31 julho 2014

Fanfiction - Herói de batalha -Capítulo 1: Amizade verdadeira


NOTA DA AUTORA


Aqui, o Taylor não é famoso. 

Hoje, Isabela Felitini, completa 20 anos, mal sabe ela, que irá receber uma noticia esperada por muitos anos atrás.

(Por Isabela)        
                                         
 Acordei, com os meus pais e minha irmã no quarto, cantando parabéns para mim, era meu aniversário. Eu não podia reclamar dos meus pais, todos os anos, no meu aniversário, eles fazem um café na cama caprichado.

Meu pai colocou uma tabuinha (onde estava o meu café da manhã) no meu colo. Só tinha gordices (hahah), cupcake de chocolate, negrinhos, iogurte, pasteis,enroladinho de salsinha, e coxinha.
- Antes de você comer alguma coisa leia esta carta filha é para você.
- O que é mãe?
- Não sei, não abri, pois está endereçada no seu nome.
 Abri o envelope e li cada palavra em voz alta, e a cada palavra, lágrimas escorriam pelo meu rosto.
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 “Cara senhorita Isabela Felitini.
 Sua inscrição feita para o exército americano, na data de 30 de abril de 2014, foi aceita. Pedimos sua presença na data de 16 de agosto, às 09h00min na sede do exercito.
                                                                                   Atenciosamente
                                                                                                       Exército americano”

- Eu não acredito. Eu fui aceita.
- Parabéns filha.
- Por que ela vai ir para o exército papai?_ falou minha irmã, de apenas sete anos.
- Para proteger o nosso país filha.
- Então, a Isa será um super herói?
- Quase isso mana

 Eu já havia tomado o café da manhã, e fui levar os pratinhos para a pia.
 Meus pais e minha irmã tinham saído para fazer compras, então eu fiquei em casa, encarregada de ficar sentada no sofá assistindo televisão (já  que no dia do meu aniversário, eu posso ficar sem fazer nenhum serviço).
 Ainda de pijama, peguei o celular e liguei para o meu melhor amigo, e contei para ele a novidade.
(Ligação)
 - Eu sou amigo de um soldado, ou seria soldada?
- Na verdade eu vou ser  enfermeira_ falei dando risada
- Ah.. não importa. É você estar feliz, e você está?
- É claro que estou Ed.
- Temos que comemorar.
- Não vamos para nenhuma festa, por favor. Você sabe que eu odeio som alto, e...
- Alguma vez eu fiz alguma coisa que você odiasse?_ falou ele me interrompendo.
- Não.
- Então confie em mim. Tchau tenho que desligar.
- Não vai me contar?
- Nem pensar.
- Tchau Ed, se cuida, não vai aprontar em?
- Tchau.
 (Fim da ligação)
 O que será que Ed estaria aprontando? Entrei no Facebook, e me envolvi um pouco conversando com a irmã dele, perguntei para ela se sabia o que Ed estava fazendo más ela disse que não sabia de nada.
 Meu telefone tocou, corri ligeiro, pensando que era Ed, más eram os meus pais. Eles disseram que iriam almoçar na casa de um amigo e que iam voltar só no dia seguinte. Eles disseram que assim, eu iria ter um pouco de responsabilidade, sem depender deles para tudo.
 Tudo bem então, estava eu em casa, sozinha, e ainda tinha que fazer almoço para mim, e arrumar a casa. A campainha tocou, era Ed.
- Pode entrar Ed.
- O que foi? Brigou com a escova hoje? _ falou ele com um largo sorriso no rosto_ Chega de ficar parada ai sem fazer nada, me ajuda aqui, to cheio de sacola na mão.
 - Pra que tanta sacola?_ perguntei curiosa.
- É seu aniversário não é?
- Não faz festa...
- Ainda não confia em mim sua gorda.
- Não sou gorda é excesso de gostosura_ falei dando risada.
- Tá bom..., sua “excesso de gostosura”. Vou fazer um macarrão com almondêga.
- Vai ter sobremesa?
- O seu serviço agora, é só ficar sentada no sofá, enrolada na coberta e assistindo televisão
 Eu já havia assistido há uns cinco episódios do Bob Esponja, e nada da comida ficar pronta, só sentia aquele cheirinho bom de cebola frita. Curiosa, do jeito que eu sou não aguentei e dei uma espiadinha, para ver o que ele estava aprontando.
 Quase dei risada da cena: Ed estava escutando uma musica no fome de ouvido, e rebolando (até  que ele tinha jeito), fritando as cebolas, tirava massa da panela, e misturava as cebolas junto com o molho. Voltei ligeiro para o sofá, e fingi nunca ter saído de lá.  
- O almoço esta pronto.
- Ebaa! _ falei saindo ligeiro do sofá.
- Mas primeiro.
- O que foi agora? Minha barriga ta roncando de fome.
- Me de os parabéns, por que esse macarrão com almôndega ficou ótimo.
- Você experimentou antes de mim?_ falei indo pra cima dele, e dando pequenos socos, em seu braço.
- Calma r, eu experimentei, para ver se você ia gostar.
- Como você sabe que eu vou gostar?
- Isa, sério isso? Somos amigos há 11 anos, eu sei tudo sobre você, e até seus mais temidos segredos, por exemplo, que você é bv*.
- Eu não sou mais bv, fiquei com o Roberto, na festa de formatura na oitava.
- Não ficou não, por que os seus pais chegaram antes de isso acontecer.
 Eu não sabia o que disser. A verdade infelizmente era dura, más sim, eu era bv aos 20 anos, não me orgulhava disso. Eu nunca mais comentei sobre isso, pois me sentia com muita vergonha.
- Sem palavras não è?  Dona Isabela?
- Admito, sou bv sim, más não fala mais nisso ok?
- Claro gatinha. _ falou ele me dando um beijinho na bochecha.
 Confesso que fiquei com vergonha quando ele me chamou de gatinha, ninguém havia me chamado assim antes. Para aumentar a minha vergonha, ele pegou na minha mão e me conduziu até a mesa. Ele havia se preocupado até nos mínimos detalhes. Ele mesmo arrumou o meu prato, com uma quantia grande de macarrão e duas almondegas.
- Não seria uma almondega?
- Sim, más como eu sei que você é uma gorda. Coloquei duas.
- Eu só como bastante, eu não sou gorda, você que é um magrelo.
- Olha bullyng ai em?
- Vamos comer logo, tô com fome.
- Não disse_ ele soltou uma gargalhada com gosto.
- Chega, para com isso.
 Enfim ele me ouvi, e almoçamos. A comida estava divina.
- Depois do almoço vem o que?_ falou ele levantando os braços.
- A sobremesa!
- Não, hora de lavar a louça, e já que eu cozinhei você é quem lava.
- Por que me tortura tanto assim?
- Eu só quero o teu bem.
- E eu quero a sobremesa agora.
  Aquele sacana havia comprado à sobremesa e queria que eu sofresse até chegar ela. Eu não aguentava mais. Empurrei-o na parede, e comecei a fazer cosquinhas nele.
- Ta bom, eu me rendo. Paz._ falou ele tirando o lenço branco da cabeça, e levantando para cima.
- Onde esta a sobremesa?
- Na geladeira.
 Ansiosa, abri a geladeira, e tinha uma torta escrito “Parabéns Isa”.Coloquei o bolo na mesa, e Ed pegou os pratos, e os talheres.
Tiramos fotos de tudo quanto é jeito, mandando beijo, fazendo caretas, mostrando a língua... Enfim todos os jeitos possíveis. Comemos aquele torta, que estava uma delicia.
- Hora de lavar a louça _ falei triste.
- Nem pensar, coloque a sua melhor roupa que vamos sair.
- Ok.
 Eu já havia cansado de tentar descobrir as surpresas de Ed, então apenas concordei com ele, e fui para o meu quarto.
 Eu tinha tantos vestidos, nenhum parecia o certo usar, até que avistei um vestido preto, do fundo do meu roupeiro, com mangas longas, e com um leve bordado na parte de baixo. O vestido era mais que magnifico, peguei um salto preto, uma bolsa de mão preta com strass, fiz uma maquiagem leve e com o baby liss fiz algumas “ondas” no meu cabelo. 
 Olhei-me pela ultima vez no espelho. Abri a porta e fui até onde estava Ed. Ele levantou ligeiro do sofá, e me olhou assustado.
- Eu to feia, só pode, para você me olhar com essa cara._ falei dando meia volta.
- Não._ falou ele pegando na minha mão._ Você está maravilhosa. Ok mocinha, vamos.
 Ed me ajudou a descer as escadas de casa, abri o portão e vi um Ford F-150 EcoBoost  estacionado em frente a minha casa.
- Esse é o meu novo carro.
- Como você comprou?
- É uma longa história, uma hora dessas eu te conto.
 Por todas as ruas que Ed passava, eu olhava atenta para ver se eu conseguia me recordar onde estávamos indo. A única coisa que eu conseguia saber é que estávamos no centro, isso, por causa dos vários prédios.  Ed estacionou na garagem de um deles e fomos de elevador até a cobertura.
 - Ed, como você conseguiu tanto dinheiro assim?
- Faz um ano que meu pai morreu, e só agora conseguir receber a eransa. Basicamente é isso.
Abri uma grande porta de madeira branca, quando ouvi.
“Parabéns para você...”.
 Por mais que eu estivesse super feliz com tudo que estava acontecendo, eu não queria nenhuma festa eu queria apenas descansar a cabeça, pois daqui a uma semana, eu iria para o exército e lá seria bem diferente do que agora.
Um pouco longe dos meus amigos, avistei um homem, sentado em uma das cadeiras pretas da sacada. Parecia ter 20 anos, os cabelos, alguns fios para cima, tinha um bigode pequeno que realçava ainda mais a sua boca carnuda. Seus olhos eram lindos, pareciam ter a cor de mel.
 Com o seu caminhar leve e majestoso, ele dirigiu-se até mim.
- Oi_ falou ele estendendo a mão sem nenhuma timidez.
- Oi, qual é o seu nome?
- Taylor, e você é a Isabela certo?
- Aham.
 - Prazer em conhecê-la, o Ed fala muito de você.
- Fala o que sobre mim?
- Que você é a melhor amiga dele, que é estressada, essas coisas _ falou ele sorrindo.
 Uau! Aquele sorriso era espetacular, tão lindo, tão... único. Eu fiquei hipnotizada por ele...
 - Bom, sintam-se a vontade. e bora assistir um filme _ falou Ed tirando dos meus pensamentos.
 Sentamos em um sofá de três lugares, e acabei ficando no meio dos dois. Eu estava muito nervosa, um homem que nem aquele estava bem do meu lado e eu nem sabia o que disser. Para esconder minha timidez tomei vários copos champanhe, que me fizeram ficar bêbada. 
 Sai do sofá, cambaleando e fui à sacada, para ver se melhorava. Sentei na cadeira, eu estava com uma enxaqueca enorme.
 - Está tudo bem?_ ouvi uma voz, vindo de trás de mim.
- Bebi demais...
 Taylor tirou a jaqueta que estava usando e colocou em mim. Com cuidado ele sentou-se na mesma cadeira que eu...
- Posso? _ perguntou ele preocupado.
- Claro.
 Ele colocou as suas mãos grandes na minha cintura e me colocou em seu colo.
- Quantos anos você têm?_ perguntou ele tirando alguns fios rebeldes, que estavam no meu rosto.
- 20 anos e você?
- 22.  
- Por que você esta fazendo isso?
- Isso o que?_ falou ele passando as suas mãos nos meus cabelos.
- Cuidando de mim.
- Eu vi que quando você veio pra cá, não estava muito bem. E vim ajudar.
Encostei minha cabeça, no seu tórax e pude ouvir o seu coração batendo forte.
- O seu coração... _ falei olhando nos seus olhos_ Está acelerado.
- Ele ficou assim depois que te vi.
- Se continuar a aumentar você vai morrer de ataque cardíaco..._ falei dando risada.
 Me aproximei perto de sua boca, e dei um selinho. Ele se aproximou de mim e beijamos na sacada no hotel em uma noite estrelada.
- Vamos Isa, hora de... _ Ed olhou a cena e saiu de fininho.
 Eu e Taylor demos risada da situação.
- Tay, me leva pra casa?
- Claro Isa.
- Sabe onde é?
 - Sim, eu sou o seu novo vizinho, me mudei para lá faz uma semana.
- Nossa eu nem te vi. Vamos eu tenho que pegar minha bolsa.
 Indo da sacada para a sala, tinha dois degraus, e foram eles que estragaram toda a minha noite. Cai de cara no chão, e ainda bem na frente de todos, que deram várias risadas, menos Taylor que se mostrou sério.
 Taylor segurou a minha mão e me ajudou a levantar, me sentei em uma poltrona, ele ajoelhou-se diante de mim, e com todo cuidado e singeleza, tirou meus saltos, cada um de cada vez.
- Onde está a sua bolsa? _ perguntou ele
- No sofá onde estávamos antes.
 O que ele iria fazer... ? Droga de enxaqueca que não me ajudava nessa hora.
 Ele voltou com a bolsa e entregou-a para mim junto com os saltos e me pegou no colo.
- O que você tá fazendo?
- Te cuidando._ falou ele, mostrando aquele lindo sorriso que me encantava cada vez mais.
- Tchau gente. Boa noite._ falei.
- É pelo visto, vai ser bem boa para você_ falou Ed dando risada.
Entramos no elevador e meus olhos enxergaram-se de lágrimas e comecei a chorar.   E em uma tentativa de me acalmar, me beijou.
- Não chora Isa, uma mulher linda como você, não merece chorar.
- Seu bobo_ falei sorrindo.
- Bom, chegamos à garagem. Infelizmente terei que te colocar no chão.
 Ele abriu a porta e fez um sinal para que eu entrasse. Fechou a porta e abriu a outra e entrou no carro.
 “Ele é um verdadeiro cavalheiro” falei para mim mesma.
 Não demorou muito e chegamos a casa, com o controle que havia na minha bolsa, abri o portão, e Taylor entrou com o carro dele, e estacionou na garagem de casa. Taylor novamente pegou-me no colo e entramos na minha casa.
- Onde esta o seu quarto?
 - Na quarta porta à direita.
 Ele conseguiu abrir a porta do meu quarto, e se assustou com a bagunça que estava. Ele colocou-me no chão, e me ajudou a jogar os vestidos e calçados num canto. Eu me deitei na cama e ele também.
 Me virei, e ele me cobri com as cobertas, no meu ouviu ele falou:
- Como tá sendo o seu aniversário?
- Estou fazendo uma loucura.
- Por quê? _ falou ele me dando um beijo no pescoço.
 Me virei e olhei para os seus olhos.
- Você está deitado na minha cama, isso já é uma loucura.
- Quer que eu saia?
- Não. É uma loucura boa, nunca tinha feito algo parecido.
 Me virei novamente e pela primeira vez, pude sentir o quão bom era dormir de conchinha, sentir suas mãos em minha cintura. Pela primeira vez provava de uma sensação de segurança, e eu só tinha isso quando estava com ele.
                                                                                                                       
* Abreviação de boca virgem: Nunca ter beijado ninguém
                                        
                              

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