10 setembro 2014

Fanfiction: A filha do chefe - Capítulo 13: Taylor, meu vício


Acordei no dia seguinte com os olhos inchados da noite passada. Só consegui pegar no sono depois de muito tempo e de muitas lágrimas. Quando eu desci minha mãe estava na cozinha mais nem sinal do Luka.

― Bom dia mãe! ― ia rapidamente em direção a porta ainda não me sentia pronta praquela conversa.

― Espera mocinha, não acha que me deve algumas explicações? ― respirei fundo já estava desacostumada em ter que dar explicações de alguma coisa. Mas era a minha mãe, então rodei os calcanhares e fui até ela.

Nossa "conversa" foi ... Unilateral para dizer a verdade, mas a reação dela no final foi mais que surpreendente para mim ― só uma bronca por ter escondido dela o meu namoro com o Taylor e um abraço de mãe. No caminho para o trabalho fui me lembrando da noite e fazendo uma nota mental "matar o luka assim que vê ele!". Me lembrei dos olhos de Taylor e nas coisas ocultas que ele quis me dizer.

― Eu não sou assim! ― repeti para mim mesma enquanto mais lágrimas caiam de meu rosto.

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

― Bom dia Srtº Elena? - passei rápido pela  Srª Elaine sem cumprimentá-la, então ela  me seguiu.

― Algum problema Elena, noite ruim? ― ela perguntou assim que entrou na sala.

― Dona Elaine me traga um café sim e analgésicos! ― quando eu tirei os óculos meus olhos inchados era perceptíveis apesar da maquiagem. ― Ah e como está minha agenda pra hoje?

― A Srtª só tem que assinar alguns papeis e as reuniões foram desmarcadas e remarcadas pelos próprios fornecedores.

― Ótimo, se não fosse eles seria eu desmarcar. Não estou com saco pra aturar eles hoje minha cabeça parece que vai estourar!

― Com licença, vou buscar o seu café! ― quando Elaine ia saindo a chamei.

― Espere ... Taylor já chegou?

― Não! Ele disse que houve um contratempo na casa dele, por isso irá se atrasar. ― a senhora Elaine era uma das pessoas que desconfiava de nós, mas era profissional demais para perguntar algo. Ela se virou para mim e disse. ― Srtª aquilo que me pediu já fiz! ― ela se referia ao meu pedido a respeito de Aline.

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Não conseguia me concentrar nos papeis a minha frente, algo estava errado. Nunca havia sentido isso por ninguém sentia falta dele meu coração se apertava ao pensar nele, estava viciada em seu corpo. Precisava dele― lembrei de uma conversar que tive com minhas amigas "VOCÊ ESTÁ APAIXONADA!" Essa foi a conclusão.

― Srtª Formam? ― um dos acionistas estava na minha frente com alguns papeis para que eu pudesse assinar. ― Pensando em seu pai?

― O quê?! Sim, meu pai. Ultimamente tenho pensado muito nele. Mas o que quer?

― Preciso que a Srtª assine isso. ― ele esticou a mão colocando algumas folhas sobre a mesa e completou. ― O Srº Lautner que deveria assinar, mas acho que ele ainda não chegou.

― Como assim? Já era pra ele estar aqui!

― Eu o procurei e não o encontrei. Com licença ― ele pegou os papeis assinados e saiu. Elaine me avisou que ele ia se atrasar, mas já estava mais do que atrasado a essa altura. Peguei o celular para ligar para ele, mas não o fiz, iria esperar e tentar me concentrar em outra coisa.

― Eu não fiz nada de errado!  ― falei voltando a me concentrar no meu trabalho.

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
ALGUMAS HORAS MAIS TAREDE.

― Srª Elaine, Srº Taylor já chegou?

― Sim. Ele chegou faz algum tempo, está em sua sala ― desde o dia que a gente começou a sair juntos, a primeira coisa que ele fazia era ir me vê. Só que desta vez nem um aviso pelo telefone avisando de sua chegada.

― Algum problema, Elena? ― estava estaticamente parada à frente da mesa da secretária, imersa em meus pensamentos, desejava ir até a sala dele, mas desisti imediatamente da ideia. A senhora Elaine me chamou novamente.

― ÃH! O quê? Eu estou bem, não aconteceu nada! ― respondi assim que sai do transe mudando logo de assunto. ― A minha agenda está vazia agora à tarde, então eu vou embora. Qualquer coisa a Srª liga para o meu celular ou fale com o Srº Taylor! ― disse isso apertando o botão para chamar o elevador.

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Casa não era bem onde eu queria ir, então fui ao cemitério rezar e conversar com o meu pai. Como sempre fazia quando algo me incomodava, me sentei diante a cova dele e comecei a chorar e depois fiquei em silêncio, ainda com a cabeça baixa e olhando pras rosas que estavam na minhas mãos respirei fundo e comecei a falar.

― Pai, eu não sei o que fazer, isso nunca me aconteceu antes. Não que a gente não tenha discutido antes e confesso boa parte por minha culpa, você me conhece sabe que eu tenho um gênio ... ― eu ria, gesticulava e falava como se ele estivesse ali mesmo, mas meu sorriso se foi ao completar a frase. ― Mais agora... eu sinto falta dele! ― pus a mão no peito onde fica o coração e fiquei ali desabafando com ele durante horas, até que me assustei com o toque do celular olhei o visor ― era ele ― meu coração se acelerou.

― Alô, Taylor?! ― de inicio, a voz nada disse mas segundos mais tarde ele falou.

― Precisamos conversar ― sua voz era de um tom que eu não conseguia decifrar, mas era sombrio e me fez arrepiar.

― Onde você está?

― Estou na empresa.

― Claro, esqueci.

― E você?

― Eu saí mais cedo hoje. Por que você não quis falar comigo hoje mais cedo? Se você ainda está chateado com o lance do Luka olha eu... ― eu ia continuar, mas ele me interrompeu bruscamente.

― Elena eu preciso falar com você, mas não tem nada a ver com seu primo. Me encontre amanhã no lugar de sempre, agora tenho que desligar.

Ele desligou e eu fiz o mesmo me voltando para a cova do meu pai dizendo:

― Viu o que eu disse! Hum, o quê será que ele quer?  ― fiquei ali naquele lugar por alguns minutinhos a mais depois resolvi ir para casa.

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

― Luka, o quê faz ainda aqui? Eu pensei que o seu voo sairia hoje de manhã?

― Eu fiquei porque queria falar com você sobre ontem.

― Ah, sobre isso. Me desculpe a reação dele e a minha também.

―Vocês estão namorando?

― Acho que sim.

― Elena, eu vi a cara que ele fazia toda vez que eu encostava em você e também via a sua reação. É sério?

― Eu morro de medo dele terminar tudo comigo, eu nunca fui santa você sabe ― Luka riu. ― Mas, agora com ele é tudo novo, diferente, sabe. Só de pensar em ficar sem ele... ― fechei os olhos e respirei fundo o soltando lentamente ―  Eu fico sem ar!

― Eu sei como é eu sinto a mesma coisa pela minha Vanessa ― ele parou um pouco. ― Espere,  Elena Forman, você tá apaixonada?!

― Pela primeira vez acho que sim, precisou uma tragédia familiar para que isso acontecesse... No começo era mais por despeito, capricho sabe...  ― Luka balançou a cabeça e riu. Ele mais que ninguém, tirando os meus pais, sabia como eu era.  ― Agora eu não posso mais viver sem ele! ― Completei com os olhos perdidos no horizonte e nas lembranças. Luka só emite alguns sons enquanto eu falava.


Luka foi embora com a promessa de voltar para o meu casamento com o Taylor, eu ele e minha mãe, que surpreendentemente estava aceitando bem, começamos a rir. Mas por dentro eu não sabia se estava tudo bem a esse ponto sua voz no cemitério me preocupou.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Deixe seu comentário! A sua opinião sobre as fanfics é muito importante para que os autores continuem escrevendo. Fale sobre o mais gostou, sobre o que espera ler nos capítulos seguintes. Comente sobre seus personagens favoritos e os que mais detesta. Não deixe de comentar, seja mais ativo e evite que as fanfics entrem em hiatos por desmotivação da autora em escrever. Não seja um leitores fantasma. Comente agora mesmo!

DEIXE SEU RECADO!

SITE DE NOTICIAS - TAYLOR LAUTNER MANIA