27 janeiro 2014

Fanfiction: Caras e bocas – Capítulo 8


Taylor P.O.V.

-O que foi fazer na Faces and Mouths, Serena? –falei assim que a vi sentada no grande sofá bege na sala de estar da sua casa.

Ela se virou em minha direção com ar de surpresa e culpa. Não teria como ela mentir para mim.

Seus olhos demonstravam mil emoções. Medo, culpa, surpresa, arrependimento, confusão e mais um brilho que eu não conseguia identificar.

Serena fechou os olhos e apoiou a cabeça no encosto do sofá.

-Eu não estive na Faces and Mouths hoje. –ela mentiu.


Olhei para ela incrédulo. Ela realmente mentiria?

Caminhei e parei a sua frente segurando seus ombros firmemente e de algum modo obrigando-a a abrir os olhos e olhar para mim.

-Vai realmente mentir? –perguntei em tom sério enquanto eu via os olhos da garota a minha frente abalarem e sua respiração desregular.

-Não consigo. –ela sussurrou soltando a respiração. –Não consigo mentir para você.

-Então me conte. –pedi usando todo o poder de persuasão que meus olhos tinham, mas ela apenas balançou a cabeça negativamente. –Eu só quero seu bem, Serena. –falei passando minhas mãos por seus braços e pescoço suavemente antes de segurar seu rosto com delicadeza.

Ela riu ironicamente antes de dizer:

-Eu fui na Faces and Mouths fazer aquilo que eu disse que faria. –falou com a face opaca, sem expressões ou sentimentos estampados ali. Seus olhos azuis destacados pela maquiagem preta estavam desfocados e distantes. –E não me arrependo.

Estreitei os olhos e me afastei um pouco.

-Você não fez isso. –falei levantando e começando a andar de um lado para o outro a sua frente.

-Eu fiz! Eu fiz e faria de novo se pudesse. –disse ela também se levantando e se pondo a minha frente fazendo com que eu parasse de andar. -Enfiar o nariz daquela desclassificada da Skeeter na mesa, não é nada ante ao que ela escreveu sobre aqueles acontecimentos. –ela fez uma pequena pausa respirando pesadamente. –Ela acha que o quê? Que aquilo foi uma brincadeira? Acha que aquilo não doeu? Eu ainda tenho as marcas nos lugares onde eles apertaram e me bateram. –disse erguendo suas roupas em lugares estratégicos mostrando os roxos que tinha espalhados por seu corpo. –Eu lembro como se fosse há uma hora! Eu lembro como as mãos nojentas e desrespeitosas dos agressores passeavam por meu corpo. E como ela descreve isso? –Serena se aproximou de mim fazendo com que ficássemos a meros centímetros de distância. –Ela descreve como se isso fosse mais uma jogada de marketing, uma simples armação! Ela falou de meus sentimentos como se eles fossem apenas uma de minhas performances, uma atuação. –uma lágrima solitária escorreu por sua bochecha e eu a peguei com o dedão. Ela fez uma pausa. –No momento em que recebi a notícia de que havia passado no teste para fazer a Ever, eu sabia que minha vida seria exposta através de jornalistas, paparazzi. E aceito isso, mas não aceito que tratem um caso assim com tanta leviandade, pois não é um acontecimento qualquer, é a tentativa de um estupro. Algo grave. Não vou deixar que façam isso! –ela gritou a última frase com os olhos queimando nos meus, e como um imã, fui atraído para ela, para seus lábios.

Deixei que Serena guiasse o beijo, o que ocasionou em algo explosivo, raivoso, intenso e com um “quê” de o que eu imaginava ser paixão.

Empurrei-a para o sofá ansiando por um maior contato, ansiando por mais daquele estranho choque e troca de energia que tínhamos toda vez que nossas peles se tocavam.

-Me faça esquecer isso. –ela pediu enquanto eu beijava seu pescoço.

Dei um sorriso sacana.

-Onde é o quarto? –perguntei já levantando e a pegando no colo de um modo que suas pernas ficaram em volta do meu quadril.

-Subindo a escada. Segunda porta a direita. –ela respondeu enquanto mordiscava meu queixo e propositalmente roçava sua bunda em minha ereção já dolorida.

Subi as escadas lentamente a escorando na parede por vezes só para sentir o sabor de seus lábios ou de sua pele.

-Sem enrolações Taylor. –ela sussurrou ao meu ouvido quando parei na escada pela quarta vez.

Nesta hora foi impossível não acelerar meus passos pela escada até o grande corredor do segundo andar.

-Segunda porta a direita. –ela repetiu com uma voz que mais parecia um miado, totalmente sexy.

Andei rapidamente até a porta e escorei Serena contra ela e passei a mão em sua perna esquerda lentamente ouvindo um leve gemido em meu ouvido.

-Entre. –ela pediu. Sua voz era como um feitiço para mim. Ela mandava e eu obedecia totalmente a sua mercê.

Entrei e fechei a porta com o pé antes de tomar seus lábios novamente enquanto andava até a cama que eu havia visto pela minha visão periférica ao adentrar o quarto.

A depositei na cama assim que senti meus joelhos baterem contra a mesma. Os tons se cinza e prata do lençol de seda a delineavam de um modo a destacar sua pele alva, assim como a maquiagem escura destacava seus olhos azuis os deixando mais atrativos do que eram. Seus cabelos dourados estavam espalhados em volta da sua cabeça como um leque. Serena me chamava sedutoramente com o dedo indicador e eu fui ao seu encontro mais uma vez.

Novamente deixei-a determinar o ritmo do beijo que ficavam ora lentos, sedutores e apreciativos e ora vorazes.

Serena enlaçou a perna esquerda em meu quadril aumentando a fricção entre nossos sexos. Mas aquelas roupas nos atrapalhavam completamente.

Subi lentamente minhas mãos por sua perna em direção a barra de sua blusa enquanto passava a língua por seus lábios fazendo-a soltar gemidos languidos, que se assemelhavam ao miado de um gato e me levavam a loucura.

Apressado, puxei sua blusa e Serena ergueu os braços para eu passa-la por sua cabeça. Assim que o fiz, desci meus beijos para seu colo não me demorando muito para abrir seu soutien de renda azul e começar a brincar com seus seios.

Eu apreciava sua pele que era feito veludo. Uma de minhas mãos brincava com seu seio esquerdo enquanto minha boca estava ocupada mordiscando e lambendo o direito e vice-versa.

Serena, afoita, puxou meus cabelos levemente me obrigando a erguer a cabeça. Ela caçou meus lábios me deixando louco ao sentir seus dentes mordiscando minha boca e sua língua passando lentamente por toda minha boca. Eu estava vulnerável a ela.

-Agora eu comando. –disse ela me pegando desprevenido e invertendo nossas posições.

Suas mãos subiram por dentro da minha camisa de botões enquanto eu era provocado por seus lábios que por vezes vinham até mim e por vezes fugiam de meu alcance indo parar em alguma parte que só ela sabia ser um ponto sensível meu. Ela puxou minha camisa com força fazendo com que os botões voassem pelo quarto. De onde ela havia tirado tanta força? Mas os questionamentos foram empurrados para o fundo de minha mente, pois suas unhas que agora arranhavam meu peito e barriga estavam me deixando insano.

A pior(ou melhor) hora, foi quando ela colocou a mão dentro da minha calça e começou a me estimular, mas logo eu tirei sua mão dali e inverti nossas posições novamente a atacando e continuando o caminho que eu havia feito até seus seios e descendo cada vez mais. Descendo até o cós de seu jeans e circundando seu umbigo com a língua e mordiscando sua barriga levemente enquanto eu abria o botão de sua calça.

Puxei a calça com delicadeza por suas pernas trabalhadas, longas e que daria inveja a qualquer mulher. Sim, mulher. Eu não faria comparações entre Serena e garotas hoje, pois neste momento ela era uma mulher. Ou melhor, eu não faria comparações entre Serena e qualquer outra daqui para frente.

Deslizei minhas mãos por suas pernas como se estivesse acariciando pétalas de rosa. Chegando a suas coxas, eu rocei “sem querer” minha mão em seu sexo por cima de sua calcinha molhada.

-Taylor! –ela gemeu com a voz extasiada. –Eu preciso... –ela começou a falar, mas eu comecei a beijar seus pés e fui subindo por suas pernas, o que a desconcentrou completamente.

Dei um pequeno sorriso antes de tirar sua calcinha que fazia par com seu soutien e me deleitar em seu sexo mais do que molhado.

Eu lambia, a penetrava com a língua e me deliciava com seu sabor, que era melhor do que eu imaginava. Minhas mãos, para não ficarem desocupadas, brincavam com seus mamilos rígidos.

Minha ereção apertava minha calça e eu queria insanamente saber como era estar dentro daquela mulher, mas primeiro eu a faria ter um orgasmo só para mim.

-Taylor, por favor... –ela implorou com aquela voz que me levava à loucura antes de “vir” para mim.

Depois disso, ela apertou meus ombros e me puxou para cima. Fui sem resistência alguma.

-Você é muito, muito, muito mal. –ela sussurrou antes de eu calá-la com um beijo.

Suas mãos pequenas e ágeis foram para o botão de minha calça. Serena aproveitava este fato para se “vingar” de mim ao roçar as mãos em meu membro.

-Você me enlouquece. –soltei a verdade nos breves segundos em que nossos lábios se separaram para que eu pudesse tirar a calça e minha boxer de uma só vez.

-É essa a intenção. –ela disse mordendo o lábio inferior enquanto sua mão voltava para meu membro.

-Serena... –eu a censurei contrariando a mim mesmo quando ela trocou as mãos pela boca “retribuindo” o “favor” que fiz a ela.

Mas Serena não me deixou gozar, pelo contrário, pois quando eu estava perto disto, ela diminuía o ritmo e por instinto eu soltava pequenos rosnados, algo bem ao estilo de Jacob, o personagem que um dia eu havia interpretado.

Inverti nossas posições outra vez. Eu estava enlouquecido com o que Serena havia feito comigo, então eu a apertei bem contra mim fazendo nossos sexos roçarem mais uma vez. Ela revirou os olhos com luxúria.

-Precisamos de uma camisinha. –ela falou afoita enquanto tentava se desviar de mim a procura de algo. –Na primeira gaveta. –ela falou quando viu que eu não a soltaria de modo algum.

Peguei e coloquei a camisinha tomando todo o cuidado para não fazê-la estourar ou deixar qualquer coisa fora das instruções. Eu poderia até ser voluptuoso para essas coisas, mas também era cuidadoso.

Me encaixei na entrada de Serena, mas ela colocou a mão em meu peito me parando antes que eu pudesse fazer qualquer movimento.

Ela respirou profundamente.

-Não sei se eu consigo. –ela disse com a face mudando para uma expressão abatida. –Por um momento eu vi a face dos estupradores no lugar da sua. –ela sussurrou a última parte virando o rosto para o lado, mas mesmo assim pude ver uma lágrima escorrendo pelo canto de seu nariz.

Peguei seu queixo com leveza, mas com firmeza o suficiente para fazer com que ela olhasse para mim.

-Eu não sou como eles. –falei sem saber de onde vinham aquelas palavras, mas sabendo que elas eram mais do que verdadeiras para mim. –Eu NUNCA, NUNCA mesmo te machucaria ou faria algo contra sua vontade. Eu nunca te magoaria por uma coisa dessas,Serena. Você é a minha protegida... Ninguém mais vai encostar um dedo em você contra a sua vontade. Eu não vou deixar.

-Por quê? –seu sussurro foi quase inaudível para mim.

-Porque eu te amo. –falei com os olhos queimando nos seus sabendo que aquela era a mais pura verdade que eu havia dito naquele dia. Eu a amava. Eu amava Serena. Não sabia o porquê, quando, como e onde esse amor começou a criar vida, eu só sabia que ele era verdadeiro.

Serena me beijou afoita, como que querendo provar que aquilo era verdade.

-Taylor. –ela pediu quase silenciosamente pelos meros segundos que nossos lábios se separaram.

Eu tomei aquilo como uma deixa e a preenchi lentamente enquanto e beijava com a mesma delicadeza. Serena era pequena, em todos os sentidos, e precisava de cuidados extremos como esse.

Esperei um tempo até que ela assentisse antes de começar a me movimentar dentro dela. Era uma coisa única! Com Serena, eu não sentia apenas o prazer físico, mas o prazer emocional. Estávamos ligados de tal forma que seria quase impossível quebrar essa ligação.

Aos poucos aumentei o ritmo das estocadas. O calor latente fazia parte de nós. Diminui o ritmo e logo em seguida aumentei novamente. Não demorou muito para Serena chegar a seu ápice e eu cheguei ao meu logo em seguida. Mas mesmo assim continuamos, e repetimos o ato mais duas vezes sem nos desconectarmos.

-Sabe de uma coisa? –ela perguntou com os olhos brilhando assim que desabamos lado a lado após eu sair de dentro dela.

Balancei cabeça negativamente enquanto ria. Adorava esse jeitinho delicado dela.

-Eu também te amo. –ela sussurrou se colando a mim e bocejando logo em seguida e eu imitei seu gesto.

-Agora dorme, Serena. O pior já passou. –falei cobrindo-a.

-E da situação com a Skeeter? –ela perguntou com a voz já embargada pelo sono.

-Resolvemos mais tarde. –foi tudo o que consegui dizer antes de adormecer junto com ela.

Amy P.O.V.

Era quase oito horas da noite quando parei o carro no portão da casa de Serena. Fiquei totalmente confusa por não ter ninguém ali. Olhei em volta para ver se avistava alguém, mas nada vi. Estava quase pegando o celular e ligando quando Joe apareceu na janela do meu carro.

-Srt.ªAmy, não sabia que vinha. –ele disse com uma expressão estranha. Será que eu havia chego em má hora?

-Aconteceu alguma coisa, Joe?

Ele balançou a cabeça negativamente e abriu o portão para que eu entrasse. Entrei e estacionei o carro ao lado do de Serena na garagem coberta e quase entortei o pescoço olhando um carro desconhecido estacionado ali também. Será que o pai de Serena finalmente havia comprado o carro novo que queria?

Dei de ombros para o nada, peguei minha bolsa e saí correndo em direção a casa. Estava louca para contar as novidades à Serena. Estava louca para contar a ela sobre a melhora do meu pai e sobre Matt.

Entrei na casa e fui correndo para a cozinha a procura de Marta e de Serena. Estava torcendo para que elas estivessem fazendo uma daquelas sobremesas que só as duas sabiam fazer. Mas só encontrei uma Marta totalmente entretida assistindo uma novela qualquer.

-Marta, onde está a Serena? –perguntei pregando-lhe um susto sem querer.

Marta colocou a mão sobre o peito e se virou para mim com os olhos arregalados.

-Que susto menina, nunca mais faça isso! –ela disse ainda assustada.

-Desculpa Martinha, você sabe que eu te amo. –desculpei-me abraçando-a.

-Tudo bem, querida. –ela disse se soltando do abraço e sorrindo para mim. –Serena deve estar no quarto.

Assenti já correndo para as escadas ao me lembrar das coisas que eu queria contar para minha amiga.

-E DESÇAM DAQUI A POUCO QUE O JANTAR ESTÁ PRONTO. –Marta gritou arrancando-me uma gargalhada.

Dei três batidas na porta esperando Serena abrir e esperei por um longo minuto. Bati outra vez, agora mais forte e mais insistente. Passados oito minutos ali eu empurrei a porta sabendo que minha amiga quase nunca a trancava.

-Serena sua retardada, por que...? –comecei a perguntar, mas estaquei assim que vi ela e Taylor dormindo abraçados. –Ai meu Deus! –sussurrei agitada enquanto pegava o celular e começava a tirar várias fotos.

Os dois estavam em sono profundo, nem deviam sonhar (trocadilho idiota ¬¬’) que eu estava ali.

-Ok, eu tenho que fazer isso. –sussurrei para mim mesma enquanto ia me aproximando da cama pelo lado de Taylor. –Vamos lá... Vamos lá... –falei pegando a ponta do lençol. –AAAAAAAAAAHHHHHHHHHH!!!! –gritei vendo a nudez daqueles dois.

Serena P.O.V.

-AAAAAAAAAAHHHHHHHHHH!!!! –acordei assustada com o grito de... Amy?

-AAAAHHHH!!! –gritei junto ao perceber a situação. Tratei logo de pegar o lençol de sua mão e cobrir Taylor e eu novamente. Taylor nos olhava assustado.

-O que está fazendo aqui? –ele perguntou assim que paramos de gritar.

-O que aconteceu? –ouvi a voz de Marta através da porta.

-Nada, só a Amy que me deu um susto. –respondi assim que minha voz estava mais controlada.

-Ela fez isso comigo também. –Marta respondeu rindo. –Agora desçam meninas, o jantar já está pronto.

-Já descemos. –Amy e eu respondemos ao mesmo tempo.

Nós três ficamos encarando a porta até ouvirmos os passos de Marta pela escada.

-Vocês me devem uma boa explicação. –disse Amy com um tom exigente de voz.


_x_

-Nós começamos a nos beijar, e o resto eu acho que você pode imaginar. –disse eu sentindo o sangue subir ao meu rosto.

Estávamos sentados à mesa esperando meus pais chegarem para que pudéssemos jantar. Taylor beijou meu pescoço causando-me arrepios pelo corpo todo.

-Eu ainda não consigo acreditar nisso. –Amy falou nos olhando embasbacada.

-No quê? –Taylor e eu perguntamos ao mesmo tempo e rimos logo em seguida.

-Em tudo! –ela exclamou. –Vocês estarem juntos, no Matt, na recuperação de meu pai, no que você fez com a Skeeter... –ri do nojo que ela expressou ao falar o nome da Skeeter.

-Nós estamos juntos? –Taylor me perguntou arqueando uma sobrancelha de um modo sexy.

Olhei para ele e suspirei. Nós estávamos juntos ou não?

-Acho que teremos que conversar sobre esse assunto depois, porque agora a Amy vai me contar essa história sobre esse tal de Matt. –falei encarando minha amiga.

Ela ficou vermelha e demorou um tempo para responder.

-Um cara que conheci. –ela falou desviando o olhar.

Roubei um rápido beijo de Taylor antes de encostar a cabeça em seu ombro.

-Amy, você me deve uma boa explicação. –repeti as palavras de minha amiga enquanto ria.

-É Amy, você NOS deve uma boa explicação. –Taylor me corrigiu.

-Que explicação Amy deve? –minha mãe perguntou adentrando a sala de jantar junto com meu pai.

-Serena! –ele exclamou aliviado ao me ver.

-Pai! –eu corri até ele e o abracei com saudade.

-Fiquei preocupado. Está tudo bem? –ele perguntou.

Assenti e fui abraçar minha mãe para matar as saudades. Eu havia sentido muito a falta de seus conselhos no dia de hoje.

-Seja bem-vindo a nossa casa Taylor. Oi Amy. –minha mãe os cumprimentou.

Amy cumprimentou meus pais cheia de abraços e brincadeiras para com eles.

-Obrigado por salvar minha filha Taylor. –meu pai agradeceu assim que nos sentamos para jantar. Ele estava reservado para com Taylor, mas dava para perceber o agradecimento nos olhos dele.

-Não fiz mais do que minha obrigação Sr. Gligeusky. –Taylor respondeu com os olhos queimando nos meus.

Meu pai ficou nos encarando com olhos desconfiados até o fim do jantar.

_x_

-Por que vocês não contaram para o seu pai? –Amy perguntou indignada. Assim como eu, ela odiava esconder algo de meus pais, assim como eu odiava esconder algo dos dela.

Olhei meu quarto escolhendo bem minhas palavras. O que eu poderia dizer de meu pai em uma situação dessas? Como eu poderia explicar minha omissão?

-Papai não aceitaria assim. Não tão rápido. –respondi fechando os olhos enquanto Taylor fazia movimentos circulatórios em minha coluna.

Meu quarto agora me trazia um clima aconchegante, leve, tranquilo. E ter Amy e Taylor ali só melhorava tudo. Me acalmava.

-Acho que seu pai não gosta de mim. –ele disse beijando topo de minha cabeça.

Amy balançou a cabeça negativamente.

-Não quero ter que ficar segurando vela. –ela declarou com uma cara indignada.

-Pára de reclamar Amy! –exclamei jogando um de meus travesseiros em sua cara.

-Idiota. –ela rosnou jogando o travesseiro em minha direção, mas eu peguei no ar antes que o mesmo acertasse minha cara.

Taylor soltou uma gargalhada e se levantou.

-Hey, volta aqui! –chamei esticando o braço como que para alcançá-lo. –Ainda não jogamos o travesseiro em você. –bem nessa hora, Amy pegou o travesseiro de cima da cama e o jogou em Taylor errando a mira novamente.

-Só vou ao banheiro. –ele disse rindo e erguendo os braços em sinal de rendição.

-Só não erra a mira que nem a Amy. –gritei para ele ganhando uma “travesseirada” na cara.

Ficamos brincando até ouvimos um sinal de sms vindo do celular de Taylor que ele havia deixado em meu criado mudo.

Nos jogamos em direção ao celular para ver quem chegava a ele primeiro, mas Amy tirou vantagem por estar mais perto.

-Ha! –ela exclamou com o aparelho na mão com uma cara de felicidade.

-Mostra logo. –implorei encarando a porta do banheiro com medo de que Taylor visse nossa “ação”.

Quando me virei para Kyara, ela estava pasma olhando para a tela do aparelho e eu o tomei de sua mão só para ver minha desgraça.

“Amor, que horas você vem para a minha casa?
Beijos, Hannah.”

(Continua...)



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