18 março 2014

Fanfiction: Descoberta – Capítulo 20


-Não acredito que você está aqui! –Eu a apertei contra meu corpo novamente. –Você não sabe o quanto estou feliz com isso! –Completei, baixo, mas sabia que ela tinha escutado claramente.

-Eu estou, Taylor! –Ela me olhou quando se afastou, com os olhos afogados em lágrimas. –Eu não poderia conviver com a culpa de ter te esquecido! –Ela negou com a cabeça. –Me desculpa, por favor! Eu não queria que isso acontecesse! –Ela contou, fungando.


-Está tudo bem! –Eu segurei seu rosto com delicadeza. –Não se preocupe com isso! Agora que você está aqui, nada disso importa! –Completei e ela concordou, assentindo. –Eu senti tanto sua falta! –Eu analisei seu rosto, sorrindo bobo para cada detalhe perfeito da mulher a minha frente. –Eu te amo demais, Nessie! –Falei, agora mirando seus olhos.

-Eu também te amo, Taylor! –Ela assentiu, apertando de leve meu cabelo, chorando mais.

-Pare de chorar, por favor! –Eu a abracei, alisando seu cabelo quando seu rosto colou ao meu peitoral.

-Não é justo, Tay! –Ela devolveu o abraço. –Isso é tão ruim! –Ela continuava chorando.

-Do que está falando, meu amor? –Lhe dei um beijo na testa.

-Você e Jacob! –Ela se encolheu. Por alguns segundos, eu fechei os olhos, sentindo o desanimo me atingir novamente, sabendo o que realmente estava acontecendo.

-Você ainda não se decidiu, não é? –Sussurrei, desanimado.

    Ela deu um passo para trás e me olhou, espremendo os lábios e negando com a cabeça.

-Pensei que tivesse vindo para ficar comigo! –Agora quem estava prestes a chorar era eu, mas engoli as lágrimas.

-Taylor, eu vim te pedir desculpar, avisar que me lembro, que sei tudo o que passamos, o que sentimos. Mas eu também amo o Jake! Eu não sei o que fazer por isso! –Ela contou. –Não queria que fosse assim! –Ela se encolheu, apertando os próprios cotovelos.

-Obrigada, Nessie! –Eu me aproximei, alisando seus braços. –Sei que não faz isso de propósito! –A olhei, compreensível.

-Obrigada, Tay! –Ela assentiu.

-Vem, senta aqui! Quer beber ou comer alguma coisa? –Perguntei, guiando-a até o sofá e depois pegando suas malas que ainda estavam no corredor.

-Não, valeu! –Ela respondeu, se encolhendo no sofá.

     Me aproximei novamente e o olhei, com o cenho franzido.

-Seus pais não sabem que você está aqui? –Perguntei, só então isso me passara pela cabeça.

-Na verdade, sabem, mas eles não apoiaram! Então, talvez eu nunca mais possa sair de casa quando voltar para lá! –Contou, fazendo uma careta.

-Nessie, isso é loucura! Não podia ter feito isso! Era só ter me ligado, e eu iria correndo pra lá! –Falei, seriamente preocupado.

-Taylor, não seja como os outros! –Ela me olhou quando eu me sentei ao seu lado. –Fiz isso pra poder te ver e não me arrependo, não vou me arrepender, sinto que foi a coisa certa e não tente me dizer que não é! –Ela me olhava nos olhos, perto de mim. –Eu precisava te ver, Tay! Não brigue comigo por isso! –Ela abaixou os olhos, apertando os próprios cotovelos novamente.

-Não estou brigando! –Alisei seu rosto com delicadeza, fazendo-a me olhar novamente. –Você não sabe o quanto é bom ouvir isso! –Um pequeno sorriso surgiu no canto de minha boca e ela sorriu da mesma maneira. –Jacob não deve ter gostado disso! –Comentei.

-E não gostou. –Ela concordou. –Ele mentiu, me enganou, fingindo que ainda estávamos namorando! –Ela abaixou os olhos, magoada e eu segurei sua mão na tentativa de conforta-la.

-Não acha que deveria levar tudo em conta? –Perguntei, com os olhos perdidos em nossas mãos unidas e carinhosas. –O médico, a situação, a amnésia...

-Não, Taylor! Como se sentiria se alguém fingisse que está tudo bem em um relacionamento, por que você esqueceu tudo? –Ela me olhou, franzindo o cenho.

-Mas eu sei que não fez por mal, assim como eu. Eu não queria ter voltado para Los Angeles, queria ter ficado com você, cuidado de você, mas tive medo de que isso atrapalhasse sua recuperação, te deixasse com sequelas por você se esforçar se lembrar de mim. Eu sabia o quanto você sempre foi feliz com o Jacob e eu aparecer só causou sofrimento para você, então seria melhor eu ficar longe! –Expliquei. –Jacob só tentou ajudar. Nós nos entendemos melhor, um pouco, e eu sei que ele estava com medo, assim como eu. –Completei.

-Não entendo! –Mais uma lagrima caiu em seu rosto. –Por que está tentando ajuda-lo? Por que está defendendo-o? –Perguntou, confusa.

-Por que eu te amo, Nessie! Quero que seja feliz com ou sem mim. E se é o Jacob que te faz feliz, prefiro que fique com ele! –Completei, sentindo como se eu mesmo acabasse de cravar uma faca em meu peito. Mas era aquilo que me importava: A felicidade dela. Eu faria e daria qualquer coisa para ela ser feliz.

-Vocês dois são uns amores! –Ela sorriu fraca. – Me sinto mal por fazer vocês dois passarem por isso! –Ela espremeu os lábios.

-Nessie, independentemente de você escolher Jacob ou eu, lembre-se de apenas uma coisa! –Eu a olhei, nos olhos e alisei seu rosto mais uma vez, com ternura. –Me prometa que irá ser feliz! –Completei e a vi assenti, espremendo os lábios novamente. –Posso te beijar? –Sussurrei, e três segundos depois ela assentiu, lentamente.

    Me corpo chegou a se arrepiar quando nossas bocas se chocaram carinhosas e ardentes. Como eu sentira falta daqueles lábios com os meus, do contato com ela. Ela se aproximou mais, apertando meu braço e eu sentia que a coisa estava esquentando. E eu gostava disso.

-Quer mesmo fazer isso? –Perguntei entre beijos.

-Quero! –Ela concordou, subindo em meu colo, apertando meus cabelos e me beijando novamente.

    Apertei sua cintura, devolvendo o beijo e claro, se ela realmente queria, eu não iria negar, não é?

    Segurei suas coxas em minha cintura e me levantei, sem tira-la do meu colo. Ela cruzou os pés atrás de mim e se segurou, me abraçando sem separar nossas bocas. Andei com lerdeza e dificuldade até meu quarto, jogando-me na cama, caindo sobre ela. Ela se soltou de mim e eu alisei seu corpo ao chupar seu pescoço, levantando levemente sua blusa. Foi ela que tirou a peça, deixando seu sutiã branco, de renda, a mostra. Beijei se colo, descendo entre os seios, enquanto minhas mãos iam até seu quadril, forçando a calça jeans a descer e deixa-la apenas de langeri.

    Ela curvou as costas para que eu alcançasse o fecho de seu sutiã e o tirasse. E foi o que eu fiz, fazendo-a sorrir quando suas mãos se esforçaram para tirar a bermuda que eu usava, o que a fez rir quando notou que eu não estava usando cueca. Ela inverteu as posições, ficando sobre mim, alisando meu corpo, agora nu.
-Onde tem camisinha? –Ela sussurrou em meu ouvido, apertando de leve o meu membro, me fazendo gemer ao apontar para o criado mudo ao lado da cama.

    Ela riu de leve e se esticou até a gaveta indicada e eu aproveitei para tirar a última peça que me deixava em desvantagem: Sua calcinha.

    Meus dedos massagearam seu clitóris a fazendo gemer enquanto abria o pacotinho da camisinha. Ela voltou a boca para minha e eu penetrei um dedo, fazendo-a morder bruscamente meu lábio inferior, me fazendo gemer junto com ela.
   Mas eu parei antes que ela chegasse ao seu orgasmo. Ela arranhou meu peitoral e em seguida meu abdômen, enquanto descia até seu rosto ficar na altura do meu membro. Ela sorriu para mim e eu devolvi o sorriso, tão ofegante quanto ela. A vi colocar a camisinha na boca, e eu arfei por antecipação. Ela se inclinou e com habilidade, encaixou a camisinha com perfeição em meu órgão rígido, me fazendo gemer com o contato de sua boca com meu membro.

    Ela ajeitou o objeto com a língua e me chupou mais algumas vezes, me deixando insano de prazer e tesão. Ela subiu sobre mim novamente, se posicionando sobre meu membro, encostando sua entrada em meu pênis.

   Apertei suas coxas quando ela me beijou novamente, forcando sua intimidade roçar na minha, me causando arrepios. E ela se forçou contra mim, obrigando a minha rigidez a penetra-la com todo desejo, nos fazendo abafar o gemido com nossas bocas unidas.

-Como pude me esquecer de você? –Ela mordeu meu maxilar, rebolando sobre mim, enquanto eu apertava sua cintura, incentivando-a a continuar.

-Não vou deixar você se esquecer de mim nunca mais! –Lhe dei um chupão no pescoço, trocando de lugar com ela, ficando sobre ela, indo mais fundo.

    Ela sorriu e gemeu em seguida, com uma estocada firme minha. Suas unhas marcaram minhas costas e uma de suas mãos apertou meu cabelo quando ela arqueou as costas de prazer, esfregando suas coxas em minha cintura a cada investida minha. Beijei seu pescoço sem parar de me movimentar, ouvindo-a gemer meu nome varias vezes e isso foi o suficiente para alcançar meu orgasmo, sentindo o seu chegar logo depois.

   Saí de cima dela para facilitar sua respiração e me sentei na cama, recuperando o folego, vendo-a respirar de olhos fechados. Levantei rapidamente e fui no banheiro, apenas para tirar a camisinha. Quando voltei para cama, ela ainda estava da mesma maneira, apenas com a respiração mais calma. Me deitei ao seu lado e passei um dos braços ao seu redor, beijando sua bochecha com delicadeza.
-Nessie, eu te amo! –Sussurrei, apertando-a contra mim.

    Ela abriu os olhos e virou a cabeça para mim, com os olhos carinhosos e atentos. Sua mão alisou meu rosto suavemente e ela sorriu fraco, com certa dor.
-Você sabe que eu também te amo, Taylor! –Sussurrou em resposta.

   Eu me apoiei em um dos meus cotovelos e alisei seu rosto.

-Então diz que quer ficar comigo! Fala que quer viver comigo, que me escolhe para ser seu! –Falei, manhoso, completamente sincero.

   Ela desviou os olhos de mim e quando voltou a me olhar, os mesmos estavam marejados, me causando uma dor no peito.

-Não vamos estragar esse momento! –Ela fungou. –Vamos esquecer isso só por hoje, só para eu tentar ficar em paz! –Ela alisou meu rosto e eu assenti, concordando.

    Eu me aproximei e lhe dei um beijo calmo, fazendo-a retribuir com vontade. Puxei o lençol para nos cobrir e ela se alinhou em meu peito, se acomodando em meus braços.


    De certo modo eu estava feliz, mesmo sabendo que logo ela teria que voltar para sua cidade e levaria minha felicidade com ela.

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