29 setembro 2014

Fanfiction: Sem saída - Capítulo 1: Olhos safiras (parte 1)



Há um pouco mais de um ano eu a conheci o que mudou minha vida por completo, me fez o homem mais feliz do mundo e me deu o melhor presente que poderia querer meu filho.
Era um dia normal assim eu achava até ser surpreendido por Nicole mais uma vez, a garota com quem tenho ficado com freqüência ultimamente e a mesma resolveu me castigar por não ter indo a sua festa no sábado, mas isso não significa que ela podia me fazer de idiota na frente de toda a escola se esfregando com Evan, meu “amigo”. Então fiz o que julgava certo, quebrei a cara dele e a dispensei definitivamente.
Os dois se mereciam mais do que pensavam e seria injusto deixá-los separados.
Enquanto tentava inutilmente abri meu armário era observado por olhos curiosos e assustados dos outros alunos. Perdi a paciência que ainda me restava depois da briga e fechei meu punho decido a socar o armário quando uma mão o segurou.

─ Calma aí, Danny- pediu Albert soltando meu punho em seguida.
─ Não me chame assim- o encarei com fúria.
─Ok, ok- ele fez gesto de rendição com as mãos- vê se não vai me socar também.
─Se continuar me enchendo não garanto nada- o olhei.
─O que a Nicole fez agora?- pó ser meu melhor amigo ele sabia bem o motivo da minha fúria.
─Ficou com Evan- só em pensar na cena nojenta a vontade que sentia era de espancar os dois até a morte, mas a vadia se salvou por ser mulher e não vou desperdiça minha juventude na prisão por causa de duas porcarias.
─Na boa cara, você só pode esta apaixonado- ele posou sua mão em meu ombro e riu em seguida, mesmo sabendo que nunca me apaixono e ainda por cima por uma vadia desprazível.
─Não me rogue essa praga, cara- tirei sua mão do meu ombro o fazendo ri.
─Então vê se desapega da Nick e vamos pegar umas gatas á noite- disse Al e deu um sorriso malicioso para uma garota que estava do outro lado do corredor- oi.
A garota acenou sorrindo delicada.
─Essa eu pego- comentou ele voltando sua atenção para mim.
Apenas ri balançando minha cabeça em negação.
─Que foi?- Al me olhou- não me diz que ela já fez parte da sua coleção, seu faxineiro?
─Não, eu não pego mais nenhuma vadia dessa escola.
─Legal, agora vai ficar revoltadinho- reclamou.
─Não, só exemplando- falei.
─Sobra mais pra mim então- ela gargalhou.
Com a  conversa esqueci-me do armário que ainda estava fechado e o sinal da primeira aula já havia tocado.
─Vamos pra sala Danny- disse Al, tenho certeza que só me chamava assim para me irritar.
─Não me chame ASSIM PORRA!- o fuzilei com os olhos.
─É o seu apelido Taylor- se justificou ele.
─Não essa coisa gay- eu odiava ser chamado assim.
─Eu sei bem o motivo- comentou Al com cara de tédio─ Vamos logo.
─Antes preciso abrir esse lixo- dei um soco na porta do armário amassando-a e atraindo olhares dos que ainda estavam nos corredores─ Só vai no carinho mesmo.
Peguei meus livros e olhei pra Al.
─Quero vê se vai fecha ou pretende dar mais carinho?- comentou ele rindo.
─Acho que não será necessário- tentei fechar, mais o máximo que consegui foi escorar a porta- deixe assim mesmo.
─É melhor você tirar suas coisas daí- me aconselho ele e riu da situação que se encontrava o armário.
─Quem se atreveria me roubar?- o encarei erguendo uma sobrancelha.
Ninguém nem ao menos a tocar nele, isso se ainda quisesse permanecer inteiro.
 ─Um ladrão?- disse Al e começou a rir da sua resposta idiota.
─Como foi que você passou de ano, cara?- sorri de lado.
─Subornando os professores- comentou ele orgulhoso.
─Isso explica.
Caminhamos em direção a sala 02 onde haveria aula de historia.
Entramos e o Sr. James já estava na sala, cumprimentei a galera e sentei em meu lugar no fundo da sala. Eu odiava historia por ser uma matéria que me dava mais sono do que me mantia acordado.
O Sr. James chamou a minha atenção a aula toda e isso me irritou bastante, tinha alunos conversando aos cochichos, outros trocando bilhetinhos e uns três dormindo, eu estava apenas dando alguns cochilos e ele vem chamar a minha atenção?! Acho que esse idiota me odeia, pois bem, por que empatamos.
Agradeci mentalmente quando acabou a aula, peguei minha mochila e sai junto com Al.
─ Biologia pra mim agora, a gente se vê em inglês- disse ele ao se afastar.
─ Falou.
Precisei ir até o lixo que chamava de “armário” pegar os livros pra próxima aula.
Ao me aproximar notei que havia uma garota mexendo na porta.
─ HEY, TIRE AS SUAS MÃOS DAÍ- gritei sem pensar duas vezes.
Ela se assustou e deixou seus livros caírem no chão.
Me aproximei a vendo se abaixar para pega-los.
─M-me desculpe, eu estava apenas tentando fecha-lo- disse ela com a voz tremula ao se alevantar.
─ Sei- abri a porta e comecei vasculhar tudo para ver se faltava algo.
─ Eu não peguei nada- disse ela com a voz calma e doce a qual nunca ouvira antes.
─ Acho bom mesmo- avisei ao notar que não faltava nada─ Então cheguei a tempo...
Ao olhá-la não consegui terminar a frase estava prestes a me perder em sua beleza e em seus lindos olhos azuis safiras que me chamavam.
─ Eu não ia pegar nada... Eu juro ér... Não sei seu nome- ela me olhou com uma expressão confusa.
─ E nem precisa saber- dei as costas indo para a sala.
Fui grosso eu sei, mas esse é o meu normal eu me conheço e a ultima vez em que olhei assim para uma garota quebrei a cara.
Entrei na sala e lá estava Nicole com o seu novo “namoradinho” na segunda fileira, sorri com deboche ao vê o olho roxo e a boca cortada de Evan, eu deveria ter feito um estrago maior pena que me interromperam.
Sentei em meu lugar ao lado de uma das garotas mais gostosas da escola.
─ Oi, Taylor- disse Meranie com um sorrisinho de canto malicioso.
─ E aí- sorri de lado.
Ok, sei que falei que não pegaria, mas nenhuma garota dessa escola, porém hoje vou abrir uma exceção afinal é de Meranie que estamos falando.
Ela me escreveu algo em um papel e passou para mim, o que achei patético.
“A Nick perdeu agora você é todo meu”
A olhei e a mesma mordeu o lábio inferior de uma forma provocante.
“Por algumas horas posso ser seu, vê se não perde tempo”
Entreguei a ela que ao ler me olhou com malicia, nada que eu não fizesse também.
“Te espero no banheiro feminino na próxima aula”
Foi sua resposta apenas pisquei sorrindo confirmando que estaria lá.
─ Turma prestem atenção, por favor- pediu a Srtª Johnson, eu estava bem distraído que não a vi entrar na sala.
─ Essa é Katherine Elizabeth Cullins, ela é nova aqui a tratem bem- pediu a Srtª Johnson, não era preciso olhá-la para saber que estava com um sorriso divertido nos lábios.
─ Legal mais uma nerd- reclamou Meranie.
Então desviei minha atenção dos rabiscos que fazia em meu caderno e olhei para a garota que caminhava em minha direção sentando-se por fim ao meu lado no assento vazio. Porém dessa vez não me permiti observá-la demais e muito menos olhar em seus olhos.
─ Oi de novo- disse a voz doce ao meu lado.
Apenas a olhei sem demonstrar interesse algum, porém vi seu sorriso que era tão puro quanto sua expressão.
 ─ Não vai me dizer seu nome?- quis saber ela me olhando.
─ Não vejo necessidade- falei com minha atenção voltada a aula que havia começado.
Não foi preciso olhá-la para saber que seu sorriso murchou enquanto que o de Meranie era grande.
Durante toda a aula tentei ignorá-la ao máximo que pude, mas parecia impossível e eu acabava cedendo a olhando e desviando antes que ela pudesse perceber algo.
─ Te espero lá- sussurrou Meranie em meu ouvido quando terminou a aula e passou em minha frente com seu rebolado tentador.
 Enquanto eu pegava a minha mochila notei que só restava eu e a novata.
─ Por que me trata mal?- quis saber ela.
─ Por que tentou me roubar- coloquei minha mochila em meu ombro e dei alguns passos.
─ Eu já disse o que fazia- disse ela atrás de mim.
─ Procurava algo para ser roubado- continuei caminhando.
─ EU NÃO SOU LADRA- sua voz assumiu um tom mais elevado.
─ Ah, não?- parei ficando de frente para ela e a garota ruiva esbarrou em mim─  Ow!
Afastei-la rapidamente.
─ Esse é um truque para abater minha carteira, não é?- a encarei sorrindo de lado.
─ Você que parou- se defendeu ela.
─ E você aproveitou- retruquei.
Ela respirou fundo e passou por mim o que me deixou confuso, dei de ombros e segui para o meu “compromisso”. Teria que esperar os corredores esvaziar para que pudesse entrar no banheiro feminino.
Passou-se alguns instantes e constatei que poderia ir. Caminhei em direção ao banheiro, olhei para os lados e entrei.
─ Taylor é você?- ouvi a voz de Meranie.
Não falei nada apenas segui em direção a sua voz.
Ao abri a porta da ultima cabine encontro uma Meranie completamente nua me encarado com malicia, meu olhos vasculharam todo seu corpo. Me aproximei dela a empurrando na parede e beijando seus lábios com intensidade a mesma começou a tirar minha camisa enquanto minhas mãos apertavam suas coxas e meu corpo imprensava o seu contra a parede.
Estava completamente louco com aquela garota, só suas mordidas em meus lábios me deixavam excitado. Meranie desabotôo minha calça e a baixei-la retornado a beijá-la no pescoço e desci para seus seios fatos.
Com um impulso Meranie laçou suas penas em minha cintura e a penetrei sem delongas, afinal ali não era um bom lugar para torturá-la antes da melhor parte, senti suas unhas me arranharem nas costas e ouvia seus gemidos perto do meu ouvido o que me incentiva a aumentar as intocada.
─ Taylor...
Ouvi o barulho da porta batendo forte, mas não parei afinal poderia broxar e essa não seria uma boa reputação para mim.
Quando acabamos estávamos muito suados inclusive eu por ter feito grande parte.
Vesti minhas roupas enquanto ela me observava.
─ O que foi?- quis saber ao vesti minha camisa.
─ Nada... Só que...
─ Meranie, eu fui seu como o combinado e só- a olhei.
─ Mas será que a gente...
─ A gente mais nada- abri a porta- preciso ir agora.
Me aproximei e a beijei no rosto em seguida sair do banheiro a deixando lá com uma expressão pensativa. Mais uma que achou que depois do sexo, sairíamos e ficaríamos juntos.
─ Cara cadê você na aula?- disse Al.
─ Tive um “compromisso”- dei um sorriso pervertido.
─ Quem foi a vitima?- ele me olhou rindo.
Caminhávamos em direção ao refeitório.
─ Meranie- sorri me gabando.
─ Eu não acredito- disse ele surpreso - você ficou com a Meranie Jones? Como conseguiu? Desde ano passado tento sair com ela.
─ Ela que se chegou- me gabei.
─ Deixa de ser mentiroso, todos sabem o quanto ela é difícil- comentou ele.
─ Fácil, essa é a palavra certa- menti pra quê?
─ Cara, coitadas das garotas que ficam com você- ele posou sua mão em meu ombro- elas nem fazem idéia do quanto são importantes pra você.
Ele riu de seu comentário.
─ E são, mas na hora certa- entramos no refeitório.
─ Sei, quando estão na sua cama- ele riu novamente.
Apenas dei de ombros pela meia verdade.
─ Deixa só o DJ descobrir que você pegou a irmã dele- comentou ele me olhando com um sorriso que dizia” ta fudido”.
Droga! Eu havia esquecido esse pequeno detalhe, peguei a irmã de uns dos meus melhores amigos.
─ Taylor- disse Thomas ao se aproximar- festa na minha casa hoje.
Ele nos comprimento com um aperto de mão e um meio abraço seguido de um soco simulado.
─ Estamos dentro- falei por mim e Al que com certeza não faltaria de forma alguma.
─ Não esquece de levar sua irmã Al. Ela é muito gostosa- Tom fez um gesto obsceno.
─ Pode deixar, faço questão e ver se baba o suficiente para encher a piscina, por que é só o que você vai fazer- Al riu da cara que Tom fez.
─ Onde é a festa?- quis saber DJ ao se aproximar.
─ Na casa do Tom- disse Al- e ele deixou a gente dá uns pagas na mãe dele.
─ Serio? Isso é que é noticia- DJ sorriu pervertido.
─ Mas isso só vai rolar quando eu fuder a irmã do Al- disse Tom pervertido.
─ Tudo pela Srª Thompson- se justificou Al.
─ Só o segundo da fila- se ofereceu DJ.
─ Tem que pagar pedágio meu amigo- Tom o encarou com um sorriso sacana.
─ A Meranie é toda sua- garantiu DJ.
─ Uh!- exclamou Al me olhando.
─ E você Taylor não vai entrar na fila?- quis saber Tom.
─ Não.
─ Não? Você esta rejeitando minha coroa?- me questionou Tom fingindo indignação.
A Srª Thompson era a viúva mais cobiçada da cidade pelos homens e Tom não gostava nada disso, na verdade ele era bem ciumento, mas como tudo que falávamos não passava de uma brincadeira idiota e sabíamos bem o que nos aconteceria se nos atrevesse a tentar algo com ela, não segaríamos a ver o dia seguinte.
─ Não cara, só não tenho irmã para negociar- falei.
─ Relaxe, aceito primas, amigas, empregadas e até parcelo de 10 vezes- citou ele como se falasse de cartões de credito.
─ As que conheço você não vai aceitar- isso era verdade, ele não pegaria as mesmas que eu.
─ Ok, fico com a Liz e Meranie então- ele sorriu sapeca.
Nesse momento Meranie passou junto com as lideres de torcida e acenou para mim.
─ DJ o trato foi comigo e não com o Taylor- reclamou Tom.
─ E o que posso fazer?- DJ o encarou rindo.
─ Nada, a não ser que você tenha mais equilíbrio que o Taylor aqui- Al deu algumas batidinhas em meu ombro.
─ Fala serio, cara?- disse DJ me encarando- nem a minha irmã escapou. O que porra você tem?
─ Equilíbrio- comentou Al rindo da minha cara.
─ E onde foi dessa vez?- quis saber Tom curioso.
─ Banheiro feminino- falei.
─ Não entre em detalhes, por favor- pediu DJ com cara de nojo.
─ Eu quero comer- reclamou Al.
─ Quem a minha irmã também?- DJ o encarou.
─ Não, comida, mas se der quem sabe mais tarde- Al sorriu malicioso.
─ Bora, to com fome- reclamei.
─ Só pode- disse Tom- acabou com a minha felicidade.
─ Relaxe, Tom ainda tem a irmã do Al- o consolou DJ enquanto pegávamos as bandejas.
─ Isso se o Taylor aí não já fudeu também- disse Tom.
Al me encarou de imediato me fuzilando com os olhos.
─ Que foi?- o encarei ao pegar meu almoço.
─ Não, você só pode esta brincando com a minha cara- reclamou ele.
Al não permitia que nem um cara se aproximasse de sua irmã muito menos como nos, ele a julgava boa demais para se envolver com alguém do nosso tipo.
Tom e DJ começaram a rir descontroladamente.
─ Eu na fiquei com ela, cara- falei rindo- não ainda.
Recebi um soco na barriga como resposta, mas é claro que não doeu nada afinal nem que ele quisesse não doeria. Al bater com mulher.
─ Com licença- pediu uma garota.
Afastei-me a deixando pegar uma caixinha de suco. Ela estava ali esse tempo todo e não a notei isso era bom.
─ Obrigada Taylor- disse ela com um meio sorriso e deu alguns passos.
─ Espera- pedi e ela parou me olhando- como sabe meu nome?
─ Fica fácil de saber quando estão gritando ele no banheiro- vi em seus lábios um sorrisinho enigmático e logo ela me deu as costas.
─ Parece que teve platéia- zoou AL.
─ E das piores- comentou Tom a olhando sozinha em uma mesa- vê se não pega essa, por favor.
─ Tenho que concordar, ela vai contra nossas “leis” - disse DJ- não nos faça vergonha.
─ Nem se a aposta fosse de 1000 dólares- garanti rindo.
Caminhamos para nossa mesa, onde só sentava a gente e todos queriam uma oportunidade de se junta a nós.
─ Me diz uma coisa- pediu DJ ao sentamos.
─ Que?- mordi meu sanduíche.
─ Minha irmã mandou bem?
Engasguei assustado com a pergunta.
─ Morre não cara- Tom me deu um forte tapa nas costas.
─ Se ele não morrer engasgando, morre com o tapa- comentou Al rindo.
─ E aí?- insistiu DJ.
─ Sim e muito- finalmente consegui falar.
─ É isso aí, só podia ser uma Jones mesmo- se gabou ele estufando o peito.
─ Cara em comparação a ela você não ta com nada- disse To nos fazendo ri, claro que menos DJ.
Depois do almoço fomo assisti as ultimas aulas, ou melhor, meus amigos já que eu precisei fazer uma visitinha ao banheiro feminino na ultima aula.
─ Cara, acho que deveriam mudar o nome do banheiro feminino para "Motel". - comentou Al ao se aproximar.
─ Devo concordar. E quem sabe até deveriam colocar uma cama em um resevadinho. -  ironizei o encarando.
─ O que foi? Broxou? - ele me olhava enquanto procurava meu s óculos  no armário.
─ É mais fácil você ficar gay do que isso me acontecer. - ri da cara que ele fez.
─ Engraçadinho você, não? - ironizou ele. - fala aí o motivo então.
─ Ela pensou que ficaríamos saindo juntos ou teria no mínimo uma segunda vez, sei la o que as mulheres pensam. - caminhávamos em direção a saída.
─ Mulher é tudo igual mesmo. - comentou ele. - todas doidas. Como podem se apaixonar por você? Quando tem um homem muito melhor nessa escola.
─ E que seria o tal? - o encarei já imaginado quem era. Ele mesmo.
─ Lógico que o lindo, gostoso e galã Albert Lee Shimit. - se gabou ele estufando o peito.
─ Discordo. - ouvimos a voz de Tom. - sou muito melhor.
─ Parem os três. Sabem que perto de mim vocês ficam no chinelo. - disse DJ ao lado de Tom.
─ Vamos descobri agora. - disse Tom caminhando em direção a um grupinho de meninas á nossa frente.
─ O que ele vai aprontar? - quis saber DJ confuso.
─ Resolver a questão. - disse Al.
─ Olá meninas . - o ouvimos dizer. - gostariam de me ajudar em algo?
Elas lhe disseram um " SIM".
─ Então, eu e os caras ali. - ele olhou para nós junto com elas que acenaram e retribuímos, isto é Dj e Al. - continuando, estávamos discutido sobre quem seria o melhor de nós e gostaria de saber a opinião de você.
─ O Taylor. - responderam duas ao mesmo tempo, os fazendo bufar.
─ Al. - disse uma loira.
─ Taylor é o melhor sem duvidas. - disse uma garota muito familiar.
─ Ih, essa já deu pra ele. - comentou DJ para Al.
─ Obrigado meninas, apareçam na festa hoje lá em casa se quiserem fuder com algum daqueles idiotas. - disse ele se despedindo.
─ Você ganhou, seu faxineiro. - reclamou Al.
Ele me deu esse apelido por freqüentar muito o banheiro e o armário de vassouras. Nem preciso dizer o que faço por lá, por que limpeza com certeza não é.
─ O que posso fazer? - me gabei sorrindo de lado.
─ Idiota. - disse Tom bagunçando meu cabelo.
─ Ele só ganhou, por que elas queriam fuder com ele ou já deram. - protestou DJ.
─ Tô com a primeira. - disse Al.
─ Concordo, já que diriam " Taylor é o melhor sem duvidas". - Tom fez uma voz gay nos fazendo ri.
─ Olha quem vem aí. - disse DJ baixo.
─ Uh, é a "platéia" do Taylor. - comentou Tom maldoso. - parece uma idosa nerd.
Enquanto eu apenas ria de seus comentários maldosos, até que meus se prenderam a ela que caminhava distraída lendo um livro. Não sei como ela conseguia aquilo, caminhar como se não houvesse o tempo e com um sorriso encantador nos lábios de quem estava bastante interessada com o que lia.
─ Taylor... Taylor? - me chamava Al.
─ Oi? O que foi, cara? - o encarei.
─ Vai ficar aí parado? Ou vai embora?
─ Vou... Cadê os caras? - notei que não estavam mais com a gente.
─ Foram embora. Você não os ouviu? - ele riu.
─ Não...?
Al apenas deu mais uma de suas gargalhadas  e caminhamos para o estacionamento, ela ia um pouco mais á frente prendendo minha atenção.
Avistei um carro vindo em sua direção e ela estava distraída demais para notar tal coisa, não pensei muito, corri e joguei meu corpo contra o seu nos fazendo cair na calçada. Meu corpo ficou sobre o seu, então nossos olhares se cruzaram me fazendo vê e me perder em seus olhos safiras que agora se encontravam assustados e confusos.
─ Taylor, você estão bem? - quis saber Al preocupado.
Percebi que ainda continuava por cima dela e levantei rapidamente.
─ Estou...
Dei as costas para ele que se levantava e caminhei em direção ao carro.
─ O que foi isso cara? - quis saber Al confuso me seguindo.
Não respondi apenas continuei caminhando e qual foi a minha surpresa ao vê quem era o "ótimo" motorista.
─ Se não sabe dirigi não entre em um carro. - o empurrei contra o capô.
─ Ela que não olha por onde anda. - se defendeu ele vindo para cima.
─ Não se aproxime de mim, estúpido. - o empurrei novamente.
─ Vai defender a sua nova namoradinha, é Danny? - me provocou ele ao me empurrar.
─ Não me chame assim. - dei um soco em sua cara o fazendo cair.
─ Taylor, Vamos embora. - Al entrou na minha frente justo quando ia dá uma boa surra em Evan.
─ Vamos Taylor. - Al me segurava me puxando.
Parei de tentar me livrar e olhei para o filho da puta do Evan que me encarava com raiva.
─ Você não imagina o quanto foi gostoso fuder a sua namoradinha e ouvi-la gemer meu nome. - me provocou Evan tentando me humilhar.
─ E você não faz idéia de com foi maravilhoso tranzar com a vadia da sua irmã. Ela faz um ótimo oral. - debochei sorrindo de lado, "por essa você não esperava, idiota".
Pela reação dele era evidente que se os seus vagabundos não o segurasse estaríamos nos socando agora.
─ Taylor, vamos logo. Isso não vale a pena. - pediu Al.
A raiva que sentia era tão grande que não havia notado o acumulo de curiosos para apreciar o showzinho. Ignorei suas ameaças bestas e fiz o que Al pedira.
Me aproximei de garota ruiva.
─ Você esta bem? - perguntou ela preocupada.
─ Quem deveria perguntar isso era eu.. - meu tom de voz não me agradava muito. - por que você não parar de ler essas porcarias e presta mais atenção por onde anda?
Parecia que meu sangue ia evaporar a qualquer momento.
─ De-desculpe. - disse ela com a voz falha e saiu rapidamente.
─ Cara, vamos embora. Você tá muito alterado.. - pediu Al.
─ Você viu? - o encarei. - nem me agradeceu.
─ Pelo o quê? Os seus gritos? - disse ele me encarando serio. - você assustou a menina e ainda quer que ela te agradeça? Por favor Taylor.
Seus olhos safiras veio a minha mente, mas não os que vir mais cedo os quais me prendiam em sua pureza e sim olhos tristes e com medo que me fizeram senti-me o cara mais idiota do mundo.
Ao abri a porta de casa encontro meus pais discutindo mais uma vez, porém não sabia o motivo agora. Caminhei do direção a escada ignorando os gritos dos dois que me envolveram no discussão ao notar que havia chegado. 
Entrei em meu quarto e me tranquei, peguei o Ipod coloquei uma música qualquer, aumentei o volume e me joguei na cama na expectativa de dormir ou esquecer onde estou. 
Acordei com meu celular vibrando em meu bolso, o peguei e era apenas uma mensagem de tom. 

" Cadê você cara? Bebida, mulher, cama, não te lembram nada, não? " Tom. 
Levantei da cama e fui do direção ao armário onde peguei uma camisa, calça e uma boxe em seguida fui tomar um banho, depois de me vesti ajeitei meu cabelo, passei perfume e me olhei no espelho. Peguei meu celular saindo do quanto depois de pronto. 
─ Vai sair, querido?─ quis saber minha mãe ao me vê descendo a escada. 
─ Sim. 
─ Seu amigo trouxe seu carro. Aconteceu alguma coisa?─ ela me olhou preocupada. 
─ Não, onde estão minhas chaves?─ perguntei. 
─ O que você aprontou seu vagabundo?─ gritou meu pai da sala. 
Parei de frente para minha mãe e reprise fundo o ignorando. 
─ Estão no chaveiro, meu bem.─ ela apontou para o mesmo perto da porta─ Philipe não o chame assim. 
Caminhei até o chaveiro. 
─ Chamo do jeito que eu quiser.─ disse ele já na porta da sala─ Pra onde você vai trombadinha? 
Abri a porta e sair o ignorando. Podia ouvir os gritos do homem que nunca me chamava por meu nome. 
Entrei em meu carro, dei a partida e segui para casa de Tom disposto a encher a cara e transar com quantas garotas forem possíveis para esquecer minha vida essa noite. 
Em todo o caminho eu tentei me livrar o máximo que pude da raiva que sentia o que me pareceu impossível, senti uma vontade enorme de jogar o carro no primeiro poste, muro ou o que fosse com a intenção de que me matasse, mas eu não poderia fazer isso com meu carro. 
Consegui chegar à casa de Tom sem fazer nenhuma besteira. A festa parecia esta boa e bem animada e tinha abstende pessoas ( muitas garotas ) uma das vantagens de se ser um dos populares. 
Ao entrar na casa, ou melhor, mansão encontro Nicole se agarrando ao Finn o que me fez ri da ironia. " Quem é o corno agora, Evan?". 
─ Até que fim─ disse Tom ao me vê─ pensei que não vinha. 
─ Não perderia por nada.─ peguei a cerveja de sua mão e bebi de uma vez. 
─ Já vir que tá estressado─ comentou ele─ sei como melhorar seu humor. 
Ele me arrastou até algumas garotas próximas dali. 
─ Qual das gatinhas quer curar o mal-humor do meu amigo aqui?─ ele bateu do meu ombro. 
─ E seu amigo tem nome?─ quis saber a mais gostosa. 
─ Taylor. ─ falei a encarando com malícia. 
─ Depois nos vermos Laura─ disse uma morena. 
─ Ok.─ disse ela me encarando. 
Elas saíram e o mesmo fez Tom depois de sussurrar um " dê orgulho cara ". 
─ Então não quer saber meu nome?─ quis saber ela. 
─ Não será necessário─ me aproximei a beijando.
Caminhei a procura dos caras, porém não achei nenhum deles o que me fez pensar que deveriam esta fudendo algumas garotas por aí. Resolvi ir até a cozinha pegar uma cerveja onde por sinal havia um casal se comendo em cima da mesa. 
─ HEY! Vão fazer isso em outro lugar. - reclamei os fazendo me olhar feio─ Estão esperado o quê? 
Eles saíram da mesa me encarando por estragar a sua diversão. Que se danem, eu que não ia ficar olhando os dois se comendo. 
Peguei uma cerveja na geladeira, abri e me encostei-la na pia tomando um gole. 
─ Danny?- ouvi uma voz feminina. 
Virei o rosto para vê que havia se atrevido a me chamar por esse apelido estúpido. 
─ Agradeça por ser uma garota ou levaria um soco por me chamar assim─ falei a encarando. 
─ Você não mudou nada─ ela sorriu e ficou ao meu lado. 
─ Quem é você afinal?─ a olhei desinteressado em sua presença ali. 
─ Não lembra da garota que te ajudou com a virgindade?─ ela fingiu-se de indignada. 
Procurei em minha memória pelo seu nome e nada. A olhei direito e seu corpo me pareceu familiar demais. 
─ Loranne?─ a encarei na dúvida de ser esse seu nome. 
─ A própria─ ela sorriu─ Espero que tenha melhorado nesse últimos anos. 
─ Quer conferir?─ olhei-a com malícia. 
─ Hum, esse seu lado eu não conhecia─ ela sorriu provocante. 
─ E não gostaria de conhecer?─ joguei meu chame a provocando. 
─ Adoraria─ ela se aproximou. 
Peguei a cerveja de sua mão e coloquei na pia junto com a minha em seguida a puxei pela cintura beijando seus lábios tentadores. Encostei-la na pia colando nossos corpos enquanto minhas mãos deslizavam por suas curvas delirantes. 
Passei minha mão por sua coxa apertando e subi até sua intimidade baixo de seu vestido. Massageie por cima da calcinha a fazendo morder meus lábio me deixando mais excitado. 
Coloquei minha mão por dentro da calcinha, já podia senti meu membro duro por dentro da calça só em tocar naquela delícia de intimidade, a penetrei com o dedo fazendo Loranne gemer enquanto mordia meu pescoço levemente e virou minha camisa arranhando minhas costas. 
─ Taylor... Quarto─ pediu ela entre os gemidos. 
Parei e a levei para o quarto mais próximo que por sorte o de Tom esta vazio. Entramos e fechei a porta, puxei Loranne pela cintura a beijando em seguida com vontade. 
Tirei seu vestido e minha calça a jogando na cama ficando por cima, eu a conhecia bem e sabia o tipo de sexo que gostava. Puxei seu cabelos a fazendo olhar em meu rosto. 
─ Gosta disso?─ provoquei-la. 
─ Só?─ me desafiou ela. 
Ri maldoso e beijei sua boca mordendo sua língua de leve. 
Beijei seu pescoço descendo para seus seio, tirei seu sutiã e os massageei com a mão enquanto beijava o outro. 
Arranquei sua calcinha e passei a língua em sua intimidade a deixando mais louca do que já estava. 
─ Me fode logo gostoso─ gemeu ela enquanto movimenta minha língua a fazendo rebolar em minha boca. 
Não obedeci e continuei só que agora com dois dedos. Eu estava a ponto de explodi de tesão só com os gemidos daquela mulher gostosa. 
─ Seu cachorro me fode─ pediu ela. 
─ Não─ sorri maldoso. 
─ Eu sou bem pior. 
Ela me puxou invertendo a posição. 
─ Agora você me paga─ Loranne sorriu vingativa. 
Loranne me torturou com sua boca e língua me deixando mais louco do que já estava.
Então resolvi acabar com a tortura invertendo a posição a penetrando sem pena. 
─ O mesmo quarto do Tom─ comentou ela deitado sob meu peito. 
─ Deve ser─ não havia prestado atenção. 
─ Só que agora você superou o mestre─ ela me olhou maliciosa. 
─ Peguei a prática─ sorri de lado. 
─ E mudou bastante─ comentou ela ao levantar. 
─ Onde você vai?─ a olhei. 
─ Curtir a festa, ué─ disse ela enquanto vestia sua roupa─ Não vai me dizer que esqueceu tudo que te ensinei? 
Loranne colocou as mãos na cintura me encarando seria. 
Dei uma risada. 
─ Claro que não─ levantei e vesti minha boxe. 
─ Fico feliz, Danny─ por que todos insistem em me chamar assim? Enquanto um não morrer eles não param. 
─ Taylor─ mudei minha expressão de sorridente para sério ao corrigi-la. 
─ Desculpe. É que esse era seu apelido─ disse ela ao sentar na cama para colocar seu salto. 
─ Como disse "ERA"─ falei olhando-a enquanto abotoava minha calça. 
─ Ainda senti raiva dela, né?─ disse Loranne. 
─ Odeio, seria o correto─ coloquei meu sapato. 
─ E essa vida de pegador-festeiro esta ajudado? 
Ela agora estava em minha frente. 
─ Você que me incentivou a isso─ levantei da poltrona onde estava sentado─ Onde esta minha camisa? 
─ Na cozinha─ respondeu ela. 
─ Ok─ dei um beijo em seu rosto─ vou la então. 
Caminhei em direção a porta e Loranne me chamou. 
─ Não custa nada se apaixonar de novo─ disse ela calma. 
─ Errado, custa tudo─ abri a porta. 
─ E viver assim é pura infelicidade─ me aconselhou ela. 
─ Amar é uma idiotice─ sair fechando a porta atrás de mim.
Enquanto caminhava em direção a cozinha arrancava olhares cobiçados ou maliciosos das garotas as quais ignorei. Ao chegar a cozinha encontro a garota dos olhos safiras com mais uma amiga - a qual aparentava esta bêbada - que saiu em seguida a deixando ali.
Caminhei até a geladeira e peguei uma cerveja, abri e dei um gole ao me encostar-se à pia atrás de si.
Vou me odiar eternamente pelo o que irei fazer agora, no momento em que pensei em falar com ela a mesma virou-se para mim assustando-se de leve, pela reação não percebeu que estava ali.
— Ah, é você? - disse ela com a voz triste.
Apenas a olhei erguendo a sobrancelha em seguida dei um gole na cerveja.
— Me desculpe... Por hoje. - começou depois de alguns instantes e baixou a cabeça — Você tinha razão.
— Lógico. - falei, mas no momento em que vir seus olhos me olharem arrependi-me por ser tão estúpido.
 Ela parecia triste demais, notei que choraria a qualquer instante.
 — Vou te deixar em paz. - disse ela ao levanta-se.
" Faça alguma coisa seu imprestável", minha razão gritava dentro da minha cabeça.
 — Espere. - peguei em seu braço sentindo uma forte sensação estranha percorrer meu corpo—  Ér... Você viu uma camisa aqui?
Droga,droga, poderia perguntar qualquer coisa como, por exemplo, o que aconteceu com ela? Se estava bem? Mas não, tinha que perguntar justamente por uma porcaria de camisa.
—  Umas garotas levaram. Disseram que ia vender num leilão online, se era uma camisa preta que estava aqui.
 —  E tinha outra por acaso? -  droga, parece impossível ser educado com essa garota.
Ela me olhou e respirou fundo em seguida saiu em direção ao jardim. Enquanto eu me xingava mentalmente por ser tão idiota mais uma vez.
Conheço-me o suficiente para saber que isso é apenas uma defesa para não me envolver novamente com ninguém sentimentalmente. Não guardo boas recordações da ultima vez e sei o que significa uma garota me causar esse tipo de efeito, não permitirei dessa vez.
— Danny. - ouvi a voz de Al.
— CHEGA_ joguei a garrafa no chão e o segurei pela gola da camisa o ameaçando socá-lo. -Eu odeio que me chame assim, ODEIO, OUVIU BEM?
 — Calma cara, foi mal. - ele tentava tirar minhas mãos inutilmente.
— Taylor larga ele, cara. -  pediu DJ me fazendo solta-lo.
— O que essa garota fez com você, Taylor? - quis saber Al ajeitando sua camisa.
Apenas bufei e sair em passos largos para qualquer lugar que fosse.

3 comentários:

  1. NOVA LETORA, ADOREI CONTINUE

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  2. Nossa... Ficou otimo, flor! Quero mais!

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  3. Sempre me surpreendendo Charmont, meus parabens esta perfeita.

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