28 fevereiro 2014

Fanfiction: Bizarre Love triangle – BLT - Cap 13

POV  Robert na cafeteria:


Eu olhei pra frente durante a cena e a vi. Uau! Foi o que pensei na hora. De onde conheço esse rosto tão perfeito? Continuei a gravação da cena pensando nela.


- Corta! Valeu Pattinson. Temos um tempo até guardar o equipamento. Faça seu recreio - disse o chefe da equipe rindo

- Isso se você conseguir fugir delas. - ele apontou para as mil adolescentes que se empoleiravam em cima dos seguranças, tentando invadir o set de gravação e chegar perto de mim.


- Ahhhhhh!!! Robert eu te amoo.

- Aiiiii.... Sou totalmente Team Ed. Me beijaaaaaaaa!!!

Revirei meus olhos e acenei com um sorriso amarelo para elas. Dei graças a deus pelos seguranças nessa hora. Às vezes essas meninas me assustavam.

Mas eu sabia que aquela mulher não era uma fã como as outras. De onde eu a conheço? Era a pergunta que martelava em minha cabeça. Fui até meu diretor e amigo Allen Coulter para perguntar. - Quem era aquela mulher linda que me encarou durante a cena?

Allen estava dirigindo meu novo filme, “Remember Me”, e ficamos muito próximos. Sempre rolava uma disputa para ver quem pegava as modelos mais bonitas, as mulheres mais gostosas. Até a Kristen ele tentou.

- Quem? - ele perguntou, mas fez uma cara maliciosa. Eu tinha certeza que ele sabia de quem eu estava falando. Allen fazia isso toda vez que nos interessávamos pela mesma mulher, o que era quase sempre. Pra minha sorte, eu sempre ganhava.

- Uma loira maravilhosa que apareceu no meio das alucinadas. Você viu que eu sei.... - disse a ele com sorriso torto nos lábios colocando a mão em seu ombro. Allen não deixaria passar uma mulher bonita, e aquela com certeza era linda.

- Ha, ha, ha.... Eu não consegui te enganar não é? - disse ele. -É claro que eu vi. Ela está bem ali, sentada com uma amiga. - ele mostrou fazendo um movimento com a cabeça. - Você não perde tempo, hein cara? A mulher é maravilhosa....

- O rosto dela não me é estranho... - eu disse a ele olhando em direção a ela, mas sabia que ela não podia me ver. Conversava com a amiga e parecia aborrecida, pois a outra estava rindo dela. - Parece que já a conheço...

- Claro que conhece, Robert. - ele disse batendo em meu peito e revirando os olhos. - Ela é Flávia Sánchez, atriz que está fazendo o maior sucesso na Broadway naquele musical do livro que você encena nos cinemas. Ela é muito boa como atriz, viu? Sem contar que é estonteante. To até pensando em chamá-la para trabalhar em Hollywood.
- Ah, sei!!! A brasileira, é claro! Só falam nela nos jornais. - eu disse me lembrando dela nas revistas e entrevistas de TV. Olhei para ela de novo. Ao vivo ela era ainda mais linda. ....

Allen continuou falando mais um pouco o que ele sabia sobre ela. Foi então que ele me olhou sério. - Putz... Já vi tudo. - ele disse colocando as mãos na cintura e abaixando a cabeça, ficando meio de lado. Levantou o olhar e me disse, encarando:

- Você vai chegar nela, não vai? Cara!! Será que dá pra parar de querer pegar as garotas que eu quero? - e nós dois começamos a rir.

- Fazer o que, meu caro. Eu não era galã, mas vocês me fizeram assim. - apontei para ele e para toda a equipe de filmagem e rimos mais alto. Ele fez um sinal com a cabeça como quem diz “Vai logo lá” e eu fui em direção a mesa dela.

O cordão de isolamento de seguranças me seguiu até lá para evitar que algumas das alucinadas pulassem em cima da mesa em que ela estava. Flávia ainda falava com a amiga. Usava uma roupa leve, parecia que tinha ido caminhar no parque. Se mostrava contrariada e sem graça, mas isso a deixou ainda mais encantadora.

Me aproximei da mesa em que ela estava e pude ouvir a conversa das duas. Elas estavam falando sobre mim. Cheguei bem na hora em que ela dizia que sabia que eu era.

- Oh, que pena. E eu vim me apresentar. – ela virou o rosto para ver quem estava falando. – Posso me sentar um minuto com vocês? – com um sorriso e sem entender nada ela continuou muda me olhando. Tinha um olhar angelical.


- C-C-Claro. – falou puxando a cadeira pra que eu sentasse – Desculpe o mau jeito, é que não estávamos esperando. – ela disse sem graça.


Fiz um gesto para a garçonete que estava no balcão e pedi um café para mim. Voltei a olhar para a mesa e as duas ainda estavam paradas me olhando com um olhar que era um misto de surpresa e admiração.

- Então... – disse olhando para elas de maneira suave para ver se não ficavam tão assustadas. Eu sabia que não era tão simples assim. – Você é Flávia, não é?- ela me olhou um pouco incrédula, assim como sua amiga. – Flávia Sánchez , a atriz que está aparecendo na Broadway. Já ouvi falarem muito bem de você.

Nessa hora sua amiga soltou uma gargalhada e quase cuspiu na nossa cara o que estava bebendo. - Você não lembrava dele, mas ele sabe quem você é? Hilário... - e continuou rindo.

Ela revirou os olhos, falou uma brincadeira qualquer e eu sorri. Percebi que ela deu um leve suspiro, o que me agradou muito. Opa! Estou agradando. Pensei na hora e me encorajei para iniciar uma conversa.

- Brasileira, não é? - perguntei - O que está achando de tudo por aqui? - eu queria saber tudo sobre essa mulher. Sentado perto dela pude sentir seu perfume e quase enlouqueci.
Era perfeito para ela, uma mistura de flores, mel e canela. Ela parecia uma pintura de tão linda, sem contar que tinha um corpo fenomenal.

- Bom... - ela disse - No início eu estava muito presa na peça, sabe. Agora que já estreamos é que estou saindo mais, realmente estou conhecendo NY. Mas já posso dizer que acho tudo incrível.

Conversamos mais um pouco sobre a peça e finalmente chegamos até onde estávamos hoje.

- Robert, não se iluda. - disse a amiga dela tentando ser engraçada. - Ela nem sabia quem você era quando falei seu nome. - percebi que Flávia não gostou muito do comentário da amiga, mas tentei deixá-la menos constrangida.

- Então você foi lá pra ver quem eu era? - eu disse sorrindo e me divertindo com a situação.

- Eu não sou muito boa para nomes, desculpa. - ela falou ainda sem graça.

Falamos ainda sobre muitos outros assuntos, teatro, cinema, fama, Brasil, Inglaterra, NY.... Contei a ela sobre o novo filme que estava filmando e que já estava em fase final das filmagens do último livro da saga. Enquanto falava com ela pude perceber seu olhar de admiração e acabei me perdendo naquele olhar. Seus olhos verdes eram como esmeraldas. Vi quando intensifiquei meu olhar em seus lábios e ouvi seu coração bater mais forte. Dei um leve sorriso e ela me olhou sorrindo também.

- Pattinson, temos que ir. - uma voz me chamou.



- Meu recreio terminou - disse a ela rindo, porém um tanto decepcionado. - Foi um prazer conhecê-las senhoritas. Vocês costumam frequentar muito esse lugar? - precisava saber se iria encontrá-la de novo, nem que fosse naquele café.

- Bom, nas segundas-feiras não tem espetáculo, nem ensaio. Então aproveito pra caminhar e tomar um cappuccino com minha amiga. É quando posso fazer alguma coisa, porque nos outros dias me dedico ao espetáculo. - ela falou e eu agradeci as segundas-feiras. Com certeza daria um jeito de voltar naquele café para encontrá-la.

- Então devo imaginar que você estará aqui na próxima segunda-feira? - disse olhando bem fundo em seus olhos e fiquei em pé esperando sua resposta.

- Er... talvez, é possível. - ela disse, ainda meio sem jeito, mas não era a resposta que eu queria ouvir. Ela era diferente! Com certeza se fosse outra já teria me passado o telefone ou marcaria o próximo. Ela me fascinava, era um desafio.

- Ok, contarei com a sorte então. Até mais ver, senhoritas. - as cumprimentei segurando suas mãos e me permiti demorar-me um pouco mais segurando a mão dela. Olhei-a bem fundo em seus olhos e senti que ela retribuiu o olhar. Tenho que conquistar essa garota! Foi o que pensei nesse momento.

Voltei até o grupo que me acompanhava e sai do café acompanhado de meus seguranças. Algumas alucinadas me seguiram e eu nem consegui dar um último olhar para ela. Eu estava hipnotizado.

-Caras! Vocês viram que mulher incrível? - perguntei para os seguranças que nessa hora me acompanhavam até meu carro. - Nossa! Não vou embora. Tenho que fumar um cigarro. Me acompanhem, mas mantenham distância. Preciso pensar um pouco sozinho. - falei para eles e entramos no Central Parque para uma caminhada.
Os dois homens ficaram andando próximos a mim, mas não dava para percebê-los. Aprendi que quando se anda com seguranças chama-se mais atenção do que se gostaria, então sempre os levava para uma emergência, mas sem que fossem percebidos. Josh e Carlos eram os melhores nisso.

Fui caminhando lentamente até a estátua da Alice que tem no meio do parque e fiquei observando as pessoas passarem enquanto fumava calmamente meu cigarro.

De repente o vento soprou forte e eu reconheci o perfume que vinha diretamente até mim. Me virei e lá estava ela. Flávia! Linda. Olhando para mim com um enorme sorriso nos lábios.

- Ora, ora, ora, duas vezes em um mesmo dia. Posso me considerar um homem de sorte. - disse enquanto descia e ia a seu encontro. Apaguei meu cigarro e começamos a caminhar juntos, lado a lado.

- Então Flávia ... - eu disse - O que te trouxe até mim de novo? Brincadeirinha...- eu estava muito animado, poderia finalmente me aproximar ainda mais dela.

- Sai da cafeteria e resolvi dar uma volta antes de ir pra casa - ela disse, mas eu percebi que estava um tanto chateada.

- Mas e sua amiga? - eu quis saber.

- O namorado dela chegou e está com ela. Mas e você? Veio aqui para... fumar? - ela me disse fazendo uma careta. Ops! Duas informações que eu acabara de descobrir, a primeira era que se a amiga tinha namorado, ela também deveria ter. Claro! Como é que um avião desses ia ficar dando mole por ai. A segunda era que ela não gostava de cigarros. Um ponto a menos para mim...

- Um velho hábito que não consigo largar. Por favor, reconsidere por mim. -fiz cara de piedade e comecei a rir. Ela riu comigo, até que não tinha queimado tanto meu filme.

Começamos a conversar um pouco enquanto caminhávamos. Ela me perguntou se eu não tinha medo de ficar sozinho em pleno Central Park.

- É ..., na verdade, eu não estou sozinho. Estou com você. - eu disse olhando pra ela e sorri.

- Ah ta! Não conte comigo para segurar essas adolescentes alucinadas que te perseguem. - falou para mim e eu tive que rir. Ela era espirituosa! Cada vez mais eu me empolgava por ela.

- Mas fique calma. Eu estou com seguranças à paisana. - apontei para Josh e Carlos que andavam próximos a nós, mas que pareciam estar passeando no parque. Ela pareceu ficar mais relaxada a medida que conversávamos e caminhávamos pelo parque.

De repente, como se tivesse se lembrado de alguma coisa Flávia parou e levou a mão à cabeça segurando os cabelos na testa. Parecia preocupada com alguma coisa.

- Desculpe Robert, mas eu tenho que ir. Estão me esperando para jantar. - ela me disse, já saindo em direção ao prédio. Hum.... como eu suspeitei. Um namorado....

- Tão cedo? Ok, então. Posso pelo menos ficar com seu telefone, para o caso de precisar de segurança contra adolescentes? Ou quem sabe para tomar um cappuccino? - eu disse sorrindo meio de lado. Tinha que ver essa mulher de novo - Posso?

- Hum... é.... claro, anota ai. - e anotei em meu aparelho de celular - Mas eu realmente estou atrasada. Foi um prazer. Até mais ver.

Nessa hora aconteceu a coisa mais maravilhosa de todas! Flávia me abraçou e me beijou no rosto. Fiquei estático, sorrindo, mas ainda assustado com seu gesto.

- Ai desculpa. É que no Brasil nos despedimos assim e .... - tive que interrompe-la, fazendo igual nela e nós dois rimos.

- Vou adorar conhecer mais coisas sobre o Brasil com você, Flávia. - falei a ela e a vi ir para casa.

Peguei o celular. Eu tinha que contar pra alguém sobre a mulher maravilhosa que eu tinha conhecido. Pensei por um momento e tive certeza. Disquei os números.

- Alô Taylor? Sou eu Rob. Cara! Conheci uma gata.....


N/A: Achei legal mostrar para vcs o POV de Robert ao conhecer nossa protagonista. O que acharam???? Acho que desde o começo a atração foi forte mesmo.... Bom, agora vcs já sabem. Vamos ver o que mais acontece? Acompanhando o próximo capítulo em 3.... 2.... 1...... Beijos apertados e Abraços sufocantes! Flavinha.


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