05 setembro 2014

Fanfiction: Ela é para o meu irmão - Cap 10

Texto FIC/Designer JESSICA TLM/ @JESSICA_KELI. 
POV de EMILI:
Aquele silencio permaneceu como uma eternidade, cadê Makena que não chegava logo?

E ele decidiu quebrar o silencio,   –porque não ficou? devia ter ficado.
Porque ele só dizia junto a sua ironia? Que raiva!


–Taylor, olha só. Me deixa em paz, ta, faz de conta que eu não estou aqui e deixa o silencio do jeito que estava por favor.

–Você não queria ficar?
Olhou para trás e me levantei.

–olha só Taylor! para de ser maluco. Você não queria me tirar do jardim por causa do Mark? Agora quer que eu fique? Oque você pensa? Tem oque na cabeça?

–olha só, eu só achei que você queria ficar, ta bom!

–não, você esta todo irônicozinho ai, pensa que eu não percebo que você ficou com raiva.

Ele riu alto,  –há! Eu fiquei raiva agora?                E completou.

–se eu não tivesse trago a Mayka, você não teria nem falado com esse rapaz para começar.

–oque?! Taylor.. não me confunda com você. quem faz criancices aqui é você! Só você!
Tentei mostrar minha irritação, mais era pura verdade oque ele dizia.

–não, eu não sou criança. você que é doida demais e pensa um montão de besteira, imaginação fértil! por acaso escreve roteiros de hollywood?!!

–não começa me chamando de doida! Eu não tenho a mente distorcida se foi isso que quis dizer!

Começamos a discutir e somente ouvi a porta do carro do lado direito bater Makena sentava na poltrona do lado do Taylor.
–hey! Hey ! ou!  Oque que é isto?!       Perguntou Makena fazendo-nos parar.

–é ele!    –É ela!         Dissemos em couro ,    –quem começou foi você!

Ela nos olhou assustada,   –gente fiquem quietos.! Ai.. minha cabeça ta um monte de sinos tocando. Aquele som estava muito alto.
         
Disse Makena parecendo não ligar para aquela situação.

Ficamos em silencio olhando pra ela esperando que ela tomasse o controle da situação.
–que foi gente?      Disse estranhando nossos olhares pra ela.

Taylor respirou fundo,  –vamos. Essa noite não deveria ter acabado assim. Sai da festa cedo porque a Mayka queria embora. Que ótimo!    
Ele ligou o carro.

–você quem quis vir embora, podíamos ter ficado! e se sentíssemos vontade de ir embora pegávamos um Taxi ou pedia o Trevan pra nos buscar e te deixava livre pra ir embora cedo ou tarde!       Falei.

–até a Mayka foi embora! Você acabou com a festa toda! 
Disse ele desligando o carro de novo.

–eu não acabei com a festa, Todos estavam muito bem e todos estão!
Apontei em direção ao restaurante e completei.

–Você quem acabou com a festa dela! Por isto ela queria embora! Querendo ficar no meu pé a noite toda!

Makena olhou pra ele desentendida e soltou um riso.
–é Taylor?

Ele a olhou sem jeito e virou pra mim.
–claro! Você não sabe se comportar!

–há! Eu sei muito bem! Eu não fiquei beijando ninguém na frente de todo mundo!
Falei arregalando os olhos.

–gente.. querem parar!? Vamos voltar para o silencio? Mais que coisa..
Ficamos em silencio enquanto ele ligava o carro novamente.

–que horas são?
–22:00       falei olhando no celular.
–hãhã. Não quero ir pra casa. sair pra chegar essa hora? Não é sempre que saio.. meus pais só voltam amanhã, Taylor.. 
Disse a ultima manhosa.

–nem vem Makes..        disse ele já dirigindo.

Perguntei,  –oque? Você esta querendo voltar pra festa?         Falei esticando meu pescoço, Entre as duas poltronas da frente.

–não..      respondeu ele.

Ela insistiu,   –vamos lá naquela sorveteria.. ela esta aberta.

–oque? Makes.. se importa se eu ficar aqui dentro?        Falei me deitando no banco de traz novamente.

–logico que me importo! Que grosseria Emi..         disse ela sorrindo.

–há.. Makes.. sabia que no restaurante tinha sorvete?       falei.

–Mais não como este que quero, então Taylor, vamos vamos vamos!?

Perguntou concentrado na direção,   –e Eu tenho escolha?
–não.       disse ela rindo.

–vamos fazer votação!?        Perguntei animada pensando já na resposta.

–eu voto ir pra casa.     Falei.
Makena se animou,  –eu voto ir pra SORVETERIA!

Perguntou Makena,  –e você Taylor?

–bom, eu não quero ir para sorveteria, mais como não quero concorda com ela, Eu prefiro concorda com você.        Falousorrindo.

Perguntei não acreditando no que estava ouvindo,  –oque?
Eles riram.
Perguntei,   –mais não vamos demorar né Makes?
–não.. é rapidinho.. é aqui perto.

Demorou 5 minutos e chegamos na sorveteria.

Quando entramos, parecia mais um restaurante que só vendia milk shakes e sorvetes, ou seja tudo que era gelado. Era um lugar fofo.

 Makena foi pedir os sorvetes, Taylor e eu fomos encontrar uma mesa, mais estava todas cheias. Encontramos uma mesa que haviam acabado de sair algumas pessoas, era bem próximo a janela.

–nem sempre eu tenho essa sorte de saírem bem na hora que eu preciso.      Disse ele se sentando.

–é porque a sorte não é sua é minha, sempre acontece.        Falei rindo.
Ele me olhou e riu finalmente normal.

Depois de 3 minutos mais ou menos. Deitei meu rosto sobre meus braços que estavam na mesa e me assustei com barulhos de muitos cliques do nada.

Perguntei a ele,   –que que isso?
Antes que ele respondesse olhei para a fora da janela e havia muitos fotógrafos tirando fotos dele.

Levantei-me fazendo o não entender o motivo da minha pressa, Mais Evan poderia me ver nas fotos e saber onde eu estava e vir me atormentar.

FUI ATÉ A MAKES com o coração a mil.
–Makes aqueles paparazzis lá fora.

–e oque que tem?

–eles podem ter tirado fotos minha com o seu irmão.

–há.. idaí ninguém vai comentar nada, eu estou bem aqui com vocês.

–não, não é isso.        E pensei nesta possibilidade também.
   –E isso também não tinha pensado.
Indaguei e ela perguntou,  –oque é então?
–O Evan, eu consegui tampar meu rosto, mais e se eles tiraram fotos? o Evan vai saber onde eu estou.

–eita.. isso não é legal. espera ae. Tenho uma ideia. Pega os sorvetes aqui na fila, eu já volto.
 Disse ela pensativa indo em direção a um funcionário.

Peguei os sorvetes e fiquei com medo de ir até lá novamente e ela veio.

–já resolvi. Eles têm uma cortina eletrônica tipo uma tela para tampar os vidros, as telas já estão sendo baixadas.
Eu olhei de longe e ela disse.      –Viu.

Fiquei muito sem graça por isso e Chegamos a mesa com os sorvetes.

–oque foi aquilo garota? Bem que desconfiei que você poderia ser uma fugitiva da policia ou alguma coisa assim..    
Taylor pegou o sorvete e rindo.

Olhei para Makena super sem grça, oque explicar a ele?
–hã.. sem graça. Não seria bom pra você ok.           Falei meio seria.

Perguntou rindo,  –e desde quando se importa?

Olhei para Makena e ela cortou,–iai Emi, o sorvete é bom?
Provei.
 –é ótimo e calda quente.. é diferente. Só conheço um lugar no Brasil que fazem este tipo de coisa..

–por isto eu amo o sorvete daqui e a calda também. Eu queria poder comer essa calda todinha em casa.      Disse ela conseguindo mudar de assunto.

–eita.. ó o vicio do doce. Formiga gigante.      Falei rindo.
Fomos interrompidos por uma garotinha. De aproximadamente 11 anos. Aparentava estar muito nervosa.  Ela parou do lado da mesa olhando Taylor com os olhos brilhantes.
 Ela Pediu um autografo quase sem voz e pediu pra tirar uma foto com ele. Eu peguei a câmera da mão dela e tirei a foto dos dois.
Tentando acalma-la.
Ele perguntou,   –como é seu nome?

–Mariana..                 falou ela com lagrimas nos olhos.

–então Mariana quer sorvete? esta gostoso, não chora..     falou ele rindo a abraçando.

E isso fez com que ela caísse em lagrimas de felicidade e Der repente me lembrei de quando era pequena.
Ela tentou secar os olhos com as mãos.
 Lembrei-me das minhas amigas. Foi como se fosse o flashback “da minha vida. minha mãe gravando um vídeo de quando eu era pequena que eu cantava uma musica e depois mandava um beijo pra ele, das coisas que sonhei para estar ao lado dele”

Despertei-me ao ouvir sua voz conversando com a menina.
Me aproximei dela também.
–não chora.. come todo o sorvete dele boba..

Alisei seus o cabelos. Ela riu pra mim e olhou pra ele e ele retribuiu seu olhar de ternura a ela.
–eu te amo Taylor..    disse ela o abraçando-o.

E meus olhos lacrimejaram, era acena mais linda que eu já vi. Ele tão gentil tão delicado com ela.Ele sorriu a abraçando, detrás do seu ombro ele me olhou sorrindo percebendo o quanto meus olhos havia admirado aquilo.
Ao se desgrudarem ela olhou Makena,  –oi Makena!

–oi Florzinha..
Ela começou a chorar. Ele não sabia oque fazer toda vez que falava pra ela se acalmar ela chorava mais.

Meus olhos estavam difíceis de serem controlados,   –não chora.. Vou acabar chorando também..
Olhei Makena,  -isto lembrou as minhas amigas..

Ela pareceu prestar atenção no que eu disse porque perguntou.
–suas amigas gostam dele também?
Ela estava parando de chorar secando as lagrimas.
 Ele me olhou atento,   –aham.. muito..

–e você gosta?        Perguntou ela curiosa por eu estar com eles.

Ele segurou o sorriso olhando pra mim sabendo o quanto seria difícil esta pergunta.
Perguntei ganhando tempo para pensar, –Eu?

O olhei segurar um riso e continuei a responder a ela. –Eu sou mais o Patterson.
 E ele finalmente riu, fazendo elas rirem.

–ô topete sabe..      falei gesticulando e eles riram.
O pai dela chegou a chamando e o Taylor assinou uma revista que ela tirou da mochila.

Ele era admirado por ela como eu já fui um dia. Ele era um amor com seus fãs. Ela foi andando até o seu pai e nos levantamos para sair. Fomos pela porta detrás. Porque tinha vários paparazzis na frente da sorveteria.

Ficou um silencio enorme no carro. Makena preferiu deitar na parte de trás oque me fez ter que ir na frente. Eu estava pensativa sobre a fã. Mais tentei não mostrar minha admiração pelo oque vi.

Makena bufou,  –ai! Que saco! Eu vou ter que perguntar. Oque ta rolando aqui?
–oque?       Perguntamos em couro.
Ela se sentou.

–ta uma energia estranha aqui.

–pergunta a sua amiguinha ai, ela deve saber..        disse ele dirigindo.

–hã? A mim? fala pra ela porque você ficou no meu pé a noite toda! Porque eu também quero saber!

–eu não.
Cortei,  –vai mentir agora?

–não. você me interrompeu.

–aham, tá. Mais diz ai.

–eu não acho legal isso, você sabia que ele era o filho da dona do restaurante?

–eu fiquei sabendo depois por ele, mais idai?

–cara, larga de ser chata!          Disse ele parecendo exausto
Começamos a discutir novamente pelo oque aconteceu.
Ela interrompeu.   –ta! Ta! Tabom ok! Esquece, vamos voltar ao silencio que estava.

Disse ela se deitando na poltrona detrás.
Quando estávamos chegando perto de casa. Ele quebrou o silencio quando olhei pra ele.
–Você é mesmo doida, é.. maluca.. serio.

–não começa. Ok? Você quem é maluco aqui! e Eu nunca vou engolir oque você fez no jardim!

Perguntou Makena fazendo a gente ficar em silencio,  –oque aconteceu no jardim? 

Respondemos com medo,  –nada!

Makena respirou fundo olhando e riu prestando atenção naquela discursão e saiu do carro. Sem menos percebemos.
Ele gritou em meio a nossa discussão,  –eu sei que você esta tentando fazer!

–aé! E oque eu estou tentando fazer?
 –Você não vai fazer com que eu me interesse por você e fique nos seus pés! Pra fazer comigo oque você deve ter aprendido agora!

E respondi,  –você deveria se mancar! Pra começar, se você não tivesse interessado você não teria ido naquele jardim!

Ele me olhou estranhando,  –você deve ter sofrido alguma coisa um dia. Cara isso não é normal!

Indaguei ainda com raiva,  –e você não sabe onde está se metendo. você deve estar burro! Não percebe que é só ficar longe de mim e pronto?!

–eu deveria.        Disse ele mais próximo.

–deveria!       Falei.

–e eu vou!

–então, agora me deixa em paz!
Falei abrindo a porta do carro e a fechando. Indo a caminho de casa. Mais notei que minhas Chaves estavam na bolsa e minha bolsa estava no carro. Droga!

Respirei fundo e precisei voltar.
Bati no vidro da janela do carro e ele olhou para a minha direção e desceu o vidro.
–minha bolsa. Deixei minha bolsa ai.     Falei tentando controlar minha voz.

Ele olhou na parte da frente e abaixou a cabeça olhando de baixo do banco da frente.

Respirei fundo e abri a porta de trás. Dentei na poltrona do carro colocando a mão em baixo da poltrona.

–ta aqui. Achei.       Disse ele pegando de baixo da poltrona da frente e levando até a minha direção.

Me levantei batendo a mesma altura que a dele, Seus olhos estavam tão próximos outra vez e a minha raiva estava se passando, Eu percebi que aquilo parecia muito de proposito e da minha parte, senti raiva de mim mesma.

Pois eu não estava fazendo. Peguei a bolsa e tentei sair do carro as pressas para que não sentisse nenhuma vontade de voltar lá outra vez e fazer oque eu estava prestes a fazer quando havia entrado novamente naquele carro.

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