24 dezembro 2013

Fanfiction: Descoberta – Capítulo 8: Porque não?


Não precisava ser gênio pra saber que eu tinha enchido a cara na noite passada, mas não estava ligando em ser julgado quando acordei –podre- no banco da varando da casa de Jay. Minha cabeça estava latejando um pouco quando levantei e vi a porta da frente escancarada. Por mais que eu tivesse bebido, eu lembrava de grande parte da noite passada, ou, pelo menos, da parte mais importante. Hehe.
      Eu sorri lembrando, enquanto entrava na casa. Encontrei Jay deitada em cima do balcão da cozinha, dormindo. E logo diante, sentada no banco (que deveria estar na bancada) estava Jessie, debruçada na pia, com a cabeça deitada nos braços cruzados, também dormindo. Passei direto e vi Sara deitada no sofá, onde era minha cama nos últimos dias, ela estava jogada ali, dormindo. Passei devagar, até minha mala, peguei uma muda de roupa e fui para o banheiro do 1º andar, passando perto da escada, onde Gabi e Brad estavam jogados nos degraus.

     Saí do banheiro limpinho e cheirosinho, com uma roupa confortável. Sara já tinha acordado e não estava mais na sala, deveria ter subido.
     Os outros continuaram dormindo onde estavam e nem quando comecei a preparar a comida, eles se incomodaram como barulho. Sara apareceu na cozinha, com uma cara não muito boa, mas era visível que ela já tinha tomado banho e tudo.
-Bom dia! –Sorri pra ela, mas ela só me olhou com a mão na cabeça.
-Tem algum remédio aí? –Perguntou franzindo o cenho de dor.
-Tem no potinho encima do armário. –Avisei, apontando pro pote, onde ela pegou o remédio e tomou o mesmo. –Que dor de cabeço horrível! –Resmungou se encostando-se à pia ao meu lado, enquanto eu servia a minha comida em um prato.
-Daqui a pouco passa! –Falei. –Sirva-se! –Falei gesticulando para as panelas no fogão.
-Valeu. –Ela falou pegando um prato.
      Fui pra sala e me sentei no tapete em frente a TV, me encostando no sofá. Liguei a TV e comecei a comer a comida que estava no prato em minha mão e alguns segundos depois Sara se juntou a mim, se sentando ao meu lado. Eu não estava prestando atenção no seriado que estava passando na TV e Sara parecia não estar dando muita atenção também, mas ela olhava de vez enquanto.
-Pode trocar de canal! – Avisei lhe entregando o controle.
-Pode deixar, eu gosto de Vampire Diaries! –Avisou.
      Então ficamos vendo o tal seriado, que minha irmã era fã, já que eu reconheci um dos caras que eu já tinha visto em um dos pôsteres do quarto de Makena.
      Ficamos em silencio até acabar o seriado, e a nossa comida. Eu fiquei fazendo companhia a ela, mas estava louco pra falar sobre a noite passada, não me segurei por muito tempo.
-Posso matar minha curiosidade? –Perguntei olhando-a.
-Claro! –Ela disse trocando os canais da TV, me olhou rapidamente.
-Você... gostou... do que... a gente fez... ontem? –Perguntei meio desajeitado. Eu tinha certeza que eu estava corado.
     Ela me olhou confusa e demorou alguns pra me responder.
-Do que você está falando? –Perguntou.
-Ah, a gente, ué! Sabe, lá no quarto... –Comecei olhando-a, mas completei com os olhos na TV. –Transando. –Completei e notei que ela arregalou os olhos.
-O que? Como assim, Taylor? Você está ficando maluco? –Ela perguntou assustada.
     Olhei pra ela confuso e vi a sincera expressão em seu rosto. Ela tinha bebido muito, mas eu tinha me esquecido disso. É claro que ela não se lembraria!
-Você não lembra, né? –Perguntei já sabendo a resposta, desanimado.
-Não me lembro por que isso não aconteceu! –Falouincrédula.
-Eu devia ter me ligado! –Suspirei tristonho.
-Você está ficando louco, por mais bêbada que eu tivesse, eu não seria idiota o suficiente pra isso! –Ela disse me olhando, ainda com a expressão indignada.
-Idiota? Está falando que seria idiota se transasse comigo? –Olhei pra ela, sem acreditar que ela tinha falado isso.
-Taylor, não é isso que eu quis dizer, é que eu não posso, é loucura, de jeito nenhum! Eu seria idiota por causa de tudo, se eu deixasse isso chegar a esse ponto! –Ela tentou se explicar.
-É, mas eu lamento então, por que você foi idiota o suficiente pra me levar pro quarto e transar comigo! –Falei olhando-a, me levantando em seguida.
-É mentira! –Ela teimou, se levantando enquanto eu ia pra direção da porta de entrada, mas eu parei de andar antes de entrar na cozinha e me virei para ela.
-Ah é, então você acha que chegou aqui sem calcinha por que? –Me virei para ela, mirando seus olhos. Ela abriu a boca de leve, mas não saiu nada. –É, foi o que eu pensei! –Falei e sai andando, deixar ela ali.
     Saí de casa e me sentei no banco onde eu tinha acordado aquela manhã. Fiquei ali, sem fazer nada, chegando a conclusão que Sara realmente não estava na minha como eu pensava.
         Não tinha o que ser feito. Foi pura perca de tempo eu ter acompanhado a loucura dessa viajem só pra tentar conquistar a menina que eu amo. Já que ela preferia a amiga a mim, o jeito era aproveitar a viagem como eu deveria ter aproveitado desde o começo.
       ...
-Onde vai? –Brad perguntou quando sai do banheiro, arrumado e –modesta parte- gato.
-Pra alguma festa! –Falei sem olha-lo. –Jay, me empresta a moto? –Pedi a Jay, que estava jantando na cozinha.
-Claro, Taylor! –Ela respondeu.
        Como estava todo mundo ruim ainda, pela noite passada, ninguém encheu o saco pra ir junto. Peguei a chave da moto e sai de casa sob os olhares curiosos dos outros habitantes da casa. Era realmente estranho eu sair assim, sem ninguém me incentivando ir encher a cara, mas enfim... eu iria curtir a noite!
        Montei na moto e partir. Sem saber aonde ir, não sabia se tinha alguma festa naquela cidade minúscula, e se tivesse eu entraria mesmo sem ser convidado, caso contrario, eu iria parar em algum lugar onde tivesse bebida.
        Depois de algumas voltar pela cidade, encontrei o que parecia ser uma boate, que não estava cheia por ser quarta feira, mas servia pra mim. Deixei a moto próxima a entrada e entrei sem nenhum problema com os dois seguranças que estavam na frente da porta. A musica alta me deixava surdo, dava pra ver a fisionomia das pessoas gritando e cantando, mas não dava para ouvir o som que elas produziam.
        Fui até o barzinho que tinha no canto, um pouco afastado da pista de dança, e pedi uma bebida.
...
        Eu já estava sem o casaco e com alguns botões da blusa aberta, com um copo na mão, eu dançava animado com um grupo de garotas me cercando. Ainda não estava completamente bêbado, embora minha cabeça já estivesse rodando, eu não queria ficar embriagado e cair passando mal em algum canto, por isso não misturei muita coisa.
        A dança estava legal, as meninas bonitas me dando mole e eu jurava que iria comer uma (ou mais) aquela noite. E eu não estaria bêbado, iria lembrar perfeitamente que eu tinha fudido alguém hoje.
       E nesse pensamento eu avistei uma garota no horizonte. Bem longe, dançando animadamente, linda e radiante. Eu lembrava perfeitamente daquele rosto angelical e aquele corpo sexy. Jamais esqueceria dela... da Nessie.
      Saí do meio das garotas dançantes que me cercavam e caminhei até ela, desviando dos bêbados e bêbados que vinham na minha direção. Quando me aproximei por trás, as duas garotas que dançavam com ela, me olharam parando de dançar, fazendo Nessie parar de dançar e se virar para mim.
Lhe lancei o melhor sorriso que pude, recebendo seu olhar espantado e surpreso. Ela olhou para as duas amigas, mas as meninas não estavam mais lá, então ela me olhou novamente.
-Taylor? –Não deu para ouvir sua voz, mas pelo movimento de seus lábios, ela tinha falado meu nome.
     Aproximei minha boca de sua orelha, pra que ela me escutasse.
-Já sabe diferenciar?! –Debochei, sorrindo. Olhei pro seu rosto, mas ela não disse nada. –Quer conversar? –Perguntei em seu ouvido novamente, ela apenas concordou com a cabeça.
     Peguei seu pulso delicadamente e a guiei até o bar, empurrando um bêbado que estava ocupando um banco no balcão. Ela riu quando o cara levantou resmungando e eu ri junto vendo o cara se afastar xingando alguma coisa. Indiquei pra que ela se sentasse e foi o que ela fez. Fiquei em seu lado e pedi uma bebida para nós dois, depois voltei os olhos pra ela.
-Cadê o meu clone? –Perguntei alto, mas sabia que ela tinha ouvido. Ela desviou os olhos de mim.
-Não sei! –Suspirou desanimada, o que me fez franzir o cenho.
-Aconteceu alguma coisa? –Perguntei mais próximo dela, pra que ela me ouvisse e eu entendesse sua explicação.
-É, aconteceu! Nós... não estamos mais namorando! –Ela me olhou rapidamente, mas desviou os olhos quando o balconista nos entregou a bebida.
     Vou ser sincero... eu tinha gostado de ouvir aquilo!
-Então está aqui pra curar o coração ferido?! –Falei, mas suou mais como uma afirmativa do que como uma pergunta. Ela riu sem jeito e voltou a me olhar.
-Exatamente! –Ela concordou, bebendo o liquido do copo em sua mão em seguida.
-É, somos dois! –Concordei sorrindo torto, quando ela colocou o copo vazio no balcão. Ela passou a língua nos lábios carnudos, limpando do liquido levemente avermelhado.
-Então... vai me chamar pra dançar e esperar eu ficar bêbada pra me beijar, ou vai me beijar enquanto eu estiver consciente do que estou fazendo? –Ela me olhou sorrindo torto, fazendo-me rir.
-Isso quer dizer que você quer que eu te beije? –Devolvi o sorriso, me aproximando mais enquanto ela ajeitava a postura em cima do banco.
-Bem, eu estou solteira, pelo visto, você também, eu já sei que você beija bem e não tem nada melhor pra curar o coração ferido do que beijar outro! –Ela riu de si mesma, com uma das mãos já segurando minha blusa.
-Que bom que pensa assim! –Sorri, afundando os dedos em seus cabelos levemente avermelhados, e a puxei de leve, até nossas bocas se unirem em um beijo calmo e intenso, que foi ficando mais quente conforme nossas línguas brigavam deliciosamente em nossas bocas.
     Só me afastei quando notei que ela estava sem ar. Olhei pra ela que sorriu de olhos fechados, ofegante como eu. Ela puxou minha blusa, me puxando pra ela, e eu sorri com isso, beijando-a em seguida.
     Minhas mãos foram para suas coxas, que estavam alisando minha cintura, enquanto suas mãos passeavam pelo meu abdômen e meu cabelo. Apertei seu corpo contra o meu e até senti ela apertar minha bunda, o que foi até excitante. Quando perdi o ar, minha boca foi até sua orelha, mordiscando-a, fazendo seu corpo arrepiar e ela tremer, me fazendo sorrir. Minha mão que estava apertando sua coxa subiu lentamente, quando lhe dei um beijo molhado abaixo de sua orelha, passei a mão de leve sobre seu seio até minha mão parar em seu pescoço, puxando-a mais pra mim, dando uma leve mordida ali, o que fez ela arfar.
-Está querendo me excitar? –Ela disse em meu ouvido.
-Está funcionando? –Perguntei também em seu ouvido, sentindo meu pau vibrar de excitação.
-Vamos pra um lugar onde podemos ficar sozinhos que eu te mostro o meu estado! –Ela disse provocante.
-Acho isso uma boa idéia! –Falei olhando pro seu rosto, ela sorriu safadamente e levantou. Bebi o liquido em meu copo em um gole e segui ela, que estava indo pra parte VIP da boate.
      Ela disse alguma coisa para os seguranças que estavam na entrada da área VIP e eles concordaram, e logo depois eu fui puxado para dentro da área, onde tinha um grupo de umas 20 ou 25 pessoas dançando bebendo e se beijando ali. Ela foi até o barzinho no canto do espaço e falou com o balconista, que lhe entregou uma chave logo em seguida. Ela me olhou maliciosa e me puxou para uma das portas que estava perto dali, me jogando dentro do pequeno quarto, que só tinha uma cama de casal e uma poltrona, com uma iluminação exagerada, mas que diminuiu drasticamente quando ela mexeu no interruptor. Notei também que tinha um poste de poli dance na frente da cama. Eu sorri com isso!
-O que vai querer, Taylor? Strip, Poli Dance, Oral,Anal... Ela me jogou na cama tirando a bota de salto que usava.
-Você que sabe, vou gozar do mesmo jeito! –Sorri, fazendo ela rir pelo nariz.
-Então, tudo bem! –Ela disse ficando na frente do poste prata e se encostando nele, puxando o vestido, curto e susto pra baixo, deixando o objeto vinho cair no chão.
     Apertei a colcha preta que cobria a cama, vendo seu corpo coberto apenas pela langeri minúscula, de pano vermelho, tão fino que era transparente e muito, muito sexy!
    Eu mal reparei que já estava sem blusa, eu tinha tirado ela sem perceber, vendo Nessie alisando o próprio corpo, e gemendo baixo com o próprio toque enquanto descia até o chão se apoiando no poste.
    Ela virou de costas pra mim, abrindo o sutiã e jogando-o pra mim, sem se virar. Ela deu a volta do poste, se pendurando nele e apertando o próprio seio com a mão livre. Ela iria me matar! Ela prendeu uma das pernas em volta do tubo e se agarrou a ele, jogando a cabeça pra trás, levantando a outra perna.
    Eu já estava sem a calça, mas não conseguia desviar os olhos dela. Seu corpo desceu um pouco e ela ficou em pé, se virando pra mim.
-Não vou me pendurar muito, ok? Quando eu estou molhada como estou agora, fica perigoso e eu posso cair! –Ela disse manhosa, mordendo o beiço e alisando o quadril até os seios.
    Ela era boa em me deixar duro!
    Ela sorriu e tirou a calcinha lentamente, provocante e sexy, deixando a peça deslizar em suas pernas. Ela ficou de frente pra mim, com o poste em sua frente e esfregou sua intimidade nele, descendo até o chão, fazendo eu engolir o seco. Ela gemeu e se levantou, vindo até a mim e se ajoelhando na cama.
-Vamos parar de enrolar, não é? Já não estamos aguentando de tesão! –Ela disse o obvio, segurando a barra de minha cueca e alisando meu abdômen. Ela tirou o que restava de roupa em meu corpo e apertou meu pau duro e gemeu olhando-o, fazendo eu gemer junto.
     Ela se inclinou e colocou todo meu membro em sua boca, me sugando com pressão e força, tirando altos gemidos roucos de mim. Segurei seus cabelos e me movimentei dentro de sua boca, fazendo ela fincar as unhas em minha coxa e arranhar a lateral de meu tronco. Eu já estava xingando coisas desconexas, quando sentir meu orgasmo próximo. E eu senti meu corpo tremer ao ver que ela estava apertando o próprio seio. Ela gemeu abafado, com o corpo arrepiado quando meu gozo invadiu sua boca ela me olhou ofegante, limpando o liquido do canto de sua boca.
   Ela riu ajeitando a postura e sua mão foi até a própria intimidade, analisando os dedos molhados logo em seguida, ela me olhou safada e colocou os dedos molhados na boca, chupando-os, me fazendo gemer antecipadamente.
-Faltou uma das opções, Taylor! –Ela se aproximou, eu sabia do que ela estava falando e eu sorri com isso.
-Não se preocupe! Eu cuido disso! –Sorri, puxando-a pra mim.
        Fiz nossos corpos se colarem, até minha boca alcançar seu seio, que eu chupei com violência, fazendo-a jogar a cabeça pra trás e gemer. Minhas mãos deslizavam em seu corpo com desejo, apertando-a delicadamente. Meus dedos entraram em sua vagina, fazendo seu corpo estremecer e sua entrada contrair de prazer.
         Ela rebolou, se sentando com força em meus dedos encharcados da prova do seu tesão. Era hesitante. Ela fincou as unhas em meus ombros e eu pude sentir seu liquido escorrer em meus dedos quando ela gozou junto com um alto gemido rouco. Ela saiu de cima de mim e se jogou na cama ao meu lado, de barriga pra baixo, deixando sua bunda –muito volumosa, diga-se de passagem!- exposta. Deitei sobre ela, lambendo alinha de sua coluna, até chegar em sua nuca, sentindo seu corpo arrepiar e ela dar uma risada rouca.
-Será que você aguenta a ultima opção? –Sussurrei em seu ouvido, provocante, apertando suas nádegas.
-Experimenta?! –Disse levantando o quadril, forçando a bunda contra meu pênis.
     Desci a boca até seu traseiro , mordendo uma de suas nádegas com certa brutalidade, tirando um grito dela que me fez sorrir. A apertei e fui até sua linha, levando minha língua até sua fenda, umedecendo-a.
      Dei mais uma mordida nela e subi em cima de seu corpo novamente, encaixando meu membro até sentir minha cabecinha roçar sua fenda. Ela abriu levemente as pernas e eu me forcei contra ela, invadindo-a divagar, curtindo o gemido longo e lento que saiu rouco de sua garganta conforme eu ia mais fundo dentro dela.
     Quando já não dava para ir mais, eu parei, esperando ela se acostumar comigo dentro dela. Sua mão soltou a colcha da cama e foi para o meu quadril, puxando-o para si, o que me fez rir e começar a me movimentar. Ela gemia alto e eu acompanhava, investindo em movimentos alterados e intensos, as vezes rápidos, as vezes lento, sentindo seu cuzinho me apertar de tesão e sua mão apertar minha bunda, me motivando a não parar.
       Ela xingava palavras sem sentidos, empinando a bunda pra mim e eu já estava inchado dentro dela, prestes a gozar.
    Mas ela não estava tão longe quanto eu, então eu enfiei a mão entre seu corpo e o colchão, me esforçando, até chegar onde eu queria. Fiz movimentos circulares pressionando seu clitóris e em seguida penetrei um dedo dentro dela,com um pouco de dificuldade, mas penetrei. Ela gemeu mais e eu comecei a investir duplamente, movimentando meu dedo dentro dela e movimentando meu quadril, fudendo-a duplamente. Era puro tesão.
      Por isso, não demorou nem 1 minuto e ela comprimiu as duas entradas, fazendo eu gemer e gozar dentro dela, e ela fazer o mesmo, gozando em meus dedos.
    Saí de cima dela, ofegante como tal e ela continuou deitada como estava.
-Já te falaram que você é bom nisso? –Perguntou sorrindo.
-Algumas vezes! –Me gabei. (Mas era verdade! 66’) Ela riu, se esforçando pra se sentar. –Mas isso quer dizer que você gostou? –Me virei pra ela, que jogou minha cueca pra mim.
-Isso quer dizer que não foi a pior da minha vida! –Debochou colocando a calcinha, me olhando.
-Hmm.. –Murmurei colocando a cueca, mas só completei quando já estávamos quase vestidos. –Então nós temos que voltar aqui outro dia, por que não gosto de saber que você já teve uma transa melhor que uma comigo! –Entrei na brincadeira, vendo-a calçar a bota.
-Até que enfim! Pensei que não iria sugerir! –Ela disse sorrindo, me fazendo rir enquanto terminava de abotoar minha blusa. –Mas eu quero beber mais! A noite é uma criança, Taylor! Temos muito que aproveitar! –Ela sorriu me puxando e me dando mais um beijo, antes de sair do quarto e irmos direto pro bar da área VIP.

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