27 dezembro 2013

FANFICTION COM LAUTNER E PATTINSON: BIZARRE LOVE TRIANGLE – BLT – CAPÍTULO 5


A estreia havia sido um sucesso de público. Casa cheia, lista de espera e as demais sessões durante a semana já estavam praticamente esgotadas. Era um sonho que se realizava!

Após a sessão, elenco, produtores, diretores, patrocinadores e alguns convidados foram direto para um salão reservado no teatro para um coquetel de comemoração. E, na verdade, tínhamos muito que comemorar.

Depois que me arrumei novamente, me “despindo” da personagem, fui com Tomaz em direção a saída da sala de espetáculos me encontrar com e Gill, que estavam nos esperando. Chegando lá, Gill me deu um abraço carinhoso e sussurrou no meu ouvido – Eu disse que te esperaria, linda. Você estava maravilhosa lá em cima. – meu corpo se arrepiou por completo e logo senti meu rosto aquecer.


– Obrigada, Gill. Que bom que você esperou. – falei a ele me afastando do abraço e nossos rostos ficaram a centímetros um do outro. Uma de minhas mãos estava em seu rosto e a outra ainda estava presa em seu abraço. Ele me olhava nos olhos, dava pra sentir nossas respirações marcadas e se não fosse por ele estar me segurando com uma mão em minhas costas e outra em minha cintura, eu teria caído ali mesmo. Foi muito intenso.

Tomaz pigarreou e Luana deu uma leve risadinha chamando nossa atenção – Bom... Pessoal! Estão nos esperando no coquetel para uma pequena comemoração. Vamos? – ele disse fazendo sinal com a cabeça para que fossemos os quatro até a sala do coquetel.

Eu olhei para Gill, ainda ao seu lado, mas agora apenas com os dedos das mãos entrelaçados, e perguntei – Você se importa de ficarmos um pouco no coquetel? Podemos jantar depois, se você ainda quiser.... – eu disse a ele esperando que dissesse sim.

 – Para estar junto de você, eu iria a qualquer lugar. Vamos comemorar, hoje será a SUA noite. E eu quero fazer dela inesquecível.

- Gezuis apaga a liuz.... – Luana disse se abanando com a bolsa de mão que segurava. – Ai... eu também quero, Tomy – Tomaz, eu e Gill começamos a rir. Só mesmo ela pra deixar a situação parecendo filme comédia.

No coquetel, muito champanhe, comemorações e brindes por todo o lado. Produtores e patrocinadores cumprimentavam e elogiavam todos do elenco a toda hora. Um DJ colocava as músicas da saga e os quitutes estavam deliciosos.

Eu, Gill, e Tomaz ficamos juntos os tempo todo. – Deve ser a décima taça de champanhe que eu tomo. – disse Tomaz muito feliz com o resultado de seu desempenho na peça.

– Ai, amor, não vai beber demais, hein? Quero você inteiro para continuar a comemoração lá em casa. – falou enquanto abraçava Tomaz, que a encheu de beijos.

-Flavinha! – ouvi uma voz conhecida me chamar e virei para ver quem era. – Quanto tempo! Menina, você estava ótima. Sua técnica melhorou 100%. Parabéns! – nem acreditei que era Marcos, meu antigo diretor de teatro da oficina que eu fazia no Brasil e quem insistiu para que eu substituísse a atriz principal, que estava me cumprimentando no coquetel após a estreia. De certa forma tudo isso estava acontecendo por causa dele.

- Marcos! Que surpresa! Não sabia que você estava na plateia. Aliás, na verdade não vi ninguém mesmo. Que bom que você gostou, fico muito honrada com seu comentário. – e levantei a taça de champanhe fazendo um brinde com ele. Ele me abraçou carinhosamente e sussurrou “Eu sabia que você conseguiria”. Sorri para ele agradecida.


O clima de felicidade era geral. Eu e Gill ficamos muito próximos durante o coquetel. É claro que ele também conhecia muita gente de lá. Ele me acompanhava a todos os lugares e ficava comigo durante todos os elogios e cumprimentos que recebia. Tiramos muitas fotos e ele fazia a cara do homem mais orgulhoso do mundo. – Precisa de algo, linda? – me perguntava vez ou outra e logo saia para buscar algo que fosse para comer ou mais uma bebida para nós.


Toda essa atenção era maravilhosa. Pela primeira vez em semanas eu não me lembrava de Jacob Black. Estava curtindo todo o sucesso da peça e as atenções que Gill dedicava a mim. Em um determinado momento, Gill se aproximou de mim e sussurrou em meu ouvido para que só eu ouvisse:

– Você pretende ficar mais por aqui? Quem sabe a gente poderia dar uma volta, talvez jantar alguma coisa? Gostaria de poder beber champanhe com você em um lugar mais agradável. – mais uma vez sua voz macia me fez arrepiar.

 – Claro! Você espera eu me despedir de todos? – falei a ele com um sorriso nos lábios. Gill me olhou nos olhos me abraçando pela cintura e disse:

 – Como eu já havia falado, estarei te esperando. - e me deu um beijo carinhoso no rosto.

Minha respiração estava descompassada. Será que era isso mesmo que eu deveria fazer? Vontade eu tinha, mas .... Despedi-me de todos que fui encontrando e me aproximei de Luana e Tomaz.

– Amiga, eu acho que já vou indo. – disse a eles me despedindo – Você me empresta a  Luh um pouquinho? – perguntei a Tomaz que já estava pra lá de alcoolizado e levei-a para um lado reservado do salão.

- O que houve amiga? – ela me perguntou preocupada.

 – Não houve nada. É que me bateu uma insegurança.... O que eu faço?? – olhei para ela, que estava com as mãos na cintura me olhando com cara de reprovação.

 – Até parece, hein D. Flavia? Aproveite a vida! Há quanto tempo você não se dá uma oportunidade? E ele está alucinado por você, minha amiga. Ta na cara! Tenho certeza que será uma noite incrível. – ela disse me dando força.

Na verdade, fazia muito tempo que eu não me deixava envolver por ninguém. Tive alguns romances no Brasil, mas nada muito sério. O problema, o que mais me deixava insegura, era não saber o que eu realmente estava sentindo, se era atração por Gill, ou por Jake representado por Gill. Ahhhhhhhhhhh, eu estava enlouquecendo!!!!

Sério, eu iria parar de ler os livros de uma vez. Pra que leria? Já sabia muito bem que a construção da minha personagem havia agradado a todos. Era isso. Adeus Jacob Black imaginário! Voltei para perto de Gill sentindo-me a mulher mais segura do mundo.

-Já podemos ir. – disse a ele tirando sua taça de champanhe e puxando-o pela mão até a saída. Gill abriu um sorriso enorme com minha mudança de mulher insegura para super decidida. – Você já sabe aonde vamos? – perguntei a ele enquanto envolvia meu braço em sua cintura, caminhando até a saída do teatro.

– Agora que estou no céu, te levo ao paraíso, linda. – nós dois saímos rindo, completamente abraçados e relaxados, do teatro.

Na saída, mais fotógrafos alucinados por novas fotos fizeram uma enxurrada de novos flashs em mim e Gill, mas agora nossas poses pareciam muito mais descontraídas e conectadas. – Sem dúvida esse é o casal mais lindo da festa! – gritou um dos paparazzi. Gill me puxou pela cintura e nossos corpos ficaram completamente colados. Sua boca ficou a centímetros da minha e percebi que seu olhar estava direcionado a ela. Ele me largou e me conduziu pela mão até o carro.

Eu e Gill entramos no carro e nos olhamos de forma muito intensa. Não ia demorar muito para que nosso primeiro beijo acontecesse, era questão de minutos. Eu já estava completamente envolvida e seduzida por ele. Gill mostrou-se muito gentil e atencioso, qualidades que qualquer mulher adoraria em um homem. Era muito bonito, realmente, e parecia estar disposto a tudo para ficar comigo. E eu estava precisando desse tipo de atenção. Depois de me perceber obcecada por um personagem fictício, vi que a coisa estava ficando crítica.

Gill ligou o rádio e sintonizou em uma música calma e romântica. – Onde você gostaria de ir, linda? – ele perguntou pegando minha mão e beijando-a docemente, enquanto dirigia.

– Não sei, acho que gostaria de um lugar bem tranquilo e romântico. – falei para ele ainda toda derretida pelo clima da noite e envolvida pela música que tocava no rádio.

– Se eu te convidasse para meu apartamento, você iria? – ele me perguntou ainda segurando minha mão e olhando-me nos olhos. Sua voz era insegura.

Meu coração parou. Aiiii, eu não sabia o que dizer. Puxei minha mão de volta e sentei-me de frente para o vidro. Estava um silêncio incomodo no carro, apenas a música tocava com sua letra perfeita, deixando-me ainda mais confusa.

 – Se você não quiser, não ficarei chateado. Mas é que pensando em fazer dessa noite muito especial, preparei um ambiente muito charmoso lá em casa. Ali poderíamos conversar com mais privacidade e, se você ficasse cansada, poderia ir pra casa mais cedo. – Gill falou tentando demonstrar que não havia segundas (N/A: sei....) intenções em seu convite.

A quem ele queria enganar? Mas a pergunta certa era, será que não era eu que queria me enganar? Na verdade eu não tinha nada a perder indo para o apartamento de Gill. Se acontecesse algo a mais, o que teria demais? Somos adultos, não somos??? Aiiiii, aquela vozinha que a gente escuta toda vez que isso acontece insistia em gritar dentro da minha cabeça. Será? E se ele me achar fácil demais? E se eu não gostar? E se? E se? Parecia um disco quebrado.

Olhei para Gill, que naquela hora já estava com a cara mais insegura, do tipo “Putz, me precipitei e a gata vai fugir”, e decidi arriscar. A música me envolvia, ele me olhava nos olhos. Era tudo ou nada.

– Pode ser Gill. Mas prometa-me que na hora que eu quiser, poderei ir para casa. – disse a ele tentando mostrar muita segurança na minha decisão.

– Claro Flavinha! Faremos do jeito que você quiser. – Gill disse abrindo um sorriso lindo e colocando-se de forma relaxada no banco.

John abriu a porta do carro e me deu a mão ajudando-me a sair:
– Então D. Flavia? Como foi a estreia? – ele perguntou me conduzindo até o hall do edifício.

– Uma beleza, John, uma beleza! Essa brasileirinha estava escondendo o jogo o tempo todo. Ela é muito talentosa! – quem respondeu foi Gill colocando-se a meu lado e me puxando pela cintura até próximo de seu corpo.

– Assim eu fico sem graça. Mas a estreia foi muito boa mesmo, John. Espero você lá na plateia para assistir ao espetáculo, hein? – disse a ele saindo dos braços de Gill e demonstrando um certo embaraço pela situação.

John abriu a porta do elevador para que entrássemos e soltou um “Boa Noite” com um olhar muito curioso que me fez corar. Gill e eu subimos em silêncio até o seu apartamento. Não pude deixar de notar que nossos corações batiam acelerados. Ele segurava minhas mãos e continuava a me olhar profundamente. Eu não conseguia desviar de seu olhar. O elevador parou e nós saímos no andar dele.

- Por favor, minha linda. – ele abriu a porta e deu passagem para que eu entrasse em seu apartamento. – Nossa Gill! Está tudo muito lindo. – levei um susto quando entrei em sua sala.  Gill havia se empenhado realmente para preparar tudo naquela noite.

Havia velas acesas por todo o ambiente, algumas ilhas de degustação e dois champanhes no gelo, já preparados. Alguns morangos em taças e diversos bombons estavam espalhados pela sala. E para arrematar, várias pétalas de rosas decoravam o ambiente. Pude sentir um perfume floral também envolvendo a sala e me virei para Gill, que estava com os olhos brilhando enquanto colocava uma música suave e muito romântica. Parecia tudo um sonho....



- Gill, está tudo perfeito! – disse me virando e ficando de frente para ele. Ele me pegou pela cintura e apoiou minhas costas em suas mãos, debruçando-se levemente sobre meu corpo. Nessa hora nossos lábios quase se tocaram. Ele encostou seu rosto em meu pescoço e respirou meu perfume. Pude ouvi-lo gemer em minha pele. Meu corpo se incendiou, uma sensação que há muito não sentia me invadiu.

– Você é perfeita, Flavinha. Não poderia fazer menos nessa noite tão especial. – ele disse sussurrando em meu pescoço.

Minha mão subiu por sua nuca e entrelacei meus dedos em seus cabelos, puxando sua boca entreaberta para perto da minha. Ele olhou diretamente em meus olhos e nossos lábios se tocaram em um beijo doce e leve, o primeiro beijo. Eu abri meus lábios para receber sua língua que já pedia passagem. O calor envolvia nossos corpos. Gill me tomou em seus braços e me beijou como se fosse a primeira e última vez em um só instante. Depois parou e olhou admirado para mim, como se quisesse ter certeza que tudo aquilo era real. E voltou a me beijar… me segurando firme pela cintura, levando meu corpo, com força, de encontro ao dele.


Naquela hora nada mais me interessava. Era Gill quem eu queria, pelo menos por hoje.......


N/A: Claro que seria um sucesso!!! E o que acharam do tratamento de Gill com a pp? Pra mim ele é tudoooo! E que quente esse encontro não? É, nossa heroína está mesmo numa sinuca de bico.... Beijos apertados e abraços sufocantes. Flavinha




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