18 setembro 2014

Fanfiction- Herói de Batalha- Capitulo 7


Fanfiction- Herói de Batalha- Capitulo 7 





Capa: @jessica_keli TLM
Texto/Fic@DanniPinheiro 
Nome da Fanfiction: Herói de batalha
Personagens principais: TayloLautner e Isabela Felitini
GêneroRomance/ Drama
Censura 13 anos Restrições: Sexo
Status: Em andamento
Nº de capítulos: Indeterminado
 Sinopse : Encontrar um amor verdadeiro, não é fácil, más o mais difícil é aguentar as consequência e mesmo assim  não desistir dele. 


 Capitulo 7= Meu tudo.

 Os meses em que Taylor não estava no quartel, foram aterrorizantes para mim, senti-me sozinha, perdida, e incompreendida Por Todos. Por mais que eu soubesse que Luci ( a enfermeira) era minha amiga, eu já imaginava que el pensasse que Taylor era apenas mais um namorado, e eu tive mais certeza ainda , quando ela disse:


- Roberta, por que você não vêm curtir uma festa com a gente?_ falou ela toda animada.

- Não, obrigada, eu só quero que Taylor venha logo.

- Bom, você quem sabe. Tchau tenho que ir. _ falou ela saindo do quarto com a sua mala em mãos.

 Sai do quartel mais triste do que nunca, fazia 2 meses que Taylor não aparecia, ninguêm dos outros batalhões havia voltado, o que mais temia talvez teria acontecido: morrido.

 Olhei para o lado e lá está o gol branco do meu pai estacionado. Passar o fim de semana com a família e os amigos, iria me fazer bem.

 Abro a porta do carro, e vejo o meu pai, com um sorriso lindo, e com lágrimas nos olhos.  

- Filha,  eu estava com saudades _ falou ele me abraçando.

 - Eu também pai, essa semana foi cansativa demais.

 Quanto mais eu falava com ele, mais ele chorava. Eu nunca havia visto chorar e é horrível. 

Logo ele que sempre se mostrou durão em todas as horas.

 - Pai, não chora, eu tô aqui.

- Eu sou um pai chorão, isso sim _ falou ele secando ás lagrimas._ agora, vamos voltar 
para casa.

- Ok_ falei colocando o cinto e podando uma musiquinha para tirar aquele clima tenso.

   Eu amo ouvir múscia, sem musica eu não “ vivo ”, em todo o lugar que eu vou tem que ter musica se não tiver, sempre tenho em mão um fone de ouvido. Na escola eu me incomodava um pouco com isso, pois até minhas amigas, me chamavam de anti social. 

Bom, más isso já é passado, e o que vale agora é no presente e não vejo a hora de ver a família.

 (...)

 Enfim, ansiedade que me matava, teve seu fim, quando reconheci a minha casa. Desci do carro ligeiro, e fui dar um longo abraço na minha irmã, que sorria ao ver. Minha mãe, estava chorando, e não conseguia esconder a felicidade de eu estar ali, entrei dentro de casa, fui para o meu quarto, e quem eu vejo? A Ana e o Ed, sentados na minha cama.

 - Isaa _ falaram os dois juntos, e vieram ao meu encontro.

 Abracei os dois o mais forte, que eu pude.

- Calma ae, que eu sou fraco._ falou Ed, dando risada.

- Eu senti muita falta de ti seu mala, e de você também Ana.

- Chega de amolação ai, e vai cumprimentar o churrasqueiro_ falou a Ana.

- Eu já cumprimentei o meu pai.

- Não custa nada ir lá._ falou ela com as duas mãos na cintura.

  Desci para o porão, e fui até onde estava o meu pai.

- A carne tá com cheirinho de queimada pai.

- É que eu não conseguia parar de pensar em você._ falou Tylor

 Fiquei parada, perplexa, sem nenhuma reação. Corri na direção dele, e o beijei, como se nunca tivesse beijado na vida.

- Calma meu amor, assim a carne vai queimar_ falou ele

- Como você venho aqui?

- De carro.

- Taylor... você entendeu.

-  Quando for a vez do seu pai vir cuidar aqui, eu converso direito com você sobre isso.

 - O que tem eu ? _ falou meu pai aparecendo atrás de mim.

- Sogrão, nós vamos dar uma saída, mas voltamos pro almoço.

 - Ok, tudo bem.

 Entramos no carro, e fomos para um lugarzinho super lindo e tranquilo perto de um rio.

- Agora, me fala tudo que aconteceu.

- Chegamos no quartel lá pela 1 da manhã, e como eu sabia que você estava dormindo, 
nem te acordei. Então vim pra cá. Era umas 9:00 quando vim para a casa dos seus pais, e pedi autorização para namorar com você.

- Qual foi a reação deles?

- Ficaram surpresos no começo, más de me fazer várias perguntas, aceitaram.

- Seu idiota, pensei que você tivesse morrido _ falei abraçando-o.

- Eu nunca iria morrer sabendo que eu não iria ter você perto._ falou Taylor me beijando 
por longos minutos.

- Temos que voltar para casa agora, amor.

- Ok, ok. Vamos _ falou ele indo para o carro e pegando a chave na mão.

 Taylor, estava vivo!  Ainda bem que meus pensamentos loucos de que ele estivesse morto eram só... pensamentos, estava aqui do meu lado vivo, e com aquele sorriso maravilhoso.

 Taylor me fazia tão bem, ao ponto de eu ficar reação, e não conseguir o que eu realmente penso, sem falar o quanto amo ele.

 Chegamos a casa, bem na hora que meu pai estava servindo o churrasco, que aliás estava uma delicia. Almoçamos, ajudei minha a mãe lavar a louça, e junto com meus amigos e o Taylor, fomos num bar muito bacana no centro da cidade.

 Sentados em uma mesa do fundo estavam os amigos do exército do Taylor, e nós nos juntamos a eles.

 - Oi gente, esses são meus amigos, Ed e Ana.

- Oi Ana _ falaram os três em coro quase babando.

- Oi _ falou ela com a bochecha rosada.

 - Você é muito linda sabia? _ falou Robert

- Obrigada, meu namorado, diz isso pra mim todo dia.

- Aha! Toma._ falaram os outros dois dando risada dele.

  Nos divertidos bastante, más como já estava escurecendo, tínhamos que ir. Taylor, levou cada um na sua casa, e se fomos para o caminho de casa.

- Mudança de planos_ falou Taylor.

- O que foi?

- Dorme comigo essa noite?

- Sim, minha cama ta arrumada.

- Na minha casa, por favor.


- Tudo bem, eu só vou mandar uma mensagem para minha mãe dizendo que não vou dormir em casa hoje.
                   

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