17 dezembro 2013

Fanfiction: Caras e Bocas – Capítulo 1


Capítulo 1

Serena P.O.V.

Saí de meu banho direto para meu recém adquirido closet para escolher a roupa ideal para meu primeiro dia de gravação. Eu sei que no estúdio eu vou ter que trocar e roupa, mas não custava nada chegar e sair bonita de lá. Afinal, eu era a mais nova carinha que todos queriam fotografar, pois eu interpretava Ever Bloom, a personagem principal da série “Os Imortais”, a mais série escolhida pela Summit para ir para as telonas.

Optei por uma blusinha tomara que caia rosa pastel, e por uma calça jeans com detalhes metalizados. Coloquei a roupa me aprovando ao olhar no espelho e indo cuidar do cabelo logo em seguida.

Prendi o cabelo em um coque despojado e fiz uma maquiagem leve combinando com a roupa apenas para os paparazzi não me fotografarem da cara limpa. Eu sei que não deveria dar atenção a eles, mas era quase impossível fugir quando eles geralmente ficavam de plantão no portão da minha casa.

Peguei minha bolsa, as chaves do carro e saí apressada colocando os sapatos, já estava na minha hora de ir.


-Já vai filha? –perguntou minha mãe saindo da cozinha. Apesar de agora termos uma empregada, minha mãe ainda insistia em cuidar da casa mesmo trabalhando fora.

-Já está na hora, mãe. É melhor eu ir se não eu me atraso. –disse beijando-lhe a face.

-Vá com Deus, filha. E não me espere para jantar, tenho uma reunião hoje. –gritou para mim enquanto eu saia de casa apressada.

Minha mãe desde o começo não me deixou o dinheiro e a fama me subirem a cabeça, mesmo que depois de eu ter conseguido o papel meu pai tivesse começado a ganhar melhor, agora trabalhando como meu empresário junto com o meu salário. É claro que ela permitiu que tivéssemos uma vida mais confortável deixando-me contratar a empregada, o segurança, comprar uma casa decente para nós e um carro bom para cada um, mas ainda assim prezávamos um almoço ou jantar juntos, assim como os domingos em família.

-Oi Joe. –cumprimentei meu segurança que me esperava na garagem, ele também trabalhava como meu motorista às vezes.

-Olá Srt.ª Gligeusky, vai querer que eu a acompanhe hoje? –perguntou Joe abrindo a porta do carro para mim.

Rolei os olhos. Apesar de já fazer seis meses que ele trabalhava comigo, Joe não tinha aprendido a me chamar pelo primeiro nome, apesar de eu já ter lhe pedido várias vezes.

-Apenas Amy, Joe. –falei me sentando no lugar do motorista. –E sim, vou precisar que você venha comigo hoje, eu quero passar em um lugar antes de ir ao stúdio, mas desta vez eu dirijo. –falei a última parte rindo.

-Como quiser Srt. Gligeusky. Serena. –Joe emendou assim que recebeu de mim um olhar fulminante.

Dirigi meu new beatle preto tranquilamente por L.A. até o cemitério St. Cloude.

Precisei da ajuda de Joe para sair do carro sem que os paparazzi e os fãs enlouquecidos que passavam por ali pulassem em cima de mim.

Andei lentamente ao túmulo de minha avó e coloquei ali gentilmente as begônias lilás que eu havia comprado no caminho.

“Obrigada por tudo, vovó. Eu sei que você acreditou que eu ia conseguir. E se hoje eu tenho tudo o que tenho é por sua insistência e por sua crença de que eu ia conseguir este papel.” –pensei este agradecimento para minha avó que havia insistido muito para que eu fizesse o teste para o papel que hoje era meu. Pois ela acreditou em mim quando nem eu acreditava mais.

Ela sempre soube do meu sonho de querer ser atriz, e nunca me deixou desistir; nem quando eu queria. Sempre que eu queria fazê-lo ela dizia: “Tudo há seu tempo. Você pode ter não conseguido este papel, mas o teste que vai mudar sua vida ainda está por vir, não desista!”

Saí de cima de sua lápide e rumei para o estacionamento onde Joe me esperava para irmos para o stúdio.

Hoje fazia exatamente seis meses que minha avó havia morrido. Depois de minha mãe, que estava junto comigo quando eu recebi a notícia que havia ganho o papel, minha avó foi a primeira a saber a notícia.

Quando nos vimos mais tarde naquele mesmo dia, ela me saudou com vários: “Eu disse que um dia você iria conseguir! Este papel irá mudar sua vida, minha filha”. Naquela mesma semana ela morreu dormindo. Ataque cardíaco fulminante. Segundo seu amigo de longa data, o padre que rezou a missa em seu velório, ela só estava esperando eu começar a realizar meu sonho para ela morrer, pois só assim ela descansaria em paz.

Apesar de me acharem insensível por isso, eu evitei ao máximo chorar em seu velório e seu enterro, pois sabia que não era isso que ela queria que eu fizesse. Então toda vez que eu a via deitada em seu caixão eu sorria; sorria agradecendo a ela tudo o que havia feito por mim, mas principalmente por acreditar em meu talento.

Sorri em meio a algumas teimosas lágrimas com a lembrança. Era difícil eu chorar ao me lembrar de minha avó. Quando eu me lembrava dela, eu apenas sorria, lembrando-me de nossos bons momentos juntas.

-Agora vamos Joe. Ou eu chego atrasada. –falei levantando-me e dando uma última olhada para a lápide.

-Permita-me, Srt. ª Gligeusky. –disse Joe pegando um lenço de seu bolso e secando uma lágrima que ainda escoria.

Ri balançando a cabeça enquanto caminha atrás de Joe em direção ao carro.

O caminho para o stúdio foi longo. O transito não colaborava e o tempo parecia passar rápido. Assim eu certamente chegaria atrasada.

Sem nada para fazer eu resolvi dar uma última passada no texto que seria gravado hoje. Mas fui interrompida pelo toque estridente de meu celular.

-Oi David. –saudei meu diretor com voz cansada.

-Amy, onde você está? Era para você estar no stúdio há 7 minutos atrás. –disse ele nervoso.

Passei a mão no cabelo e respirei fundo antes de responder.

-É o trânsito. Estou presa dentro do carro.

-Quer que eu mande um helicóptero te buscar? –David perguntou com a voz um pouco mais calma.

Por eu ser nova neste ramo, David tinha medo que eu desse algum pittí ou não fosse responsável o bastante para com as gravações, coisa que até hoje eu não havia feito.

-Não precisa. –respondi afastando o celular do rosto. –Falta muito para chegarmos ao stúdio, Joe?

-Só mais duas quadras, Srt. ª Gligeusky. –respondeu sem tirar os olhos da rua.

-Já estou chegando. –voltei a falar com David. –Só falta duas quadras.

-Ok, Serena. –respondeu ele com uma voz cansada. –Nos vemos daqui a pouco. –e desligou o telefone.

Respirei fundo novamente e encostei a cabeça no apoio.

-Chegamos, Srt. ª Gligeusky. –disse Joe após alguns minutos entrando no estacionamento e passando pela catraca de identificação.

-Pode ir para casa, Joe e leve o carro. –disse eu saindo do carro assim que ele estacionou. –Volto com Amy hoje, pode descansar.

-Obrigada, Srt. ª Gligeusky. Nos vemos amanhã.

-Descanse, Joe. Até amanhã. –e saí do carro em direção aos elevadores.

Em comparação ao transito, o elevador subiu incrivelmente rápido até o térreo. Precisei pegar um dos carrinhos para chegar ao stúdio o mais rápido possível.

Corri para Amy que me esperava na porta de meu camarim.

-Está atrasada. –disse ela baixando um pouco os óculos e me analisando.

-Eu sei, Amy. Mas o trânsito está uma merda. Tudo muito parado. –respondi sentando-me na cadeira de cabelo e maquiagem enquanto Chloe e Madison corriam em minha direção armadas de pentes e pincéis.

Amy olhou para mim convalescente. Ela com toda a certeza me entendia.

Uma das melhores coisas em Amy era que além de ser minha assistente pessoal, ela era a minha melhor amiga, então ela era sempre muito compreensiva e me ajudava sem pestanejar quando eu queria. Mesmo para assuntos fora do trabalho.

Ficamos mais alguns minutos ali em meu camarim enquanto esperava que terminassem meu cabelo e maquiagem.

-Que roupa usarei hoje? –perguntei para Amy enquanto Chloe dava os toques finais em meu cabelo.

-Esta aqui. –disse ela separando o conjunto para a ponta da arara. –A da parte em que vocês estão na caverna. Vai gravar uma cena quente hoje. Espero que aproveite o bonitão ao menos uma vez. –disse ela com cara pervertida.

-Aquele lá? –perguntei sarcástica só de pensar na pessoa. –Nem sonhando. Sabe que eu o odeio, mas infelizmente tenho que manter relacionamentos profissionais com ele.

-Sei... –disse Amy em tom de insinuação. –O amor e o ódio estão bem próximos.

Joguei um pincel de blush nela pouco antes de me levantar e colocar a roupa rapidamente e pegar meus papéis antes de sair em direção ao stúdio.

-Serena! Ainda bem que você chegou. Vamos dar uma breve ensaiada antes de gravarmos a cena. –falou David indo em direção ao cenário e arrumando os últimos detalhes.

Comecei a ler novamente as falas do dia, mas sendo novamente interrompida.

-Ora, ora. A princesinha finalmente chegou! –me virei lentamente na direção da voz. –E nem uma bronca levou. Diga-me, como se sente comandando tudo isto? –perguntou fazendo um gesto expansivo com os braços. Um gesto que abrangia todo o stúdio e a todos dentro dele.

-Me deixar em paz, Lautner. –falei voltando a minha leitura.

Olhei-o por inteiro começando pelos pés.

A primeira vista, Taylor Lautner parecia uma pessoa amável e gentil com seu sorriso contagiante. Mas não era a toa que ele era ator, pois debaixo desta fachada, havia um homem prepotente que só queria saber de se divertir e não suportava levar um fora.

-Oi Taylor. –falou Amy animada me entregando as balinhas de menta que eu havia pedido.

-Oi Amy, tudo bem? –perguntou ele mudando seu humor de arrogante para agradável.

-Tudo sim e você. –respondeu ela com um sorriso que eu fiz questão de ignorar.

-Melhor agora. –ele respondeu pegando a mão dela e beijando-a de forma galanteadora.

Cerrei os dentes tentando controlar meus instintos explosivos que ameaçavam aparecer e a acabar com tudo.

-Já vou indo para o meu lugar. –anunciou Amy levemente corada assim que David gritou: “Cinco minutos!”

Me virei a fim de correr para minha bolsa em meu camarim e pegar meu analgésico enquanto a habitual enxaqueca começava a aparecer.

-Gligeusky? –chamou o ser que aterrorizava meus sonhos. –Está tudo bem? Você está pálida. –disse ele em um tom que parecia de preocupação, mas que com certeza era fruto de minha imaginação.

-Estaria melhor se você parasse de me encher, Lautner. –falei e saí correndo por entre as pessoas em direção ao meu camarim ávida por aquele comprimidos.

Engoli um com um pouco de água e voltei correndo para o stúdio.

-Hora do ensaio, todos em cena!–gritou David para todos ouvirem.

Me posicionei e me preparei para o momento em que David daria as ordens para começarmos, pois era eu quem faria o primeiro movimento.

-Ação! –foi o grito que bastou para eu começar.

-E aí, Drina, doce ou travessura?* - perguntou analisando a expressão incrédula de Rachelle Lefvre, a atriz que interpretava Drina, antes de correr rumo a uma linha amarela na qual eu iria parar.

-Muito bem, Rachelle, pode se sentar. –disse David se aproximando. –Agora, Amy, quero que suba neste banco, –disse ele apontando para um puff verde limão. –e pule de um modo que pareça que você caiu. E Taylor, assim que Serena cair eu quero que você chegue pela frente dela e faça o que tem que fazer, ok?

Assentimos. Eu me postei em cima do banco e esperei.

-Agora.

Pulei do puff me jogando em cima do lado esquerdo e me pus a observar a minha volta, olhando para algo que eu realmente não via.

-Ever. –disse Taylor se aproximando.

Me coloquei de pé num pulo e fiz uma posição defensiva para logo depois dar um passo para trás completamente surpresa.

-Ever, relaxe. Está bem? –ele confirmou com a cabeça.

Não pude deixar de notar que esta foi uma cena inalterada do livro.

-Vejo que cheguei em boa hora. –disse uma voz vinda da entrada do stúdio.

-Alyson! –falei já sabendo que sua chegada havia estragado o ensaio.

Abracei-a. Era graças a ela e a aquele bendito dia de sorte em que eu ganhei uma senha para uma de suas sessões de autógrafo que eu estava aqui hoje.

-Minha Ever. –disse ela me afastando um pouco. –Por que não estão gravando?

-Estávamos ensaiando, Alyson. –disse David carrancudo atrás de mim.

Apesar de David ser um grande diretor, quem dava as ordens ali era Alyson, então ele não podia reclamar muito nos dias em que ela aparecia.

-Por quê? –perguntou ela incrédula. –Esses garotos já ensaiaram mais do que o suficiente David, vamos logo gravar, já está mais do que na hora. Lembre-se que só temos mais três dias para terminar de gravar antes da folga dos garotos para eles poderem descansar antes da divulgação.

-Eu sei, mas acho que quanto melhor ensaiado, menos vezes teremos que repetir a cena antes que ela fique boa. –disse David na defensiva. –Eu tanto quanto você quero que este filme fique bom, não é só por que temos excelentes atores aqui que não teremos erros. Erros podem acontecer e os ensaios previnem isso.

Voltei ao meio do stúdio para junto de Taylor me sentando a seu lado.

-Você acha que vamos ensaiar mais uma vez ou vamos gravar? –perguntei pacífica.

Um dos únicos momentos em que nos dávamos bem era quando se referia a assuntos profissionais e este era um desses momentos.

-Gravar. –disse ele entediado. Infelizmente tive que concordar com ele, pois ele entendia disso. Segundo ele, com Stephanie Meyer ao gravar Crepúsculo era a mesma coisa.

E foi isso mesmo que aconteceu, cinco minutos mais tarde Alyson se virou para nós com um enorme sorriso e disse:

-Preparem-se para gravar.

A primeira cena teve de ser repetida dez vezes por causa daquela maldita almofada que ficava no caminho e sempre me fazia tropeçar indo de encontro ao chão.

A segunda cena do dia, aquela que o ensaio foi interrompido por Alyson, conseguimos gravar perfeitamente na quinta vez, depois de meu acesso de riso ter passado.

O resto da tarde se passou assim, muita diversão nos bastidores em meio a seriedade das gravações.

-Taylor, Serena, para seus camarins! –disse David lá pelas seis da tarde. –Em meia hora estaremos saindo para a cena externa.

Fechei meus olhos e respirei fundo. Minha dor de cabeça havia amainado um pouco, mas isso não queria dizer que não me incomodava.

Fui para o camarim sendo seguida de perto por Amy, que me olhava preocupada.

-Tem certeza de que pode gravar? –perguntou Amy assim que sentei na cadeira em frente ao espelho para retocar cabelo e maquiagem mais uma vez.

-Amy, não é a primeira vez que isso acontece e nem será a última, você sabe disso. –falei tentando me manter imóvel para Madison poder passar o pó corretamente em minha face. –Além do mais, não posso me dar ao luxo de deixar as gravações por uma dor de cabeça idiota quando o prazo para terminá-las está tão próximo.

-Você que sabe. –disse ela dando-se por vencida. –Mas depois não diga que não avisei.

Dei de ombros e esperei que Madison e Chloe terminassem de me arrumar e quando elas o fizeram, troquei o moletom pela milésima vez naquele dia, peguei minha bolsa e voltei para o stúdio.

-Finalmente. –disse Taylor em uma tentativa de me atingir.

Ignorei e fui para junto de Alyson, eu tinha um pedido para fazer a ela e acho que depois de todos esses meses interpretando sua personagem eu tinha o direito disso.

-Alyson, podemos conversar lá fora? –sussurrei não querendo atrapalhar as gravações que rolavam por ali.

Ela apenas sinalizou para que eu fosse.

Em pouco tempo estávamos sentadas em um banco ao ar livre fora do bloco de onde ficava o stúdio.

-Alyson, eu sei que é abuso de minha parte, mas queria te pedir uma coisa. –falei meio sem saber por onde começar, mas indo direto ao assunto de um jeito meio torto. –Já se passaram meses desde aquele dia, mas eu queria saber se você não poderia autografar meus outros livros. Se não for incomodo, é claro. –pedi olhando de forma agradecida e recordando novamente aquele dia.

-Amy, desde daquele dia na sessão de autógrafos, você deu vida a Ever. Mesmo que inconsciente, eu já a havia escolhido para isso. –disse ela falando em breves pausas. –Você traz para a realidade a garota que deu inicio ao meu mundo, um mundo que anteriormente só existia em minha mente. Por que eu não faria isso por você já que você ajuda a transformar meu sonho em realidade? –perguntou Alyson dando um daqueles sorrisos de menina que só ela sabia dar, um sorriso que mudou minha vida há meses atrás.

-Então estamos empatadas. –falei a deixando um pouco confusa. –Você também está ajudando a realizar meu sonho.

Nos abraçamos.

-Só de pensar que há meses atrás isso estava apenas no papel... –disse Alyson olhando a sua volta como se aquilo não passasse de um sonho e ela fosse acordar a qualquer momento.

-Só de pensar que há meses atrás estar aqui gravando acontecia apenas no meu sonho... –disse eu do mesmo modo que ela.

Rimos em conjunto.

-Vamos? –disse Taylor aparecendo com o carrinho de circulação entre os blocos que nos levaria até o portão para lá pegarmos o carro que nos levaria até a praia para gravarmos as últimas cenas do dia.

-Mas e as minhas coisas? –perguntei olhando-o espantada, não podia deixar minha bolsa aqui. Como eu pagaria o táxi para voltar para casa?

-Já estão com a Amy na limusine que nos espera lá fora. –disse ele pacientemente, uma coisa estranha quando se fala de Taylor Lautner.

Assenti pegando a mão que ele oferecia para mim. Ele me conduziu cuidadosamente até o carrinho de circulação e se postou no lugar do motorista.

O caminho até os portões foi extremamente curto. Quando chegamos lá, Taylor ofereceu-me a mão novamente e me puxando com delicadeza para me tirar do carrinho.

Olhei para o lado e logo vi Alyson piscando para mim entendendo os gestos de Taylor como uma forma de dizer que ele estava a fim de mim.

Ri e balancei a cabeça enquanto entrava na limusine. Esta era Alyson Nöel que eu conhecia, sempre vendo coisa de mais onde não tem.


(Continua...)

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