20 novembro 2014

Fanfiction com Taylor Lautner - ONE-SHOT- O vizinho



Sempre fui uma menina desligada do “ mundo real ”, sempre com fones de ouvido, ou então.. ficava o dia inteiro no facebook. Não sei, mas isso sempre me fez se sentir bem. É claro que tenho amigas, que quase todos os dias, me mandam tirar os fones e viver a vida, más.. é que não dá, eu me prendo á isso e não consigo largar.

 Era numa sexta-feira, todo mundo da escola, saiu feliz da vida, gritando, e comemorando por que amanhã seria fim de semana. Passei rápido, pelos alunos que estavam na frente, e corri para a parada de ônibus.


Não vou mentir, eu estava feliz sim, por meus pais terem ido viajar logo de manhã pra Gramado,e iriam voltar só de noite. Mas, mesmo assim, vou sentir uma certa independência, depois de longos 3 anos aturando minha mãe de tarde.


 Enfim, cheguei em casa, e nem dei ao trabalho de esquentar a comida, apenas fiz um sanduiche, e liguei o computador, e a televisão. Entrei no facebook, e já fui direto jogar. De repente, um menino da oi, e antes de responder, dou uma olhada no perfil dele, ele não era um menino e sim, um boy lindo e maravilhoso, chamado Taylor.

- Oi_ respondi com vergonha.

- Me conhece? _ perguntou ele.

 Pensei, pensei.. será que ele estudava na escola? Não, os meninos de lá são todos feios, e com certeza se ele estudasse lá, eu o veria.

- Não conheço. Deveria? _ respondi

- Eu sou seu vizinho. Faz um ano.

 O que? Como assim? É, eu precisava, urgentemente me desfazer dos fones.

- Nossa, sério? _ respondi espantada.

- Verdade, várias vezes a gente se cruzou na rua, más eu não sabia como falar com você, por que sempre está com fone de ouvido.

- Você, não é único que diz isso. Minhas amigas vivem dizendo pra mim tirar os fones. _ respondi, já me simpatizando de uma certa forma com ele.

- Elas estão certas. Uma menina linda como você, não deveria ficar sempre com um fone de ouvido. _ respondeu ele, me fazendo corar com “ uma menina linda, como você “.

 Fiquei sem ter o que dizer, e acabei deixando ele no vácuo por uns 5 minutos.

- Olha pro lado. _ respondeu ele como se nada tivesse acontecido.

- Por que?

- Só olha pro lado.

- Não sei.

- Por favor._ suplicou

- Ta bom, ta bom.

 Eu olhei pro lado, e vi ele sentado, em cima da caixa de luz. Ele usava um boné vermelho, com a aba para trás, e um jaqueta preta, com uma camisa branca por baixo. Quando ele percebeu que eu estava olhando para ele, ele sorriu, e fez um sinal para que eu fosse até ele.

 Não teve como resistir. Levantei da cadeira, dei uma ajeitada no meu cabelo, e desci as escadas 
olhando diretamente pra ele, e de repente, fechei os olhos, e me vi caída de bunda no chão, e minha perna doía muito.

Ele desceu da caixa de luz, e pulou o portão tão rápido que quando fui ver, ele já estava do meu lado.

- Está tudo bem? _ perguntou ele preocupado.

- Não... minha perna ta doendo muito._ falou colocando minhas duas mão na perna machucada.
 Ele se agachou, me pegou no colo, entrou dentro de casa, e me colocou sentada no sofá.

- Minha perna... ta doendo. _ gritei.

 Ele me olhou assustado.

- Vai ter tirar a calça, pra mim ver. _ falou ele com um olhar malioso.

- Não, nem pensar. Me leva pro quarto, que eu coloco um calção. 

 Ele me pegou novamente no colo, e me colocou sentada na cama, saindo rapidamente e fechando a porta. Me levantei um pouco, e peguei um short jeans, e coloquei na cama. Tirei minha calça com cuidado, e me espantei com o tamanho do ferimento, tinha raspado a minha pele e saia muito sangue.

- Aah _ gritei.

- Quer ajuda? _ falou ele gritando e quase abrindo a porta.

- Não, ainda não.

- Tá, vou procurar algum band-aind, ou alguma coisa.

 Consegui tirar a calça e coloquei  o calção.

- Pode entrar.. _ gritei.

- Nossa, foi feio em? _ falou ele entrando.

 Nem respondi nada, apenas coloquei meu braço no seu ombro. Ele colocou sua mão em minha cintura, e consegui andar com um só pé até a sala.

 Ele passou água com sabão no machucado, que me fez gritar de dor, e depois colocou dois band-aids.

- Tem que se cuidar da próxima vez. _ falou ele preocupado.

- Eu sou desastrada, só isso. E aliás  obrigada, por me ajudar.

- Magina. Então... é aqui que você se esconde?

- Ah claro. É minha batcaverna_ falei dando risada.

 Ele sentou do meu lado, e juntos, assistimos ao resto de um filme. Meu machucado latejava muito, más não queria falar nada, por que eu já devia estar com o rosto, feito um pimentão, por ele me ver usando um calção minúsculo e ele havia feito um enorme favor, de me ajudar com os curativos.

 -Eu... preciso te dizer uma coisa... _ falou se aproximando cada vez mais perto de mim.

 Senti a sua respiração na minha bochecha, e seu lábios quentes em meu pescoço, me fazendo arrepiar.

- Não.. _ ele me calou com um beijo feroz.

 Senti meu coração bater mais forte, e a minha cabeça.

- Eu estou apaixonado por você Brenda.

- Como você esta apaixonado se nunca falou comigo? _ falei assustada.

- Eu simplesmente não sei.  Foi o seu jeito, que me fez me apaixonar por você. Todos os dias, eu sentava na caixa de luz, e ficava vendo o que você fazia, e torcendo para que você me olhasse, más não me olhou. Então, eu tomei a iniciativa hoje.

- Isso.. é demais pra minha cabeça, tudo ta acontecendo tão rápido. Que eu não sei o que dizer.  

- Não gosta de mim não é? Eu já imaginava e mesmo assim fiz tudo isso pra nada. _ falou ele levantando do sofá.

- Fica por favor. Más você tem que me entender. Sempre fui uma menina sozinha de poucas amigas, que nunca se relacionou com ninguém. Tudo isso é novo para mim. 

- O que eu sinto por você, é verdadeiro._ suplicou ele.

 Parte de mim, dizia que era verdadeiro, e outra dizia que no fundo, ele estava mentindo. Eu estava em guerra comigo mesma.

- Ta bem... eu acredito em você. _ falei com um sorriso no rosto.

- Sério?_ falou ele me abraçando forte._ Sendo assim..._ ele se ajoelhou diante de mim. _ Quer namorar comigo?

- O que?_ falei ainda mais espantada_ Aceito._ falei chorando de emoção.

 Ele se levantou e me beijou. Sentamos no sofá, e ele ficou abraçado em mim, por algum tempo.

- Tenho que ir amor. Más de noite eu venho.

- Más... meus pais vão te ver.

- Não vão, eu vou entrar pela janela do seu quarto. _ falou ele dando um selinho e saindo da minha casa.

Os dias, tornavam-se chatos, e as noites tornavam-se mais do que interessantes, ao lado dele.

 Nosso amor aconteceu assim, tão rápido, porém único. Durante todas as noites, ele pulava minha janela, trancava a porta, e ficávamos lá, conversando, ás vezes não só conversando... como se não houvesse mais ninguém no mundo, apenas nós. Com os nossos sonhos, e medos. E a cada noite, eu desfrutava ainda mais do meu vizinho, sem ninguém saber.. apenas nós.


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