16 dezembro 2014

Fanfiction: Sem saida - Capitulo 4. Vingança


Não sabia se o que fiz destruiria minha reputação ou apenas a melhoraria ainda mais, porem de algo tinha certeza, iria expor Nicole da forma que ela odeia. A conheço o suficiente para saber que irar surtar quando descobrir.
Respirei fundo e sair do carro.
Estava pronto para os comentários, brincadeiras, gracinhas e as criticas que ouviria, afinal estava
expondo a minha imagem também.

Enquanto caminhava era observado por olhos curiosos e tudo que havia previsto estava acontecendo, caras faziam comentários sacanas me fazendo ri, garotas oferecidas, criticas e gracinhas, porem tudo numa boa, resultado. Melhorou minha reputação.
─ Taylor! – ouvi o grito de Nicole assim que entrei na sala 05.
─ Seu canalha desprezível! Como pode fazer isso comigo?
─ Fazendo ué. – disse sem dá a mínima importância.
─ Seu filho da puta, por sua culpa meus pais me expulsaram de casa. – ela socava meu peito enquanto o sala toda assistia.
  Nossa que tragédia. – segurei seus pulsos sarcástico ─ vai vê ele perceberam a santa vigem que tinham em casa.
  Dispenso seu sarcasmo, seu veado arrombado. – ela tentava se soltar inutilmente.
─ Você sabe muito bem que nenhum veado fudiria tão gostoso como fiz naquele vídeo. – falei malicioso ─ E a única pessoa arrombada aqui é você.
Ela bufou me encarando cheia de ódio.
─ Escute bem garota, isso aconteceu não é nada comparado ao que posso fazer. – a encarei firme ─ É só uma prova do que posso fazer por vingança.
Nicole bufou novamente e puxou seus pulsos bruscamente me encarando.
─ Não tente me ameaçar, por que sou bem pior que você. – disse ela entre os dentes.
Dei um sorriso irônico de lado e me aproximei de seu rosto.
─ Como você mesmo disse sou um “filhote de assassino”. – me aproximei de seu ouvido a vendo estremecer ─ Não tente e não ouse se aproximar novamente dos meus amigos e muito menos do meu carro.
Segurei seu rosto com minhas mãos deixando próximo do meu.
─ Por que não haverá o “dia seguinte” para você. – sussurrei próximo aos seus lábios me afastando em seguida sorrindo de lado.
Nicole semi serrou os olhos e bufou furiosa.
─ Eu não tenho medo de você! – gritou ela.
─ Shiiii. Devia ter. – sabia que meu sorriso só a irritava mais.
─ Idiota, estúpido, assassino! – esbravejou ela vermelha.
─ Os primeiros se encaixam perfeitamente em você, porem o ultimo... Posso assumir, mas como o seu. – a encarei serio.
Nicole saiu furiosa levando junto todos que aparecesse em sua frente. Enquanto que eu sentei em meu lugar sobre o olhar de todos os alunos da sala.
O professor entrou minutos depois e todos esqueceram o ocorrido durante a aula, porém logo toda a escola saberá.
 Devo admiti que o dia estava sendo bem “cheio” e tudo por que postei um vídeo transando com a Nicole. Havíamos nos filmado para ter um pornô nosso – idéia dela – não imaginei que chegaria a ser tão útil.
No almoço sentei junto com os caras como de costume.
─ Pode confessar Taylor, isso tem a sua assinatura, não é? – quis saber Tom.
─ O quê? E me expor dessa forma. – me fiz de desentendido.
─ Fingindo. Foi você. – disse ele.
─ É claro, né? – comentou DJ com cara de obvio ─ Quem mais coloria “Sexo com uma vadia rodada”.
Apenas ri dele.
─ Por que tem que ser a assinatura do Taylor? – quis saber Al.
─ Simples, se fosse você seria “Sexo com uma cascavel vadia”. – argumentou DJ e todos gargalhamos.
─ Era o que eu tinha em mente. – comentou Al rindo.
─ Mas então foi ou não foram vocês? – perguntou Tom.
─ Com certeza. – sorri de lado.
─ Sabia. – disse ele.
─ To por fora. – disse DJ.
─ Mas é tapado mesmo. – comentou Al.
─ Oi, meninos. – disse Kathe – o que achei bem estranho ela se aproximar da gente – e sorriu timidamente.
─ Oi. – responderam todos.
─ Cadê a Melody? – quis saber Al antes de qualquer coisa.
─ Infelizmente ela não quer vir a escola. Agora que sabemos. – disse Kathe num tom triste.
─ Que triste. – disse ele.
─ Sente com a gente. – a convidei e ela sentou ao lado de Al.
─ Você precisa convencê-la a voltar. Ela é uma garota legal. – pediu Al serio.
─ Vai ser difícil... Ela sente vergonha. – disse Kathe.
─ Do que estão falando? – quis saber DJ confuso.
─ Não se intrometa tapado. – Tom deu uma pedala nele ─ E desde quando vocês se falam assim?
─ Quem ta se intrometendo agora? – reclamou DJ para Tom.
─ Há algum tempo. – falei.
─ E você Al? – Tom o olhou.
─ Desde quando me ajudou com o Taylor aqui. – disse ele.
─ E por que só fiquei sabendo disso agora? – Tom nos olhou.
Kathe me pareceu nervosa ou talvez com medo de que ele a tratasse mal.
─ Nós. – corrigiu DJ.
─ Não seja por isso. Kathe esses dois idiotas são Tom e DJ, meus amigos e ela é Kathe uma garota legal. – falei.
─ Prazer. – ela sorriu simpática.
─ Corrigindo. – disse Tom galanteador ─ Sou Thomas Thompson amigo do idiota aí.
─ Prazer, Katherine Elizabeth. – ela sorriu novamente divertida.
─ O prazer é todo meu em conhecer uma bela garota como você. – disse ele ainda com ar de galanteador.
─ Obrigada. – Kathe sorriu tímida.
─ Pare de dá em cima da Kathe que é minha vez agora. – disse DJ ─ Eu sou David Jones, o mais gostoso do quarteto.
Tom deu uma pedala nele e o mesmo fez Al.
Kathe apenas ria deles.
─ Liga não Kathe. Todos já estão cansados de saber que sou eu. – disse Al se gabando.
─ Por um momento achei que ia falar Tom, mas nunca que era você. – disse Tom rindo.
─ Espera aí, vamos resolver isso agora. – interrompeu DJ ─ Kathe quem o mais gostoso dos quatros?
─ Quê? – ela ficou tímida e vermelha.
Olhava-nos sem saber o que dizer e seus olhos param em mim como se pedissem ajuda.
─ É... Hum...Hamm... Os quatros.
─ Perdemos de novo. – reclamou Tom ─ Voce não tem jeito mesmo Taylor.
─ Já devia esta conformado Tom. – disse Al ─ Se perdemos quando ele estava sujo e desarrumado que diria agora.
─ Eu disse os quatros. – se defendeu Kathe.
─ Já sabemos quem de verdade você diria. – disse DJ.
─ Taylor. – disseram os três ao mesmo tempo dramatizando.
Ela ficou completamente vermelha e sem jeito.
─ A deixem quieta, idiotas. – pedi ─ É a primeira vez que uma garota legal senta com a gente e vocês vão expulsa-la assim.
─ Nossa ele fala. – encenou DJ ─ É um milagre, é um milagre.
─ Vamos rezar em agradecimento. – disse Al dramatizando.
─ Vamos sim, mas para que a Kathe não fuja. – disse Tom.
─ Não se vá Kathe. – pediram Al e DJ dramatizando nos fazendo ri.
─ Calem a boca seus idiotas. Assim ela vai mesmo. – fale rindo.
Joguei batata nos dois.
─ Não estrague, me dê. – pediu Tom.
─ Você que manda. – joguei nele.
─ Que coisa mais gay. – reclamou Al ─ É assim seus boiolas.
Al jogou todas as fritas na cabeça de DJ e o mesmo jogou em Tom.
─ GUERRA DE COMIDA! – gritou alguém.
De repente bolos, sanduiches e outros alimentos voavam pelo o refeitório todo.
─ Vem Kathe vamos dá o fora daqui. – peguei em sua mão e algo estranho passou por todo meu corpo uma sensação indescritível.
Tentamos sair sem levar algum tipo de comida na cara ou em qualquer parte do corpo. Estávamos próximos da porta quando fui atingido por uma fatia de bolo no braço, Kathe começou a ri.
─ Não ri. – pedi serio, porem não consegui me segurar.
─ Sair ilesa. – disse ela respirando aliviada no corredor.
─ Não seja por isso. – passei a mão em meu braço  a sujei na bochecha.
─ Ah, não vale, você me sujou. Sair ilesa do mesmo jeito. – ela riu e eu também.
Caminhávamos pelos os corredores em direção ao banheiro.
─ Me espere aqui. – pedi ao entrar no banheiro masculino.
Limpei meu braço e sair, porem não a vi lá.
─ Pensou que fui embora? – Kathe ao sair do banheiro feminino.
─ Não, eu sabia que você estava aí. – menti.
─ Sei. – ela riu.
─ Lautner, por favor, me acompanhe ate a sala do diretor. – pediu a coordenadora.
─Tava demorando. – bufei ─ Até mais tarde Kathe.
Segui a coordenadora ate a sala do diretor pé-no-saco.
─ Espere um pouco. – pediu ela.
Poucos instantes depois ela mandou-me entrar na sala.
─ Sente-se Taylor. – pediu o Sr. Shimith.
─ Seja direto sem discursos. – pedi ao sentar ─ Por que me chamou?
─ Ok, eu serei. Foi você quem postou esse vídeo? – ele virou a tela do computador para mim.
─ Por que acha que foi eu? – o encarei ─ Como poderia expor minha imagem dessa forma?
─ Você já fez coisas bem piores. Não duvidaria disse também. – disse ele serio.
─ Então passe a duvidar, por que não fui eu e se fosse você não teria nada a vê  com isso por ser fora da escola. – o encarei.
─ Assim espero. – disse ele ao se dá conta de que não lhe diz respeito ─ E quanto a guerra de comida no refeitório?
─ Fala serio, tudo que acontecer aqui a culpa vai ser minha? – podia senti o ódio crescer a cada instante ─ Não fiz nada. Procure outro pra assumi meu “cargo”.
Sair sem me importar com ele e muito menos se seria suspenso.
Por que esse idiota acha que tudo nesse lixo sou eu o culpado? Tenho mais o que fazer.
Não assisti as ultimas aulas fui direto para casa, precisava esfriar a cabeça.
Entrei em meu carro e dirigi ate minha casa onde me tranquei em meu quarto ouvindo boas musicas até pegar no sono.
Acordei com o som de Black in Black do AC/DC em meu celular.
─ Fala. – disse ao atender.
─ Por que foi embora tão cedo? – quis saber Tom.
─ Foi preciso.
─ Ok, festa hoje em casa. Não vá falta. – disse ele e desligou.
─ Idiota. – joguei o celular na cama.
Não sabia se queria ir, ficar isolado me parecia uma boa opção, mas a verdade é que não era.
Olhei à hora e levantei da cama, fui tomar um banho e em seguida me vesti.
Enquanto desci as escadas evitava olhar para o local onde minha mãe foi assassinada por aquele filho da puta desgraçado.
 ─ Vai sair? – quis saber Rick.
─ Sim. – peguei minhas chaves.
─ Ok. – ele subiu as escadas.
Abri a porta e sair em direção ao meu carro estacionado em frente. Entrei e tomei o rumo da casa de Tom.
Precisava sair e curti a noite para tentar esquecer algumas coisas que me irritava.
No caminho tomei um rumo diferente para a praia, vê o mar me deixava calmo as vezes e torcia para que hoje não fosse diferente.
Estacionei, abri a porta e sair. Sentei no capô olhando a beleza da noite estrelada e a lua tão perto do mar, a vista era incrível…
─ Oi. – ouvi uma voz feminina.
─ Oi.
─ Lembra de mim? – quis saber ela.
A olhei sem demonstrar o mínimo interesse.
─ Não.
─ Sou Laura. Nós ficamos na festa do Tom. – ela me olhava receosa.
─ E? – eu queria que ela me deixasse so e isso estava evidente em minha voz.
─ E que… Ah… Não sei como te contar isso. – ela se enrolava nas palavras completamente nervosa.
─ Falando ué. – continuei tentando admirar a vista.
─ Acho que você não esta muito interessado. – ela se decepcionou.
─ E acertou. – falei frio.
─ Tudo bem. – ela respirou pesado e sua voz soou chateada em seguida ─ Quando quiser saber…
Não consegui ouvi suas palavras, pois um grupo de idiotas passaram gritando em uma picape.
─ Esse é meu numero e endereço. – ela me entregou um papel.
─ Acredita mesmo que vou te ligar? – a encarei.
─ Devia ter ouvido minhas amigas. – resmungou ela ─ Você é um estúpido cretino.
─ Sempre sou depois de uma boa transa. – sorri de lado.
─ Idiota. – bufou ela e saiu.
“Era só o que me faltava” pensei, olhei o papel em minha mão e guardei no bolso, esse iria para a minha coleção pessoal, mais uma que ira me esperar pela eternidade.
Deitei no capô colocando meus braços por trás da cabeça e fiquei observando o céu por alguns minutos até meu celular tocar com aviso de mensagem.
“Cadê você? Vem logo, cara.” Tom
Como hoje tudo parece esta contra a minha tranqüilidade, resolvi ir longo antes que mais alguma coisa me aconteça.
Entrei no carro e dirigi para a casa de Tom. Enquanto pensava em que Laura queria tanto falar comigo e principalmente em suas palavras que não cheguei a ouvi e aquilo me deixava com certa curiosidade.
Nunca ligaria para uma garota que já transei e não seria hoje.
Sair do carro e entrei na casa.
Estava bem cheia por sinal, procurei por Tom e encontrei Al sentando no sofá olhando para o nada. O que não é normal quando se trata dele.
─ Aconteceu alguma coisa? – sentei ao seu lado.
─ Nada. Só estou preocupado. – ele me olhou.
─ Com o quê?
─ Melody. – ele abaixou a cabeça.
─ Com a Melody? – era estranho Al se preocupa com alguma garota que não fosse Liz.
─ Sim… Eu conversei com Kathe e ela disse que não consegue convencê-la a sair de casa. – ele me olhou triste ─ Sente vergonha.
 ─ Eu a entendo. – o olhei ─ Você já tentou falar com ela?
─ Isso seria impossível. Ela não iria falar com um cara como eu. – argumentou ele.
─ Não, não é impossível. Melody é uma garota boa e não te tratara mal a menos que mereça. – tentei convencê-lo ─ E deixa de disso Al, de nós quatro você é o único que pode se salvar. Sei disso.
Albert era o único que queria mais que uma vida de curtição ele tinha projetos para sua vida, sonhos e desejos coisas que eu não pretendia fazer.
─ Tente ajudá-la e se não consegui me avisa que tento também. Ela fez muito por sem me conhecer. – falei.
Al me olhou com um leve sorriso.
─ Obrigado. – disse ele ─ Acho que não estou com tanto astral para festa. To indo nessa.
─ Ok, cara. – nos cumprimentamos e ele saiu.
Começo a concordar com Al e também não estou com esse astral todo. Levantei caminhando em direção a porta onde tentei passar e consegui após falar uns poucos xingamento e dá alguns empurrões.
Ia em direção ao  meu carro quando avistei Kathe.
─ Kathe. – falei ao me aproximar.
─ Oi… Taylor. – disse ela e sorriu.
─ Já esta indo? – era incrível como ela podia ficar linda tão simples.
─ Na verdade só vim trazer uma amiga. – disse ela me olhando ─ E você?
─ Resolvi ir para casa. – sorri de lado.
─ A festa não parece esta ruim. – ela olhou a casa atrás de mim.
─ E não esta. Só mudei de idéia. – evitei olhar seus olhos.
─ Sei… Eu estava indo comer algo… Ah, quer ir comigo?
─ Vou aceitar. – sorrir de lado novamente ─ No seu carro ou no meu?
─ Acho melhor irmos no meu. Não quero correr o risco de você se vingar por conta da ultima vez. – ela riu.
─ Pode ficar tranqüila, não irei te fazer ouvir musicas ruins com fez comigo. – ri.
─ De qualquer forma vou me prevenir. – ela sorriu.
Caminhamos até seu carro.
─ Kathe! Kathe! – gritou uma garota, a mesma que estava bêbada na ultima festa que a vi.
─ Oi? – ela a olhou e sua amiga a puxou para distante de mim.
Kathe lhe entregou algo e em seguida caminhou em minha direção.
─ Mudança de plano. – disse ela me olhando ─ Vamos no seu, mas com duas condições.
─ Quais? – quis saber sorrindo encostado no carro de braços cruzados.
─ Que você me deixe em casa depois e nada de musicas ruim. – ele riu.
─ Pode deixar. – sorri ─ Vamos?
─ Sim.
Fomos para meu carro e entramos, perguntei para onde queria ir e dirigi em direção ao local não muito longe de onde estávamos.
─ Por que você foi embora cedo? – ela me olhou.
─ Foi preciso. – a olhei rapidamente.
─ Voce fez falta hoje. – ela não faz idéia de como gostei de ouvi isso de sua boca ─ Duas pessoas é muito pouco para aquela biblioteca.
─ Hum. – para isso que sentiu a minha falta? Para trabalhar? ─ Não  tive tempo de pensar nisso.
─ Problemas com o Sr Shimith? – ela me olhou novamente ─ O que ele te falou? Isso é se quiser me contar.
─ Ele só me acusou de mais algumas coisas como de costume. – falei, lembrar isso me irritava.
─ De quer? Voce não fez nada... Não que eu saiba.
─ Por conta da guerra de comida, diz ele que iniciei. – bufei.
─ Mas quem iniciou foi o Al, só que nada haver. Eles que ficaram tacado comida uns nos outros. – nos defendeu ela.
Não falei nada apenas estacionei e saímos.
─ Por que escolheu esse lugar? – perguntei.
─ Gosto daqui, é legal. – ela sorriu ─  E a comida é boa.
Dei de ombros e entramos na lanchonete, procuramos uma mesa e sentamos.
─ Sabe, é bom conversar com você e não levar nenhuma de suas ironias ou sarcasmo. – ela estava de frente para mim o que permitia olhar seu belo rosto ─ Você me deu medo no primeiro dia que nos conhecemos.
Ri ao lembrar o dia em que a vi mexendo no meu armário.
─ Disse algo engraçado? – ela sorriu sem entender.
─ Não, mas achei que estava me roubando. – ri.
─ Qualquer um faria isso, menos eu. – se defendeu.
─ Não. Ninguém se atreveria. – falei.
─ Como pode ter tanta certeza? – Kathe me olhou.
─ Todos me conhecem tempo o suficiente para saber do que sou capaz de fazer.
─ Então imagine a minha situação se quem te conheci tem medo que dirá eu. – disse ela.
─ E ainda tem? – a encarei.
─ Não, deixei de senti quando te enfrentei no dia... Em que você...  – Kathe não continuou, porem sabia bem do que se tratava.
Fique serio isso me fez lembrar o dia em que tentei me matar. Algo que quero esquecer.
─ Desculpe. – Kathe mudou sua expressão.
─ Esquece. – tentei sorri ─ Só me diz algo. Quem era aquele idiota?
─ Meu ex... Nós estávamos conversando, ou melhor, terminando quando te vi.
─ Hum. – dei um sorriso de lado ─ Você mercê alguém melhor.
─ Tenho que concordar. – retribui-me com seu sorriso perfeito.
─ Boa noite. – disse a garçonete ─ O que vão querer?
Enquanto Kathe fazia o pedido a garçonete não parava de me olhar e aquilo estava me incomodando. Que isso Taylor ta ficando gay? Se fosse em outra ocasião já teria piscado para ela e teria a fudido em algum lugar agora.
─ E você? – seu tom de voz ficou diferente comigo, provocante.
─ Só uma coca. – evitei olhá-la.
Então a mesma saiu e Kathe me olhou.
─ Parece que ela gostou de você. – tentou sorri.
─ É parece. – demonstrei não dá importância.
─ Não vai convidá-la para sair ou sei lá? Ela é bonita. – é impressão minha ou Kathe realmente esta sentindo ciúmes.
─ Perda de tempo. – falei ainda desinteressado.
Kathe se debruçou na mesa e tocou minha testa como se medisse a temperatura. Isso me fez sente uma onda de energia passar por meu corpo.
─ Você só pode esta doente. – disse e voltou para seu lugar ─ Taylor Daniel Lautner rejeitando uma garota? É o fim do mundo.
─ Que humor, heim? Engraçadinha. – falei sarcástico.
Ela riu.
─ É a mais pura verdade. – disse Kathe.
─ Calma que não estou rejeitando. – olhei para ela ─ Só que tenho algo melhor no momento.
Kathe me olhou surpresa.
─ O que, por exemplo? – quis sabem ela.
─ Sua companhia. – sorri de lado.
Um sorriso se acendeu em seus lábios me deixando fascinado.
Conversamos por mais um tempo e decidimos caminhar pela rua deserta já que não agüentava a garçonete dando em cima. Confesso que se não estivesse com Kathe daria o que ela queria.
Kathe olhou o relógio em seu pulso.
─ Hora de ir. – disse ela.
─ Mas já? – a olhei, ainda eram 23h00. Cedo para mim.
─ Amanha preciso acordar cedo tenho trabalho e escola diferente de você.
─ Nossa, muito obrigado. Vá de ônibus, taxi ou bicicleta pra casa então. – falei ao chegamos ao meu carro.
─ Calma Taylor, não queria te ofender só que é verdade você só estuda. E eu devia fazer apenas isso também. – ela baixou a cabeça.
Me aproximei e levantei seu rosto a fazendo me olhar em meus olhos.
─ Voce é muito melhor que eu. – me aproximei ─ Por que é livre.
Seus olhos me prenderam e não consegui me afastar.
O som do meu celular me fez parar e o pegar no bolso, era uma mensagem de Tom.
“Onde voce ta? Ta perdendo um festão, espero que por uma boa causa. (Que a vitima de hoje seja GOSTOSA)”
E ele nem faz idéia do quanto a causa é boa.
─ Vamos? – falei ao abri a porta para ela.
─ Obrigada. – disse Kathe ao entrar.
Ao chegamos parei o carro em frente a sua casa.
Sair e abri a porta para ela.
─ Que cavalheiro. – Kathe sorriu.
─ Quando quero.
─ Devia querer mais vezes. – disse ela.
─ Não, assim esta ótimo. – a olhei ─ Gentileza só dá em m... Porcaria.
─ E como você pode ter tanta certeza? – me olhou.
─ Voce é uma prova disso.
─ O quê? Nossa Taylor, obrigada por me chamar de porcaria. – Kathe se chateou.
─ Não me entenda errado. Não foi isso que disse. – paramos.
─ O quê? Que sou uma porcaria? – é ela ficou bem chateada ─ Eu não preciso ouvi isso de VOCÊ.
Kathe tentou abri a porta, porem a segurei pelos braços.
─ Calma. – a encarei ─ Eu não estou te chamando de nada. Apenas entenda que eu te tratava mal quando você era gentil comigo e acabávamos brigando.
Ela respirou fundo e a soltei.
─ Desculpe. – disse ela.
─ Tudo bem. – sorri de lado.
─ Acho que vou entrar. – Kathe abriu a porta.
─ Ok, ate amanha. – a olhei.
─ Ate. – ela entrou.
Caminhei em direção ao meu carro e ouvi um grito justamente o de Kathe.
Corri rapidamente para a casa e entrei, não sabia para onde devia procura-la.
─ Não, por favor, não Matty. – a ouvi suplicar.
─ Por que não Kathe? – disse o tal Matty.
Era da sala que vinham as vozes, caminhei calmamente queria supreende-lo mesmo sentindo meu sangue esquentar.
─ Não Matty. – pedia ela.
─ Como não meu amor. – o vi sob ela prendendo seus pulsos no sofá.
Meu sangue ferveu com a cena sem pensar avancei em cima o tirando de perto dela.
─ Seu desgraçado! – o soquei forte.
─ Você quebrou meu nariz! – gritou ele.
─ Não é só isso que vou quebrar. – fui em cima novamente.
Não conseguia me controlar. Ele tentava se defender em vão.
Dei um soco o fazendo cair.
─ Sair daqui ou te mato! – gritei furioso.
─ Voce vai me pagar! – me ameaçou ele ao se levantar.
─ E faço questão dos juros. – o encarei mortal.
Ele saiu e mative meus punhos fechados de pura fúria. Olhei para o sofá e Kathe estava encolhida, vê-la daquela forma me entristecia e ao mesmo tempo aumentava minha fúria.
Me aproximei sentando ao seu lado e a abracei.
Kathe deitou seu rosto em meu peito começando a chorar.
─ Calma, eu estou aqui com você. – a acariciei.
─ Ele podia... Podia ter...
─ Shiii. Esquece isso. – só de pensar senti meu sangue evaporasse ─ Eu vou cuido de você.
Ela se aconchegou mais em meu peito.
Lembrei do dia em que perdi minha mãe e Kathe estava lá comigo não me deixou.
Devia isso a ela, eu devia minha vida e essa era uma divida que fazia questão de pagar.
Aos poucos a vi se acalmar e pareceu adormecer. A peguei no colo para leva-la ate seu quarto, porem antes fechei a porta e subi as escadas com ela.
Abri a porta com varias fotos suas coladas e seu nome em cor roxa caminhei em direção a cama.
Com cuidado a coloquei sob a mesma para não desperta-la, porem nao aditou.
Kathe abriu os olhos me prendendo neles deixando preso a imensidão azul. Podia senti minha mente gritar o quão isso podia sem perigo, porem não a obedecia por me encontrar preso ao par de olhos mais puro e belos a minha frente.
Muito se passava dentro de mim, porem so algo eu queria e deixava leva-me... Por o desejo indescritível de ter-la uma única vez que seja em meus braços, eu a queria, desejava, mas a respeitava.
Senti sua respiração em meu rosto percebendo o quão arriscadamente estávamos, antes que pudesse dá ouvidos a minha mente seu beijo doce tirou minha razão.
Eu não podia e não devia agi como um cafajeste, não com ela.
Precisava parar e sair dali... Não quero machucá-la, não farei isso.
Kathe sentou na cama sem partir o beijo suas mãos acariciavam minha nuca enquanto que as minhas mantia em sua cintura, mesmo desejando desesperadamente passear por seu corpo e senti o calor de sua pele.
Afastamos nos lábios em busca de oxigênio e pude ver seus olhos me chamarem cheios de desejo. Minha camisa foi para o chão junto com seu vestido, mãos delidas e suave tocavam meu peito deixando um rastro quente por onde passava.
Toquei seu rosto voltando a senti seus lábios nos meus.
A deitei na cama descendo meus beijos por seu pescoço permitindo-me senti o cheiro delicioso de sua pele quente, deixei meus lábios passeia por seu corpo o beijando.
Voltei a beijar seus lábios sentindo suas mão em minhas costas a arranhando.
Nossos corpos se encontravam em chamas um gritava pelo outro, consumidos por uma intensa vontade de senti-se.
Tirei as ultimas peças e sua lingerie.
Jamais havia sentindo nada como agora, o toque de nossas peles quentes, o sentimento confuso que me invadiu e principalmente o quanto eu havia desejado e a queria para mim.
─ Taylor... – ela me olhou me olhou preocupada.
─ Não vou te machucar. – sorrir e a beijei no rosto.
Nunca meu corpo havia pedido tanto por uma mulher com pedia por Kathe. Não era uma simples vontade isso eu sabia, muitos apenas desejo. Eu a queria para mim, queria dá para a doce Katherine minha vida, minha alma, porque sabia que cuidaria bem de tudo que fosse meu, sem querer deixei que ela pegasse meu coração.
Acordei com os raios do sol que entravam pela janela a frente da cama.
Ela ainda dormia sobre meu peito e não pude deixar de observa-la por um tempo, me vi hipnotizado com sua beleza mesmo depois de sua primeira noite ela ainda permanecia pura. Seu roso delicado, sua pele macia e seus lábios rosados prendiam minha atenção.
─ Só hoje. – disse a mim mesmo a vendo respirar com levemente.
Aproximei-me beijando sua testa e posicionei-me melhor com cuidado para não acordá-la voltando a dormir.
Senti seus lábios nos meus fazendo-me acordar, porem permaneci de olhos fechados.
─ Eu te amo. – ouvi o sussurro de sua voz.
Abri os olhos levemente encontrando os seus.
Aproximei a beijando intensamente ficando por cima dela.
Encostei nossas testas e senti sua respiração em meus lábios então voltei a beija-la enquanto minha mãos passeavam por suas curvas.
Com Kathe descobri que nunca seria apenas sexo. Eu estava completamente apaixonado por ela desde a primeira vez em que me perdi em seus olhos safiras e deixei que roubassem minha razão.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Deixe seu comentário! A sua opinião sobre as fanfics é muito importante para que os autores continuem escrevendo. Fale sobre o mais gostou, sobre o que espera ler nos capítulos seguintes. Comente sobre seus personagens favoritos e os que mais detesta. Não deixe de comentar, seja mais ativo e evite que as fanfics entrem em hiatos por desmotivação da autora em escrever. Não seja um leitores fantasma. Comente agora mesmo!

DEIXE SEU RECADO!

SITE DE NOTICIAS - TAYLOR LAUTNER MANIA