25 julho 2014

Fanfiction: Bizarre love triangle – BLT - Cap 18


Capítulo 18
POV ROBERT

Estava sentado em meu apart, ainda cansado devido a intensa maratona de coletivas sobre o meu novo filme. Só queria tomar um banho e deitar. Durante o banho, a água morna da banheira em meu corpo me fazia lembrar de Minha Flávia chorado a meu lado. Tão suave, tão quente..... Que mulher era essa que me enlouquecia? Me lembrei do momento em que a encontrei chorando na rua, procurando por um taxi.


Fui até a festa do teatro simplesmente para vê-la, precisava olhar aqueles olhos verdes lindos novamente. Desde que nos despedimos aquele dia no parque que não a vira mais. Droga de promessa!! Tive que me manter longe dela, afinal era comprometida....ainda.

A procurei em todos os cantos e não a encontrava. Cumprimentei sua amiga de longe, apenas levantando o copo e fazendo um movimento de cabeça. Ela estava acompanhada e eu não quis causar-lhe um problema.

Percebi o momento em que ela se despediu do namorado e foi até o camarim, voltando em seguida com uma cara muito perturbada. Gill, o namorado de Flávia, chegou logo depois, visivelmente descontrolado. Reconheci ele por aquela vez nos estúdios de TV, no dia da entrevista.
Pude ver que falavam sobre Minha Flávia. Onde ela estaria? Aproximei-me para ouvir melhor o que diziam. Ouvi algo como “discussão, bebedeira e ela foi embora”. Naquele momento percebi que era a minha chance de vê-la.

Sai pelos fundos do teatro e, como imaginei, ela estava lá, sozinha e chorando esperando por um taxi. Não pensei duas vezes, me aproximei dela...

-Posso te levar pra casa? Você não prece muito bem. - eu disse e percebi que ela se assustou, piscando os olhos. Sorri para confortá-la.

- O que faz aqui? - ela perguntou parecendo meio zonza. Tinha os olhos vermelhos e estava com ar de muito cansada. Senti vontade de abraçá-la, mas me segurei.

-Eu estava na festa. Pensei que você iria também. Mas ai seu namorado apareceu visivelmente bêbado e perturbado, reclamando com sua amiga que você havia ido embora. Eu sai de lá e vim te procurar. Posso te levar pra casa? - ela me olhava atônita. Os paparazzi já começavam a chegar e eu sentia os flashes dos fotógrafos na rua, atrás de nós.

- Só quero ir embora. Me tire daqui. - ela disse me abraçando. A levei, abraçando a seus ombros, até meu carro que estava estacionado no estacionamento do teatro e a coloquei sentada no banco com muito cuidado. Sai o mais rápido que pude.

Ela estava toda encolhida, parecia perdida. Coloquei uma música esperando que ela se acalmasse. Flávia chorava muito, parecia arrasada com algo que acontecera.

-Está mais calma? - perguntei quando vi que ela parou de soluçar, se aninhando no banco do carro. - Quer que eu passe em algum lugar antes?- perguntei sem nem saber ao certo se estava ajudando. Ela parecia tão frágil e eu queria tanto poder ajudá-la.
- Não Robert. Eu gostaria de ir pra casa, se você não se importa. Estou exausta. - ela tirou as sandálias, levantando as pernas e se abraçando nelas sentada na poltrona do carro.

Eu sorri para ela tentado mostrar que comigo ela estaria segura. Não sei por que, mas senti vontade de sussurrar “Tudo bem meu amor”, passando os dedos em seu rosto suavemente. Senti que ela se encolheu, envergonhada.

Durante todo o caminho não falamos nada, apenas a olhava e, quando podia lhe acariciava o rosto. Flavia chorou durante todo o caminho de volta, apesar de parecer mais calma. Na verdade parecia sentida, magoada com tudo que acontecera, e que eu nem sabia o que era.

Chegamos ao hall de entrada e o porteiro veio até nós perguntando o que tinha acontecido e onde estaria seu namorado. Ele me olhava desconfiado, fiquei um pouco constrangido e evitei seu olhar. falou com ele e subimos para seu apartamento.

-Você está melhor? Quer alguma coisa? Posso ir buscar para você. - perguntei a ela, ainda preocupado. Entramos em seu apartamento e nos sentamos no sofá.

-Não Robert, obrigada. Você já fez até demais. Desculpe-me pela situação em que te fiz participar. Não foi minha intenção envolvê-lo. Gill bebeu demais e se passou nas atitudes e nas palavras. Me magoou muito. Agradeço sua ajuda. - ela disse, se sentindo extremamente sem graça por tudo.

-Não seja boba, Flavinha. Eu faria qualquer coisa por você. Você sabe que eu fui na festa por sua causa. Precisava te ver de novo, mesmo que fosse de longe. Só não imaginava que fosse causar tanto problema. - falei a ela enquanto a olhava nos olhos e me aproximava lentamente. Fiquei tão próximo que podia sentir seu perfume. Estava louco para tê-la em meus braços e protegê-la de tudo.
Nós nos olhamos de maneira intensa. Flávia abaixou seu rosto, ainda confusa. Coloquei a mão em seu queixo e puxei seu rosto para cima. Me aproximei dela, vi que fechou os olhos e então nossos lábios se tocaram, suavemente. Fiquei um tempo ali, sugando-lhe os lábios sentindo seu gosto. Estava inebriado... Porém, antes que o beijo se tornasse mais forte, ela se afastou, num susto.

- Robert, eu estou cansada e gostaria de ficar sozinha se não se importa. Agradeço muito o que fez por mim. - falou antes que eu pudesse dizer qualquer coisa.

Ela me levou até a porta de mãos dadas. Seu toque me deixava ainda mais preso a ela. Eu, definitivamente, iria tê-la só pra mim. -Me ligue amanhã, por favor. Preciso saber se você ficou bem. - eu lhe disse e a beijei de maneira delicada na testa.

Ainda me lembrava de tudo como se estivesse acontecendo agora. Sai do banho e estava deitado na cama sem saber se estava sonhando com tudo aquilo ou se apenas me relembrava, quando ouvi o celular tocando. Ainda pensei Putz! Deve ser alguém me chamando para sair. Provavelmente Taylor. Estou tão cansado...

Acendi um cigarro e atendi sem nem mesmo prestar atenção em quem era. Quase tive um infarto quando ela disse seu nome...

- Alô Robert? É Flávia...
- Flávia? Uau! E ai, como você está? Melhorou? Nossa, estava pensando em você.... - eu estava eufórico. Até tinha pensado em ligar para ela, mas como tinha falado para que ela me ligasse, não queria parecer invasivo.

- Estou ótima. Olha só, será que você está livre hoje? Estou cansada de ficar em casa... - ela me falou e eu nem acreditei. Perfeito!
-Mas claro! - nem me lembrava mais que estava cansado. - Chego ai em 20 minutos. - desliguei o telefone e me arrumei o mais rápido que consegui.

Consegui chegar ainda mais adiantado no apartamento dela. Desci do carro e a fiquei esperando com as mãos no bolso, dentro na portaria. Pensei em fumar um cigarro, mas lembrei que ela não gostava muito. Aquele porteiro me olhava com uma cara que até fiquei com medo.

Flávia saiu do elevador e me olhou sorrindo. Ela estava linda em seu vestido preto. Que pernas! Seu vestido curto mostrava as pernas bem torneadas e marcava seu copo escultural.

 -Nem acreditei quando você me ligou pedindo pra sair. - eu disse. - Achei que só ligaria para dizer que estava bem. Foi melhor do que eu esperava! - a abracei e lhe dei um beijo no rosto. Ela me incendiava e me enlouquecia...

Eu a levaria para jantar, mas não quis ser tão óbvio. Primeiro ia aproveitar ao máximo sua companhia. Dei umas voltas pela cidade e juntos observávamos as luzes piscando. Nova Iorque não poderia estar mais linda, ou seria a companhia dela?
Parei o carro em frente a um restaurante e fui até sua porta para ajudá-la a sair do carro, estendendo-lhe a mão. Flávia ficou em pé tão próxima de mim que nossos narizes quase se encontraram. Olhei sua boca e voltei a olhar em seus olhos, sentindo seu hálito de mel. Sorri malicioso e ela retribuiu o sorriso. Essa noite promete...

A noite com estava maravilhosa. Ela era sedutora, sexy, envolvente.... Tomamos champanhe, tivemos um jantar delicioso e eu já não me aguentava de tanta excitação. Na verdade eu queria sair dali e levá-la para o primeiro quarto que eu conseguisse chegar e tê-la inteiramente para mim.

Estávamos os dois nos provocando o tempo todo. Na verdade era um jogo de sedução delicioso em que eu e ela estávamos entrando. Onde isso iria dar eu não sabia...

Flávia cortou o clima quando disse que precisava ir embora devido aos ensaios do teatro. Deus como ela sabia jogar!! Me enlouquecera a noite inteira e agora iria escapar de meus braços.

Deixei em casa e a vi subir e entrar no edifício. O perfume dela ainda estava dentro do carro e eu estava alucinado. Tão excitado que chagava a doer. Precisava sair, tinha que liberar essa tezão acumulada.

Sai dirigindo pela cidade pensando em como me acalmaria para poder dormir. Nossa! Essa mulher ia acabar comigo! Tão sexy, tão encantadora...

Peguei meu celular e liguei para Taylor. Com certeza ele estaria em alguma balada e eu me ocuparia o resto da noite. Tomara que ele não estivesse com a Kirsten. Do jeito que eu estava acabaria ficando com ela só para me aliviar e eu não queria.
-Taylor meu velho! Onde você anda? To ouvindo barulho de festa... - Taylor não perdia uma balada. O cara era fera. Sempre dava um jeito de sair na noite.

-Rob! Vem pra cá. To no Golden’s. To te esperando. - ele desligou e eu fui direto para o bar. Ultimamente era com Taylor que eu conversava sobre Flavia. Tinha que contar sobre a noite de hoje.

Estacionei o carro e logo vi Kirsten vindo em minha direção. Ai que saco!

-E ai sumido? Tenho te procurado faz tempo... - ela disse abrindo a porta do carro assim que eu estacionei. Estava visivelmente bêbada. Colocou os dois braços em volta do meu pescoço e me puxou para me dar um beijo na boca. Eu me esquivei, colocando a cabeça para trás e puxando seus braços para baixo.

-Tenho andado ocupado com a divulgação de meu filme. E você, pelo jeito, ta tomando todas. - eu disse à ela acendendo um cigarro e me encostando no carro. Kirsten, às vezes, conseguia ser extremamente inconveniente.

Ela puxou o cigarro da minha boca e deu uma tragada. Revirei os olhos e acendi outro pra mim. Comecei a andar em direção ao bar, deixando ela parada do lado de fora, fumando e com um copo de bebida na mão. Estava descabelada e sem batom, um verdadeiro horror.

-Você anda me evitando que eu sei. Garota nova? É sempre assim, mas no final você acaba voltando pra mim. - ela gritou com raiva. Me virei para olhá-la e lancei um olhar de nojo e desprezo que a fez se endireitar e até se constranger.

-Olha pra você. Está um lixo! Vá pra casa Kirsten. Amanhã nos falamos. - eu disse a ela com uma mistura de pena e remorso. Kirsten era uma boa garota, tivemos bons momentos juntos, mas estava se perdendo com todo esse clamor da fama.
E ainda por cima adorava esse joguinho da imprensa de mistério com relação a mim a ao Taylor.

Kirsten jogou o copo no chão e foi para o carro. Acho que foi embora porque eu entrei no Golden’s e não a vi mais a noite inteira.

Taylor veio até mim agarrado em umas meninas. Estava alegre. Tinha acabado de fechar o contrato para as filmagens de Abduction, seu novo filme.

-Por onde você andou cara!!!!! - ele disse me abraçando. - Tava te ligando há horas. Vamos comemorar! - eu o abracei parabenizando pela conquista. Taylor era um bom garoto, estava conseguindo seu espaço e era meu grande amigo no momento, apesar de sermos tão diferentes.

Fomos juntos até o bar. - Joe, duas cervejas.- ele disse ao barman e eu o encarei. - Para com isso, né Rob. Hoje pode, para comemorar. - Taylor não tinha o hábito de beber. Ele apenas curtia nas festas e bebia de vez em quando. Fizemos um brinde.

- E ai me conta? Onde você andava? Kirsten me incomodou um monte e...

-Shhhhh! Nem fala o nome dela. Com sorte já foi embora. - eu falei colocando a mão em sua boca. Nós dois rimos, Taylor levantou os braços como se estivesse se rendendo, as gargalhadas.

-Eu tava com ela cara. Tava com a minha Flávia. - eu disse dando um gole em minha cerveja e ele me olhou entusiasmado.

-Aquela do teatro que você tanto fala? Caaaaaaaaaaara! E ai? Como foi? - ele disse já insinuando que eu e Flavia tivéssemos tido algum tipo de intimidade.

-Não cara. Eu a levei pra jantar. Flavia é diferente. - eu disse explicando a ele. Taylor me olhou descrente. Ele sabia que eu não brincava em serviço, aliás, nós dois estávamos com um bom repertório de pegadas. - Eu quero mais com essa mulher cara. Ela é incrível! - eu disse mostrando a ele o quanto estava interessado em Flavia.

-To feliz por você irmão. Mas agora, vamos comemorar. Tem umas garotas que eu quero te apresentar. - ele me abraçou nos ombros e me levou pra pista. As garotas já foram se chegando. A noite passou e eu consegui me acalmar sem precisar fazer nenhuma bobagem. Estava feliz por Taylor.

Cheguei em casa, me joguei na cama e acendi um cigarro. Acho que dormi sonhando com ela, minha Flavia...

N/A: Bom saber o ponto de vista deles ne? Assim temos uma ideia do que eles pensam... rsrsrs Que bom seria se fosse assim na vida real.... Beijos apertados e Abraços sufocantes. Flavinha



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