20 outubro 2014

Fanfiction: Sem saída - Capítulo 1: Olhos safiras (parte 2)


Procurei ficar o mais longe possível de todos que estavam ali. Sentei no gramado um pouco mais afastado de um casal que discutia perto das arvores. Só preciso esfriar a cabeça e esquecer que um dia conheci Danniely garota por quem me apaixonei, mesma que julgava pura e linda demais, com quem vivi uma amor com prazo de validade e que foi embora depois da noite mais incrível na qual disse meu primeiro e último " Eu te amo ". E temos os mesmos apelidos não me ajuda em nada, só me traz lembranças.

Deitei na grama colocando minhas mãos em meu rosto na tentativa de me acalmar...
— Você esta bem? -  ouvi uma voz doce e calma.
Tirei as mãos do rosto e encarei o seu, notei que havia chorado. Por culpa minha?
—  Ok. -  ela deu de ombros se levantando.
—  Espere. -  peguei em sua mão sentindo novamente a sensação estranha — Me desculpe... Ér... Você estava chorando?
 A encarei esperando sua resposta.
 Sentei ao seu lado e ela apenas suspirou fitando a grama.
— Sim.
— Por quê?... Se quiser me contar é claro­­ -  "serei educado" repetia para me mesmo varias vezes.
— Não, tudo bem... Foi só um idiota que me enganou.
 — Hum. -  não foi por minha culpa.
— E você o que aconteceu? - ela me olhou.
— Provocação. Adoram me chamar de Danny. - falei.
— Danny? Por quê?
—  Apelido estúpido, me chamavam assim no passado -  a olhei.
— Taylor e Danny não me parece ter nada em comum. -  ela deu um sorrisinho.
— Taylor Daniel Lautner é o meu nome. - falei olhando alguns bêbados pelados pularem na piscina.
— Prazer, Katherine Elizabeth. -  a olhei e a mesma sorria lindamente.
Dei uma risada baixa. —
— Prazer. - falei sorrindo de lado.
 — Viu, consegui que falasse seu nome. -  Katherine riu.
 Hoje mais cedo ela havia tentado algumas vezes, ri junto.
— Realmente, mas você não já sabia? - a olhei erguendo uma sobrancelha.
 — Seria impossível não saber. Ele esta na boca da maioria das garotas da escola. - comentou ela e deu um risinho nervoso.
 _ Te chamam sempre assim? -  mudei de assunto antes que falasse do que ocorreu no banheiro.
 — É meu nome, Taylor. -  ela me olhou e riu — Mas todos me chamam de Kathe.
 —  Hum. -  me limitei. 
—  É bom pode falar com você assim. -  me olhou. ­
— Como?_ ergui a sobrancelha.
 — Sem levar nenhum rela. -  disse ela.
— Concordo. É ótimo conversamos sem tentativas de roubo suas, - dei um sorriso de lado.­
— Já olhou se sua carteira ta no bolso? -  sorriu maliciosa.
 — Tenta na próxima. Deixei no carro. - sorri divertido e pisquei para ela.
 ­— KATHE, VAMOS. ­- gritou uma bêbada distante.
 — Preciso ir ou ela vai fazer alguma besteira. -  Kathe se levantou —  A gente se vê na escola.
 Apenas assenti a vendo se afasta, porém parou e me olhou.
 — Ah, não esqueça a carteira. -  ela riu.
— Vou esquecer.
 E Kathe foi de encontro a sua amiga bêbada enquanto eu permanecia no mesmo lugar sorrindo feito idiota.
Como ela conseguiu isso? Esqueci meu mundo em alguns minutos de conversa, quando não consegui com as duas garotas que transei.
 Definitivamente preciso me afasta dela, não consigo tirar seus olhos da minha cabeça e muito menos sua expressão tão pura, seu sorriso, sua voz doce e calma parecem não saírem de mim. Só a conheço ha um dia e já me causa isso, mal sinal.
 — Preciso de uma cerveja.
Levantei e caminhei em direção a casa.
Bebi bastante e nem sei com quantas garotas dormi. Acordei no dia seguinte deitado no chão da sala de Tom, levantei meio atordoado e notei que não era o único ali, havia mais três pessoas jogadas no sofá seminus entre eles uma garota.
Caminhei em direção a porta desviando de alguns copos, garrafas e outras coisas estranhas pelo o chão. Abri a porta e sair em direção ao meu carro do outro lado da rua.
Quando cheguei em casa e fui direto para meu quarto me traçando e me joguei na cama morrendo de sono.
Acordei com gritos de minha mãe, levantei rapidamente e corri para ver o que estava acontecendo.
Ao chegar a cozinha encontrei meu pai agredindo minha mãe com chutes e socos enquanto ela tentava se defender com os braços no rosto.
Não pensei duas vezes antes de avanças em cima dele e o empurrei.
—  Não atrapalhe seu vagabundo! – gritou ele cambaleando. —   Essa vadia merece levar uma surra.
—  Ela não é nenhuma vadia! – gritei furioso enquanto ajudava minha mãe levanta-se.
—  Essa é tão puta quanto as vadia que abrem as penas pra você. – ele riu debochado. —  Conta pra ele onde te conheci sua puta.
Minha mãe apenas chorava ao meu lado me segurava firme para não socá-lo, apesar de meus punhos estarem fechados de pura fúria.
—  Por que não conta pra esse lixo quem você é de verdade? Uma puta é isso. – ele gritou.
Não consegui me segurar mais e fui para cima dele dando um soco na cara enquanto minha mãe gritava pedido para me parar. A raiva que sentia era tão grande que quando dei conta ele estava com o rosto sangrando o que me fez parar, então olhei minha mãe chorando o larguei caminhando em passos largos em direção a porta ouvindo minha mãe gritar “ Taylor, pra onde você vai? “ e “ Volte aqui, meu filho “, apenas sair do jeito que estava.
Entrei em meu carro consumido pela a raiva e o ódio, eu dirigia sem saber e quando notei estava na praia, estacionei o carro e sair caminhando em direção ao mar.
Não sei se estava sendo movido pelo ódio ou a raiva, não importava, essa era minha melhor opção... Acabar de vez com essa vida desgraçada que levava.
—  Taylor? – ouviu a vez de uma garota.
Continuei até senti a água tocar minhas penas.
—  Taylor! O que você esta fazendo? – a voz parecia mais próxima e preocupada.
A ignorei e fui mais fundo ate não ouvi- La gritar por mim.
Fechei meus olhos e esperei pela morte que parecia demorar e aos poucos senti meu corpo começar a pedir por oxigênio o que motivou continuou embaixo d’água.
Podia senti o desespero pelo ar me invadir, mas não desistiria...
Um puxão e a água começou a diminuir aos poucos e então abri os olhos me dado conta de que já não estava mais na água e duas figuras borradas me fitava.
— Taylor, você esta bem? – essa voz eu voz eu podia reconhecer, era Kathe.
— O cara queria se matar e você ainda pergunta se ele “esta bem”? – disse um cara que estava com ela.
— Cala a boca Dean. – disse Kathe chateada. — Você pode me ouvir?
Meus olhos voltaram ao normal e tudo que vi foram aqueles olhos lindos me olhando preocupados.
— É lógico que ele pode. – disse o cara sarcástico.
Sentei no mesmo instante o que me causou tontura.
— Pronto. Ele ta bem, agora vamos embora temos muito o que conversar. – disse o idiota do cara.
— Não, Dean. Não temos nada para conversar. – ela o encarou.
— Ok, então fica. Esse maluco vai tentar de novo quando você der as costas. – disse ele e saiu. Meus punhos se encontravam fechados só esperando que o imbecil falasse merda.
— Não ligue pra ele. O Dean é um imbecil. – ela me olhando.
— Percebi. – me limitei.
— E o que você pensava que estava fazendo? – por favor sermão agora não e muito menos dela.
— O que você acha? Nadando é que não era. – a olhei sarcástico.
Levantei e dei alguns passos.
— Não me refiro a isso, Taylor. – ela me acompanhou. — Por que tentou se matar?
— Simples. Deu vontade. – continuei caminhando com ela em meu encalço.
— Sabe que aquela não era a melhor forma de resolver seus problemas. Isso nunca é uma opção. – dizia Kathe me seguindo e me tirando a paciência.
— Não pra você.
— Taylor, pare e me escute, por favor. – pediu ela.
Respirei pesado e a encarei.
— O que você quer afinal? Que eu agradeça por salvar minha vida? Por que se for isso desista. – voltei a caminhar.
Eu não pedi para ser salvo e muito menos por ela.
— Por que você não consegui me ouvir por um instante sem ser mal educado? – Kathe alterou sua voz.
— Pelo o simples motivo de que não perco meu tempo com bobagens. – me aproximei do meu carro.
— Boas palavras pra quem tentou se matar há alguns instantes atrás. – disse a garota irritante.
Puxei-la rapidamente e a encostei no carro a segurando firme.
— Escute aqui garota. – apontei meu dedo em seu rosto. — Eu não pedi para ser salvo e não espere minha gratidão por isso.
Me afastei a soltando.
— Agora sair da minha frente. – a encarei.
— Quem vai me ouvir é você garoto. – revidou Kathe.
— Uh, que medo. – ironizei.
— Eu nunca esperaria nada de alguém como você, muito menos gratidão por algo. Só te salvei por que sabia que era uma idiotice o que fazia. – ela apontou o dedo em meu peito. — Só um cara sem coração e idiota como você faria isso.
Encostei-la contra o carro novamente e aproximei meu rosto do seu a vendo paralisar, toquei seu pescoço com meus lábios e o beijei e aproximei de sua boca sentindo sua respiração e a vendo fechar os olhos com os poucos milímetros para que sentisse o sabor de seu beijo.
— Idiota sem coração que você esta louca para beijar. – sussurrei com um sorriso de lado.
Kathe me encarou corada e irritada ao mesmo tempo.
— Nem se eu fosse uma louca. – argumentou ao me empurrar.
— Você é louca. E sair da frente. – a empurrei para o lado para que assim pudesse abrir a porta do carro.
— Seu imbecil, idiota. – resmungou ela xingamentos.
— Oh, minha nossa o que aconteceu com a miss gentileza? – ironizei antes de entrar.
— Tirou férias. – disse ela.
— Hum. – girei a chave e a olhei. — Adeus.
Dei a ré vendo-a ali parada me encarando. Rolei os olhos e bufei, como eu me odeio por ser tão estúpido.
— Entra no carro. – pedi.
— Pra quê? – Kathe cruzou os braços.
— Pra gente tranzar. – falei irônico. — Entre ou vai ficar aí sozinha.
Ela bufou e entrou no carro.
— Onde você mora? – perguntei enquanto dirigia.
Kathe me olhou respondendo minha pergunta.
— Por quê...?
— Shiiiiii. – a interrompi. — Você esta no meu carro agora e tudo que quero é ouvi o som do radio.
— Mas nem esta ligado. – disse ela.
— Não seja por isso. – liguei e procurei uma boa estação.
— Que musica, hem? – reclamou Kathe.
— Sinto muito por você então. – sorri de lado.
Avistei meus amigos bebendo em um pub, o qual eu deveria esta agora.
— Abaixa. – pedi. — Vamos abaixa logo.
Ela me olhou e bufou fazendo o que pedi.
Passamos em frente ao pub e apenas Tom me viu e acenou.
— Pode levantar agora. – falei rindo.   
— Então você tem vergonha que seus amigos te vejam comigo? – Kathe
— Não. Eles só não podem me ver com você. – sorri de lado.
— Não vejo diferença. – disse ela.
— Veja o que quiser.
— Quando que você ficar de bom humor afinal? – quis saber Kathe.
— Geralmente depois de uma boa tranza. – a olhei malicioso.
— Então é nunca. – disse ela me fazendo olhá-la semi serrando os olhos. — Ao julgar pelas as vezes que te encontrei e todas foram depois de uma “tranza”. E não vir nem sinal do seu bom humor.
— E quem garante isso a você? – a encarei ao depois de estacionar o carro.
— Você esta sempre mal humorado e escuto muito sobre o tal “pegador” que você é. – disse Kathe me olhando.
— Anda procurando saber sobre mim? – sorri a encarando.
— Eu não perderia meu tempo com bobagens quando onde se passa escuta garotas bobas falando o quão são apaixonadas por você. – dramatizou ela irônica.
— E você é mais que elas.
— Taylor acorda, nem que eu quisesse me apaixonaria por você. – Kathe disse convicta.
— Tem certeza? – aproximei-me  a deixando novamente paralisada e me olhando, por pouco não me perco em seus olhos safiras.
A minha intenção era desviar de seus lábios tentadores, mas seu perfume me invadiu e seu hálito fresco em meu rosto dizia que não havia como não a beijar. Eu a queria a cada instante mais e mais, porem sou muito teimoso para aceitar isso de mim mesmo.
Nunca esquecerem o que passei e não acontecerá de novo.
— Não é o que parece. – sussurrei em seus lábios e me afastei com um sorriso.
Ela me olhou corada e bufou.
— Não tenha tanta certeza. – Kathe sair do carro batendo a porta com força enquanto eu apenas sorria vitorioso.
Eu sei que fui longe demais hoje e por pouco não ia resisti em beijá-la, preciso ser mais cuidadoso. Ri comigo mesmo ao lembrá-la paralisada com minha aproximação, é bom saber que causo esse efeito nela.
Ao chegar estacionei meu carro, encontrei os caras conversando em frente ao pub.
─ E aí Taylor? – disse Tom me cumprimentado.
─ Fala aí, cara. – o cumprimentei.
─ Você ta péssimo. – disse ele me olhando.
­─ É, eu sei.
─ Resolveu ir á praia a noite, Dan... Taylor? – disse Al ao se aproximar.
─ Al... Sobre ontem...
─ Relaxa aí, cara. Eu sei que fui o errado. – me interrompeu ele ─ É so que te chamávamos assim desde criança, me desculpe mesmo.
─ Danny não é mais meu apelido. Te entendo. – sorri de lado ─ Me chame apenas de Taylor e só.
─ Ou Daniel, Dan, Tay. – sugeriu Tom rindo.
─ Prefiro Daniel é muito melhor que os outros. – comentou DJ.
─ Concordo agradecido ou socaria quem me chamasse com algum desses apelidos. – falei ainda sorrindo de lado.
─ Trauma com eles também? – quis saber Tom.
─ Não, são horríveis. – ri junto com eles.
─ Iguais a você. – ouvimos a voz irritante de Nicole.
­─ Nicole. – rolei os olhos e me virei para ela.
─ Você ta um lixo. – disse ela fazendo uma careta.
─ Não mais que você. – sorrir sarcástico ─ Agora se manda.
─ Não recebo ordens suas, benzinho. – ela se aproximou com seu rebolado de vadia ─ Eu te vi hoje com a novata nerd na praia.
─ Anda me seguindo agora? – sorri de lado.
­─ Tenho mais o que fazer. – argumentou ela.
─ Sei bem. – a encarei.
─ Danny, Danny. – ela ria me olhando.
─ Onde quer chegar, vadia? – a encarei.
─ Simples, se afaste da novata que prometo não contar um segredinho seu para todos. – ele me encarou maldosa.
─ O que foi? Ta com ciúmes?- sorri irônico.
─ Obvio que não. Só estou te avisado. – disse ela.
─ Ameaçando, essa é a palavra certa. – aproximei-me dela ─ Sinta-se a vontade, gracinha.
Toquei seu queixo.
─ Tenho uns 10 segredos seus, sabe contar neh? Por que 10 é 9 a mais que essa sua bobagem aí. – aproximei meu rosto do seu ─ Eu faço o que quero e você não é nada para me dar ordens.
Afastei-me sorrindo a vendo bufar furiosa sem saber o que argumentar então saiu em seguida.
─ O que foi isso? – quis saber Tom.
─ O lado mal do Taylor. – disse Al e deu um gole na sua cerveja.
─ E ele tem um lado Bom? – quis saber DJ fazendo graça.
­─ E por que você acha que ainda continua vivo? – o encarei.
─ Esse é o lado Bom dele. – disse Tom.
─ Mulher é tudo cega mesmo. – reclamou DJ ─ Como podem querer você? Isso só pode ser magia negra.
─ Não, não é. É por que sou gostosão mesmo. – passei a mão por meu abdome e pisquei.
─ Que gay. – comentou Al rindo com Tom.
─ Tem pra você também, gracinha. – mandei um beijo para ele e os outros riram.
─ Mais tarde lindo. – disse Al fazendo voz gay ─ Agora você precisa de um banho.
─ Vocês são uns gays. – comentou Tom rindo. ­
─ Que foi amor ta com ciúmes? – Al encarou o personagem nos fazendo ri mais ainda.
─ Tenho que ir galera, a gente se vê. – disse ao me dar conta de que estava tarde.
─ Já? – disse Tom.
─ Como Al disse, preciso de um banho e não vou ficar andando por aí sem camisa. – ri.
─ Devo concordar ou vai espantar as mulheres. – disse Al rindo.
─ Ou atraí-las. – comentou DJ nos fazendo olhá-lo.
─ Você é gay, cara? – disse Tom.
─ Não, lógico que não. Só olhem. – ele fez sinal com a cabeça ─ Tenho certeza que não é pra gente.
Olhamos e três garotas me olhavam com sorrisinhos, bonitas por sinal.
─ Tchau Taylor, e bom sono. – disse Tom.
─ Estou pensando em ficar mais um pouco. – os provoquei rindo.
─ E nós em você ir. Sabemos o quanto precisa descansar, mas toma um banho primeiro, ok? – disse Tom enquanto me guiava para meu carro.
─ E com certeza nós três aqui ainda queremos pegar algumas garotas bem gostosas ainda hoje. – disse Al.
─ Mas se você continuar aqui e assim só temos á perder. – comentou DJ.
─ Me sinto um trapo. – resmungou Tom ─ Eu estou limpo, cheiroso, seco, bem vestido e as mulheres preferem o Taylor sem camisa, molhado, e com área nas calças?
─ Fazer o quê? Esse sou eu. – me gabei ao abri a porta do carro.
─ Boa noite Sr. Convencido. – disse Al rindo.
─ Até amanha Fodão.com. – disse Tom.
Entrei em meu carro rindo dos idiotas que tenho como amigos.
Era hora de voltar para casa e sabe-se lá o que me esperava.
Durante todo o caminho tentei não pensar ou lembrar o inicio da minha noite, o que parecia impossível sempre que estava voltando e junto me vinha a raiva e o remoço.
Abri a porta e tudo que encontrei foi apenas o silencio e nada mais que isso, caminhei em direção a cozinha e peguei algo para comer, afinal não havia comido nada hoje.
Quando terminei subi direto para meu quarto me trancando em seguida. Era estranho todo esse silencio, mas só significava algo eles foram dormir ou simplesmente se mataram o que acho mais provável estarem dormindo.
Tomei um banho demorado na tentativa de relaxar meu corpo em seguida vesti uma boxe e me joguei na cama deixando meus braços embaixo da minha cabeça e fechando meus olhos.
Kathe veio em minha mente contra minha vontade, seu rosto de quando a vi preocupada comigo, sua expressão quando me aproximei e como senti-me preso aos seus olhos sempre que os encarava ou o cheiro de seu perfume viciante e seus lábios rosados perfeitos.
Então seria assim sempre que nos encontrássemos, eu me prenderia em seus olhos por um curto tempo e depois a trataria com ironia e sarcasmo ou como ela mesmo disse seria um grosso. Com o passar do tempo ela se cansará e esse efeito estúpido que possuir sobre mim passará e talvez eu volte ao meu normal.
Eu a vi poucas vezes apenas na aula de matemática ou no almoço, sempre lá sozinha lendo algum livro e por mais que evitasse olhá-la não conseguia, por que sentia saudade de perde-me mais uma vez em seus belos olhos safiras e a certeza de que Kathe era diferente de todas as garotas que conhecia me motivava mais e mais querer esta com ela.

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