05 dezembro 2014

Fanfiction: Sem Saída - Capítulo 3 - Volte à vida



 
Na sala de espera me encontrava aflito por uma noticia, caminhava de um lado para o outro e a angustia junto com a sensação de algo mais grave havia acontecido me enlouquecia.
─ São os parentes da senhora Susan Lautner? – quis saber um dos médicos que passava a todo instante.
─ Sim, sou filho dela. – me aproximei rapidamente ─ Como ela esta?
A expressão dele me respondeu antes de suas palavras.
─ Sinto muito... – foram suas palavras.
Naquele momento senti com se arrancasse meu coração com a mão. Havia perdido a pessoa mais importante da minha de um forma injusta e cruel, me odiava por não ter impedido, odiava Phillip por matá-la e me odiava mais ainda por não poder fazer nada para mudar isso.
─ Quero vê-la. – disse firme.
Ele assetiu e guiou-me ate onde estava seu corpo.
Entrei na sala e aproximei a olhando tentando acredita que havia acontecido.
─ “Isso não é verdade, você precisa acordar, mãe”. – pedia em suplica como uma criança com a ilusão de que ela estava apenas dormindo.
Estava em estado de choque, mas sabia que quando passasse a dor que sentia agora não seria nada comparado.
Me aproximei beijando seu rosto frio.
─ Eu te amo, mãe. – afastei-me dei uma ultima olhada antes de sair.
Ao voltar para a sala de espera Kathe ainda estava lá com expressão preocupada.
─ Preciso que um parente ou seu pai venha...
Não  o deixei terminar saindo em passos lagos. “PAI” que pai? O mesmo que matou minha mãe e fugiu? Nunca tive um pai.
─ Taylor, me espera. – pediu Kathe vindo atrás de mim.
Não parei continuei caminhando a ignorando.
­─ Para. – senti sua mão tocar meu ombro.
Parei a olhando e senti seu abraço forte pensei em empurrá-la, mas não pude.
Podia sentir o calor de seu corpo e sua ternura fazendo-me retribuí-lo. Não consegui deixei de ser forte no mesmo instante em que senti o quanto sou fraco por não a salva e deixe que meus olhos despejassem lagrimas contidas e fossadas a nunca escorrem por meu rosto.
Havia perdido a pessoa que mais me motivou a viver, aquela que sempre sonhou em ser feliz com poucas coisas, ser feliz comigo, seu filho, a única mulher que realmente vale apena amar. Minha mãe.

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Meu tio Rick ─ irmão de minha mãe ─ ficaria comigo ate minha maior idade, daqui a alguns meses.
Meus amigos compareceram ao seu velório junto com seus familiares e todos que gostavam dela. Depois de deixa minha mãe em um túmulo onde não poderei mais vê-la ou ouvir sua doce voz tranquei-me em meu quarto evitando qualquer coisa ou pessoa, ficar só com minha dor era tudo que restava-me e nada mais que isso.
Passei semanas sem sair a não ser para comer alguma coisa tentando evitar Rick e qualquer tipo de apoio que tentaria me dá. Todos haviam tentando me tirar dali sem sucesso por parte deles, sou teimoso e não os quero sentindo pena de mim, odeio isso.
─ Taylor. – ouvi a voz de Kathe me acordado? ─ Taylor acorda.
─ Acho que alguma coisa morta aqui. ─ disse Melody com a voz nasal.
─ Como entraram aqui? – quis saber ainda de olhos fechados.
─ Melody chamou um chaveiro. – disse Kathe.
─ Hum. Vão embora. – ordenei.
─ Nem pensar. – disse Melody puxando meu cobertor ─ Bora levanta daí.
─ Se eu fosse você não faria isso. – Alertei a fazendo parar no mesmo instante.
─ Não acredito que você ta pelado? – disse ela num tom de surpresa.
─ E se estiver? Tchau pra vocês. – falei sonolento.
─ Nem pensar já falei. Você vai levantar dessa cama, tomar um bom banho, descer pra tomar um café decente e ir para a escola com a gente. – praticamente ordenou Kathe.
─ Vou ajudar o Rick. – disse Melody e ouvir seus passos se afastarem.
─ Ok, você que pediu. – Kathe puxou meu cobertor me fazendo abrir os olhos.
─ Se queria me ver assim era só perdi. – falei ao sentar na cama e vê-la corar me fazendo ri.
Eu não estava pelado, apenas de boxer.
─ Vou ignorar seu comentário. Agora vai tomar um banho. – me ordenou ela.
─ E por que acha que te obedeceria?- ergui uma sobrancelha
─ Por que apostei com seu amigo Albert que conseguiríamos te fazer sair daqui. – disse ela me olhando.
─ E o que te faz pensar que vai consegui? – deitei relaxado na cama.
─ Sei que você não seria tão mal ao ponto de deixá-lo ganhar a aposta. – Kathe olhava para o lado.
─ Depende do que apostaram. – sorri vendo-a vermelhinha envergonha.
─ Que Melody e eu transaríamos com ele. – disse ela tranquilamente.
─ Hum, sanduiche. – comentei malicioso.
─ No seu carro. – concluiu ela.
─ O quê? – sentei de imediato ─ Nem pense nisso.
Logico que não permitiria tal ato no meu carro.
─ Então levante daí ou é o que vai acontecer. – Kathe me olhou.
─ Por que não vão pra um motel ou sei lá o que? – levantei da cama.
─ Por que essa foi a aposta.
─ E o que posso fazer para garantir a sua pureza? – aproximei-me dela.
─ Por enquanto tome um banho e o resto veremos depois. – disse ela ao se afastar.
­─ Ok. – dei de ombros e caminhei ate o banheiro.
Tomei banho tranquilamente e percebi que sorria feito idiota enquanto isso e tratei de parar. Ao terminar procurei por uma toalha, mas não encontrei, sorri comigo mesmo com o que iria fazer.
Sair do banheiro pelado mesmo sabendo que ela estaria lá, a toalha estava próxima a porta do banheiro na poltrona.
─ Taylor. – disse Kathe tapando os olhos rapidamente.
─ Esqueci a toalha. – sorri sapeca.
─ E não podia pedi, não? – quis saber ela.
─ Pensei que você não estava mais aqui. – peguei a toalha colocando em volta da cintura.
─ Já pegou? – quis saber Kathe ainda tapando os olhos.
─ E quê? – ri malicioso, adorava deixá-la sem jeito ou vermelhinha.
─ A toalha seu pervertido. – disse ela.
─ Ah, isso. Já sim. – ri novamente.
─ Voce esta se divertindo com isso né? – ela me encarou.
─ Nem sabe o quanto. – sorri de lado.
─ Menos mal. Se vesti e desci. – ordenou ela ao passar por mim.
Ri comigo mesmo e caminhei em direção ao armário, vestir uma camisa, boxer, calça e coloquei meu tênis. Olhei-me no espelho e terminei de arrumar-me saindo em seguida.
Caminhei em direção a cozinha evitando olhar a sala, ainda não me sentia preparado para isso. É como se a cena se repetisse em minha mente me angustiando.
─ Parece que suas amigas conseguiram. Comentou Rick ao me vê entrar.
─ Infelizmente. – falei.
─ Felizmente. – me corrigiu Melody ─  Agora sente ai e coma.
─ O que deu em vocês hoje? – quis saber ao sentar.
─ Tudo para garantir a nossa pureza. – disse Kathe e as duas riram.
Rick me olhou como se perguntasse do que falavam.
─ Mulheres, Rick. – falei e o mesmo riu e tomou um gole de seu café.
Tomamos café juntos e fomos para a escola. A melhor coisa em dias foi vê meu carro em perfeitas condições graças aos caras.
Melody era bem tagarela, porem gostava de ouvi-la era e Kathe apenas ria junto comigo quando não estava fazendo o mesmo. Não sei como explicar, mas esta com elas me fazia bem, eu gostava disso.
Ao chegamos a escola fomos em direção a entrada não deixando de notar o olhar de todos que nos viam, deviam pensar mil coisas ao meu respeito e tal, porem fiz o que sempre faço não dei a mínima. Fodam-se todos.
─ Taylor. – Al me abraçou feliz.
─ E aí cara? – sorri.
─ É bom te vê de volta a ativa. – disse ele rindo.
─ Parece que você perdeu sua aposta. – sorri de lado.
─ Causa justa. – ele sorriu.
─ A gente vai nessa. – avisou Melody.
─ Ate mais rapazes. – disse Kathe afastando-se com a amiga.
─ Ate. – sorri para elas.
─ Valeu garotas. – agradeceu Al e elas sorriram cúmplices.
─ Como elas conseguiram te tirar de casa? – quis saber ele.
─ Vocês resolveram envolver meu carro. E não permitira isso nele. – argumentei.
─ Por que não pensei nisso antes? – ele riu.
─ Por que você é lezado. – ri da cara dele.
Caminhamos em direção aos armários.
─ E os outros? – perguntei.
─ Devem esta comendo algumas garotas por ai. – disse Al tranquilamente.
─ Eu passo algumas semanas fora e isso acontece? – ri.
─ Fazer o que? Elas ficaram carentes e tinham que aproveitar. – argumentou ele se gabando.
─ E você nao? – o olhei depois de abri meu armário que por sinal haviam mudado a porta ─ Gostei.
─ Vê se não vai dá mais carinho. – Al riu.
─ Se for necessário. – dei de ombros.
Faríamos inglês juntos na primeira aula com o Sr. Poynter.
Sentamos em nossos lugares lá no fundo depois de cumprimentar toda a galera.
As aulas foram iguais a todos os dias embora tenha um certa diferencia da minha parte, por não fazer nenhuma visita aos banheiros e aos armários. Simplesmente não quis, não por falta de convite.
No almoço estava sentado junto com os caras quando Nicole sentou ao meu lado.
─ E aí Danny? – disse ela enquanto organizava sua bandeja.
Isso podia ser pura provocação.
─ Taylor. – a corrigi sem olha-la.
─ Dá no mesmo. – ela deu de ombros.
─ Não, não dá.
─ Que foi? Já ficou nervosinho? – ela parecia debochar da minha cara.
─ O que você quer aqui, Nick? – quis saber Al ao perceber que tentava me segurar.
─ Não é da sua conta. – respondeu ela grosseira.
─ Cascavel vadia. – retrucou Al no mesmo tom.
─ Rala daqui. – mandei.
─ Por que faria isso? Vai atirar em mim com o assassino do seu PAI? – ela mexia em na salada tranquilamente.
A encarei rapidamente e levantei da mesa segurando a raiva que sentia para não mata-la. Nicole conseguiu o que queria, eu sofria com a morte da minha mãe, ela e nem ninguém tinham o direito de fazer isso comigo.
─ Taylor. – Al me chamava.
─ Não liga pra essa vadia de campo. – disse Tom.
Os três me seguiram pelos os corredores da escola.
─ Você esta indo pra onde? – quis saber DJ.
─ Esperem. Vamos volta. – pediu Al.
─ Por quê? – questionou DJ.
─ Ele precisa ficar só. – disse Tom.
─ Aqui? – quis saber DJ.
─ É gênio, só não é na china. – disse Al.
E depois não ouvi mais as vozes deles.
Quando queria ficar só o melhor lugar era o auditório, por que a essa hora sempre estava vazio.
Entrei e procurei um lugar para ficar o mais afastado possível. Sentei e deitei minha cabeça em meus braços que estava sob o assento da frente.
Questionava-me em como pude deixar minha vida ficar dessa forma e como não pude tentar fazer algo para que nada disso tivesse acontecido ou melhor se talvez eu não tivesse nascido teria evitado tanta confusão.
“Sinto muito a sua falta, mãe. E o mais estranho é sabe que quando chegar em casa não a encontrarei. Nem pude dizer o quanto a amava antes...”
Respirei fundo, eu sou forte conseguirei. Quantas vezes já repeti isso para mim?
O que mais me angustia é saber que sem ela não tenho motivos para levar essa vida miserável a diante, não incentivo, inspiração e muito menos aquele “vivo por viver”, só apenas eu um cara sem motivação alguma.
As horas haviam se passando eu continuava perdido em meus pensamentos...
─ Taylor? – alguém procurava por mim ─ Taylor?
Adoraria que essa garota me esquecesse.
─ Você esta bem? – ela havia me encontrado.
─ Como vê, ótimo. – ironizei sem olhá-la.
Percebi que a mesma sentou ao meu lado.
─ Hum... Esta bem difícil, não é? – começou ela calmamente. ─ Mas se culpar e sentir ódio não irá ajudar, pode crer.
─ O que você sabe? – a encarei ─ Eu deixei minha mãe ser assassinada pelo o homem que dizia ser meu pai na minha frente.
─ Eu te entendo...
─ Não. Você não entende. – a interrompi.
─ Você ainda tem seu tio...
─ Não me venha com sua caridade e muito menos apoio moral. Não preciso de você e nada do que tenha a dizer. – a interrompi novamente ─ Voce não sabe e muito menos faz idéia do que sinto.
O silencio se instalou por alguns instantes entre nós e tudo que se ouvia era sua respiração.
─ Você não pode tirar conclusões sobre quem não conhece... Sei o que senti, por que passei o mesmo... – disse ela com a voz baixar. ─ Pensa que tudo acabou por ai, que não há motivos... Mas tem pessoas que se importam e cuidam de você.
Me mantive em silencio.
─ Tenho certeza de que ela ficaria feliz por te vê segui em frente – Kathe respirou fundo ─ Talvez devesse senti-se feliz por um certa parte...
Notei que seu tom de voz havia mudado.
─ Em que? – a encarei serio.
─ Por não ter ficado só num mundo nada gentil. Por ter Rick, seus amigos. – ela me olhou triste ─ Diferente de mim.
Ela então desviou seus olhos de mim fitando o chão.
─ Você? O que... Aconteceu
Kathe respirou fundo.
─ Perdi meus pais quando criança em um assalto e tive que morar com uma tia. – ela respirou fundo ─ Aos 14 anos minha tia faleceu e para não ir morar num abrigo para jovens aprendi a me virar tentar me manter.
─ Eu... Sinto muito. – a olhava. Ela estava numa situação pior que a minha, mas ainda continuava.
─ Não vire as costas para todos que gostam de você. – Kathe passou sua mão por seu rosto e me olhou ─ Por que eu não faria isso.
Tão pura e frágil se encontrava a verdadeira Katherine, a garota de olhos azuis safiras que podia me manter presos a eles com um único olhar. A mesma que sempre aparecia quando eu menos desejava, que nunca sumia quando pedia, estava ali a minha frente deixando mergulhado na grande imensidão azul e pura.
Toquei seu rosto aproximando-me de seus lábios que pareciam imãs para os meus. Enquanto que dentro de mim uma batalha era travada em que eu não obedecia nada do que sou ou era. Não me obedecia mais, queria apenas senti-la e nada alem disso.
Sua respiração em meus lábios deixava-me mais atraído por ela, sentia que nada naquele instante seria tão importante quanto ter ali comigo.
─ Ah, vocês estão aqui? – disse Melody dando um leve susto em Kathe ─ Sei que estou atrapalhando, mas os livros não vão se guardar sozinhos.
─ Já estamos indo. – disse Kathe ao levanta-se ─ Você vem né?
Ela me olhou e apenas levantei a seguindo.
─ Muito bem, vamos lá. – Melody sorriu.
Fomos então para a biblioteca.
Durante os dias em que fiquei fora eles haviam feito muito para apenas três pessoas, mas ainda haviam muitos livros para organizar.
Enquanto estávamos todos juntos evitávamos falar sobre o beijo, acho que nem a sós tocaríamos no assunto.
Melody começou a contar uma de suas historia engraçadas nos divertido – coisa que ela fazia com facilidade – enquanto trabalhávamos. Devo admitir eles eram legais, Melody era divertida e engraçada, Arthur um idiota nerd no principio, mas um cara legal no fim ate se arriscou a falar comigo sobre mulheres e como queria fazer parte do time de futebol americano.
Estava com Arthur no corredor das enciclopédias organizando-as nas prateleiras e ele falava sobre algo que eu fingia presta atenção.
─ Taylor... Ah, eu queria te perguntar algo. – começou ele todo enrolado.
─ Pergunte. – falei ao colocar um enciclopédia na prateleira.
─ Como posso convidar uma garota pra sair? – ele se enrolava com as palavras.
─ Chegue ate ela e convide, ué. – falei o obvio.
─ E se ela não aceitar?
  Você parti pra outra. – comentei.
─ O único problema é que sou apaixonado por ela. – disse ele meio triste e olhou para o chão.
─ E quem seria ela? – o olhei deixando de lado os livros.
─ A... Liz. – respondeu ele.
─ Liza Lee Shimith? – o encarei.
─ Sim. Qual o problema?... Vocês estão saido? – ele me pareceu assustado e preocupado.
─ Não. Nem se eu quisesse, mas o problema é o Al.
─ Sei, o irmão dela. – Arthur me pareceu se desanimar.
─ É melhor parti pra outra. – o aconselhei ─ Mas se você realmente gosta dela assim com diz o encare e talvez ele perceba que você é um cara legal e não igual a nós.
─ Eu vou tentar... – ele deu um leve sorriso ─ Obrigado, Taylor. Você é legal.
─ Vamos meninos. – nos chamou Melody. ─ Estou morrendo de fome.
─ Vamos sim. – disse Arthur.
─ Você vem tambem? – quis saber ela me olhando.
─ E pra onde vocês vao? – perguntei.
─ Comer alguma coisa por ai. Só sei que estou faminta, vamos? – disse Melody apressada.
─ Por mim tudo bem. – não tinha nada melhor pra fazer mesmo.
Fomos para uma lanchonete muito freqüentada pela turma da escola por ser a ,ais próxima do bairro.
Procuramos por uma mesa e sentamos todos juntos assim que conseguimos encontrar. Eles conversavam enquanto eu me encontrava perdido em meus pensamentos.
─ Taylor. – ouvi a voz de Al.
─Fala ai cara. – o cumprimentei ao ficar de pé.
─ Pensei que ia ficar ate tarde na escola. – comentou ele.
─ Não, resolvemos vim comer alguma coisa. – respondi por todos.
─ Oi Danny. – disse Liz ao se aproximar.
─ Taylor. – a corrigir com educação.
─ Desculpe. – ela sorriu sem jeito ─ Al onde vamos ficar?
─ Vamos procurar por uma mesa. – disse ele.
─ Podem ficar aqui com a gente. – propôs Melody ─ Isso é se não se importarem.
─ E aceitamos. Liz sorriu. ─ Obrigada.
Eles sentaram a mesa.
─ Oi, sou Liz e voces? – sempre simpática e muito gostosa.
─ Sou Melody, essa é Katherine e Arthur.- ela apontava para cada conforme os apresentavam.
─ Prazer. – Liz sorriu.
─ Chega de apresentações que to morrendo de fome. – reclamou Al.
─ Somos dois. Então cadê a garçonete? – Melodu a procurava com os olhos.
─ Cadê elas? Isso lá é hora de sumirem. Reclamou Al nos fazendo ri.
Esses dois tinham mais incomum um com o outro do que imaginei.
Quando finalmente fomos atendidos Al e Melody engataram em uma conversa esquisita, Arthur e Liz conversavam timidamente – isso da parte dele – quanto a mim e Kathe apenas riamos de Al e Melody.
─ Vejamos o que temos aqui. O filhote de assassino e grupo de nerds lesados. – debochou Nicole ao se aproximar com Evan.
─ Que visão ridícula. – Evan riu.
Fechei meus punhos sentindo raiva.
─ Discordo. - disse Melody ─ Ridículo é  você uma vagabunda de campo com o chifrudinho do ano. Me pergunto com você Evan conseguiu passar pela porta.
Todos na mesa começaram a ri. Melody estava  conseguindo minha admiração por sua coragem.
Nicole bufou e Evan tentou vim para cima de Melody o que fez com que me levantasse junto com Al no mesmo instante.
─ Não se atreva. – rosnei para ele.
─ Deixei Evan. – Nicole o puxou ─ Não sei quem é você pra falar algo se sua situação é humilhante. Me diz como consegui anda de nariz empinado depois de ser estrupada pelo o próprio pai?
Nicole riu ao perceber que conseguiu atingir Melody que mudou sua expressão no mesmo momento.
─ Sua cascavel vadia. Espero que morra com seu próprio veneno. – revidou Al furioso.
─ Continue esperando por isso Albert. – ela riu ─ Tchauzinho Danny.
Melody permanecia em seu lugar de cabeça baixa.
─ Eu ... Não sabia. – comentou Kathe compreensiva.
─ Preciso ir... – pude vê que ela chorar.
─ Espero. – pediram Al e Kathe ao mesmo tempo.
─ Vou atrás dela. – disse Kathe indo em direção a saída.
─ Vou também. – disse Al, mas o impedir.
─ Não, Al. – o impedi.
─ Por quê? – ele me encarou confuso.
─ Nós dois temos um assunto para resolver. O olhei diabólico.
─ O que vai fazer Taylor. – ele retribuiu o olhar.
─ O que queria fazer há algum tempo. – expliquei para ele tudo que faríamos enquanto Liz e Arthur nos observava atentamente, pois resolveram nos ajudar mesmo achando a idéia um pouco “forte” demais.
Nicole iria se arrepender por tudo que me fez e agora muito mais por mexer com meus amigos.

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