmo eu estava conseguindo ficar parado.
      Ela se aproximou mais e quando fui ver ela já estava se esfregando em mim. Não fui idiota o suficiente pra me afastar dela por que sabia que ela estava dopada e bêbada, mas tentei me controlar o máximo. Mas era impossível não ficar excitado com ela esfregando o que eu mais queria contra meu membro. 
      Ela passou os pulsos em meu pescoço, nos balançando no ritmo da musica, enquanto ela estava de olhos fechados, com a cabeça tombada pra trás e mordendo o beiço. Eu deixei minhas mãos em sua cintura e ela sorriu voltando os olhos pra mim. Antes que eu pudesse fazer ou falar qualquer coisa, ela se aproximou rápido e mordeu de leve meu pescoço, dando beijos molhados em seguida.
-Sara, o que está fazendo? –Perguntei em seu ouvido, me controlando para não pega-la de jeito.
-Ah, Tay, vem falar que você não está gostando?! –Ela riu rouca, sem olhar para mim, dando mais uma mordida onde seus lábios alisavam.
-Eu não disse isso! –Sorri torto, puxando-a, apertando seu corpo contra o meu.
       Ela deu mais uma risada oca e se afastou, fazendo eu resmungar um palavrão qualquer. Ela me olhou sorrindo e saiu andando olhando para mim, mordendo o beiço. Eu a segui. Sem saber onde ela estava indo. Andamos entre as pessoas, ela a alguns metros de mim, rindo e olhando pra trás algumas vezes.
       Quando dei por mim, já estava no segundo andar da casa, entre as pessoas se agarrando no corredor estreito. Sara entrou em uma das portas do longo corredor e sorriu pra mim antes de fechar a porta. Fui mais rápido possível até a porta e entrei, fechando-a sem me virar. O lugar estava um breu. Não dava para enxergar nada, por isso fiquei parado alguns segundos, me esforçando pra ver Sara por ali.
-Está me procurando? –A voz de Sara suou provocante bem atrás de mim, quando uma luz fraca, meio avermelhada, permitiu que eu enxergasse parte do quarto.
        Virei-me pra ela e vi seu sorriso enquanto trancava as portas com uma das mãos.
-Tira a roupa gostoso, por que hoje eu vou realizar um sonho! –Ela espalmou as mãos em meu peitoral, me empurrando.
        Eu sabia que era errado. Não estava completamente bêbado como ela, mas eu não podia perder a oportunidade que Deus me deu aquela noite.
        Só deu para tirar a jaqueta de couro antes que eu caísse na cama de casal macia do quarto, onde estava bem a cima a única luz que iluminava o suficiente para eu ver o desejo ardendo em seus olhos. E eu podia apostar que ela via o mesmo nos meus.
       Ela arrancou o próprio vestido preto e eu fiz o mesmo com minha blusa, sentindo meu pau enlouquecer quando vi Sara usando apenas uma Lange ri minúscula de renda, da mesma cor que o vestido. Ela ficou de quatro em cima de mim, com uma perna em cada lado de meu tronco, enquanto eu tentava desesperadamente terminar de me despir, mas a porra do cinto resolveu agarrar.
-Calma, Taylor! Não precisa ficar nervoso! Eu te ajudo! –Sara riu e se sentou em cima do meu membro, pegando meu cinto para solta-lo. Ela se esfregou em mim e eu gemi antecipadamente.
       Ela tirou o cinto devagar, me olhando, sentindo o gosto da sua provocação e eu apertei seus coxas, não aguentando mais. Ela se levantou e com uma ajudinha minha, me deixou só de cueca, e alisou todo meu rosto, voltando a posição anterior.
-Sabe quantas vezes eu imaginei e me molhei pensando em como seria fuder com você? –Sussurrou, alisando meu membro, com o rosto na direção do meu.
-Você eu não sei, mas eu já imaginei muitas e muitas vezes! –Falei tirando seu sutiã, e apertando seus seios, fazendo-a sorrir, rebolando em cima do meu membro coberto.
-Então vamos transformar nossa imaginação em realidade! –Sorriu maliciosa, abaixando minha cueca com lentidão.
-Estou ansioso pra isso! –Sorri acariciando seu cabelo e puxando seu rosto até minha língua invadir sua boca com urgência.
        Ela sorriu no meio do beijo, mas eu estava muito excitado para sorrir junto, estava ocupado demais tentando tirar sua calcinha –que foi rasgada por mim, já que eu não estava conseguindo arrancá-la.
        Eu não conseguia pensar em mais nada, minha mente só estava ligada a Sara, em dar o máximo de prazer que ela podia sentir. E eu faria isso.
         Ela saiu de cima de mim por um momento e arrancou minha cueca, mas não se mexeu, apenas continuou me olhando. Por completo. Se eu não estivesse naquela situação, eu ficaria corado, sem duvidas. Mas meus olhos estavam percorrendo o corpo dela com o mesmo desejo que os dela analisavam o meu.
          Mas essa troca de olhares safados durou míseros segundos, por que logo seus dedos estavam em volta de meu membro mais de rígido, me incentivando com movimentos fortes e rápidos. Mas eu a fiz parar. Ou ela me faria gozar antes do tempo. É...
          Ela sorriu quando eu a coloquei deitada na cama, ficando em cima dela. Ela ofegava enquanto eu beijava seu pescoço e apertava seu corpo, gravando cada detalhe daquele paraíso. Eu podia sentir nossos sexos roçando um no outro, e ela se mexia sob mim.
-Vai, Taylor! Antes que eu morra de tesão! –Ela gemeu, apertando o meu cabelo, quando minha boca já estava alcançando seu seio esquerdo.
-Não se preocupe! Se tivesse como morrer de tesão, eu já estaria morto! –Sorri pra ela e em seguida, chupei o bico de seu peito, fazendo ela gemer, enquanto minha mão descia até sua intimidade.
      Meus dedos sentiram o quanto ela estava molhada e sem que eu pudesse os impedir, dois deles entraram lentamente em sua entrada, fazendo-a gemer com lentidão enquanto sentia meus dedos grossos lhe invadindo.
-Ah, meu Deus! –Ela arqueou as costas de prazer.
      Meus dedos se movimentavam rapidamente dentro dela, fazendo com que ela enterrasse suas unhas nos músculos do meu braço. Desci mais a boca e por uns três segundos, observei meus dedos entrando e saindo de dentro dela, mas logo minha língua estava pressionando seu clitóris, sem que eu parasse de movimentar meus dedos. Senti meus cabelos sendo puxados enquanto ela movia seu quadril contra meu rosto. Tirei meus dedos de dentro dela e os substitui pela minha língua, enfiando-a o mais fundo possível enquanto minhas mãos apertavam suas coxas e meus lábios chupavam sua intimidade. Se eu continuasse por mais alguns segundos, eu explodiria de tesão, sentindo seu gosto indescritível e maravilhoso.Minha boca voltou até a sua e eu me posicionei entre suas pernas, ela prendeu as mesmas em volta de minha cintura e nós nos olhamos por um segundo e sorrimos quando eu a penetrei lentamente, aproveitando cada milímetro que eu a invadia com desejo.
        Sua face mostrava o prazer que ela sentia, quando comecei a me movimentar e eu sorri bobo com isso, aquilo era a melhor sensação que existia. Apertei meu corpo contra o dela, e juntei nossas bocas em um beijo quente e feroz. Não demorou nem um minuto e senti suas unhas arranharem minhas costas quando seu orgasmo chegou, seguido pelo meu, que me fez estremecer e sorrir ofegante. Ela me abraçou e eu devolvi a caricia.
-Isso foi maravilhoso! Você é melhor do que eu pensava! –Ela riu e eu ri junto. Já tinha esquecido que eu não estava completamente sóbrio e ela muito menos.
        Direcionei meus olhos para os seus novamente e ela riu de novo.
-Achou ruim? –Perguntou desconfiada, rindo.
-Claro que não! Você é perfeita! Mais do que eu pensava! –Falei sorrindo. Ela riu de novo e nos beijamos, mas fomos interrompidos por alguém tentando abrir a porta com brutalidade.
-Vamos voltar, antes que sintam nossa falta! –Falei levantando e ela riu caçando suas roupas.
-Como se você ligasse pra isso! –Disse indiferente, se vestindo enquanto eu fazia o mesmo.
        Ela tinha razão, mas eu não concordei. Nos vestimos e abrimos a porta, fazendo um casal de bêbados cair no chão, mas isso não os impediu de começar a se despirem. Saímos do quarto, fechamos a porta e andamos entre as pessoas do segundo andar.
        Deve dar para imaginar que eu era só sorrisos e eu nem ligava ficar naquela bagunça ou não. Estava na paz vendo Sara sorrindo e dançando como louca novamente, mas dessa vez eu estava na bagunça com ela, feliz com ela.

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