08 setembro 2014

Fanfiction: A viagem Cap. 9 - Dia de princesa


~ Pov de Daniely ~

Eu mal consegui dormir pensando em tudo o que aconteceu e que estava pra acontecer. Minha discussão com Henrique, as compras que eu faria com minha mãe e principalmente o jantar que eu teria com Taylor, eu estou muito nervosa, pois não é todo dia que recebemos um convite para jantar de Taylor Lautner... Nossa... Isso parece um sonho!


Às vezes me pergunto, com tantas garotas lindas que o cerca, porque ele foi olhar justamente pra mim? Ele não seria louco de zoar comigo, isso abalaria sua reputação de bom moço, mas então o que ele realmente queria? Fiquei pensando nisso quando acabei adormecendo e acordei assustada com minha mãe batendo na porta e fazendo aquele escândalo básico dela de manhã.


_ Daniely, abre essa porta! Assim vamos nos atrasar!

_ Nossa mãe! Ainda são 8 horas da manhã!

_ Abre logo essa porta garota! Temos muito o que fazer!

Sabendo que minha mãe não me deixaria em paz, logo me levantei a abri a porta.

_ Porque trancou a porta? –Ela disse com cara de desconfiada.

_ Costume. –Respondi com cara de sono.

_ Certo, mas agora vá tomar um banho rápido, o café logo será servido. Quero você pronta em 10 minutos. –Ela disse e logo saiu.

Sem ter o que fazer eu logo fui pro banheiro e tomei um banho quente pra relaxar. Ao terminar o banho me enrolei na toalha e fui pro closet escolher uma roupa leve, no Brasil faz um calor de matar, mas aqui ainda ganha, e isso porque o verão estava acabando imagine se ainda estivesse começando?

Afastei essa ideia e logo vesti um shortinho curto e uma blusinha de alcinha, optei por uma rasteirinha. Depois de me arrumar logo desci e encontrei todos a mesa e o primeiro olhar a cruzar com o meu foi a de Henrique, pela olheiras ele parecia ter chorado muito, mas nem liguei, o que ele me fez passar foi pior, e nem queria papo então logo desviei o olhar. Assim que me sentei à mesa disse bom dia a todos normalmente como se nada tivesse acontecido. Logo me servi de suco e um pedaço de bolo.

_ O que vamos fazer hoje mãe?

_ Primeiro vamos às compras meu amor. –Ela disse empolgada. –Temos que renovar todo o seu guarda roupa.

_ Pelo jeito você vai querer ajuda extra não é meu amor? –Disse Victor.

_ Com certeza, quero fazer tudo hoje, assim quando as aulas começarem eu não precisarei me preocupar com isso.

_ Vou avisar o motorista pra chamar o filho dele pra ajudar.

_ É uma ótima ideia amor.

_ Não precisa! –Disse Henrique me assustando. –Eu vou com vocês.

_ Você em um dia de compras com a gente Henrique Dansky! –Disse minha mãe rindo. –Conta outra. Desde quando você gosta disso?

_ Mas não são vocês que estão precisando de ajuda?

_ Sim, mas você nunca me ajudou antes!

_ Amor... Eu te conheço bem até demais... Sei como serão suas compras então leve o Henrique e o Gabriel.

_ Ótima ideia Victor. Vou lá falar com ele.

_ Não precisa! –Henrique disse se levantando. –Pode deixar que eu mesmo o aviso.

Nisso Henrique saiu me dando uma secada.

_ Perdi alguma coisa? –Disse minha mãe.

_ Não. –Eu disse voltando a beber um gole de suco.

_ O que rolou ontem entre vocês? –Ela disse com um largo sorriso.

_ Como assim ‘o que rolou entre nós’?

_ Ah minha filha... Vai me dizer que não rolou nada?

_ Nem com ele e nem com os amigos dele. Estou fechada pra relacionamentos mãe. Eu vim aqui pra estudar e não vadiar.

_ Vadiar? –Disse minha mãe rindo.

_ Ela está certa Nanda. Primeiro os estudos depois a diversão.

_ Você sabe que na faculdade terá festas... Pegação...

_ E daí? Se eu for convidada pra alguma festa e eu não tiver nada pra estudar eu vou, se não esquece. Quanto à pegação... Esquece, não sou garota de “pegação”.

_ Vai me dizer que você nunca...?

_ Nossa mãe! Esquece! Essa conversa está indo longe demais! Com o papai era mais fácil à convivência porque ele não comentava nada comigo sobre essas coisas.

Nisso Henrique voltou e se sentou a mesa.

_ E com quem você conversa essas coisas?

_ Mãe! Eu tenho um diário ok!

_ E amigas?

_ E nerds tem amigas pra ficar falando dessas coisas? O pessoal que eu andava no Brasil não tinha experiências sobre certos assuntos.

_ E como você...?

_ Mãe, estamos no século 21! O pessoal já nasce sabendo essas coisas! Sem contar que existe internet né. O resto foi na prática. –Eu menti só pra ela largar do meu pé.

_ Ai me Deus. –Ela disse em choque. – No que seu pai te transformou?

_ Não se preocupe, eu não sou uma piriguete.

_ Piri o que?!

_ Ah... Deixa pra lá. –Eu disse envergonhada.

_ Deixa a menina Nanda! Ela já está sem graça com essa conversa.

Henrique apenas me olhava de um jeito estranho que já estava me dando medo. Assim que terminamos de tomar o café da manhã eu fui correndo pro banheiro escovar o dente e logo desci para o dia de tortura que minha mãe estava me obrigando a ter.

Quando saímos pra fora eu vi um rapaz encostando no carro e assim que ouviu barulho da nossa conversa ele se virou com um largo sorriso nos lábios. Nossa o que esse povo daqui tem que apenas o sorriso me faz ficar até tonta.

Tenho que confessar que o filho do motorista é muito lindo! E pela cara de Henrique, ele não estava gostando nada do rapaz ficar me secando.

_ Gabriel, essa é minha filha Daniely, Dany esse é Gabriel, filho do Leandro, nosso motorista.

_ Oi. –Ele disse com um lindo sorriso. –É um prazer te conhecer.

_ O prazer é todo meu. –Eu disse um pouco sem graça.

_ Você estava com receio de fazer faculdade pra cá né Gabriel.

_ Sim senhora.

_ Para com isso garoto! Assim vou me sentir uma velha!

_ Desculpe.

_ Agora você não precisa se preocupar porque minha filha também vai fazer, ela está no 1º ano como você.

_ Que legal, e o que você vai fazer?

_ Administração.

_ Eu também! Tomara que nós estejamos na mesma sala, eu não conheço ninguém por aqui e...

_ Eu também estou no 1º ano! –Disse Henrique irritado.

_ Mas você vai fazer direito. –Disse Victor.

_ Quem disse? –Disse Henrique. –Eu pensei melhor e esse lance de ser advogado não é a minha.

_ Depois vamos ter uma conversinha sobre isso, Henrique Dansky.

Depois daquele alvoroço, finalmente entramos no carro e eu fui sentada no meio de Henrique e Gabriel e notei que estava sendo uma viagem tensa, pois Henrique olhava seriamente para Gabriel que puxava assunto comigo todo sorridente, até que para minha surpresa pegou em minha mão entrelaçou nossos dedos.

Será que o que ele falou pra mim era verdade? Mas se for porque ele estava me tratando mal, não tinha lógica. Logo afastei esses pensamentos da cabeça e puxei minha mão e não demorou muito e ele pegou minha mão novamente e entrelaçou nossos dedos. Assim que chegamos, fomos em algumas lojas no centro.

Eu estava ficando sem graça com as atitudes de Henrique, pois toda vez que Gabriel puxava assunto comigo, Henrique dava um jeito de me tocar como se fossemos namorados e isso estava me irritando, até que minha mãe encontrou um conhecido e nos liberou por alguns minutos.

_ Qual o seu problema? –Perguntei me soltando de Henrique. – Da pra parar de ficar me abraçando ou pegando na minha mão?

_ Dany sobre ontem... Me perdoa! Eu fui um idiota!

_ Isso eu tinha certeza. –Eu disse secamente.

_ Sobre o que eu te falei... Aquilo foi verdade.

_ Eu não quero saber! Se você não parar eu vou falar com a minha mãe!

_ Mas...!

_ Deixa a garota Henrique! Não está vendo que ela não quer nada com você?

_ Não se mete Gabriel! –Henrique disse indo pra cima de Gabriel. –Isso é um assunto meu e da Dany!

_ Hey! –Disse minha mãe se aproximando. –Mas o que está acontecendo aqui?

_ Nada Nanda. –Henrique disse sem olhar pra ela. –Apenas eu e o Gabriel que estamos conversando.

_ Não parece uma conversa. –Ela disse olhando para os dois.

_ Vamos logo mãe, ainda temos muitas coisas pra fazer. –Eu disse tentando mudar de assunto.

Logo começamos a andar e eu fui conversando sobre os tipos de roupas que ela queria comprar pra mim.

~ Pov de Gabriel ~

Estava sendo hilário ver Henrique correr atrás de Daniely e a garota não estar nem aí com ele. Desde que éramos crianças ele vivia implicando comigo só porque o pai dele se importava comigo.

Depois de um tempo meu pai resolveu que nossas brigas deveriam parar e quis me mandar morar com minha avó, mas o senhor Dansky interveio e disse que eu iria me formar na Suíça, pois não era justo eu pagar por um erro de seu filho, então fui e só voltei agora, eu queria me formar em Miami pra já me estabelecer por aqui mesmo, eu não queria ter o mesmo fim que meu pai e acabar sendo o motorista do senhor Dansky.

Não tenho vergonha de ser pobre, mas eu tenho como me dar bem na vida e iria aproveitar a chance que a vida estava me dando. Henrique tinha razão pra tanto ciúmes, Daniely é uma garota muito linda, parecia ser muito inteligente e tem um ótimo papo.

Eu adoraria saber o que havia acontecido entre eles para que ela o tratasse tão friamente. Eu sabia que minha hora de zoar com ele iria chegar e eu estava guardando ansioso, pois nunca fiz nada pra ele me odiar tanto, e agora seria minha vez de deixa-lo com a cara no chão.

Entramos em uma loja de roupas femininas e Fernanda logo foi pegar alguns vestidos para Daniely experimentar e ela aproveitou para pedir nossa opinião, já que éramos os únicos homens por ali.

Fernanda tem um ótimo gosto e soube escolher os vestidos mais perfeitos que eu já vi, e todos ficaram lindos em sua filha.

Todos que eu achava que ficava lindo em Daniely, Henrique dizia ao contrário, dizendo que estava feio, ou muito curto demais, até que ela me apareceu com um vestidinho preto tomara que caia, Justo no busto e pouca coisa mais folgada no restante do vestido. Quando Daniely saiu do provador notei que os olhos de Henrique brilharam.

_ Nossa...! –Foi à única coisa que ele conseguiu falar.

_ Esse está perfeito em você. –Eu disse sorrindo. –Você está linda.

_ E eu já até sei onde você vai estrear esse vestido.

_ Nem pensar Nanda! –Henrique disse de repente.

_ Nem pensar porque garoto? –Ela disse em choque com o protesto dele.

_ Er... É que... -Ele dizia todo enrolado. –Esse vestido está muito curto! O que o cara não vai pensar dela?!

_ Eu achei perfeito e não achei tão curto assim.

O vestido lhe batia na cocha.

_ O cara vai achar que ela já está pronta pra ir pra cama com ele!

_ Henrique! –Daniely disse toda vermelha.

_ Nossa... De quem vocês estão falando? –Perguntei curioso. –Eu não pensaria besteiras dela só porque ela está usando esse vestido.

_ É que o Taylor Lautner a chamou pra jantar.

_ Sortuda você hein. –Eu disse com um largo sorriso. –Eu achei lindo... Com esse vestido ela vai arrasar.

_ Depois não digam que eu não avisei! –Ele disse super irritado.

_ O que está dando em você garoto? Você está estranho demais! Tudo isso é ciúme da Dany?! Você está apaixonado por ela?! –Ela disse zoando com ele.

_ O que?! –Ele disse gesticulando. –Não destorça os fatos! Ela só vai a um jantar idiota, não precisa de super produção!

_ E se o jantar fosse com você? Você iria implicar também?

_ Pra começo de conversa mulher minha não iria andar com as roupas tão curta assim!

_ Mulher sua?! –Disse Nanda rindo. – Henrique você caiu da cama hoje e bateu com a cabeça?

Enquanto eles discutiam, Daniely entrou no provador e retirou o vestido e vestiu suas roupas.

_ Mãe vamos logo.

Logo Fernanda foi pagar pelos vestidos que gostou e fomos pra outras lojas. Fernanda comprou mais vestidos e sapatos. Já na hora do almoço fomos almoçar comida italiana, o preferido de Daniely. Ao terminarmos logo saímos pra enfrentar mais lojas e a primeira daquela maratona depois do almoço foi uma loja de langerri.

_ Mãe, não podemos entrar apenas eu você?

_ Não, vamos comprar muitas coisas aqui e precisamos deles.

_ Eu não quero eles olhando o que vamos comprar.

_ Larga de ser boba garota. Vamos.

Ao entrarmos notei Daniely toda vermelha e achei aí a brecha que eu precisava pra zoar com Henrique. Logo as segui e Henrique vendo minha atitude me seguiu. Eram peças uma mais lindas que as outras e só de imaginar Daniely usando-as eu já ficava louco.

Daniely não falava nada apenas olhava para outra direção até que eu vi uma cinta liga branca, toda em renda, algo nada vulgar e sim delicado e logo tive uma ideia.

_ Olha Nanda, achei esse lindo.

De repente ela parou e olhou a peça em minhas mãos.

_ Nossa Gabriel, você tem muito bom gosto. –Ela disse sorrindo. –É lindo.

Sem perder tempo ela pegou da minha mão e começou a analisar.

_ Vou levar esse também, vai ficar linda em você filha.

_ Mãe eu vou esperar a senhora sentada ali ok. –Ela disse mostrando onde havia umas cadeiras. –A senhora escolhe o que quiser.

Nisso ela saiu e Nanda voltou a olhar as peças distraidamente. Assim que Henrique se distraiu fui atrás de Daniely.

_ Posso me sentar ao seu lado?

_ Pode. –Ela disse sem tirar os olhos da revista.

_ Me perdoe se a deixei sem graça, não era essa minha intensão.

_ Tudo bem.

_ Você está empolgada com a faculdade?

_ Sim, quero conhecer pessoas novas e quem sabe até fazer amigos. –Ela disse com um sorriso amarelo.

_ Eu achei que pra mim seria difícil, pois não tenho amigos pra cá e não conheço ninguém.

_ E o Henrique? –Ela disse olhando pra mim.

_ Ele não gosta de mim.

_ Por quê?

_ Também não sei desde criança ele cisma comigo. Talvez por ciúmes, pelo pai dele me dar atenção igualmente. Por causa disso meu pai queria me obrigar a morar com minha avó no rancho, então o senhor Dansky preferiu pagar meus estudos na Suíça, pois ele sabia que se eu fosse morar com minha avó meus estudos iriam decair.

_ O Henrique é pior do que eu pensava.

_ Por favor, não tire conclusões erradas dele. Não quero o mal dele sabe, eu até entendo porque ele fez tudo isso comigo, antes do pai dele me dar a atenção ele era único e de repente eu apareço...

_ Mas isso não é desculpa pra ele agir assim com você hoje.

_ Olha eu vou me sentir mal se você mudar com ele por minha causa.

_ Sabe... Gostei de você... Acho que vamos acabar nos dando bem.

_ Eu adoraria ter você como amiga, eu iria poder me desabafar... Olha, mas não pense que sou gay por causa disso.

_ Tudo bem. –Ela disse com um largo sorriso que foi logo interrompido quando Henrique se aproximou.

_ O que foi que eu te disse? –Henrique me fuzilava com os olhos.

_ Eu não estou fazendo nada demais.

_ Cai fora.

_ Deixa ele Henrique. Estamos conversando.

_ Você não tem nada pra conversar com ele.

_ Posso saber por que você está assim comigo?

_ Depois de tudo o que eu disse você ainda quer saber mais o que?

_ Ai Henrique não viaja!

_ Estou sobrando aqui. –Eu disse ameaçando em levantar, mas Daniely logo colocou sua mão em meu braço.

_ Você fica. Eu não tenho nada com o Henrique e duvido que ele realmente me queira, pois depois de ontem no parque se eu sentia alguma coisa por ele morreu no momento quando ele foi grosso comigo sem eu ter feito nada pra ele!

Ao dizer isso Henrique me olhou e eu claro não pude esconder minha cara de deboche depois da humilhação e foi o que bastou para ele me pegar pela camiseta.

_ Olha aqui seu verme! –Ele disse todo nervoso. –Ta achando engraçado?

_ Mas eu nem falei nada.

_ Pare Henrique!

_ Porque você não se mostra pra ela seu sínico!

Nisso Nanda aparece e nos separa.

_ Mas o que está acontecendo aqui?!

_ O Henrique que ficou doido mãe!

_ Eu vou pagar as coisas que eu comprei e já vamos pro salão. Eu não quero ver você mexendo com o Gabriel, me entendeu?

_ Mas foi ele que começou!

_ Me entendeu?

_ Sim.

Sem perder tempo ela sai e Daniely veio pro meu lado.

_ Você está bem?

_ Sim, não se preocupe.

Assim que saímos da loja, Nanda e Daniely começaram a ficar de olho em Henrique pra ver se ele não me provocava. Após deixarmos as sacolas no carro, Nanda ordenou que Henrique levasse o carro enquanto que nós iriamos ao cabelereiro e mais tarde era pra ele vir nos buscar. Eu iria aproveitar para cortar o cabelo.

Mesmo não querendo ele acabou aceitando. Ficamos horas no salão, pois elas iriam fazer de tudo, cabelo, unha... Até que lá pra umas 6 horas da tarde o senhor Dansky aparece no salão.

_ Oi meu amor, o que você está fazendo aqui?

_ O Henrique chegou muito nervoso em casa, então deduzi que ele teve um desentendimento com o Gabriel.

_ Não sei o que deu no Henrique que ele teve uma crise violenta de ciúmes pela Dany.

Eles conversavam um pouco distante de mim, mas dava pra ouvir a conversa, até que Daniely se aproxima de mim.

_ Nossa não sei por que minha mãe me faz passar por isso!

_ Você está linda.

_ Não diga isso.

_ Mas é verdade, olhe. –Eu disse fazendo-a se olhar no espelho. –Veja você mesma.

_ Uau. –Ela disse espantada.

_ Viu só. Assim você sai desse jantar namorando.

_ Não exagera. –Ela disse sem graça.

_ Não é exagero. Se o jantar fosse comigo eu a pediria em namoro. Você é linda, inteligente... Tudo o que um homem procura.

_ Se você diz...!

_ Hey pombinhos horas de ir. –Disse Victor. –Agora eu sei por que o Henrique chegou azedo em casa.

_ Não aconteceu nada senhor Dansky eu juro, eu e a Daniely somos apenas amigos. Não sei por que o Henrique cismou comigo.

_ É que você é homem. Ele se sente ameaçado. –Disse Fernanda.

_ Ameaçado de que se eu e ele não temos nada? Eu e o Gabriel só trocamos algumas palavras.

_ Ok, vamos se não você vai se atrasar pro jantar.


Como sempre Henrique saiu como o vilão da história, mas também... Ele fazia por merecer. Eu sabia que nossa amizade só iria aumentar o ódio dele por mim.                               

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