10 novembro 2014

Fanfiction: Sem Saída - Capítulo 2: Noite triste



Ao chegar á escola fui “ bem recebido “ pela estertora Kart que levou-me direto para a sala do Sr. Smith, o diretor.
─ Sente-se Lautner. – pediu, ele me olhando.
O olhei e sentei em seguida. Eu não fazia idéia por qual motivo estava ali.
─ Creio que já deve saber bem o motivo de me visitar hoje. – disse ele me encarando.
─ Não, mas gostaria de saber. – o encarei.
─ Vamos ver se isto te lembra algo. – disse ele e virou o monitor do computador para mim mostrando um vídeo de um cara destruindo a biblioteca.
─ Onde quer chegar com isso? – quis saber erguendo uma sobrancelha.
─ No estrago que você casou na biblioteca ontem. – ele riu debochando e me olhou ─ O que achou? Que não encontraríamos o culpado?

─ O quê? Nunca entrei nessa biblioteca. Como podem me acusar de algo que não fiz? – alterei minha voz.
─ Então quem seria capaz de virar todas as estantes, espelhar os livros pela escola e ainda ter a cara de sínica de colocar o vídeo no you tube? – disse ele me encarando com um cão raivoso.
─ Não sei, não faço idéia de que foi esse cara. – o encarei ─  O que significa que eu tenha feito.
─ Assim como a tinta vermelha na piscina, os equipamentos de futebol na lata de lixo, o seu armário amassado? Seu histórico esse ano Lautner é bem desagradável, não acha? – começou ele ─ Eu poderia simplesmente te expulsar, mas estaria lhe fazendo um favor ao em vez disso você terá que arrumar toda a bagunça que causou todos os dias após as aulas juntos com alguns voluntários.
 Me segurava firma para não fazer esse imbecil deixar o mundo nesse momento enquanto minha raiva crescia a cada segundo.
─ Já posso ir? – o encarei.
─ É hora de andar com novas pessoas Taylor. – disse ele.
─ E então? – quis saber.
─ Sim pode. – disse ele.
Sair da sala furioso disposto a matar a primeira pessoa que me enchesse.
Enquanto caminhava pelos os corredores notava olhares de reprovação e cochichos, bufei ignorando.
─ Taylor. – ouvi a voz de Al me chamar.
­─ Se venho me acusar também pode ir voltando. – o avisei ao parar em frente ao meu armário.
─ Relaxe, eu sei que não foi você. – disse ele encostando-se ao armário do lado. ─ Ele te expulsou?
─ Não, mas me mandou arrumar a bagunça toda. – o olhei ao pegar um livro.
─ Sozinho? – ele me olhou incrédulo.
─ Não. Com os voluntários.
─ Menos mal então. – disse ele.
─Sabe quem armou essa pra mim? – o olhei.
─ Não sei, cara. Pode ter sido um dos seus “ fãs “. – sugeriu Al.
─ Tudo que sei é que ele vai morrer por isso. – ameacei enquanto caminhávamos.
─ Vingança? Tem certeza? – Al me olhou.
─ Pode aposta que sim. – dei um sorriso maldoso.
─ Tem espaço? – ele sorriu diabólico.
─ Com certeza.
Entramos na sala e como já era de se esperar atrai alguns olhares não de cobiça, mas sim de reprovação o que só me fez sorrir mais irônico que o normal.
Assistir todas as aulas sem visitas aos banheiros ou aos armários estava sem vontade.
─ Festa hoje, Taylor. – disse Tom ao saímos da sala 07.
­─ Onde? – quis saber.
─ Na casa da... Mari... Mari alguma coisa. – ele deu de ombro.
­─ Sempre esquecendo os nomes, né? – ri dele.
 ─ Vamos nessa, caras. – disse DJ ao se aproximar junto com Al.
─ Vão vocês, tenho que fazer uma coisa antes. – falei ao abri meu armário.
─ O que você vai fazer aqui se todos estão indo embora? – quis saber DJ.
─ Tenho que arrumar a biblioteca. – falei com tédio.
─ Ta ferrado então. – DJ riu recebendo uma pedala de Tom.
─ Boa sorte com os livros. – disse Tom ao fazer nosso cumprimento.
─ É vai precisar. – disse Al ao fazer o mesmo.
─ Vai perder a festa e a formatura, então. – brincou DJ ao repetir o cumprimento.
─ Peguem algumas gatas na casa da Mari alguma coisa. – falei e Tom.
─ Todas. – se gabou DJ nos fazendo ri.
─ Ou melhor, ninguém no seu caso DJ. – corrigiu Al rindo.
─ Falou o “pegador”. – Tom riu enquanto caminhavam.
─ Cala a boca “Sr. Pego-geral”... – dizia DJ.
 Apenas balancei a cabeça em negação rindo dos idiotas.
Respirei fundo, pois agora teria trabalho a fazer graças a “ajudinha” de alguém que não faz idéia do que lhe aguarda.
Caminhei para a biblioteca e ao me aproximar da porta pude ouvi que estavam conversando, sobre mim?
─ ... Legal aquele marginal faz sua “obra de arte” e nem aparece. – reclamou o filho da puta de um cara.
─ Ele vai aparecer, não esta tão atrasado assim. – disse uma garota de voz calma ─ E ninguém te obrigou a vim Arthur.
É bom saber o nome do cara para não ser enterrado como indigente.
─ Não se iluda Melody estamos falando do Taylor, um dos populares irresponsáveis. – essa voz eu conhecia, era Kathe?
─ Concordo com a Kathe. – disse o cara, o qual seu prazo de vida se espira em segundos ─ Se esse marginal aparecer não será para ajudar em nada só vai atrapalhar. Até por que é bem mais fácil ser irresponsável.
─ Não o chame assim. – pediu Kathe. Agora ela me defende? É bipolar essa garota.
─ Chamar como? Marginal? Se é isso que ele é. Como quer que o chame depois de fazer isso tudo? – disse o tal Arthur indignado. Essa bicha me paga quando entra nessa porcaria.
─ Vândalo seria a palavra correto. – disse Melody ─ Mas se você é tão homem deveria reclamar com ele.
─ E dizer o quê? – disse o tal Arthur dando uma de machão.
─ Que ele é um marginal por fazer essas coisas e tal. – a voz de Melody me pareceu risonha.
─ Você ri, mas diz aí se não concordam comigo que ele fez aqui não é a “obra de arte” de um?...
─ Devo concordar com você, isso é uma “obra de arte”. – sorri sarcástico ─ Mas infelizmente alguém teve essa idéia primeiro, porem me deixou os créditos.
Foi ótimo ver a cara deles quando me virão entrar na sala em especial a do “falecido-machão” que mudou de cor na mesma hora que o fuzilei com os olhos.
─ Ouvindo atrás da porta, Lautner? – me provocou Kathe.
─ Não é necessário. Sei quando sou o assunto. – a encarei sorrindo de lado.
Joguei minha mochila na mesa próxima a mim.
─ Se aprontasse menos não seria. – retrucou ela.
A olhei com desdém e me aproximei.
 ─ Vejo que sua gentileza ainda continua de férias. – dei um sorriso provocativo.
­─ Pra você sim e não tem data pra voltar. – disse ela me olhando com deboche.
─ Tch, tch, tch. – me aproximei um pouco mais ─ Você fica melhor assim, mal educada.
─ Fazer o quê? Aprendi com o melhor. – disse ela sarcástica.
─ Posso te ensinas outras coisas também. – nossos rostos estavam próximos ─ Como ser menos idiota.
Afastei-me sorrindo de lado com deboche a vendo bufar irritada enquanto os dois nos olhavam incrédulos.
─ Claro nisso você vencer qualquer um, pena que não funciona comigo. – ela cruzou os braços me encarando.
­─ É. Uma pena mesmo. – ironizei ─ Mas podemos fazer outras coisas as quais sou muito bom.
Pisquei para ela com malicia.
─ Vai se fuder, LAUTNER. – gritou Kathe irritada. Ok eu estava adorando.
─ Se for com você eu topo, mas faz direito ok? Ah, e geme bem alto o meu nome. – pisquei para Kathe novamente com malicia e sorri de lado.
Ela bufou e jogou um livro em minha direção o qual desviei rapidamente ou acertaria meu ombro.
─ Não pode fazer isso, menina má. – encostei-me a mesa de braço cruzados.
─ Chega vocês dois. – disse Melody nos interrompendo ─ Vamos ao que interessa ou não sairemos tão cedo daqui.
─ Concordo. – disse o tal “Arthur”.
─ Taylor ajude o Arthur com os livros do lado direito que Kathe e eu ficamos com os outros. – nos ordenou Melody.
A olhei como se perguntasse “quem ela pensa que é pra me dá ordens?
─ Por favor, Taylor. – disse ela ao entender meu olhar e depois de rolar os olhos.
─ Ok. – encarei “Arthur”, ele ia se ver comigo.
─ Podemos trocar Mel? – pediu o covarde.
─ Fique com Kathe então. Coragem. – ela riu e me olhou em seguida ─ Vamos Taylor.
A segui até os livros espalhados no chão.
Legal quatro pessoas para arrumar uma biblioteca – que por sorte não é tão grande – ,mas já estava apenas começando a me cansar só em olhar a bagunça que estava.
─ Vocês são os únicos voluntários? – quis saber pegando alguns livros.
─ Parece que somos os únicos que precisam daqui. – ela riu ao pegar um dicionário ─ CDFs.
Apenas dei de ombros e a olhei, eu nunca havia me aproximado dela antes – não que eu lembre – e olhando bem, Melody tinha um corpo e tanto. Seus longos cabelos castanhos lisos estavam pesos deixando-me reparar em seu rosto belo, os verde de seus olhos chamavam minha atenção, desviei meu olhar para seus seios quando a vi se inclinar para pegar alguns livros a minha frente.
 Tratei de me recompor no mesmo instante. Melody era o tipo de garota que deixa claro que não é “qualquer uma”, então me forcei a respeitá-la.
Conseguimos tirar todos os livros do chão os quais impediam que a estantes fossem levantadas e colocadas em seus devidos lugares. Melody – a mandona suportável – queria que no mínimo as estantes estivessem no seus lugares hoje, a pior parte seria os livros, por mim colocaria em qualquer lugar.
─ É verdade que foi você? – quis saber Melody enquanto pegava os últimos livros daquela parte.
─ Não seria irresponsável a esse ponto. – falei serio.
─ Acredito em você. – ela me olhou e sorriu simpática ─ Eu adorei o que fez na piscina. Ficou com uma “corzinha” agradável.
Olhei para ela e rir.
─ Não conta pra ninguém, mas sou sua fã. Adorei o dos equipamentos de cérebros de ratos também. – ela riu, talvez por lembrar a cena.
─ Valeu e pode deixar seu segredo ta guardado. – pisquei sorrindo.
É bom saber que tenho uma fã e legal quanto era Melody. Conversamos mais um pouco e puder confirmar que assim como Kathe as duas eram totalmente o oposto da maioria das garotas que conheço.
Quando terminamos eram 12h00, porem havíamos feito uma boa parte do trabalho.
─ Vamos? Por que estou muito cansada. – disse Melody ao se encostar em meu ombro.
─ To acabado.
─ To quase lá também. – ela riu e se afastou ─ Vocês aí, vamos embora?
─ Sim, estou cansada. – disse Kathe ao se aproximar.
Peguei minha mochila e saímos da biblioteca enquanto caminhávamos pelos os corredores vazios onde tudo que se ouvia era os três conversando sobre o que fariam amanha ou trabalhos escolares, me mantia  em silencio.
─ Ate amanha Sr. Roger. – disse os três.
─ Ate amanha crianças.
─ Crianças. – murmurei.
Ao chegamos ao estacionamento só haviam nossos carros, ou melhor, três.
─ Filho da puta!- exclamei ao ver meu carro.
─ O que foi Nathan? – quis saber Melody.
─ Olha o que fizeram com o MEU CARRO! – gritei furioso. Uma coisa era mexer comigo e outra bem pior é tocar no meu carro.
─ Que vandalismo. – comentou Arthur fazendo o fuzilar com os olhos.
Haviam furado os pneus, quebrado os vidros e pichado “Gabe” por todo carro e ainda por cima de rosa. A raiva que sentia era tão forte que comecei a chuta e a socar o carro, como se isso fosse melhorar algo.
─ Taylor calma. – pediu Kathe.
─ Isso não vai ajudar m nada. – argumentou Melody.
As duas se aproximaram de mim tirando me fazer parar.
─ Saíam daqui! – Gritei furioso as encarando.
As mesmas apenas me olharam assustadas.
Passei as mãos por meu cabelo tentando ao mínimo acalmar minha fúria, encostei-me no carro destruído.
─ Mel leva o Arthur. – pediu Kathe.
─ Ok. Tente acalmá-lo. – disse Melody e ouvi seus passos se afastando.
Encontrava de cabeça baixa com minhas mãos em meus cabelos tentando me acalmar.
─ Calma. – pediu Kathe tirando minhas mãos do rosto fazendo olhá-la ─ Depois descobrimos quem fez isso. Vem que te levo para sua casa.
Continuei a olhando coma respiração descontrolada tentando voltar ao normal.
 ─ Vamos? – ela pegou em minha mão ainda com seus olhos sobre mim e sem que pudesse evitar os meus encontram a imensidão azul brilhante deixando-me preso a ela e acalmando meus nervos.
Kathe puxou minha mão de leve fazendo sair do traze em que me encontrava e aceti a seguindo para seu carro.
Olhei mais uma vez para o meu quando saímos e senti a raiva me invadir, porem sabia bem que quem havia feito isso iria pagar um preço caro e nem podia fazer idéia do quanto.
─ Você esta bem? – quis saber Kathe variando entre a estrada e eu.
Nao respondi, não estava a fim de conversar e muito menos responder algo tão idiota como isso quando estava visível que não estou.
─ Taylor? – ela me olhou e fiz o mesmo ─ Onde você mora?
Respondi mesmo sem muita vontade.
─ Se... Se você quiser pode conversar comigo.
A ignorei novamente.
─ Ok. – ela deu de ombros.
─ Não, Kathe como vê não estou bem. – falei com resíduos de raiva na voz.
─ Não precisa falar assim. – reclamou ela ─ So queria te ajudar.
─ Não preciso da sua ajuda. – meu tom de voz ainda não me agradava.
─ Percebi-se. – disse ela sarcástica.
A fuzilei com os olhos e me mantive em silencio.
O resto do caminho seria silencioso se dependesse de mim isso ate ela ligar o radio com uma musica horrível.
─ O que diabos é isso? – reclamei indignado.
─ Ah, agora você fala, né? – ela me olhou ─ E “isso” é uma musica.
─ Que é, eu sei. – falei sarcástico ─ Mas que porcaria.
─ Não fale assim. Eu gosto de Florence. – defendeu ela.
─ Que nome, heim? Combina perfeitamente com a musica. – ri debochado.
─ Como você é mal. – ela fingiu indignação ─ Tudo bem, concordo com você. É uma porcaria mesmo.
A olhei meio confuso.
─ Então por que continua ouvindo? – ergui uma sobrancelha.
─ É isso ou o seu silencio que me incomoda. – ela me olhou.
Não falei nenhuma palavra, fiquei sem saber o que argumentar por incrível que pareça.
Kathe parou o carro em frente a minha casa.
─ Esta entregue. – ela deu um meio sorriso.
─ Valeu. – falei ao sair do carro.?
Caminhei em direção a minha casa me preparando para as “Boas vindas” que receberia dos meus pais.
Encontrei minha mãe na sala vendo TV.
─ Taylor? Filho é você? – quis saber ela preocupada e com a voz cansada.
─ Sim, sou eu. – me aproximei ─ Mas o que...?
Exclamei ao vê-la machucada.
─ Taylor calma, filho. – pediu ela me olhando.
─ Foi ele. Não foi? – a encarei sentido meu sangue ferver.
Odiava homens que agrediam mulheres e odiava ainda mais quando a vitima era minha mãe.
─ Não faça nada, querido. – suplicou ela com seus olhos tristes.
Aproximei-me e peguei em sua mão tremula.
─ Mãe, por que continua com ele? – a olhei em seus belos olhos castanhos lagrimejados.
─ Só quero que voltemos a ser uma família, meu filho. – ela começou a chorar e abracei-la com cuidado.
Desde que era criança que a escuto dizer isso, porem devo admitir que éramos uma família ate meu pai conhecer seus novos amigos o álcool e os cassinos.
Eu a amava e ela não merecia nada do estava passando. Minha mãe merecia ser feliz e principalmente se livrar daquele crápula que tenho como pai.
Aos poucos a vi se acalmar e cessou o choro. Estava quase dormindo em meu peito quando a porta foi aberta com brutalidade seguida de alguns palavrões.
─ Taylor, por favor. – pediu mamãe em um sussurro me segurando.
Podia senti toda a irá voltar ao meu corpo so em ouvir sua voz irritante.
─ A puta e o vagabundo, que cena linda. – debochou ele batendo palmas.
Fechei meus punhos me segurando firme para não cometer uma besteira maior que da ultima vez.
─ Por favor, Phillip, para. – pediu minha mãe ao se levantar.
 ─ Por quê? O que estou fazendo? – disse se aproximando com um olhar debochador.
─ Phillip vá dormi. – pediu ela o encarando com medo.
Levantei no mesmo instante esperando que ele tentasse fazer algo.
─ E por que eu iria, sua vadia? – disse num tom alto nos encarando com ódio ─ Pra você ficar transando com os vizinhos?
Não estava conseguindo me segurar mais, apertava meus punhos com tanta força que se fosse possível eles estariam sangrando.
Aproximei- me dos dois ainda o encarando com fúria.
─ O que vai fazer seu bosta? – gritou ele me encarando com desdém.
─ Taylor sobe, filho. – pediu minha mãe ao segurar meu braço com a voz tremula.
─ Não. – falei firme.
─ Sobe Taylor. – ordenou ela me olhando deixando ver a suplica em seus olhos.
Nesse meio tempo Phillip sacou uma arma apontando para ela.
─ Nem pense nisso! – gritou ele quando tentei ficar na frente dela.
Um único disparo e me vi sobre ele socando sua cara quanto que não sei onde havia ido parar a arma, não conseguia me controlar, seu sangue escorrendo por seu rosto dizia que batava, mas sua risada de satisfação aumentava minha fúria.
─ Meu Deus! – ouvi a voz de Kathe ─ Taylor!
A olhei ainda tomado pela fúria com a respiração pesada.
─ Não, faça isso. – ela ficou em minha frente no momento em que ia pisar na cabeça do filho da puta.
─ Sair da frente porra! – gritei a empurrando ─ Vou matá-lo.
─ Não, não faça essa besteira. – pediu ela firme ficando na minha frente de novo.
─ Sair porra! – gritei furioso.
─ Não! – gritou ela de volta.
─ Taylor... – ouvi a voz de minha mãe o que no mesmo momento me fez ir ate ela que se encontrava encostada ao safa sagrando.
─ Mãe. – me aproximei ficado ao seu lado.
─ Vou ligar para o socorro.  – avisou Kathe preocupada.
─ Filho...
Ela tentava falar, porem sua voz estava falha e baixa.
─ Não fale, mãe. – minha voz demonstrava todo o meu desespero e o medo de perde-la.
─ Taylor... Eu t-te a-mo... – disse ela com lagrimas escorrendo por seu rosto.
Susan tentou tocar meu rosto peguei em sua mão ajudando e a beijei em seguida.
─ Você vai ficar bem, mãe. – tentei confortá-la e a mim mesmo.
─ O socorro esta vindo. – avisou Kathe.
─ Viu mãe? Você vai ficar bem. – falei segurando suas mãos entre as minhas.
Ela me olhou por alguns instantes e fechou os olhos como se estivesse com sono.
─ Mãe, por favor, não... – deitei minha cabeça em seu peito suplicado ─ Por favor não.
─ Taylor... – me chamavam ─ Os paramédicos.

Levantei o rosto sujo de sangue e dei espaço para que a salvassem a vida embora minha maior vontade fosse não sair de seu lado um segundo se quer.

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