27 dezembro 2013

FANFICTION COM LAUTNER E PATTINSON: BIZARRE LOVE TRIANGLE – BLT – CAPÍTULO 6



POV GILL

O espetáculo terminou e toda a companhia foi aplaudida de pé.

- Puxa! Eu não imaginava tanto talento. Eles são bons. – comentei com Luana enquanto caminhávamos para fora da sala de espetáculos. – Flavia sempre foi assim? – queria saber mais sobre a garota incrível por quem eu estava apaixonado.

- Ah, Gill. Você não viu nada. A Flavinha quando põe uma coisa na cabeça é fogo. Quando ela decidiu vir para essa aventura, pode ter certeza de que ela já tinha um plano todo traçado. E ela vai chegar à principal, você vai ver. Sou a fã número um dela.


Eu e Luana esperávamos por Flavinha e Tomaz depois do espetáculo quando meu telefone tocou. Era o pessoal da casa de decorações avisando que estaria tudo pronto na hora em que eu chegasse em casa. Ótimo! Agora era só convencê-la a ir lá para minha casa.

Vi Tomaz e Flavia se aproximando e nessa hora não tive mais dúvidas. Ela vinha em minha direção com um sorriso lindo nos lábios e com aquele jeito de menina mulher que me enlouquecia. Dei um abraço carinhoso e sussurrei em seu ouvido – Eu disse que te esperaria, linda. Você estava maravilhosa lá em cima. – senti que ela se arrepiou ao meu toque.

– Obrigada, Gill. Que bom que você esperou. – ela falou se afastando do abraço e nossos rostos ficaram a centímetros um do outro. Uma de suas mãos estava em meu rosto e a outra ainda estava presa em meu abraço. Ela me olhava nos olhos e a senti amolecer em meus braços. Poderia dizer que, se não a estivesse segurando, ela cairia.

Tenho que conquistar a confiança dela, eu pensei enquanto nosso olhar estava conectado. Os olhos verdes de me diziam, finalmente, que me queriam. Ouvi seu coração bater fora do ritmo e quase a beijei ali mesmo.

Tomaz pigarreou e Luana deu uma leve risadinha chamando nossa atenção – Bom... Pessoal! Estão nos esperando no coquetel para uma pequena comemoração. Vamos? – ele disse fazendo sinal com a cabeça para que fossemos os quatro até a sala do coquetel.

Me afastei de Flavinha, mas entrelacei nossos dedos. Ela não se opôs e eu tive certeza de que ela me queria por perto. Precisava sair daquele teatro o quanto antes e levá-la para o meu apartamento. Ali poderia dizer a ela tudo que estava sentindo.

– Você se importa de ficarmos um pouco no coquetel? Podemos jantar depois, se você ainda quiser.... – ela me perguntou jogando areia nos meus planos. Mas eu não poderia estragar sua noite de glória.

– Para estar junto de você, eu iria a qualquer lugar. Vamos comemorar, hoje será a SUA noite. E eu quero fazer dela inesquecível. – disse a ela encostando a ponta de meu nariz no dela, aproximando-se mais de sua boca. Meu deus como eu queria beijá-la!

Fiquei grudado nela durante o coquetel. Encontrei muitos conhecidos por lá. A acompanhava a todos os lugares e ficava orgulhoso com todos os elogios e cumprimentos que ela recebia. Tudo que ela precisasse eu estaria por perto.

Em um determinado momento, me aproximei dela e sussurrei em seu ouvido para que só ela ouvisse:
 – Você pretende ficar mais por aqui? Quem sabe a gente poderia dar uma volta, talvez jantar alguma coisa? Gostaria de poder beber champanhe com você em um lugar mais agradável.

Me enlouqueci quando a senti arrepiar novamente. Eu já estava agoniado esperando o momento de sair daquele lugar para ficar a sós com Flavinha. Queria tocá-la, queria beijá-la.

– Claro! Você espera eu me despedir de todos? – ela falou com um sorriso nos lábios.
A olhei nos olhos, me abraçando em sua cintura e disse – Como eu já havia falado, estarei te esperando. - e dei um beijo carinhoso em seu rosto.

A vi se afastar e ir ao encontro de Tomaz e Luana. Ali as amigas conversaram separadamente e pela primeira vez eu fiquei com medo de perdê-la nesta noite. Será que ela não viria comigo? As duas olhavam para mim e conversavam demoradamente. Peguei uma taça de champanhe e beberiquei tentando parecer o mais tranquilo possível.

Flavia então virou-se em minha direção e veio até mim com um olhar completamente diferente. Estava mais decidida, mais segura.

-Já podemos ir. – disse tirando a taça de champanhe e me puxando pela mão até a saída. Tive que abrir um sorriso. Que mulher era aquela? Flavia me levou de mãos dadas até próximo da saída do teatro e perguntou: – Você já sabe aonde vamos?

– Agora que estou no céu, te levo ao paraíso, linda. – nós dois saímos rindo, completamente abraçados e relaxados, do teatro.
Na saída, mais fotógrafos alucinados por novas fotos fizeram uma enxurrada de novos flashs em mim e nela, mas agora eu a segurava como se fosse minha: – Sem dúvida esse é o casal mais lindo da festa! – gritou um dos paparazzi.

A puxei pela cintura e nossos corpos ficaram completamente colados. Seu rosto ficou a centímetros do meu e meu olhar estava fixo em sua boca deliciosa. Peguei-a pela mão e a levei até o carro.

Entramos no carro e nos olhamos de forma muito intensa. Eu iria beijá-la a qualquer momento, já não estava mais conseguindo me controlar. Liguei o rádio e sintonizei em uma música calma e romântica. – Onde você gostaria de ir, linda? – perguntei a ela pegando sua mão e beijando-a docemente, enquanto dirigia.

– Não sei, acho que gostaria de um lugar bem tranquilo e romântico. – falou parecendo menos receosa. Era agora, eu tive que arriscar mais uma vez. Faria qualquer loucura para ter essa mulher em meus braços.

– Se eu te convidasse para meu apartamento, você iria? – perguntei ainda segurando sua mão e olhando-a nos olhos. Demonstrei uma certa insegurança que nos deixou desconfortáveis. Tentei deixá-la mais tranquila:

– Se você não quiser, não ficarei chateado. Mas é que pensando em fazer dessa noite muito especial, preparei um ambiente muito charmoso lá em casa. Ali poderíamos conversar com mais privacidade e, se você ficasse cansada, poderia ir pra casa mais cedo.

Flavia me olhou nos olhos, puxou sua mão e ficou muda. Nessa hora achei que tivesse posto tudo a perder. Merda! Não devia ter insistido. Acho que vou dizer para irmos a um restaurante qualquer.

 Não posso perdê-la, não esta noite, eu pensava enquanto aguardava por um movimento seu. Finalmente ela disse – Pode ser Gill. Mas prometa-me que na hora que eu quiser, poderei ir para casa. – ela disse parecendo ainda insegura.

– Claro linda! Faremos do jeito que você quiser. – relaxei. Agora tudo que acontecesse seria um prêmio. Eu a levaria para minha casa e lá falaria todo meu sentimento por ela.

Parei o carro em frente ao prédio e John abriu a porta do carro ajudando-a sair. – Então D. Flavia? Como foi a estreia? – ele perguntou a conduzindo até o hall do edifício.

Estava tão animado que falei: – Uma beleza, John, uma beleza! Essa brasileirinha estava escondendo o jogo o tempo todo. Ela é muito talentosa! – respondi na frente dela colocando-me a seu lado e a puxando pela cintura em um abraço. Percebi que Flavia ficou meio sem jeito na frente de John.

Entramos no elevador e subimos em silêncio até meu apartamento. Não pude deixar de notar que nossos corações batiam acelerados. Eu segurava suas mãos e continuava a olhá-la, sem desviar de seu olhar. O elevador parou e nós saímos. Já dava para sentir o perfume de rosas no hall de entrada.

- Por favor, minha linda. – abri a porta e dei passagem para que ela entrasse.

– Nossa Gill! Está tudo muito lindo. – ela disse extasiada.


A sala estava toda decorada e eu agradeci a casa de decorações na hora, em pensamento. Parecia tudo perfeito. Fui até a estante e escolhi uma música antiga mais que para mim tinha muito significado.

- Gill, está tudo perfeito! – disse se virando e ficando de frente para mim. Não pude mais resistir e a peguei pela cintura, apoiando suas costas em minhas mãos e debruçando-me sobre meu corpo. Eu precisava sentir seu perfume e encostei meu rosto em seu pescoço. Gemi baixinho nessa hora. Finalmente eu a tinha em meus braços.

– Você é perfeita, Flavinha. Não poderia fazer menos nessa noite tão especial. – sussurrei em seu ouvido passando meus lábios por todo seu pescoço.

Ela subiu sua mão por minha nuca e entrelaçou seus dedos em meus cabelos, levando minha boca para perto da dela. Então, finalmente eu a beijei. Dei-lhe um beijo suave com medo de que ela se assustasse e se afastasse de mim. Depois forcei minha língua em sua boca entreaberta e ela recebeu de forma calorosa, tornando o beijo mais ardente. O calor envolvia nossos corpos.

Parei de beijá-la e a olhei admirado, precisava ter certeza que tudo aquilo era real. Voltei a beijá-la de forma mais intensa e calorosa, quase que a devorando. A segurei firme pela cintura, levando seu corpo, com força, ao encontro do meu.

Desci seu corpo levemente até o sofá e a sentei de maneira confortável, sem quebrar o beijo. Minha vontade era de tirar sua roupa e possuí-la ali mesmo no sofá da sala, mas não queria me precipitar, fazendo com que fosse embora. Eu realmente estava gostando de e sabia que com ela teria que ter toda calma e paciência do mundo. Meus sentimentos eram intensos e verdadeiros e ela precisava saber disso para entender que não era apenas uma noite. Com ela eu queria uma vida inteira.

- Você não sabe o quanto eu esperei por esse momento. – disse a ela enquanto beijava seu pescoço sentindo-a se envolver ainda mais com suas mãos em volta de mim.

- Gill. Isso tudo para mim é uma surpresa. Eu não imaginava que... – ela disse afastando-se do meu rosto para me olhar nos olhos. – Nós nunca conversamos, mal nos vimos...

- Pode parecer loucura – eu disse a ela – Mas eu sonho com isso desde que nos conhecemos. Acho que me apaixonei por você no momento em que entrou no hall do prédio e pude olhar esses olhos verdes lindos.

Flavinha corou e eu enlouqueci. Beijei-a novamente e a apertei contra meu corpo. Ofereci uma taça de champanhe a ela que aceitou prontamente.

A noite passou enquanto nós conversávamos, nos beijávamos e bebíamos champanhe. Flavinha me contou como foi que chegou a NY e sobre sua vida no Brasil. Eu falei a ela sobre minha infância em New Jersey e de como montei o site de notícias que hoje é sucesso no mundo inteiro. Os assuntos eram intermináveis e conversar com ela era maravilhoso.

Entre um assunto e outro nós nos beijávamos e nos acariciávamos como um casal apaixonado. Por várias vezes apenas olhei para ela observando o movimento de seus lábios, sem prestar muita atenção ao que dizia. Como ela era sexy! Sua voz, seus gestos, a música tocando, tudo era perfeito. Percebi que o champanhe já estava fazendo efeito quando começou a relaxar mais e sua voz foi ficando cada vez mais sensual. Ela me deixava louco com aquele leve sotaque brasileiro.

Ela também começou a perceber sua fragilidade e disse que era hora de ir para casa. – Fique mais um pouco. – eu falei – Dance comigo. – e a puxei fazendo-a ficar de pé. Abracei-a pela cintura e senti seu rosto encostar em meu peito.

Seus braços envolviam meu pescoço e nos movimentávamos ao som suave da música. Flavia me abraçava de maneira intensa e eu apertava sua cintura como se quisesse nos transformar em um só corpo. Afastei-me apenas para levantar seu rosto e puxá-la para mais um beijo, mas dessa vez foi um beijo intenso.

Sem medo procurei sua língua e a suguei com força mostrando a ela toda minha urgência. Minhas mãos agora a acariciava me maneira intensa descobrindo no toque todas as curvas de seu corpo. E que corpo!

Senti seus dedos pressionarem meus ombros e tive certeza de que estava tão entregue quanto eu. Ela entrelaçou seus dedos em meus cabelos e me apertou ainda mais, fazendo o beijo ficar mais forte e mais ardente. Era como se estivéssemos com fome um do outro.

Lentamente deitei-a no sofá e comecei a beijar-lhe o pescoço descendo suavemente. Flavia gemia a cada beijo meu e isso me deixava ainda mais louco de vontade de tê-la. Comecei a subir minha mão por sua perna e ela me segurou quando cheguei em sua coxa.

Nos olhamos nos olhos. Algo me dizia que ela me queria, porém estava receosa. - Flavinha, você é perfeita pra mim. Tudo em você me enlouquece, seu perfume, seu gosto... - beijei-a novamente e ela cedeu. Minha mão subiu chegando até sua calcinha e pude ouvi-la gemer baixinho.

Ela começou a corresponder as minhas carícias e logo estava me apertando e me sentindo. Foi a minha vez de gemer quando ela apertou levemente meu sexo, sentindo toda minha ereção. Nossos beijos ficaram mais urgentes. Quando comecei a puxar sua calcinha para tirá-la, Flavia parou o beijo e me olhou constrangida.

- Acho que já fomos longe demais. – ela disse se levantando e ajeitando-se no sofá. – É nosso primeiro encontro, Gill. Não vamos estragar as coisas. Está tudo maravilhoso e eu gostaria de levar essa imagem comigo. Teremos bastante tempo para isso, se você quiser, é claro.

Era por isso que eu a adorava: – Claro, linda. Quero ter muito tempo perto de você. Só não me condene por desejá-la tanto. – eu disse a ela abraçando-a carinhosamente.

Nos levantamos do sofá e saímos de mãos dadas. A levei até a porta de seu apartamento e mais uma vez nos beijamos, nos despedindo daquela noite perfeita.
- Nos vemos amanhã? – ela me perguntou mostrando-se ainda insegura.

- E depois e depois e depois..... Você não vai se livrar de mim tão fácil assim. – rimos juntos. Eu a abracei e coloquei minha testa na dela dando um beijo na ponta de seu nariz.

- Me ligue assim que acordar. – a beijei suavemente nos lábios e a deixei entrar.

Voltei para casa e me joguei no sofá. A noite tinha sido perfeita. Eu queria essa mulher para sempre.

 Nota da autora:
N/A: Ver o POV deles é muito bom, não acham? Assim a gente fica sempre atualizada dos dois lado da história. E Gill é um fofo. Ai ai ai..... Beijos apertados e Abraços sufocantes. Flavinha



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