09 fevereiro 2014

Fanfictin: Nos embalos de domingo “One”.


Fanfic: Nos embalos de Domingo
Autora: Daya Engler
Entrevista com a autora: – Leia – CLIQUE AQUI
E-mail da autora: dayalukina@hotmail.com
Personagens: Taylor Lautner e Nicole Prado
Categoria: Taylor & Original
Nº de capítulos: Um - One
Finalizada (Capítulo único).
Avisos/Restrições de idade: +21
Observações/*Recado aos Leitores:

“Este é meu primeiro delírio Team Taylor, e claro, é totalmente proibida para puritanos (as) e/ou santos em Terra. No mais, espero que gostem, se entretêm e deixem seu parecer. Beijokas”.

––– Taylor..., ––– resmunguei puxando seu cabelo úmido, com uma das mãos e cravando minhas unhas da outra em seu ombro, quando ele fechou os dentes sobre meu fêmur numa mordida fraca; provocativa.
Em reprimenda, sua mão bateu em uma das minhas nádegas, causando um ardor e queimação súbitos em minha carne, mas também um zumbido de prazer.  
––– Ai, seu puto!
Seu riso foi baixo, divertido, porém sensual enquanto sua mão opressora acariciava a bochecha agredida. Logo depois suas duas mãos se aferraram em minha bunda, seus dedos marcando minha pele clara daquela maneira que ele gostava.
Sua marca em mim.
Então meus olhos captaram sua língua rosada deslizar por seus lábios, roubando meu fôlego um segundo antes dela molhar minha pele, onde ele havia mordido.
––– Deliciosa. ––– Ele murmurou, com seus olhos maliciosos levantados para meu rosto.
Molhei meus próprios lábios mordendo o inferior no processo ao passo que curvava os cantos dos mesmos, meus olhos fixos no dele.

Ali, em pé entre suas pernas, na beira da piscina usando apenas um biquíni branco um pouco pequeno para os padrões americanos –– afinal, era brasileira até a alma ––, enquanto ele, sentado, levava apenas um calção de banho preto, eu sabia bem aonde aqueles gestos provocativos iriam nos levar.
Bingo!
Num movimento rápido e hábil, Taylor me forçou sobre ele, sentando-me escarranchada em seu colo e sua boca cercou a minha.
Um beijo que foi tudo, menos suave.
Seus lábios macios engoliam os meus enquanto nossas línguas exploravam a boca um do outro de forma erótica, se enroscando, sugando, exigindo.
Molhado e morno. Fresco e doce.
O som de nosso duelo labial zumbindo entorno de nós, incitando suas mãos correrem das minhas nádegas às minhas costas e então minhas curvas, apertando sem cuidado do jeito que ele sabia que me deixaria louca. Minhas mãos se firmaram seu cabelo, os dedos se infiltrando nos fios molhados de sua nuca, trazendo-o mais para mim enquanto o beijo me consumia, saqueando meu ar e minha capacidade de pensar.
Abaixo de mim, contra minha intimidade senti seu pênis endurecer, e uma tormenta de desejo explodiu no início de minha coluna então desce como fogo até minha vagina, voltando-me úmida e desejosa.
Meus pulmões gritavam por ar, mas foi meu gemido contra sua boca que fez Taylor abandonar meus lábios rasgando sua boca para meu maxilar num gesto sincronizado com uma de suas mãos que, se enrolou em meu cabelo louro forçando minha cabeça para trás à medida que sua boca e dentes maltratavam meu pescoço e colo.
Meu quadril ganhou vida se mexendo e remexendo sobre ele, sua mão firme em uma das minhas nádegas instigou meus movimentos no ritmo que necessitávamos, fazendo pressão entre nossos quadris. Um atrito que me voltava dolorida de vontade.
Cada centímetro de minha pele arrepiou ante a excitação crescente que aqueles movimentos adicionados à dedicação de sua boca em minha pele fez implodir em meu corpo, empurrando meus mamilos apertados contra o tecido do biquíni. E, tesão líquido e quente vazou de meu canal revestindo meus lábios inferiores e a calcinha.
––– Deus, Taylor! ––– As palavras se precipitaram além de meus lábios quando ele mordeu e sugou um mamilo por cima do tecido, primeiro um depois o outro.
Meu corpo agiu sozinho arqueando minhas costas, oferecendo mais a ele, pedindo por mais enquanto meu quadril se retesava em seu colo, friccionando nossos sexos duramente, cobiçando sentir mais daquela sensação de deleite que me atingia.
Ele me olhou e eu sustentei seu olhar mais escuro pela luxúria, meus lábios estavam entreabertos e minha respiração irregular, então ele sorriu sacana sabendo que naquele instante eu estava entregue em suas mãos (literalmente), um pouco antes de voltar a me beijar com a volúpia de um amante apaixonado.
Nossos beijos sempre eram regados de um “q” a mais, um gosto de quero mais e viciante a cada vez que nossas bocas se encontravam, mesmo após 14 meses de namoro aquele furor dos primeiros meses estava ali. Não igual; muito maior e melhor a cada dia assim como nossas perversões e o desejo um pelo outro parecia se renovar, e intensificar.
Chiei contra seus lábios quando senti suas mãos na amarra da parte de cima de meu biquíni, mas ele me beijou com maior vontade usando os dentes pra estirar meu lábio inferior antes de tragá-lo entre seus lábios, persuadindo-me.
Uma vez que ele se desfez da peça, a ponta dura de meu seio foi atraída para o calor de sua boca sem delongas, somando minhas sensações. Arqueei minhas costas e meus dedos se enrolaram em seu cabelo com mais fervor, mantendo-o em meu seio ao mesmo tempo em que ele mantinha uma de suas mãos espalmadas em minhas costas. E a outra jogava com meu outro seio, seus dedos induzindo meu mamilo sensível entre seu polegar e indicador enquanto sua palma amassava meu globo a seu próprio prazer.
––– Chupa, ––– ele ordenou de repente num tom cálido, com a ponta de seu dedo do meio rente aos meus lábios inchados. ––– Vamos baby..., sugue meu dedo, mostre-me como deseja fazer em meu pau.
Sob minhas pálpebras preguiçosas fixei meu olhar no dele, tão escuro e perverso incentivando meu desejo, então minha língua deslizou por meus lábios antes de atrair a ponta de seu dedo para minha boca, e logo todo ele.
Taylor gemeu, um som rouco e duro que, me fez tremer e estremecer quando suguei seu dedo longo em minha boca. Minha língua correu –– acima e abaixo, contornando a cada sugar faminto, seduzindo seu dedo mais profundamente enquanto lambuzava com minha saliva, assim como desejava fazer em seu pênis. Contudo, mais cedo do que cobicei, ele se retirou e um resmungo involuntário deixou meus lábios.
Sua boca e dentes voltaram a jogar com meu pescoço e maxilar.
––– O que você está fazendo? ––– Inquiri num fio de voz quando senti sua mão que estava em meu traseiro, puxar a calcinha do biquíni de lado e eu entendi o que ele iria fazer. ––– Tay, seus–.
Seus lábios cobriram os meus com um beijo rápido, logo depois ele chiou rente a minha boca:
––– Shhh... ––– A ponta de seu dedo sondou minha prega minúscula, preparando e dilatando a entrada estreita até introduzir o primeiro nódulo, minha cabeça caiu sobre seu ombro gemendo baixo pela sensação enquanto meus lábios, língua e dentes se enroscavam na pele cheirosa de seu pescoço e aonde mais alcançava. ––– Não tem ninguém aqui baby, só nós dois e ninguém mais pra nos atrapalhar, nem mesmo empregados..., relaxe e me deixe fazer isto.
Seus dentes mordiscaram a pele nua de meu ombro à medida que seu dedo seduzia meu prazer proibido penetrando o segundo nódulo, intercalando movimentos suaves de vai-e-vem e circulares, fazendo-me mole e chorosa em seu colo.
Eriçada da cabeça aos pés, senti uma bola de desejo ardente romper sobre mim, dentro de mim elevando minha excitação numa torrente de sensações deliciosas.
O atrito de nossas pélvis; seu membro duro cutucando minha boceta quando somente uma camada de tecido fino nos separava; meus pontudos mamilos sensíveis por seus beijos lascivos roçando contra seu peito duro à proporção que eram acariciados pelos poucos pêlos que havia ali; nossas bocas e mãos afoitas sobre o corpo um do outro adicionado aos movimentos de seu dedo sensual –– dentro e fora ––, unicamente aglomerava minhas sensações, intensificando-as.
––– Mmmm..., tão apertado e quente... Eu quero você aqui hoje, ––– seu dedo instigou meu prazer, com um ritmo rápido e delirante. ––– Você quer isto Nicole?
Embora já tivéssemos usado aquela área de prazer escuro algumas vezes, a primeira vez como um presente meu para nós dois no dia dos namorados e eu soubesse que Taylor possuía uma tara insana por minha bunda, ou “montes infernais” como ele costumava dizer, ele nunca me tomava lá sem ter certeza de que era consensual.
––– Sim..., ––– ofeguei ébria por seus carinhos ousados e tão maliciosos, cada minuto mais intensos que só me faziam pensar em: mais. ––– Deus, sim, Taylor... ––– Meus lábios correram ao lado de sua orelha, as palavras de gatilho saíram roucas ao pé de seu ouvido antes dos meus dentes mordiscarem seu lóbulo. –––... Quero isto tão ruim como pode imaginar.
Seu gemido de aprovação reverberou em minha pele antes de sentir sua boca sobre a minha novamente, erótica e sensual. Naquele dado momento nós éramos tudo e um pouco mais; menos calmos e cuidados. Choraminguei com o vazio ao sentir seu dedo me abandonar e a calcinha do biquíni voltar ao lugar, mas sua mão se manteve em meu traseiro, forçando meu quadril sobre o dele enquanto a outra domava meus cabelos e ele aprofundava o beijo até que estive tonta em seus braços.
Sentia-me escorregadia entre as pernas e dolorida até a alma para tê-lo fundido a mim. Não era como se nós estivéssemos passado dias e dias sem estarmos juntos intimamente, mas este era o efeito Taylor sobre mim: faminta sempre.
Ele cessou o beijo e eu vibrei por dentro quando ele me retirou de seu colo acreditando que iríamos para o quarto mais próximo, no entanto, esta não era sua intenção senão mais uma aventura que entraria para nossa lista de loucuras perversas.
––– Vire-se..., fique sobre seus joelhos e mãos. ––– Com rouquidão, ele demandou em pé diante de mim, o volume sólido sob seu calção de banho ainda postos sobressaindo além de sua pélvis, me dando água na boca.
 Juntei minhas pernas fortemente, meus dedos apertando minha pele e no processo minhas unhas arranharam minhas coxas quando senti uma fisgada dolorida em meu centro ao vê-lo tão disposto a me satisfazer.
 Tomei um fôlego profundo, achando um fio de coerência e juízo no meio daquela névoa densa que ele havia me induzido, e disse:
––– Para. Aqui não... Seus pais ou sua irmã podem aparecer a qualquer momento–.
––– Nicole, amor, você viu quando eles saíram. ––– Mordi os lábios, indecisa, e ele acrescentou persuasivo. ––– E as visitas aos meus avôs sempre são demoradas. Agora dê a volta baby.
––– Tay, eu acho melhor não..., ––– olhei para os lados, muito tentada, mas também receosa de ser pega no flagra, o que não me parecia nada agradável, embora o proibido me fosse muito atrativo e fizesse aquele momento mais excitante se possível. ––– Vai que eles resolvem voltar mais cedo ou até mesmo sua irmã? Vamos pra dentro...?
––– Medrosa. ––– Zombou.
Cerrei meu olhar, eu sabia o que ele estava fazendo: desafiando-me quando sabia que eu odiava ser desafiada seja pelo o que fosse.
––– Sabe que não sou. Acho que já provei isto na After Party do Oscar, na casa dos seus avôs, no show do Bon Jovi, no cinema, no banheiro do Red¹, no camarim da Ellen² quando quis uma rapidinha ou naquela ruela quando quase fomos pegos pelos paparazzis..., devo continuar listando?
O sorriso malvado curvou seus lábios enquanto seu olhar sacana me corrompia.
––– Vire-se Nicole, ––– disse ignorando minha tentativa de ser ajuizada, muito ciente de que aquele tom baixo e grave entoando meu nome destruía qualquer resistência que ainda possuía. ––– Ninguém aparecerá. Agora me deixe saborear você como eu quero..., na minha língua.
Ah, Deus, como se nega isto?
Nua da cintura para cima, meu corpo agiu antes que meu cérebro processasse meus movimentos, dando a volta me coloquei sobre a espreguiçadeira acolchoada grande o suficiente para nós dois, como ele desejava. Uma posição que me fazia sentir vulnerável, mas obscenamente excitada pelo o que viria.
Ele se moveu atrás de mim e seu suspiro acompanhado de um gemido rouco foi audível.
––– Oh, boy... Esses montes infernais ainda vão acabar com minha sanidade mental ou me levar diretamente para o inferno.
Girei minha cabeça atraída por seu tom quase aflito e o vi, com os olhos gulosos fixos em minha bunda enquanto prendia o lábio inferior em seus dentes, deixando seu semblante deliciosamente sexy aos meus olhos.
Seu olhar me atingiu, cativando-me em sua luxúria então seus olhos se fecharam em fendas enquanto ele me dizia, quase em tom de acusação:
––– Você não faz ideia do quanto está deliciosa nesta posição.
Suas mãos cobriram minhas nádegas um momento antes de sua boca fazê-lo, com beijos rudes e dentes raspando minha pele a cada beijo voluptuoso, minha cabeça elevou à medida que mordi meu lábio e fechava meus olhos para melhor apreciar o prazer do ato.
––– Eu amo seu corpo Nicole, ––– suas mãos inspecionaram minhas curvas –––, me deixa louco todas estas curvas. Mas sabe o que eu mais gosto? Poder foder você com força sem ter medo de te quebrar por estar sendo um pouco selvagem...
Taylor subiu em meu corpo e teceu beijos em meus ombros, então desceu vagaroso escovando seus lábios em minha espinha, molhando minha pele aquecida com sua saliva até chegar ao meu cóccix, onde suas mãos tomaram o trabalho.
Segurando as laterais da minha calcinha, ele desceu a peça com uma lentidão enlouquecedora, como se desembrulhasse um presente desejado e quisesse manter a expectativa por mais tempo antes de tê-lo todo à vista.
Deixando minha calcinha amontoada logo abaixo do meu bumbum, ele retirou suas mãos de mim e embora não o olhasse podia sentir seu olhar febril perpétuo no meio das minhas pernas, voltando-me ansiosa e mais um jato de excitação líquida umedeceu meu lábios vaginais.
Ter consciência de que ele velava-me sem mais nenhuma proteção que ocultasse de seus olhos astutos aquela parte tão íntima de meu corpo, exposta e a sua mercê me fazia tremer de expectativa, era quase dolorosa a sensação de aguardo.
Irritada por sua demora e silêncio, tornei a olhá-lo ainda com o maldito calção, que não fazia nada para esconder sua excitação senão salientar mais.
––– Você só vai ficar aí olhando ou fará algo a respeito? ––– Atirei sem protelar e acrescentei. ––– E este calção? Não vai tirar?
Ele sorriu. SORRIU. Quando eu só faltava queimar e voltar-me em cinzas.
––– Se eu tirar agora..., vou estar dentro de você no segundo seguinte, ––– ele disse rudemente apesar da sugestão de riso em sua voz, sua face estava contorcida numa máscara de prazer atormentado. ––– Não quero isto, não sem antes provar você em minha boca.
Meu orgulho feminino virou piruetas no ar e eu engoli em seco, logo um gemido dengoso arranhou minha garganta ao sentir seus dedos roçarem em minhas dobras, um roçar leve apenas para instigar.
––– Está tão molhada aqui, ––– seus dedos correram mais confiantes espalhando minha lubrificação e penetrando meu canal o suficiente para me fazer desejar mais. Movi minha cabeça para o lado a tempo de vê-lo levar os dedos lubrificados, com meu desejo em sua boca e eu perdi o fôlego com a visão. ––– Gostosa demais..., eu amo como você saboreia, baby, tem sabor de pecado. Me dá água na boca quando a vejo assim.
––– Sei, ––– ralhei –––, agora faça algo ou infernos, Taylor, deite aqui e deixa que eu faça–.
Sua mão correu por uma das minhas nádegas, lento e delicado, as pontas de seus dedos esfregando em meu sexo no processo de subida e descida fazendo minha respiração pesada, e minha irritação pela demora maior e também por suas esquivas cada vez que tentava mover-me em direção aos seus dedos.
––– Eu quero te lamber, gosto de ter você em minha boca.
Gemi frustrada.
––– Eu vou te matar Taylor se...
Minha ameaça morreu dando lugar a um longo gemido de deleite ao sentir sua boca em mim, sua língua escovando minhas dobras sentia-se deliciosamente bem, como o céu e o inferno em terra; juntos.
Áspera, a ponta da sua língua jogou com minha entrada antes de penetrar meu canal tão profundo como podia, entrando e saindo enquanto seus lábios macios acariciavam em volta no processo. Mole pela sensação que me cortava a cada ida e vinda de sua língua, apenas pude deixar meus ombros caírem sobre o estofado e meu rosto colado às costas de minhas mãos à medida que eu choramingava ébria.                                                                                                                         
Ao fundo o som de S&M de Rihanna parecia trabalhar a nosso favor incentivando nossa loucura naquela tarde de domingo.
Devasso, ele segurou minhas nádegas, abrindo-me mais de forma que toda sua boca esteve trabalhando meu caminho para o inferno, lambendo e tomando minha excitação para si como um esfomeado.
––– Foda, Nicole. Está cada vez mais doce..., ––– roucamente, ele disse entre uma lambida e outra, fazendo meu corpo vibrar. ––– Te sinto tão molhada e gostosa em minha língua que não quero parar de te lamber... Nunca vou ter o suficiente.
Meus quadris ganharam vida, porém suas mãos firmes me mantiveram imóvel, cativa de sua boca devassa enquanto murmúrios de prazer abandonavam meus lábios.
Oh, homem, eu me sentia faminta, uma total e completamente pervertida.
Ele me chupava, lambia, como se sua vida dependesse daqueles movimentos afoitos; cuidadosos com aquela parte tão poderosa e delicada do meu corpo.
Uma onda de desejo cresceu em meu corpo em forma de espiral, o prazer supremo se construindo em meu interior me deixando insana por libertação. Tão perto.
––– Não pare Taylor. Por Deus, não faça... Eu estou tão perto...
Chorei em desespero, ansiando com loucura pelo prazer que começava a se assentar em meu corpo. E ele parou.
––– Nãooo! ––– Praticamente gritei sob meus arquejos.
Rapidamente dei a volta, sentando-me na espreguiçadeira de frente para ele, meus olhos raivosos cravados sobre sua face enquanto ele lambia os lábios com um semblante ironicamente inocente.
––– Eu vou te matar Taylor. Juro que vou. ––– Prometi dolorida. ––– Vou te deixar de castigo por meses, anos. Infernos, eu só vou te matar! E-e-eu...
Minha voz crepitou à proporção que meus olhos outrora raivosos apanharam suas mãos sobre o calção, se livrando daquela peça maldita, como um toureiro balançando a bandeira vermelha na frente de um touro bravo e meu brinquedo particular saltou fora.
Reto. Espesso. Duro, tão duro que podia enxergar as veias latejando. A cabeça vermelha em formato de cogumelo brilhando pelo líquido pré-seminal. E salivei enquanto sentia uma pontada aguda atingir minha vagina, a dor gostosa, porém torturante afligindo a minha entrada se alastrou por minha virilha.
––– Shhh..., ––– ele se desfez da minha calcinha e se colocou entre as minhas pernas, empurrando-as abertas com suas coxas e me fazendo deitar no processo. ––– Não vai fazer nada amor, somente vai gozar comigo dentro de você.
Com o coração batendo descompassado, minha respiração difícil e meu tronco elevado por estar apoiada em meus antebraços, observei ele segurar logo abaixo da cabeça de seu pênis e pincelar minha intimidade, desde minha entrada até meu clitóris. Indo e voltando numa tortura prazenteira.
Eu poderia gritar e dar-lhe uns tapas, afinal, ele persistia em me atormentar tardando meu orgasmo, mas então, a sensação gostosa do ato adicionado aos meus olhos gulosos e deslumbrado pela cena, me deixaram um tanto quanto torpe.
Taylor encaixou a cabeça de seu membro na minha entrada, contudo, não me penetrou. Então seu corpo cobriu o meu sustentando o peso de seu torso em seus antebraços posicionados ao lado do meu corpo, minhas pernas agarraram sua cintura e minhas mãos correram por seus flancos indo para suas costas, sentindo seus músculos tensos.
Uma de suas mãos se moveu, com um gesto afável apartando alguns fios do meu cabelo que haviam se aderido a minha face, então seus lábios depositaram um beijo casto em minha boca, logo após seu olhar me envolveu.
E naquele momento que nossos rostos estavam tão próximos, com nossos olhos presos um no outro e seu hálito quente batendo em minha face como uma carícia tenra, eu ansiei não deixá-lo nunca.
Foi assim, olho no olho e nossos lábios entreabertos nos embebedando com o fôlego trôpego um do outro, que ele me preencheu vagaroso. Polegada por polegada até que eu não podia respirar pela sensação de tê-lo dentro de mim. Seu quadril retrocedeu e voltou naquela lentidão angustiante, mas inebriante cavando seu caminho em meu calor acetinado, uma e outra vez enquanto eu resfolegava maltratando meu lábio inferior, lutando para me acostumar com a sensação de tê-lo afogado em meu canal.
Minhas unhas marcaram sua pele e nossos gemidos se misturaram quando ele esteve todo dentro de mim. Estava cheia, deliciosa e dolorosamente cheia dele.
O calor escaldante de seu pênis mesclado ao meu próprio era enlouquecedor, seu pulsar instigava fazendo minhas paredes internas latejarem, aderindo-se ao seu redor como um punho firme e apertado.
Tragando. Ordenhando. Puxando mais profundamente.
––– Cacete! É tão apertada baby. ––– Ele moeu fora mordiscando meu queixo e a linha do meu maxilar. ––– Sempre tão lisa e escorregadia..., muito gostosa Nicole.
Sua declaração apenas me fazia mais atormentada.
––– Por Deus, Taylor, mexa-se. Agora!
Ele levantou seus olhos minguantes pra mim, a força e a intensidade de seus orbes escuros pela paixão que compartilhávamos sobre os meus, impedindo-me de apartar meus olhos dos seus ou fechá-los.
Com o sol de camarote partilhando de nosso prazer, Taylor apoiou seu troco nas mãos, seus braços esticados ao meu lado e começou a se mover numa dança lenta. Erótica e sensual. Dentro e fora. Dentro e fora.
Santo Deus, eu amava àquilo, amava senti-lo deslizar dentro de mim sem nada mais. Pele a pele. Calor contra calor. Umidade morna contra a dureza aveludada de seu membro. Nada mais me fazia delirar e ficar à deriva como ele possuindo meu corpo.
Não havia necessidade de proteção entre nós, fazíamos exames periodicamente e meu controle de natalidade estava em dia. Logo depois de nossa primeira transa havíamos decidido que queríamos sentir um ao outro sem nenhuma barreira, nenhuma preocupação que não fosse dar e receber prazer um do outro.
Estávamos seguros e desprovidos de qualquer incomodo naquele momento.
Deslizei uma de minhas mãos acima tomando sua nuca e trouxe sua boca sedutora para a minha, beijando seus lábios sem pressa, apenas colocando naquele ato todo meu sentimento por ele e o que ele me fazia sentir quando em sua presença. Ele devolveu o beijo, sua boca úmida e quente se movendo em sincronia com minha, a língua áspera seduzindo a minha em um sugar açucarado, os sons estalados incitando minha paixão.
Seu perfume, uma mistura cítrica e de especiarias finas permeava ao meu redor, penetrando meus poros e alagando minha mente. Marcando-me de todas as formas possíveis. Só podia sentir ele. Taylor por toda parte.
Ele manteve o ritmo angustiante até que eu estive desesperada movendo meu quadril de encontro a suas apunhaladas, exigindo num pedido mudo um ritmo mais condizente com nossa necessidade.
Disparos de prazer bombardearam meu corpo enquanto ele me beijava e penetrava, o prazer afiado causava-me dor pelo orgasmo retardado.
––– Mais duro! ––– Demandei entre gemidos baixos, quando ele cortou o beijo, mas manteve seus lábios próximos aos meus.
––– Como? Assim? ––– Ele aumentou o ritmo, porém não o suficiente e manteve, me testando. ––– Talvez um pouco mais duro, ––– ele saiu quase todo e voltou, seu martelar constante obrigando meu corpo a se mover para frente e para trás cada vez que nossos quadris se chocavam. Não era o bastante ainda e espremendo meus olhos em fendas fi-lo saber disso à medida que minhas unhas cravavam em seu traseiro duro. ––– Safada... ––– Grunhiu e eu sorri, então ele acrescentou numa demanda. ––– Se toque baby.
Minha mão desceu abrindo caminho entre nossos corpos, e então, quatro coisas aconteceram simultaneamente quando as gemas de meus dedos encontraram meu clitóris.
Minhas costas se arquearam e seus lábios atraíram um de meus mamilos doloridos no calor de sua boca, sua língua jogou em volta da ponta dura e sugou com força arrancando-me um grito tanto de surpresa como de dor/prazer enquanto lançava minha cabeça para trás. Ele tomou o outro lhe dedicando a mesma atenção.
Eu podia sentir a bola de excitação, o prazer duro e quente, o orgasmo crescendo a partir do ponto onde meus dedos massageavam prestes a explodir, no entanto, precisava de mais... Mais dele!
––– Não brinque mais Taylor, ou eu juro q-que...
Sua respiração soprou em minha orelha, um vestígio de seu riso malvado eriçando meu pêlos ele então puxou seu pênis do meu canal, e minha excitação tão aguda foi dolorosa que lágrimas brotaram detrás de meus olhos.
––– Me diz o que você quer Nicole. Diz pra mim, baby..., diz que eu te dou o que quiser. ––– Ele murmurou suave e doce enquanto torturava minha orelha e logo abaixo, com mordidas leves, lambidas e sucções que me fizeram chorar enquanto ele me penetrava tão vagaroso que poderia ser considerado um crime. ––– Está tão gostoso assim... Mmmm..., que delícia essa apertada que você dá, me põe louco.
Cruzei meus tornozelos logo acima de seu quadril expondo-me de maneira que ele penetrou mais profundamente, e então, tomei seu rosto em minha mão, no processo meus dedos puxando os fios de seu cabelo rudemente quando lhe bradei as palavras cruas:
––– Quero que me foda, maldição. Mais rápido. Mais duro. ––– Pausei então acrescentei, adocicando meu tom, apesar da ordem. ––– E eu quero agora, amor. Sem mais joguinhos. Por favor.
Apoiando uma das mãos acima da minha cabeça, a outra se empunhou minha nuca e sua boca me tomou num beijo duro e voluptuoso enquanto suas coxas empurravam minhas pernas mais abertas se possível.
––– Se segure em mim.
Assim que estive travada em seu corpo, Taylor empurrou com um impulso brusco, a ponta de seu pênis tocando meu útero e seus escrotos pesados chicoteando minhas nádegas, tirando gemidos mútuos e altos de nós dois.
Ele se retirou e voltou impondo um ritmo constante, duro e rápido. Mais profundo. Mais forte. O atrito descuidado de quadris fazendo-se audível a nossa volta, mesclando-se ao som molhado do chocar de nossos sexos. Sua pélvis acariciava meu clitóris a cada vai-e-vem numa fricção dura, estimulando meu prazer a se soltar das amarras.
––– Sim. Deus, sim. Foda-me assim Taylor.
Meus músculos agarraram-no com força para levá-lo mais longe, todo o caminho para dentro. Meus quadris se ondularam com as suas estocadas, tomando o máximo de seu pênis como podia, apertando sua rigidez a cada dura invasão.
Suor cobria nossas peles deixando nossos corpos escorregadios, movi minha cabeça para o lado e trabalhei minha boca em sua pele, marcando-o enquanto tentava seguir seu ritmo frenético.
Ele estava me matando de prazer, possuindo-me como se não estivesse tendo o suficiente, não tivesse aprofundado como desejava, como se o ritmo ainda não fosse o bastante para nos fazer ver não estrelas senão galáxias inteiras.
Solucei sentindo meu prazer deslizar quente até meu centro, minha pele estava toda arrepiada, meus músculos tensos retesando meu quadril e minhas pernas se encolhendo mais acima ao mesmo tempo em que o apertava contra mim.
––– Não posso segurar mais... ––– Ouvi sua voz grave e dura em alguma parte da minha cabeça enquanto ele bombeava dentro de mim num ritmo insano.
Ele enfiou duro mandando faíscas da sensação do meu núcleo até as pontas de meus dedos. Suas estocadas se voltaram mais firmes e frenéticas e minha mente pulverizou, sentindo-o expandir impossivelmente maior em meu interior.
Minhas costas curvaram animalescas lançando minha cabeça para trás enquanto meu quadril se contraía duramente e meus músculos internos agarravam seu pau com violência, ordenhando quando o orgasmo me atingiu saqueando meu fôlego, minhas batidas cardíacas e minha alma do corpo. Murmúrios desconexos abandonaram meus lábios à proporção que eu cobiçava com desespero que a sensação deliciosa de desprendimento não me abandonasse nunca mais.
Embriagada na sensação, somente pude sentir seus jorros quentes me enchendo ao passo que seu quadril batia contra o meu com impulsos lentos, porém ferozes, poderosos e ouvia seus gemidos duros rentes ao meu pescoço.
Taylor diminuiu até que seus movimentos cessaram e ele desabou sobre mim. E eu unicamente podia sentir o relaxamento pós-coito assentar em minha pele e os sons altos de nossas respirações afobadas. Meu coração parecia pulsar fora de meu corpo.
Segundos ou minutos depois, senti seu sorriso contra minha pele, então seu riso baixo chegou a meus ouvidos enquanto meus dedos acariciavam suas costas.
––– O que foi? ––– Curiosa, sondei sob meus arquejos, movendo minha cabeça para o lado, para ele.
Um beijo seguido de uma mordida fraca marcou meu pescoço, antes de ele levantar seu rosto para mim se sustentando em um de seus braços.
––– Para quem não queria, até que você implorou pouco, não?
Cerrei meus olhos e lambi meus lábios inchados pelos seus beijos.
––– Eu não disse que não queria, ––– contradisse –––, apenas que fossemos pra dentro, porque ser pega flagra trepando com você por um dos empregados ou até mesmo seus pais e Makena, definitivamente não está na lista de coisas que desejo fazer antes de morrer.
––– Bom saber.
Ele abaixou sua face e me beijou desta vez sem pressa, com calma apreciando o beijo casto, sua língua acariciando a minha.
Com um último beijo molhado sobre meus lábios, ele se moveu saindo do meu corpo, o movimento ainda causando minis espasmos em meu ventre e ardor à medida que a sensação de vazio fazia-me desejar implorar a ele que me penetrasse novamente.
Entretanto, a sensação foi rapidamente substituída pela surpresa quando ele esteve sentado abaixo de meus quadris olhando para minha boceta sem nenhum pudor.
Sustentando-me em meus próprios antebraços, perguntei:
––– Como você pode estar duro ainda?
––– Este é seu efeito em mim, baby. E eu não estou duro, semiereto sim, mas logo estarei pronto pra você. ––– Ante minha face espantada não por seu estado de alerta, mas por ele ainda estar disposto a mais quando eu não aguentava nem minhas pernas. Ele encenou uma face séria e continuou. ––– Preferiria alguém menos disposto ou que tivesse que usar algum remedinho?
––– Não. Claro que não.
––– Então se vire, pois se me lembro bem ainda não terminamos, há um traseiro infernal me aguardando..., não vamos pra dentro, quero aqui.
Eu tinha aberto a boca para protestar, mas suas palavras me calaram. Ele se levantou, sua palma correndo por seu membro, com movimentos lentos.
Com um falso aborrecimento, eu disse enquanto me virava:
––– Você está muito pervertido, sabe?
––– Serei mais santo da próxima vez. ––– Sua declaração me fez olhá-lo enquanto ele voltava a cobrir meu corpo com o seu, seus braços esticados ao meu redor, então ele sorriu, um curvar de lábios malicioso e mordeu a ponta da minha orelha. ––– Estou brincando delícia. Não há modos de ser inocente com você, não sabe? É uma diaba!
Curvei meus lábios travessa, adorava sua faceta rebelde quando estávamos salvos dos holofotes e de qualquer pessoa que pudesse atrapalhar nossa intimidade.
Minha língua correu por minha boca ao sentir a dele deslizar abaixo por minhas costas até chegar a minhas coxas e voltou ao meu bumbum.
Deitada sobre meu estômago, eu mantive meu torso elevado com a ajuda de meus antebraços, minhas pernas estava estiradas e juntas, e meus tornozelos cruzados. 
Girei minha cabeça para o lado e o vi mordiscar meus globos e apertá-los em seus dedos um momento antes de separar as partes, e sua língua correr por minha fenda, e meu orifício minúsculo.
A ponta de sua língua instigou em volta umedecendo e obrigando-me a empinar meu traseiro para ele num movimento involuntário, seus movimentos avivando minha paixão. Sentando-se sobre minhas coxas de forma que não sentisse tanto seu peso, seus dedos se juntaram a sessão de preparação penetrando minha boceta e logo depois se arrastando acima, lubrificando meu ânus antes de penetrar com cuidado.
Um dedo; a cada nódulo introduzido seu dedo se movia para o meu prazer, dilatando com movimentos circulares e de vai-e-vem. Então, um segundo dedo se juntou a festa e eu deixei minha cabeça cair gemendo, presa na sensação enquanto meu quadril se movia timidamente em direção a sua mão.
––– Mmmm...
––– Que delícia Nicole..., você é tão quente aqui, impossivelmente apertada. ––– Murmurou batendo seus dedos dentro de mim. ––– Tanto que meu pau está duro como uma pedra, latejando de vontade de se enfiar em você.
––– Por favor, Taylor, faça... Só faça.
––– Estamos apressados?
––– Assim como trocamos os papéis, uh? ––– Retruquei sob meu choramingo, consciente de que aquele sarcasmo traria sobre mim. E a resposta veio em seguida, dentes afiados marcando uma de minhas nádegas. ––– Ai, porra! ––– Exasperei e acrescentei com dissimulada inocência. ––– Por que fez isso, seu puto?
––– Você está muito atrevida, ––– resmungou e cuspiu na minha prega –––, vamos ver se eu consigo domar esse seu atrevimento. ––– Ele disse num tom assombroso, posicionando a cabeça de seu pau em meu ânus.
Estremeci e tentei relaxar, meus dentes cavando meu lábio inferior ao passo que flexionava meus joelhos levemente empinando meu quadril e empurrando contra quando ele forçou a penetração até que a cabeça esteve alojada dentro do meu buraco minúsculo, se contraindo em volta dela, cobiçando mais adentro.
Ele parou abrindo minhas nádegas e começou a empurrar novamente, lentamente cavando um túnel apertado, se infiltrando nas profundezas obscuras de meu corpo até que ele estava todo dentro de mim e sua respiração pesada batendo em minha nuca.
Anal não era uma novidade para nós, assim sendo, não era como se não soubesse o que esperar, porém era sempre como a primeira vez: doloroso; gostoso.
Um prazer escuro e proibido. O indecente e perverso era malditamente bom oferecendo um ingrediente a mais para nossa excitação desenfreada.
Mas o proibido era assim, não? Tornava tudo mais atraente, mais divertido, mais gostoso. E, Deus, eu adorava aquela sensação, aquele prazer potencializado que me fazia desejar tê-lo enterrado lá para sempre.
––– Se continuar me apertando assim não vou durar mais que um minuto. ––– Alertou com um toque de irritação quando meus músculos se apertaram fortemente a sua volta e ele passou a se mover lentamente.
Minha nata escorreu quando minha vagina aquecida pulsou invejosa ante sua declaração erótica, meus mamilos doíam a cada entra-e-sai forçando a pontas sensíveis rasparem contra o estofado outrora macio.
Gradualmente, ele intensificou o ritmo alternando suas apunhaladas, das rasas e rápidas às profundas e lentas enquanto depositava beijos em minhas costas, ombros e pescoço. Taylor me deu tudo, mais e mais até que esteve batendo dentro de mim num frenesi alucinante, potencializando meu desejo e acordando meu corpo para mais um orgasmo.
Palavras desconexas mescladas aos nossos gemidos e murmúrios de prazer embalava o ar; o som da nossa dança proibida enchia meus ouvidos; suas coxas posicionadas ao lado das minhas acariciavam minha pele a cada vai-e-vem à proporção que seu quadril moía contra meu, que se mexia e remexia recebendo cada penetração, e seu peito se esfregava contra minhas costas.
Tudo nos impulsionando ao prazer supremo, afiado.
Uma de suas mãos se entrelaçou na minha enquanto a outra arrebatava meu rosto para um beijo exigente sem perder a cadência de seus movimentos.
Espasmos começaram a implodir no meu baixo ventre, meus dedos dos pés se enrolaram ao mesmo tempo em que sua outra mão se juntou a minha livre, nossos dedos se apertando simultaneamente assim como nossas coxas tremiam pela paixão que se derramou sobre nós como um bálsamo.
Prazer, puro e simples explodiu a partir do meu núcleo, e trabalhou seu caminho para fora de minha pele, até as pontas dos pés e cada fio de cabelo. Meu orgasmo me quebrando e derretendo minha mente enquanto o sentia vir comigo, com penetrações precisas e firmes, e jatos abundantes de seu sêmen banhavam meu interior.
Espasmos mais intensos fizeram meus músculos internos tremerem e engoli-lo com uma fome desmedia até que estávamos verbalizando nossos orgasmos na boca um do outro, com gemidos e palavras atordoantes.
––– Santo Deus!
––– Mas o quê...?
Vozes chocadas, soando em uníssono chegaram até mim um segundo depois de Taylor desabar sobre meu corpo, colando-o inteiramente no estofado enquanto o seu me esmagava, pregado as minhas costas.
Eu não precisava olhar para saber que meus sogros tinham chegado e estavam assistindo de camarote a nossa paixão perversa. Ou devo dizer de Tay enterrado tão profundamente dentro de mim que eles dificilmente sabiam discernir quando um começava e o outro terminava?
––– Acho que os gatos chegaram³. ––– Taylor sussurrou ofegante, com sua respiração densa e irregular aquecendo a curva do meu pescoço.
Droga!
_________________________
¹Red: Uma rede de restaurante mexicano;
²Ellen: The Ellen DeGeneres Show é um talk-show (como o programa do Jô) apresentado pela Ellen DeGeneres, no Brasil é exibido pela GNT;
³Acho que os gatos chegaram: citação ao dito popular “quando os gatos saem os ratos fazem a festa”.



FIM


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