20 dezembro 2013

FANFICTION COM LAUTNER E PATTINSON: BIZARRE LOVE TRIANGLE – BLT – CAPÍTULO 4


POV GILL

Era noite quando o telefone tocou e eu me virei para atender meu celular que estava no criado mudo ao lado da cama. Eu assistia a um jogo de basebol na TV, relaxando depois de um dia corrido, quando olhei no visor e pirei. Flavia? A brasileira que eu vinha tentando me aproximar fazia meses? Não era possível...

Peguei o telefone e atendi no segundo toque. - Flavia! Que surpresa! Está tudo bem? – disse à ela muito animado, o que me fez parecer um bobo.

-Oi Gill. Tudo ótimo. Na verdade estou te ligando para fazer um convite. – ela me disse muito despreocupada - Minha estreia na Broadway será amanhã. Você gostaria de ir? É que tenho uma cota de convites, porém não chega nem perto do número de pessoas que conheço aqui em Nova Iorque. – ri da sua colocação. Que sorte a minha ela conhecer pouca gente por aqui.

-É claro que gostaria. Na Broadway! Puxa! Muito obrigado, Flavia. – falei mais que empolgado, mas logo me senti ridículo. Fiz uma careta. Tanto tempo tentando me aproximar dessa garota e é ela quem ajeita tudo para a gente sair? Eu estava perdendo o jeito mesmo...

- Amanhã irei cedo para o teatro porque vou pegar carona com Tomaz e Luana. Deixarei com John, nosso porteiro, seus convites. Quantos você gostaria? – ela me perguntou e eu fiquei sem reação. Como assim quantos? Será que ela pensava que eu tinha namorada? Vai ver que era por isso que nunca deu brecha para uma aproximação...


- Hã... Apenas um para mim. – eu disse meio sem jeito. Não queria parecer um otário, nem entusiasmado demais com o convite.

– Ok! Procure com John então. Até amanhã. – ela falou e eu fiquei nervoso com o fim da conversa. Queria algo mais, queria ficar falando com ela o dia todo, a noite toda. Como ela era linda! Tinha uns olhos verdes de fazer qualquer um enlouquecer. Apesar de pequena, mostrava uma segurança peculiar toda vez em que nos encontrávamos, e isso era apenas no hall de entrada e no elevador. Ela era apaixonante! Uma mistura de menina e mulher que me deixava perturbado. Sem contar que seu perfume me embriagava de tal maneira que eu não sabia explicar.

Eu tinha que pensar rápido para que a conversa não terminasse ou para que eu pudesse me aproximar mais dela. Tentei e arrisquei. - OK! – disse e emendei uma pergunta – Você quer que eu te leve ao teatro amanhã? Posso te acompanhar se você quiser.... – meu coração acelerou e eu agradeci por estar no telefone para que ela não ouvisse. Estar junto dela era tudo que eu queria, poder levá-la ao teatro seria uma ótima oportunidade.

- Hã... eu.... não sei... – ela pareceu confusa. Fiquei preocupado. Será que tinha me precipitado? Ela levou alguns segundos para responder a oferta, e por fim, disse:

– Ok, então. Vamos juntos para o teatro assim eu nem deixo os convites na portaria.

- Excelente! – exclamei sem me preocupar em parecer animado demais. – Amanhã ficarei esperando você me ligar para dizer o horário. – disse a ela ainda demonstrando toda minha euforia. – Até amanhã, Flavia.


- Até Gill. – ela respondeu parecendo um pouco confusa. – E...hã, Gill? Pode me chamar de Flavinha, é como os meus amigos me chamam... – ela me disse e eu sorri. YES! Ponto pra mim. Ela já estava parecendo mais receptiva.

- Então até amanhã, Flavinha. Ficarei esperando seu telefonema. – falei para ela mostrando muito carinho ao pronunciar seu apelido. Nossa! Uma aproximação era tudo que eu queria com essa garota. Vivia sonhando com ela, pensando nela desde o dia em que a conheci no hall do prédio.
# FLASH BACK on #

Eu voltava de minha corrida quando parei na frente do prédio e percebi certa movimentação. Um grupo estava chegando e pelas malas deveriam ser novos moradores.

Eles conversavam despreocupadamente na calçada na frente do prédio e eu passei por eles sem prestar muita atenção nos rostos das pessoas. Falei um “Boa Tarde” educado e entrei no hall do edifício encontrando John próximo ao elevador.

- Moradores novos John? – perguntei ao porteiro. John era muito competente em seu ofício. Mantinha o edifício em ordem e tinha todas as informações necessárias para os moradores, sem contar que era muito querido por todos.

- Sim, Sr. Davis. São brasileiros! Parece que estão na cidade para encenar uma peça na Broadway. Estão no segundo andar. Bacana, não? – me informou John muito animado com os novos moradores.

- Humm... – falei torcendo o nariz. – Esse povo de teatro adora festa e badalação. Espero que não mudem a rotina do prédio. – falei cheio de preconceito.


Enquanto esperava o elevador chegar, o grupo entrou no hall no edifício e eu a vi pela primeira vez. Ela era deslumbrante!


Flavia entrou acompanhada de seus dois amigos e, apesar da cara de cansada devido à viagem, tinha um brilho no olhar que era de enlouquecer. Ela sorria, parecendo deslumbrada com tudo que via e isso a deixava ainda mais sedutora. Conversava sorridente com seus amigos e cumprimentou John com muito carinho. Eu a olhava extasiado.

- Boa tarde. – ela disse virando-se para mim. – Você mora aqui? – me perguntou querendo mostrar simpatia no primeiro encontro.

- Sim! Muito prazer, sou Gill. Gill Davis, morador do 5º andar. – estendi a mão num gesto educado.

-Muito prazer, Gill Davis. – ela disse estendendo a mão e com um sorriso encantador nos lábios. – Estes são Luana e Tomaz, e eu sou Flavia. Somos os novos moradores do segundo andar. – fiquei segurando sua mão por algum tempo ainda e ela percebeu minha insistência em não querer soltá-la.



Mesmo assim não falou nada e esperou que eu me manifestasse. Eu estava preso em seu olhar, cada vez mais impressionado com sua beleza. ... pensei comigo mesmo, achando este o nome mais lindo do mundo. Seu olhar ainda me prendia.

Soltei sua mão em um susto e me virei para cumprimentar seus amigos. Tentei amenizar puxando uma conversa desinteressada. – John falou que vocês são brasileiros.

- Brasileiríssimos. – a amiga respondeu rapidamente na frente dela. – Flavinha e Tomaz estão aqui para encenar um musical na Broadway. E eu sou uma espécie de empresária, sabe como é.

Flavia e Tomaz riram do jeito dela e não pude deixar de rir também. Pareciam todos muito simpáticos.

- Bom, sejam bem-vindos! – disse querendo parecer hospitaleiro. – Vão subir? – segurei a porta do elevador para que todos entrassem. O perfume de dentro do cubículo era ainda mais embriagante. Eles desceram no segundo andar e me deram um “Até logo”. Olhei-a nos olhos e percebi que ela baixou o olhar um tanto encabulada, com um leve sorriso no rosto.

Caramba! Que mulher era aquela?! E o que era eu tão enlouquecido por ela? Só sei que seu rosto ficou em minha cabeça o resto da noite, assim como seu perfume enlouquecedor...
# FLASH BACK off#

Desliguei o celular e fiquei parado com cara de bobo olhando para ele.

Nossa! Eu iria levá-la amanhã ao teatro. Precisava me concentrar para pensar em algo que fizesse desse momento inesquecível. Adormeci pensando nela mais uma vez.

oOo
Hoje era o dia. Quando acordei, já era tarde e só tomei um café da manhã rápido. Pensei em convidar Flavia para almoçar, mas fiquei com medo de parecer animado demais, afinal de contas era apenas uma carona para o teatro.

Coloquei uma roupa esportiva e fui me exercitar no Central Park para relaxar a cabeça. Corrida, tênis, roller, tudo que fosse possível me tranquilizar e não parecer tão eufórico com o evento de hoje à noite.
Voltei pra casa bem tranquilo quando dei de cara com Flavia subindo os degraus para entrar no prédio.

- Oi Flavinha! Que surpresa te encontrar aqui há essa hora. Pensei que estaria se preparando, ou algo assim, para hoje à noite. – disse a ela sorrindo. Ela estava linda em sua roupa de ginástica. Não pude deixar de perceber as curvas de seu corpo. Bem que disseram que as brasileiras eram muito torneadas. Flavia tinha um corpo perfeito.

- Pois é Gill, fiquei muito ansiosa e resolvi dar uma volta para arejar. Acabei vindo sozinha. Luana está na casa de Tomaz e eles pelo jeito irão dormir até a hora do espetáculo. – ela disse entrando no elevador parecendo muito calma. Procurei manter a minha calma, para que ela não percebesse meu coração acelerado.

- Puxa! Se eu soubesse teria te convidado para caminhar comigo, talvez almoçar.... – não acreditei que tinha perdido essa chance. Que vacilo! E pensar que ela estava no mesmo lugar que eu e não a encontrei.

- Tudo bem, Gill. Eu precisava mesmo ficar um pouco sozinha. – ela disse e eu segurei um pouco minha empolgação. Estava me mostrando eufórico demais e isso poderia assustá-la. Comecei a pensar novamente em uma maneira de prolongar aquele breve encontro que estávamos tendo. Mais uma vez arrisquei.

- Bom – eu disse – Para almoçar está um pouco tarde, mas posso te convidar para jantar depois do espetáculo? Isso é claro, se você não tiver que sair com o pessoal da companhia... – um jantar. Era perfeito! eu pensei. Assim teria como me aproximar dela de maneira menos formal.



- Olha Gill, tenho que ver – ela falou me jogando um balde de água fria – Mas como estaremos juntos na chegada ao teatro, poderemos resolver isso mais tarde. Pode ser? – gostei mais do fim da conversa. Pelo menos ela não havia dito não. Sempre existiria a possibilidade.

– Claro! A que horas passo para te pegar? – perguntei enquanto segurava a porta do elevador para ela descer em seu andar.

– Humm, às 17h. Preciso estar no teatro duas horas antes do início do espetáculo. – ela disse.

- Combinado! Devo usar algo formal? – perguntei.

– Acho que talvez um terno, é uma estreia e eu terei que usar algo mais chique também. Assim faremos um par bem bonito, não acha? – ela disse ficando vermelha.

Não pude deixar de sorrir. Pela primeira vez ela demonstrava certo interesse em mim e isso era muito bom. Ela acenou com a mão e me disse um “até mais tarde” tímido, baixando os olhos e sorrindo como na primeira vez que nos conhecemos. Eu estava louco por essa garota!
Entrei em casa e corri para o telefone. Precisava me organizar para hoje à noite. Eu tinha um encontro! Finalmente iria poder me aproximar de Flavia e dizer tudo que estava sentido desde que a conheci.

Liguei para essas casas especializadas em decoração de ambientes e pedi que arrumassem o apartamento para um encontro romântico. Não sabia se ela aceitaria vir para minha casa, mas tinha que contar com meu lado sedutor para fazê-la aceitar.

Tah certo que há muito tempo eu não investia tanto em uma garota. Ultimamente estava me envolvendo em casinhos superficiais que não valiam à pena. Mas Flavia era diferente. Tanto que nem me importei de passar para ela meu telefone em um de nossos encontros no elevador. Bendita hora que fiz isso!

Fui até o quarto ver como estava meu blazer e deixei-o pronto em cima da cama. Não poderia me atrasar. Tinha que estar pronto na hora certa para que tudo corresse perfeitamente.
Combinei com os decoradores que eles viriam arrumar o apartamento na hora em que estivéssemos no teatro. Assim que ficasse pronto, eles me ligariam e então eu traria Flavinha para cá.

Tomei um banho demorado procurando manter meus pensamentos em ordem. Era difícil não pensar em Flavia. No que ela usaria hoje à noite, na possibilidade de beijá-la. Arrumei-me com tempo de sobra e às 17h em ponto estava na porta de Flavia para buscá-la. Luana atendeu a porta e pediu que eu entrasse e esperasse na sala.

– Olá Gill. – ela disse. -Você quer beber alguma coisa? Um vinho, água, Uísque? – é claro que teria tudo isso ali. Festa e badalação... foi o que pensei.

– Não obrigado. – respondi a ela, sentando-me no sofá para esperar. 

- Flavinha já vem, ela está terminando de se arrumar. Você está um gato, hein? Fique à vontade, vou até o Tomaz dar uma apressada nele. – disse e saiu deixando aporta aberta já que eles moravam no mesmo andar um em frente ao outro. Achei que a essa altura, Luana e Tomaz estariam morando juntos. Há um tempo percebi que eles pareciam mais que amigos.

Flavia entrou na sala e eu perdi o ar. - Uau! Nossa! Você está deslumbrante, Flavinha. – olhei-a dos pés à cabeça e fiquei de boca aberta. – Nem sei se estou à sua altura. – peguei a mão dela fazendo-a girar. Dei um beijo suave em seu rosto – Você será a mais linda de todas, tenho certeza. – seu perfume me invadiu deixando-me ainda mais nervoso.

– Você está muito elegante também. Adoro homens perfumados. – ela falou toda derretida encarando-me nos olhos. Mais uma vez senti como se estivesse flutuando. Seu olhar estava diferente, ela estava mais provocante.


- Então, podemos ir? – Luana disse ao lado de Tomaz. Como eu havia imaginado eles formavam um casal agora. O clima era perfeito. Flavia poderia ficar comigo a noite toda.

Dei o braço a conduzindo até o elevador. Fomos seguidos por Luana e Tomaz. Chegando ao hall, John nos olhou com um sorriso nos lábios e com uma cara mais que satisfeita:

– Vocês serão os casais mais bonitos da festa, tenho certeza – ele disse abrindo a porta para que pudéssemos ir em direção aos carros. Conduzi até a porta do carro.

– Por favor, senhorita! – disse à ela abrindo a porta do carro. Eu estava muito feliz em levá-la ao teatro e com a possibilidade de continuar essa noite a seu lado.

– Obrigada, jovem cavalheiro – ela respondeu e entrou no carro se ajeitando no banco do carona. Mais uma vez pude sentir seu perfume e olhei-a nos olhos.

Entrei no carro e saímos em direção ao teatro. Aproveitei para falar com ela, já que estávamos só nós dois... - Flavinha, você está realmente muito linda. Me sinto honrado de estar levando você ao teatro para sua estreia. – eu disse a ela entregando-me completamente. Se eu queria que ela fosse para minha casa depois do teatro tinha que fazer tudo direito.

– Imagina Gill. Você é que é muito gentil. – ela disse ficando corada, o que sempre a deixava muito sedutora.

– Sério, Flavinha. Já faz um tempo que venho tentando tomar coragem pra conversar com você e.... – iniciei falando e fui interrompido por seu olhar assustado em direção a rua. O carro se aproximou do teatro e os fotógrafos já estavam ocupando todo o espaço. Uma multidão se aglomerava na frente do teatro e a cada pessoa que descia dos carros acontecia um festival de flash.
– Nossa! – ela disse interrompendo o que eu falava. – Eu não imaginei que seria assim. – ela parecia muito assustada com tudo aquilo.

Percebi que não era o momento certo e não insisti - Acho que a gente conversa depois....

Sai do carro e fui até sua porta, abri-la. Quando ela saiu do carro foi um alvoroço de flashs e todos queriam tirar fotos minhas junto com Flavinha.


Aproveitei-me da situação e a puxei para perto de mim, apertando sua cintura e aproximando-me de seu ouvido, sussurrando – Você tinha razão, somo um casal muito bonito – ela virou seu rosto para mim e nos olhamos nos olhos por um breve momento. Os flashs se intensificaram no exato momento em que nosso olhar estava preso um no outro e tínhamos um leve sorriso nos lábios.

– Acho melhor eu entrar – ela disse se afastando – Tenho que me concentrar – peguei em sua mão e nós dois olhamos para esse gesto. Caminhamos pelo tapete vermelho até a entrada do teatro de mãos dadas.

- Estarei te esperando no final do espetáculo. Boa sorte, linda. – sussurrei em seu ouvido dando-lhe um beijo no rosto.

– Obrigada, lindo. Te encontro no final – será que eu ouvi direito? Ela me chamou de lindo? É hoje, é hoje...era tudo que eu pensava.

Esperei Flavia entrar no teatro e fui com Luana até nossos lugares. Até então, tudo estava perfeito...

 ***
Nota da autora:
N/A: Vcs acreditam em amor à primeira vista? Foi como aconteceu com Gill. Mas nossa personagem é mesmo uma linda. Rsrsrsrsrs E a atenção aos detalhes? Aiiiii que homem mais romântico!!!!! *Suspiros mis*. Beijos apertados e Abraços sufocantes. Flavinha



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