19 fevereiro 2014

Fanfiction: Descoberta – Capítulo 16

    
Taylor:
-Tem certeza que vocês querem mesmo ir hoje? –Jay perguntava enquanto eu colocava nossas malas ao lado da porta.

-Sim. Já compramos as passagens e tudo! Não vejo a hora de sair daqui! –Falei, olhando-a, vendo Jessie suspirar no outro lado da cozinha. – Jessie... –  Eu me aproximei. –Não precisa ir se não quiser! –Falei, alisando seu braço.


-Não estou preocupada comigo, Taylor! Estou preocupada com você! –Ela me olhou atenta. –Não quero que se arrependa mais tarde de ter desistido hoje! –Completou.
-Vamos antes que a gente se atrase! –Me afastei e fui até Jay, me despedindo e agradecendo.

-Voltem sempre! –Jay acenou quando fechamos o porta mala do taxi que estava em frente a casa.

Devolvemos o gesto e entramos, indo a caminho de Seattle.
Eu não iria pensar em ficar lá ou não. Não pensaria se o que eu estava fazendo era certo ou errado. Tudo que eu queria erra voltar pra minha verdadeira casa. Meu apartamento me fazia uma falta danada.

-Se eu começar a babar, você me acorda? –Jessie disse baixo quando nos sentamos nas confortáveis poltronas do avião, uma no lado da outra.

-Tudo bem! –Concordei rindo. –A não ser se eu babar antes! –Brinquei, fazendo-a rir também.

-Vamos voltar para nossa pacata vida! –Jessie fechou os olhos, relaxando na poltrona ao meu lado.

-Se Deus quiser! –Concordei fazendo o mesmo.

      No final das contas, eu devia muito a Jessie, ela tinha se tornado meu apoio nos últimos dias.

-Se resolver fazer uma festinha no seu apartamento, vou arranjar barraco, ok? –Ela completou.

-Ok! –Ri.

    Acho que vocês não sabem, não é? Mas o prédio onde é meu apartamento, é dos pais dela e por isso, ela mora no mesmo prédio que eu, mesmo depois dos pais dela comprarem uma casa em Santa Monica pra família. Jessie preferiu morar sozinha no apartamento.

    Mas por não ter tido uma boa noite de sono, eu acabei cochilando, a viagem toda.
...
   Acordei com uma voz eletrônica nos avisando que já estávamos em Los Angeles. Jessie estava com a cabeça em meu ombro e ainda dormia.

-Jessie, chegamos! –Falei baixo, tentando acorda-la.

-Uhum! –Ela murmurou ajeitando a postura e passando a mão no rosto.

     Saímos do avião logo depois e pegamos nossas malas, mas antes de ir pra casa, paramos para fazer um lanche perto do aeroporto mesmo.

-Vai fazer o que a noite? –Perguntei enquanto comíamos um sanduiche.

-Não sei, por que a pergunta? –Ela me olhou tranquila.

-Eu ia te chamar pra ir ao bar comigo! –Contei.

-Vai ficar bêbado pra esquecer-se da vida? –Ela ergueu uma sobrancelha pra mim.
-Pretendo! –Respondi sem olha-la.

-Vou pensar no seu caso! – Ela completou e eu assenti quando já estávamos acabando.

    Quando saímos dali, pegamos um taxi e fomos para nossa casa. Carregamos as malas pra dentro do prédio e ela saiu no andar a baixo do meu, e eu dei graças a Deus quando cheguei ao meu apartamento.

    Deixei a mala de lado e fui direto tomar um banho, colocando uma bermuda e me jogando no sofá, ligando a TV até perder a noção do tempo com isso.
    Já estava escuro quando alguém bateu na porta. Me levantei e fui atender, vendo Jessie com uma garrafa de vodka na mão, sorrindo.

-Se o bêbado não vai até o bar, o bar vai até o bêbado! –Ela sorriu, entrando quando dei passagem a ela.

-Você não me respondeu se você ia ou não! –Me defendi.

-Por isso eu trouxe isso pra você! –Ela colocou  garrafa de vodka na mesa ao lado do sofá. –Bem, qualquer coisa, eu estou lá embaixo! –Ela voltou pra porta, mas eu a segurei antes que ela saísse.

-E qual é a graça de beber sozinho? –Eu ergui uma sobrancelha a ela e ela riu.
-Tudo bem, então! –Ela fechou a porta.

-Obrigado! –Sorri e ela assentiu.

     Fui pegar copos pra gente e eu desliguei a TV, colocando alguma musica. Servi a bebida e dei um copo pra ela. E bebemos. Bebemos bastante. Quando acabamos com a segunda garrafa, já estávamos bêbados e dançantes.

-Assim que é bom te ver: Todo feliz e sorridente! –Ela sorriu enquanto dançava a minha frente, que dançava junto com ela.

-Graças a você! –Falei alto por causa do som, e ela riu quanto eu a girei, deixando-a tonta, fazendo-a cambalear e cair sobre mim, tirando risada dos dois quando caímos no carpete claro da sala.

-Agradeça a Vodka! –Ela sorriu pegando a garrafa quase vazia e bebendo um pouco do liquido dali, sem sair de cima de mim.

    Ela bebeu e sorriu balançando a cabeça, e eu abri a boca, pra ela derramar o liquido dentro dela. Foi o que ela fez, encheu minha boca com o resto da bebida que estava na garrafa, fazendo minha garganta queimar quando engoli.

-Você fica um fofo com careta! –Ela riu, de quatro em cima de mim, se apoiando no chão.

-Muito obrigada! Faz tempo que eu não ouço elogios! –Falei, sorrindo.
   Ela riu e se jogou para o lado, fazendo o vestido que ela usava se levantar um pouco. Ela se esticou no carpete e me olhou sorrindo.

-Como não te elogiar, Lautner! –Ela mordeu o lábio inferior e passando os olhos pelo meu corpo em seguida.

-Não faça essa cara, Jessie! Estou carente demais pra resistir a isso! –Fiz cara de mau, de brincadeira, sentindo minha cabeça rodar.

    Ela soltou outra gargalhada sonora e tentou se sentar.

-Você está carente por que quer, e sabe disso! –Ela fez uma careta debochada e eu ri.

-Não estou com cabeça pra relações! –Me esforcei pra sentar, e fiz uma careta quando consegui.

-Que tipo de relações? –Ela ergueu uma sobrancelha pra mim.

-Relações sérias! –Pisquei forte, na tentativa de fazer a sala parar de rodar.
-E quem aqui está falando em relações sérias? –Ela deixou a cabeça tombar para o lado e depois ela sorriu.

-Está falando de sexo, não é Senhorita Jessie? –Eu a olhei sorrindo torto, com uma provável cara de safado.

-Agora chegamos à parte interessante! –Ela bateu o indicador contra meu peitoral descoberto e eu ri com isso.

-Já ouviu falar nos termos “Amizade Colorida”, “Sexo sem compromisso” ou “Amigos com benefícios”? –Eu sorri, e ela riu assentindo.

-Estava pensando nisso agora! –Ela mordeu o lábio inferior. –Quer dizer que quer transar comigo, Lautner? –Ela se aproximou engatinhando.

-Sim, Jessie! Eu quero transar com você! – Eu assenti, quando seu rosto estava próximo ao meu. Ela sorriu mordeu meu maxilar.

-Então vamos tirar o benefício dessa amizade tão bonita! –Ela sorriu, quando apertei suas coxas descobertas.

-Belos benefícios! –Sorri safado quando puxei seu vestido pra baixo, deixando seus seios descobertos, olhando-os, louco pra chupa-los.

   Ela se jogou no carpete e tirou o próprio vestido, ficando apenas de calcinha. Eu tirei minha bermuda o mais rápido que eu pude e a puxei pra mim, me inclinando sobre ela e chupando um de seus volumosos seios, fazendo-a gemer, apertando meus cabelos.

-Devo confessar que você é mais gostosa do que eu pensava! –Eu a olhei depois de lhe dar uma mordida em seu mamilo.  Ela riu e colocou uma das pernas sobre mim, que eu alisei com vontade, passando a mão por todo seu corpo quando ela beijou minha boca.

-Espera! Quero fazer uma coisa que eu sempre quis fazer! –Ela se abastou e se sentou ao meu lado, me forçando a deitar novamente.

    Ela apertou de leve meu membro duro sub a cueca e, eu arfei com isso, fazendo-a sorrir. Eu mesmo abaixei a cueca com certa urgência e ela mirou safada meu pênis rígido, erguido de tesão.

-Faça o que quiser! –Falei, me masturbando de leve.

    Ela pegou meu membro e com as pontas dos dedos, massageou minha glande, de forma excitante, que me fez gemer. Logo depois ela se inclinou e sugou meu membro pra dentro de sua boca, de forma deliciosa. Puxei seus cabelos, pra que ela me chupasse com mais força, e foi o que ela fez, me tirando gemidos consecutivos.

   Ela parou antes que eu gozasse e eu gemi em reprovação.

-Quer dizer que você sempre quis pagar um boquete em mim?! –Sorri safado quando ela me olhou sorrindo e eu voltei a me sentar, colocando uma de suas pernas em meu colo.

-Verdade! –Ela sorriu safada, sentindo minha mão passar entre suas pernas abertas, alisando sua intimidade ainda coberta.

-Que excitante pensar nisso! –E a beijei de lado mesmo, puxando-a pra mais perto, fazendo seu quadril colar no meu. Massageei seu seio enquanto minha outra mão continuava pressionando seu clitóris, de modo que nem sua calcinha escondia sua intimidade úmida. Aquilo me deixou ainda mais duro!

   Ela abaixou a própria calcinha e eu sorri entre o beijo, sentido meus dedos tocarem sua intimidade completamente nua, o que a fez abrir mais as pernas. Senti sua mão envolver meu pênis novamente e quando vi já estávamos nos masturbando, fazendo ambos gemerem, um na boca do outro.

   E com isso, foi preciso apenas alguns segundos para meu orgasmo lambuzar sua mão, fazendo-a sorrir e lambuzar meus dedos com seu gozo também, tirando um gemido de nós dois.

-Taylor, por acaso tem tequila aí? –Ela mordeu meu lábio inferior, se virando pra mim.

-Hmmm... gostei da ideia! –Falei, fazendo-a sorrir e se afastar quando meu esforcei para levantar.

    Cambaleei até a cozinha, pegando um potinho de sal, um limão cortado e a garrafa de tequila, sorrindo ao voltar pra sala e ver Jessie jogada no chão, sorrindo safada, se alisando sedutoramente.

    Confesso que aquilo era algo que eu não costumava a fazer, mas fiz. Me abaixei novamente e massageei seus seios, pegando o potinho de sal e formando uma linha entre seus seios com aquilo, até seu umbigo. Ela sorria safada e riu quando entornei o liquido de tequila sobre a linha branca formada de sal, fazendo o liquido escorrer e formar uma poça em seu umbigo. Peguei uma parte menor do limão e o coloquei entre seus lábios entre abertos, que formava um sorriso safado. E depois eu sorri, apertando a parte interna de sua coxa.

    E eu me inclinei sobre ela, lambendo lentamente ao redor de seu umbigo, tentando deixar a cena o mais sexy possível, e depois chupei o liquido acumulado no buraquinho no centro de sua barriga chapada, sentindo o liquido arder em minha garganta, mas eu continuei e minha língua percorreu o caminho molhado e salgado, lentamente subindo pelo seu corpo, passando entre seus seios que eu apertei em seguida. Ela sorrida quando mordi o pedaço de limão que estava em sua boca, que me fez formar uma careta, mas eu engoli e sem usar as mãos, joguei o limão para o lado, juntando minha boca com a sua. Aquilo fazia minha cabeça rodar, mas eu não importava, sua língua na minha e seu corpo nu no meu era o suficiente para me distrair. Eu queria transar até morrer!

-É gostoso, não é? –Ela trocou de lugar, subindo em mim e eu assenti sem ar.
    
Ela riu e abriu as pernas, segurando meu pênis e o encaixando em sua entrada. Segurei suas coxas com firmeza e a senti sentar sobre mim, de uma vez só eu fiquei dentro dela, em um quicar, em um gemido de ambos. Aquilo era maravilhoso!

    Ela rebolou sobre mim e gemeu mais, assim como eu. Ela se esticou para pegar a garrafa ao meu lado e entornou um pouco em meu peitoral, sem parar de mexer o quadril, de forma que fazia meu pênis entrar e sair com frequência de dentro dela. Ela se inclinou e me lambeu entre gemido, dando mais um gole na garrafa em seguida. Ela pegou o potinho com sal e jogou a cabeça pra trás, abrindo a boca e derramando um pouco entre os lábios, quando peguei um pedaço intacto de limão que estava perto dali. Ela fez uma careta pra mim, gemendo e sentando mais forte, com a garrafa na mão ainda e eu a puxei pela nuca, fazendo sua boca ir de encontro como limão e ela chupar a  fruta azeda, que formou outra careta em seu rosto. Eu ri com isso, espremendo em seguida o limão em minha boca novamente. Ela sorriu e me beijou, rebolando mais intensamente, e eu a ajudava nos movimentos, apertando sua cintura contra mim e forçando suas pernas a abrirem mais. Estávamos extremamente perto do nosso segundo orgasmo!

     E foi apertando seu  peito que eu gozei, sentindo-a morder meu lábio inferior quando meu liquido a invadiu e ela sorriu, quicando mais forte até gozar também, rindo quando conseguiu. Ela se jogou ao meu lado e eu peguei a garrafa de tequila, bebendo mais um gole e me jogando no carpete, onde ela se jogou também.

    Minha cabeça rodava e meus olhos pesavam, era como se eu tivesse completamente anestesiado e aquilo era uma sensação estranha, até que eu adormeci.  

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