05 fevereiro 2014

Fanfiction; “ A filha do chefe” - Capítulo 1: O jantar

No aeroporto.

-Pai!  - corri pelo corredor de desembarque do aeroporto.

-Filha olha pra você... - ele me envolveu em um abraço forte - Cadê a minha menininha?

-Ela ainda continua aqui só que cresceu! - eu disse com lágrimas nos olhos e me afastando um pouco dele. Fazia sete anos que eu não via meus amados pais.

Saímos do aeroporto e fomos direto pra casa. Mamãe nos aguardava na entrada e haveria uma festa. Só contei a eles o necessário, o que eles queriam ouvir, nunca a verdade. Á sete anos longe de tudo que podia me controlar, decidi viver minha vida da melhor forma possível através de festas até altas horas, regadas a noites de muito prazer e bebidas. Imagina se meus pais ficam sabendo que a princesinha deles participa dessas “festinhas”? Meu pai ia pirar.


-Vou oferecer um jantar para apresenta-la!

-Pai é preciso mesmo?

-Só são alguns amigos íntimos e uma ou duas pessoas da empresa! – ele adorava me exibir na frente das pessoas, mais para me mostrar. Com certeza essa será a pior festa que já fui.

-Tudo bem, como o Senhor quiser! - dei meu melhor sorriso.

Naquela noite.

- Filha, como você está linda! Como se isso fosse possível. - minha mãe disse ao entra em meu quarto e me vê. - Todos estão a sua espera, os convidados já chegaram.

 - Eu já vou. - falei sem um pingo de emoção na voz.  - Aposto que só tem gente velha lá embaixo! -reclamei quando minha mãe saiu do quarto. Dei uma última olhada no espelho e sai para o que pensava que seria uma noite de tortura.

Quando apareci no topo da escada à festa literalmente parou para me olha: meu pai sorria de um canto a outro. Estava divina em um vestido preto de cetim curto que demarcava bem minhas curvas e ele continha um decote em “V” profundo nas costas e meus cabelos estavam presos em um perfeito rabo de cavalo.

- Olhem, não é a coisa mais linda que vocês já viram? - meu pai dizia estendendo a mão pra mim enquanto eu descia os últimos degraus.

- Os Pais sempre são sempre exagerados! - falei rindo e dando um beijo e um abraço nele. Meus olhos percorreram toda a sala: meu pai orgulhoso da filha modelo desfilava ao seu lado e me apresentou a todos e eu sempre muito educada cumprimentava todos, até que chegamos diante de um jovem. Era um moreno alto de olhos castanho e muito simpático. “Até que enfim!"-foi meu pensamento - eu o olhei e o medi de cima a baixo...

-Elena este é Taylor Lautner, meu assistente e meu braço direito na empresa.

-Muito prazer S.R Lautner!

-O prazer é todo meu, Senhorita Formam!

-Elena, me chame apenas de Elena. - troquei olhares com o rapaz, olhares esses carregados de segundas intenções e comecei a fala em meio a um sorriso. - Eu não sou chegada a tanta formalidade como meu pai.

-O jantar está servido! -anunciou minha mãe.

 Sentei-me de frente a ele, dois lugares depois de meus pais. Eles queriam que eu ficasse perto deles, mas eu fiz questão de me sentar em frente a ele dando uma desculpa qualquer, que meus pais aceitaram. A todo o momento eu o provocava através de olhares, e em certo momento chegava até a roçar a ponta dos dedos do pé em sua perna por baixo da mesa. Ele parecia que também estava gostando da brincadeira. Até que ele fechou as pernas me obrigando a parar e eu o olhei de cara fechada.

-Aconteceu alguma coisa minha filha? -meu pai perguntou.

-Não pai, não foi nada. - eu respondi com um sorriso nos lábios e um olhar sério pra ele. Ele somente sorriu e levantou uma taça para mim, e isso me deixou com mais raiva ainda. Virei pra minha mãe sorrindo e disse: - Mãe, a comida está ótima!

Após o jantar, todos haviam passado para sala, e eu aproveitei que ninguém prestava atenção e cheguei bem perto dele e sussurrou em seu ouvido.

- O quê foi aquilo? Eu pensei que você estava gostando também, eu não estou á sua altura? Você não me acha bonita?

- Me desculpe senhorita Formam, lamento que eu tenha lhe passado essa impressão! - eu ia responder sua ironia mais meu pai chegou bem na hora

- É bom ver que vocês estão se dando bem! - eu olhei pro meu pai dei um beijo no rosto dele e depois sorri.

- Claro pai eu e o senhor Lautner vamos nós dar muito bem. - passei os olhos pra ele e perguntei: - Não vamos?

- Claro, porque não! - ele respondeu me olhando e sorrindo. Depois disso eu não cheguei mais perto dele, nem sequer olhei em sua direção. No final quando ele se despedia de meus pais, eu o acompanhei até a porta e ao abrir a porta, sussurrei em seu ouvido.

- Eu ainda não desisti!

- Você é louca! Tchau. Boa noite! - então ele entrou no carro e eu fiquei na varanda só observando seu carro se afastar.

- Senhor Lautner, eu ainda não acabei com você. Querendo ou não você vai ser meu! - eu acenava com um sorrisinho maléfico como de alguém que iria aprontar.



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