05 maio 2014

Fanfiction: Um Amor Maior Que Eu - Capítulo 40: Welcome Paris!


Capa: Érica Rocha
Texto/Fic:  @Rafaela_Vargaas
Beta: Letícia Monteiro
Música Tema: One and Only - Adele



Olá queridas leitoras! Bom, eu sei que a Fanfiction "Um Amor Maior Que Eu" é postada somente nos sábados ou nos domingos, mas como eu não postei na ultima semana, eu estou adiantando o capítulo. E sim, postarei o próximo capítulo no sábado, normalmente. Quero agradecer mais uma vez a minha beta incrível Letícia Monteiro, que vem me ajudando desde o início. Espero que gostem desse capítulo e tenham uma boa leitura! Beijinhos!


Um mês havia se passado, e tudo o que eu podia fazer era erguer minhas mãos aos céus e agradecer a Deus pelo emprego que consegui. Eu estava trabalhando meio turno – ou seja, apenas pela manhã – Emile ajudava com as tarefas de casa e Liam me levava e me buscava todos os dias na faculdade onde eu estava trabalhando.
As coisas eram fáceis de lidar: tudo o que eu tinha que fazer era atender ligações, tirar Xerox, cumprimentar as pessoas que entravam lá e oferecer um café, rever matriculas dos alunos de lá e aguentar alguns desafinados cantando na sala do primeiro andar, que ficava perto da sala de entrada.

As pessoas de lá eram simpáticas, e pra ser sincera, não conversei muito com nenhum deles, tudo o que eu fazia era agir profissionalmente.
Eu ganhava relativamente bem, para trabalhar pouco e fazer coisas fáceis. Uma pequena parte do meu futuro estava pronto, mas eu ainda tinha que ajudar minha melhor amiga, que se mudou para Nova York após eu colocar minha insistência em jogo, convencendo-a a ficar ali comigo.
Um mês de trabalho me trouxe paz, já que durante a manhã eu não precisava pensar em nada que me deixava para baixo, e passar à tarde com Liam e Emile, também não me trazia lembranças ruins. Apesar de estarmos exatamente no dia 10 de fevereiro – o que outrora me deixava animada -, não senti completamente nada.
Felizmente tudo estava ajeitando-se conforme eu queria.
- Lice, sua mãe esta no telefone querendo falar com você – Abri meus olhos e enxerguei o celular em minha frente, nas mãos de Emile, que por sua vez olhava-me presunçosa.
- Alô? – Murmurei sentando-me na cama, na mesma que eu deitara pela noite inteira.
- Filha – Disse minha mãe no outro lado da linha – Como você esta?
- Estou bem - Disse – E você? Como esta papai?
- Nós dois estamos bem – Falou ela.
Ouvir a voz de minha mãe acalmou-me por alguns minutos, mas quando terminei de raciocinar, dei-me conta de que aquilo estava estranho. Minha mãe nunca me ligava, ainda mais a essa hora da manhã. Algo estava acontecendo.
- Aconteceu algo? – Dei de ombros.
- Na verdade liguei para te dar uma boa noticia – Disse ela, parecendo estar animada.
- Diga-me - Pedi.
Antes de minha mãe falar algo no outro lado da linha, escutei a campainha tocar. Franzi o cenho e esperei que Emile ou Liam fossem atender. Ouvi mais um toque, e percebi que Emile estava no banheiro e certamente Liam ainda estava dormindo.
Levantei-me da cama, coloquei minhas pantufas e segurei o telefone em minha orelha. De certo eram os homens do café da manhã que estavam passando por ali.
- Só um segundinho – Avisei minha mãe enquanto eu virava a chave no trinco da porta.
Quando abri a porta para atender a pessoa que estava do outro lado e levei meu olhar até ela, meu interior congelou no mesmo instante.
A raiva me veio à tona, queimando fervorosamente meus olhos e machucando-me por dentro.
Os cabelos castanhos e arrepiados ainda permaneciam nele desde a ultima vez que o vi. Sua boca virada num sorriso torto era a sua marca registrada que permanecia da mesma forma de quando me apaixonei por ele e julgava isso como certo. Ele permanecia o mesmo, e com a mesma cara de pau.
Os olhos castanhos me fitaram por alguns segundos, parecendo esperar que eu falasse algo. Tratava-se de Ricardo Bittencourt, o meu ex-namorado do colegial, o mesmo que insistiu em correr atrás de mim, o mesmo que me atropelou antes mesmo de eu conhecer Taylor. O mesmo falso que me traiu na cara dura e achava que algum dia eu o respeitaria depois disso. Como ele me achou? O que ele queria?
- Bom dia – A voz dele chegou a meus ouvidos. Embora sua voz parecesse ser doce, eu a escutei como o pior som que eu pudesse ouvir. – Como você esta?


- O que você esta fazendo aqui? – Gritei, segurando a porta e fechando-a aos poucos.
- Filha? O que esta acontecendo? – Escutei a voz de minha mãe ecoar do outro lado da linha do telefone que ainda estava em minha orelha.
- Você sabia de tudo né? Por que você o deixou vir? Por quê? – Gritei ainda mais.
- Ele ficará só alguns dias e como Miguel mudou-se, acreditei que teria um lugar para ele ficar – Explicou-me ela.
Minha mãe tinha passado dos limites. Ela torcia por mim e Ricardo desde quando ele foi à única pessoa que se importou comigo no colegial, mas ele não passava de um playboyzinho, que apenas ficou comigo para passar o tempo, já que ele tinha pegado todas as outras garotas da escola, e de acordo com o termo dos galinhas: “jamais repita a mesma figurinha”, ele o fez com muita seriedade.
Desliguei o telefone sem nem mesmo me despedir, não me importando com as consequências. A raiva estava grande de mais para eu querer pensar em algo.
- Eu não quero você aqui – Gritei ainda mais alto, vendo que seus olhos arregalavam-se cada vez mais.
- O que esta acontecendo aqui? – Escutei a voz de Liam ecoar atrás de mim, dentro do apartamento.
- Você nunca deveria ter vindo, você é um idiota! – Gritei novamente, ignorando Liam - Eu não o quero perto de mim, você deveria ter pensado nisso antes de me trair com a primeira piranha que você encontrou, deveria ter pensado nisso antes mesmo de iludir uma garota ingênua do colegial, que nem se quer imaginou que você com essa cara de santinho, fosse um legitimo panaca! – Gritei novamente, deixando as palavras saírem de minha boca, sem nem mesmo pensar nelas.
- Acalme-se! – Pediu ele erguendo as mãos – Eu vim em paz, apenas quero um lugar para ficar. Seu irmão me deixou ficar, ele mesmo que me trouxe até aqui.
- O que esta acontecendo aqui? – Liam perguntou novamente.
- Miguel não deveria ter feito isso – Disse queimando ainda mais de raiva.
Abri a porta para Ricardo passar e virei-me de costas, correndo até meu quarto. Não enxerguei nada, nem mesmo Liam que certamente estava me observando confuso.
Meus pais e meu irmão tinham que entender que Ricardo nunca me fez bem. Eu não me sentia bem com ele por perto e não o queria perto de mim nem se quer um segundo. Mas o apartamento ainda permanecia a Miguel, e ele o deixou entrar ali, e a ultima coisa que eu quero fazer em minha vida, é ficar em baixo do mesmo teto que aquele garoto idiota. Eu não seria capaz de aceitar isso nem por um segundo.
As lagrimas escorriam de meu rosto enquanto eu jogava as minhas roupas dentro de minha mala de viagem. Eu nem se quer sabia para onde iria, só sabia que não ficaria ali.
Dessa vez meu choro não era de sofrimento, mas sim de raiva. Era difícil de entender que eu não o queria por perto? Era difícil de entender que traição é uma coisa imperdoável? Quando uma pessoa ama de verdade ela não traí. Traição é uma escolha, não algo natural.
- Você pode me explicar o que esta acontecendo aqui? – A voz de Liam ficou alterada enquanto ele entrava no quarto.
- Aquele é Ricardo, o cafajeste que te contei – Sequei meu rosto com as costas de minha mão – Foi ele que me traiu, foi ele!
- E aonde você esta indo com essas coisas? – Pude sentir Liam ir para meu lado, mas não o vi já que as lagrimas ainda dominavam meus olhos.
- Não vou ficar aqui – Fechei a mala e a segurei em minhas mãos – Não enquanto ele estiver por perto!
- Acalme-se – As mãos habilidosas de Liam tiraram a mala de minhas mãos e a jogou no chão, logo depois segurando meu rosto entre as mãos – Respira!
Fiz o que ele pediu. Respirei fundo várias vezes de olhos fechados, procurando alguma coisa que pudesse me acalmar. Eu poderia fazer qualquer coisa, mas nada era capaz de me convencer de ficar no mesmo lugar que Ricardo.
- Eu apenas quero sair daqui – Cochichei calmamente – Eu não quero ficar aqui enquanto ele estiver, certo?
- Acalme-se – Pediu ele mais uma vez – Vamos pensar em algo, mas você não pode sair assim sem nem saber para onde vai. Deixe-me pensar em algo e depois age da maneira que quiser.
- Você vai dizer que não é justo eu sair de baixo do meu próprio teto, mas acontece que foi Miguel que trouxe Ricardo e o pior de tudo é que minha mãe sabia.
- Vou pensar em algo, ok? – Ele beijou minha testa e levou-me para sentar-me na cama.
Ver sua silhueta passando de um lado para o outro do quarto pensando em algo, me deixava ainda mais nervosa. Não aguentei mais do que 10 minutos em vê-lo daquele jeito.
- Tudo bem, estou saindo! – Levantei-me e peguei a mala do chão.
- Vamos viajar!
- Não, não podemos viajar. Até por que eu não tenho dinheiro e eu estou trabalhando apenas um mês e não recebi e se eu pegar férias agora eu estarei desempregada novamente. – Dei um passo, mas Liam segurou-me no braço.
- Eu tenho viagens pagas. Eu estava indo para Paris antes de eu vir para cá, mas mudei todos os meus planos para vê-la novamente. Podemos ficar lá até ele for embora.
- Isso é ideia de louco! Eu não posso largar tudo daqui e ir viajar, além disso, tenho Emile. Eu não a deixaria sozinha com esse louco.
- Emile pode ir para a casa de Miguel – Optou.
- Não, isso é maluquice! – Falei, tentando livrar-me dele.
- Escute-me – Suas mãos giraram-me para ficar de frente para ele – Passaremos meu aniversário lá, tenho tudo pago, é só entrar no avião e pronto. Por favor.
- Liam...
- Vá – Escutei a voz fraca de Emile adentrar o quarto – Ficarei bem aqui.
- Não vou te deixar – Neguei.
- Vou ficar na casa de Miguel, você não pode ficar aqui. Não enquanto ele estiver aqui. Só eu sei o quanto você sofreu, não quero te ver sofrer novamente. Liam te faz tão bem. Vá com ele. – Emile insistiu.
Balancei a cabeça negativamente, mas Emile não me deu atenção, ela apenas virou-se para pegar suas malas e começou a segura-las nas mãos. Aquilo era certo e errado ao mesmo tempo.
Era certo para me livrar de Ricardo, mas era errado por que eu abriria mão de minha melhor amiga.
Mas eu precisava disso. Antes de sair do quarto, liguei para a faculdade e pedi uma licença de uma semana. Eu sabia que era muito, mas não tinha outra opção. Pedi para que eles descontassem de meu salário no final do mês, ou eu recuperaria depois trabalhando o dia inteiro. Também pedi mil desculpas pelo transtorno. Eu sabia que a mulher “sinistra” ficaria brava, mas eu simplesmente não tinha outra escolha.
Antes de sair do quarto, peguei outras coisas de dentro de meu guarda-roupa enquanto eu via Liam sair do apartamento já com suas malas para ajeitar suas coisas dentro do carro.
- Aonde vocês vão? – Perguntou Ricardo, que estava sentado no sofá da sala de estar, reparando na movimentação da casa.
- Até mais ou menos meia hora atrás meus planos eram de ficar em casa. Mas agora que você esta aqui, escolhi ir para um lugar bem longe. Aproveite! A casa é sua, coma bastante, beba bastante, faça bastante bagunça. Você é muito bem vindo aqui... Quando eu não estiver! – Falei sendo sarcástica.
Antes que eu pudesse falar mais alguma coisa, Liam chegou e pegou as malas que estavam em minhas mãos, olhando-me profundamente nos olhos e saindo logo em seguida.
Encarei Ricardo por mais alguns segundos, vendo-o olhar para Liam.
- Então este é o famoso Liam Evans – Colocou os cotovelos sobre os joelhos – Parece meio gay...
- Homem que sabe cuidar de uma mulher da forma como ela merece, não é gay, mas sim raro. Diferente de você. – Dei de ombros, esperando Emile sair do quarto e dirigir-se até mim.
Antes de fechar a porta, lancei meu olhar mais uma vez sobre o dele. Eu tinha nojo dele, como nunca tive de ninguém antes.
Taylor poderia ter me feito coisas ruins, mas não como o sujeito que estava sentado no sofá da sala de estar do apartamento de meu irmão. Ricardo tinha me feito tão mal, que além de ser meu primeiro amor, foi o primeiro que despedaçou meu coração.

***
Passei cerca de sete horas sentada no banco do avião enquanto ele voava em direção à Paris. Passei sete horas pensando no que estava fazendo e nem mesmo por um segundo eu mesma me entendi.
Eu agi errado ao sair do próprio e único lugar onde eu morava para deixar Ricardo lá. Era o mesmo que eu chegar à casa de Taylor e toda a família Lautner tivesse que sair de lá. Eu sei que ambas as histórias são diferentes, mas tem uma coisa em comum: eu já esqueci Ricardo, e pelo visto, Taylor também já me esqueceu.
Isso era ruim de pensar. Todas as vezes que eu evitei Taylor, que eu o xinguei e acreditei ter o esquecido, nunca tinha me colocado em seu lugar. Nunca pensei o quão ruim era ser evitado por quem você ama. Se bem que Taylor nunca me amou, isso estava na cara.
- Lice – Senti a mão de Liam em meu braço, balançando-me, pensando que eu estava dormindo – Chegamos!
Virei meu rosto para encontrar seu olhar, e quando o encontrei, tive um momento nostálgico. Era incrível a sensação de estar pensando em algo que me deixava triste, e logo em seguida olhar para Liam e ter toda tristeza apagada em questão de segundos. É tão bom ter uma pessoa assim por perto. É tão bom amar e se sentir amada.
- Estou acordada – Sorri – Vamos lá, estou ansiosa!
Liam segurou em minha mão e guiou-me até a porta do avião. Ajudei-o a pegar as malas, percebendo que estávamos no aeroporto Charles de Gaulle, um dos mais belos que eu já vi.
Eu tentava aquecer minha mão nas mãos de Liam enquanto caminhávamos em busca de um táxi. Paris era uma cidade glamorosa, linda e encantadora. Algumas coisas nela me lembravam de Nova York, porém os prédios sofisticados me lembravam de que eu não estava em Nova York.
Demorou apenas alguns instantes para que conseguíssemos pegar um táxi. Liam disse o endereço do hotel que ficaríamos e nos mantemos em silencio o trajeto inteiro. Eu não pensava em nada e nem em ninguém. Eu apenas queria ter um momento para me distrair e não lembrar-me de nenhum de meus problemas.
Depois de mais ou menos meia hora o táxi parou e Liam ajudou-me a sair do mesmo. Paramos em frente a um edifício moderno, gigantesco e muito bem iluminado.
- Obrigado – Disse ao dar meus primeiros passos dentro do hotel – Muito obrigado por me trazer até aqui... – Agradeci novamente, dessa vez parando e olhando para ele.


- Eu já te disse que você não precisa me agradecer em nada do que eu fizer por você... Apenas sorria, isso é o suficiente.
Tentei falar algo, mas tudo que eu consegui fazer era sorrir. Eu simplesmente não encontrava palavras suficientes para agradecer uma pessoa tão boa quanto ele. Eu nunca tive alguém como ele em toda a minha vida. Sua doçura era inigualável. Eu agradeço todos os dias por minha família ter se mudado para aquele bairro em Porto Alegre, se isso não fosse feito, eu nunca o conheceria. Eu nunca seria tão feliz e tão protegida por alguém como sou agora.
Balancei minha cabeça ao deparar-me com meus pensamentos de uma boba apaixonada. Mas independente de quantas vezes eu impediria eu mesma de pensar em Liam, eu sempre pensava. Era algo automático. Eu gostava disso.
Balancei minha cabeça novamente, agora me concentrando no que estava fazendo. Eu e Liam estávamos caminhando por um imenso corredor. O corredor estava totalmente iluminado pelas luzes dos lustres de cristais que ficavam no teto, o chão com carpete vermelho escuro estendido por todo o chão do lugar e as paredes brancas deixavam o lugar ainda mais luxuoso.
Eu não sei em que lugar estávamos só sei que era um hotel completamente lindo. Algum dia quando eu tivesse dinheiro o suficiente, eu pagaria Liam por tudo – ele querendo ou não -, eu era totalmente grata por tudo aquilo.
- Aqui é tão lindo – Falei encantada olhando ao redor de mim enquanto Liam passava a chave pela porta para abri-la.
Escutei o sorriso dele e sorri junto. Ele parecia fazer suspense enquanto abria a porta. Quando a porta ficou totalmente aberta, dei um passo à frente para enxergar o restante do lugar.
Era um quarto gigantesco e perfeito. Nele havia duas camas de casal com um devido espaço entre as duas, com um misto de cobertas brancas e vermelhas. Uma imensa televisão de LCD e abajures para finalizar o toque de beleza no ambiente. A maior parte da iluminação do quarto era vinda da enorme janela do quarto, que permitia perfeitamente entrada da luz da lua e tinha uma linda visão, inclusive da torre Eiffel, que ficava há alguns quilômetros do lugar onde nós estávamos agora. Um pouco mais ao lado, tinha um banheiro luxuoso, com banheira, velas ao redor juntamente com pétalas de rosas e um espelho gigantesco. O lugar era lindo. Liam havia escolhido bem.
Eu achei legal da parte de Liam por ter escolhido um quarto com camas separadas. Eu sabia que ele pensaria que eu acharia que ele me levaria para lá apenas para fazermos outras coisas, mas sua intenção não era essa, e nem por um momento pensei nisso. Foi um ato de respeito dele.
- O que achou? – Ouvi sua voz atrás de mim, parecendo ainda estar distante.
- É tudo tão lindo – Falei virando-me para ele, sorrindo quando percebi que já estava dentro do quarto.
Liam entrou correndo no quarto e durante a corrida, puxou-me pela cintura e jogou-se comigo em cima de uma das camas de casal. Eu gargalhei com a situação. Aquele filho da mãe realmente tinha atitudes inesperadas.
- Obrigada por tudo isso – Falei ajeitando-me, firmando meu peso em meu cotovelo, levantando minha cabeça para olha-lo deitado na cama.
- Não me agradeça – Ele sentou-se na cama, ficando em um nível mais alto que eu.


- Não tem como ficar sem agradecer, além de ser a melhor pessoa que tenho ao meu lado, você ainda me livrou do meu fantasma escolar – Sorri.
Ele sorriu e logo após ficou me analisando por alguns segundos. Seus olhos em mim eram tudo o que eu pedia naquele exato momento. Era tão bom tê-lo olhando para mim. Dei um sorriso torto e encontrei seu olhar. Ele me olhava tão fixamente que parecia estar penetrando minha alma. Isso era tão bom.
O olhei por mais alguns minutos, mas não consegui segurar a vontade de querer seus lábios nos meus. Levantei uma de minhas mãos e o puxei delicadamente pela gola de sua camisa, levando-o até mim e encostando seus lábios nos meus o mais rápido que pude.
Soltei meu peso de meu cotovelo e deitei-me por completo na cama, sentindo o peito de Liam sobre meu corpo, cuidando para não soltar seu peso sobre mim. Sua língua desenhou o formato de meus lábios e logo depois pediu passagem para adentrar. Retribui o ato.
Levei minhas mãos até seu cabelo e o segurei com um pouco de força. Eu nunca tinha sentido aquilo perto de Liam antes. Era como se um fogo me contaminasse e meu corpo pedisse instintivamente por ele.
Senti suas mãos fazer um caminho de minha cintura até meu bumbum, apertando-o cuidadosamente. Apertei-o ainda mais contra meu corpo, segurando-o ali.
Eu mesma não me reconhecia mais. Eu só sabia que eu o queria. Era como se Liam fosse um dos meus pontos fracos, que sempre era tocado quando ele estava bem perto de mim...

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Quarto de hotel que Liam e Alice ficaram: 



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