09 janeiro 2015

Fanfcition: Bizarre Love Triangle (BLT) - Capitulo 20


Escrito por: FLAVINHA
CAPA: @jessica_KELI

P.O.V. Taylor

Hoje era meu dia! Finalmente estava recolhendo alguns frutos do investimento em Hollywood, festejando a escolha de meu primeiro filme como protagonista.

-E virão muitos outros, meu filho. Você vai ser um sucesso! - ouvi meu pai dizer todo orgulhoso. Ele nunca me deixava sozinho em ocasiões como essas, onde eu iria fechar o contrato.

Ele e minha mãe me acompanhavam sempre que fosse possível. Principalmente depois que fui abordado por uma mulher de 40 anos querendo que eu autografasse sua calcinha. Lembro como se fosse hoje, a louca junto com a filha, que estava morrendo de vergonha da mãe, dizendo à ela que era tudo normal, que eu já estava acostumado com isso. Como assim acostumado?? Só podia ser doida.

Minha família e eu éramos muito unidos e eu adorava isso. Eu ainda morava com eles e minha irmã. Admito que fora de casa tenho minha própria vida, e direciono tudo para o meu trabalho como ator.

Depois de assinados os papéis do filme, meus pais foram pra casa dessa vez. A festa de hoje seria um evento para meus amigos mais próximos e algumas outras pessoas de Hollywood. Era presente de um patrocinador que eu não pude recusar. Eles, enfim, deixariam que eu me divertisse sozinho um pouco.

-Comporte-se, hein? Saberemos de tudo pelos jornais se você fizer algo de errado. - tive que rir com minha mãe super protetora falando para eu me comportar. Se ela soubesse o que eu e os caras aprontávamos no set de filmagem...
Todas as filmagens da saga foram em lugares afastados. Ficávamos em hotéis por dias e ali aprontávamos o que era possível. Mas eu sempre fui um cara muito centrado, bebo pouco e me comporto bem melhor que eles que já estavam nessa há muito tempo. Gosto muito mais da companhia e da farra.

Olhei no relógio e resolvi malhar um pouco antes de voltar pra casa e me preparar para a festa. Dessa forma também eu matava a ansiedade.



Eu estava saindo da academia quando o telefone vibrou em meu bolso. Entrei no carro e vi que era Robert.


-Fala velho. E ai? Tudo certo pra mais tarde? - perguntei a ele, mas já sabia a resposta. Robert e eu nos tornamos bons amigos durante as filmagens da Saga. Aliás, todo o elenco. E era eu quem o encobria quando queria se livrar de Kirsten. O único problema era que a imprensa adorava especular sobre eu e ela. Pura perda de tempo, ela não fazia o meu tipo. Éramos só bons amigos mesmo. Eu adoro a Kirsten com uma irmã.

-Tudo certo velho. Estou de acompanhante, ok? Finalmente você vai conhecer a minha Flávia. Vou levá-la hoje à noite. - Robert falou animado. Já fazia um tempo que ele só falava nessa garota. Ela realmente o tinha enlouquecido, nem pela Kirsten ele ficou assim tão envolvido.

-Ah cara! Serio? Você vai levar a brasileira? Beleza! Assim já conheço ela de uma vez. - eu disse a ele, animado. - Chega cedo hein, para podermos conversar um pouco, antes que tudo vire uma loucura. Lilly vai comigo também. Até.

-Vai levar a Lilly? Pensei que ia sozinho pra aproveitar... - ouvi Rob dizer em meio a gargalhadas.

-Ta bom, meu velho. Sei que vocês me aconselharam ficar sozinho um tempo e aproveitar o que vem com o início da fama, mas eu gosto da Lilly. Ela é legal, Rob. - disse a ele rindo também.

Robert e os caras tinham me falado pra aproveitar que agora ia chover mulher pra mim, mas eu sou do tipo que me apaixono. Conheci a Lilly durante as negociações do filme e logo me apaixonei por ela.

-Você é um bobo apaixonado. Quando encontrar uma mulher de verdade e parar de sair com essas menininhas ai você vai ver. Vai curtindo. - ele me disse e desligou o telefone.

Fui para casa e em arrumei em 20 minutos. Passei na casa de Lilly para buscá-la. Já estávamos saindo há algum tempo. Ela era um doce, muito diferente de Taylor, que fazia mais a linha “doidinha de pedra”.

Tive bons momentos com Taylor Swift, ela é bem divertida. Mas totalmente incompatível com meu estilo de vida. Lilly era mais romântica e menos agitada, nos divertíamos juntos.

Chegamos ao evento e logo veio uma enxurrada de fotógrafos nos pegar. Já estávamos acostumados com esse assédio, porém eu achava um saco. Fiz uma pose por Lilly, já que ela também estava comemorando a participação no filme.

-Aqui Sr. Lautner!

-Uma foto juntos, por favor.


-Você está linda! - sussurrei em seu ouvido enquanto entrávamos no salão do evento. Ela corou um pouco e abaixou o olhar. Eu gostava de Lilly. Tínhamos uma boa sintonia juntos e ela era o tipo de garota que meus pais queriam que eu namorasse.

No salão, mais fotos e entrevistas. Desde que fiz “Lua Nova” nunca mais tive sossego com os fotógrafos e as revistas sobre cinema e fofoca. Aliás, fofoca era o que não faltava em minha vida. Ainda bem que Lilly era do meio e sabia como esses repórteres poderiam ser criativos com relação a fofocas.

-Eu te adoro, Tay. Confio em você! - ela sempre dizia pra mim se eu parecesse preocupado ou incomodado com alguma nota de jornal.

O evento estava cheio de amigos e conhecidos de cinema. Percorri o salão com os olhos buscando os caras, que disseram que chegariam cedo, mas tinha tanta gente que eu não os conseguia encontrar.

-Você que ir procurá-los? - Lilly perguntou assim que percebeu minha busca por eles. - Eu fico aqui nessa mesa com o pessoal. Quando os encontrar venha me avisar. - ela entendia minha relação com o pessoal da Saga, afinal convivemos por anos juntos o tempo todo. Eu cresci ali com eles.

Continuei procurando com os olhos. Como estava em uma parte mais alta do salão, podia ter uma panorama geral da festa.

-Eu não sei... Estou olhando, mas acho que eles dev... - eu não consegui terminar a frase. Um par de olhos verdes me olhava lá debaixo, no meio da multidão que se divertia na festa.



Ficamos nos encarando, olho no olho, eu no alto do salão e ela perdida no meio dele, entre vários convidados para o lançamento do filme. Sorri de leve e continuei encarando-a.



Eram os olhos mais lindos e envolventes que eu já havia visto. Senti todo meu corpo se aquecer de uma só vez e me enlouqueci por não estar próximo dela. Quem é aquela mulher? Nunca senti isso antes... Ela baixou o olhar, envergonhada, e sumiu em meio a multidão. Então eu a perdi e enlouqueci.

Eu estava me sentindo preso ali com Lilly e tinha que fazer alguma coisa. No tempo que fiquei olhando-a em seu vestido dourado brilhante, decorei cada parte de seu corpo só com o olhar. Que mulher deslumbrante! Preciso encontrá-la agora! pensei imediatamente.

Pela primeira vez desejei estar sozinho na festa. Olhei para Lilly e a vi entretida na conversa e não me preocupei mais com ela. Tinha que ir atrás da garota. Precisava saber quem era ela.

Desci as escadas correndo e a procurei pelo salão. Ela havia sumido. Estava tudo cheio de gente e eu não conseguia encontrá-la. Nessa hora passei pela mesa dos caras e fui obrigado a parar e falar com eles.

-E ai galera? Que bom ver vocês aqui hoje! - abracei cada um de meus amigos com vontade. Eles estavam felizes pelo meu sucesso e eu sabia que era verdadeiro.

-Cara! Parabéns mesmo, você merece. - disse Cam pra mim enquanto me dava uns tapas no ombro. - E ai? Cadê a família?

-Não vieram, caras. Ainda bem, tive uma folguinha. - fiz um gesto como se estivesse me soltando de amarras e todos começamos a rir da piada. Eles sabiam o quanto minha família era presente e até ajudavam a cuidar de mim, já que eu era o mais novo do grupo.

-Então temos mais um motivo pra comemorar! - Lutz falou me pegando pela cintura e me erguendo em um abraço tosco. O pessoal riu, éramos muito amigos, todos nós.
- Taylor, meu velho. Estou muito feliz por você. - era a vez de Rob vir até mim e me parabenizar pelo filme. Muita coisa eu aprendi com ele durante as filmagens. Robert já tinha uma certa experiência e me passava tudo como um irmão mais velho.

-Valeu velho. - era assim que nos tratávamos sempre. - E cadê a “Sua” Flávia? Ela não veio? - perguntei pela garota que ele tanto falava e dizia que seria só dele um dia. Enfatizei com aspas a palavra Sua, só para pegar no pé dele.

-Taylor, tu precisa ver que gata! - Lutz disse se referindo a ela. - Rob não perdeu tempo. A brasileira é um avião! Até a Kirsten já viu e pelo jeito não gostou. - a galera ria. “Uhhhhhhh, que climão...”

-A Kirsten? Sério? A cara, não sei não.... - eu disse duvidando. Rob era pegador, pra ele qualquer uma valia. Já tinha visto ele com cada baranga que dava até medo. E se a Kirsten aparecia, era eu quem tinha que enrolá-la e tirá-la das festas. Por isso a imprensa sempre achava que tínhamos um caso as escondidas.

- Não vai me fazer sair com a Kikihoje..... - eu brinquei com ele.

-Olha Taylor, sou obrigado a concordar com Kellan. Essa mulher é mesmo maravilhosa. E pegou ele de jeito. Você precisa conhecer. Quem sabe você tira ela dele, vai ser muito engraçado.... - Jackson disse fazendo piadas com a situação devido às especulações da imprensa sobre eu e Kirsten. A risada foi geral.

-Ha haha... menos galera. - Robert disse – Flávia foi ao toalete, Taylor, teve uma indisposição devido ao ar-condicionado. Sente-se e tome uma com a gente, ela já está voltando. - Rob me explicou e eu me lembrei o que eu estava buscando.

-Na volta galera. Agora tenho uma situação urgente pra resolver. - falei pra eles com cara de malicia e eles logo entenderam. Foi ai que eu a vi indo em direção a varanda. Na mesma hora Lutz olhou na mesma direção que eu, mas não a viu entrar na varanda. Ele achou que eu olhava umas garotas que estavam no bar, próximo da varanda.

-Ah cara! Ta indo atrás de mulher? E a Lilly? - Lutz falou me gozando e todos ficaram me cutucando na mesa.

-Não é uma mulher, caras. É A mulher! Ela estava na multidão e eu a vi. Maravilhosa, espetacular..... - meus olhos vagaram, lembrando-me da visão dos olhos dela no meio da multidão.

Era como se tudo tivesse parado de repente. Só existíamos eu e ela.

-Xiiii, já vi tudo... - Robert falou rindo - Se precisar de cobertura conte comigo. -ele disse piscando o olho. Rimos juntos. Robert e eu éramos parceiros mesmo.

Voltei minha busca pelo salão, pois ela poderia estar por ali de novo, e segui em direção a varanda. Foi ai que a vi, de costas e sozinha junto a balcão.

Passei pela porta e entrei na varanda me aproximando de seu corpo o máximo que pude. Senti seu perfume e me arrepiei. Meu corpo fervia. Se não tivesse controle agarraria ela naquela hora.

-Quem é você? - perguntei atrás dela, tão próximo que podia sentir o calor de seu corpo. Vi sua nuca arrepiar com meu hálito quente encostando-a.

Lentamente ela se virou e ficamos de frente um para o outro. Nossos corpos quase se tocavam. Eu a olhava de maneira intensa, devoradora. Ela tinha feições perfeitas. Que boca é essa? Eu não vou resistir...

Meus olhos não conseguiam se controlar entre olhá-la nos olhos ou olhar para sua boca. Aproximei-me ainda mais dela, a imprensado contra o balcão, colocando um braço de cada lado de seu corpo, impedindo que ela saísse dali. Meu corpo ardeu em chamas quando sentiu o corpo dela tão próximo.

Quanto mais eu me aproximava, mais eu enlouquecia com seu cheiro. Ela era uma mulher, não era uma garota como as que eu estava acostumado. Seu cheiro era diferente. Eu era o macho e ela era a fêmea. Tudo nela me enlouquecia.

Presa em meus braços eu pude sentir sua respiração ofegante tão próxima de meu rosto, ambos sentíamos o hálito um do outro. Seus olhos também estavam frenéticos, olhando meus olhos e boca em uma louca alternância.

-Eu preciso ir... - foi o que conseguiu dizer enquanto tentava sair dali. Sua voz era de sinos. Linda e entorpecente. Eu ia enlouquecer se não a pegasse. Não poderia deixá-la sair dali.

-Não sem antes me dizer quem você é... - falei olhando-lhe tão profundamente nos olhos que quase a suguei para dentro de mim. Nossa respiração estava sincronizada. Em um único movimento nossos lábios se tocariam. Seus olhos verdes me hipnotizaram de um jeito que eu não conseguia me controlar mais.

Apertei-a de encontro a meu corpo e a beijei de maneira devoradora. Seus braços subiram até meu pescoço, entrelaçando seus dedos em meus cabelos e me apertando em nosso beijo, eu a apertei ainda mais. Senti que ela também me queria quando forçou sua língua em minha boca e a aceitei perfeitamente, sugando e sentindo seu sabor. Foi um beijo urgente, apaixonado como nunca havia sentido antes. Tinha calor, intensidade, como se fossemos nos devorar ali mesmo.

Brinquei com sua língua e ela correspondia ao beijo como eu tinha certeza que aconteceria. De certa maneira eu fui atraído até ela. Sentia que tínhamos uma conexão. Ela teria que ser minha.

Em um breve momento em que nos separamos para recuperar o ar, percebi sua consciência voltar e a vi se afastar de mim, abaixando seu rosto, envergonhada. Puxei-a delicadamente pelo queixo e continuei olhando-a de maneira intensa. A música nos inspirava ainda mais com sua letra reveladora.

-Por onde você andou... Procurei por você minha vida toda.... Me diga seu nome... - falei à ela de maneira desesperada. Preciso ter essa mulher pra mim.

-Me deixe ir, por favor. - ouvi-a sussurrar como um gemido, quase implorando e afrouxei os braços que a seguravam, deixando-a sair de perto de mim com muita tristeza.

A vi sair andando em direção ao salão, ainda tonta, parando na porta da varanda e virando-se, olhando para mim novamente.
Eu ainda estava com uma das mãos no balcão, virado para ela. O que ela fez comigo? Estou fisgado....

Nos olhamos mais uma vez e eu disse à ela antes de entrar no salão - Eu vou descobrir quem você é. Você foi feita pra mim...

Ela se virou e entrou no salão cambaleando. Meu corpo inteiro tremia. Eu nunca havia sentido nada parecido, ela mexeu com minha estrutura. Que loucura, que mulher.....

Sai da varanda e fui em direção a mesa dos caras. Precisava deles nessa busca. Eu tinha que descobrir quem era essa mulher. Tinha que tê-la pra mim a qualquer custo.

-Taylor!- Robert gritou quando me viu de longe. - Venha, venha ficar conosco. - ele disse fazendo um gesto de aproximação com a mão e sorrindo feito um bobo. Ele realmente estava feliz com essa nova garota e eu estava feliz por ele. Meu amigo merecia.

-Robert, meu velho! Preciso de sua ajuda. - ele parou e me olhou sério, colocando a mão no meu ombro. - A garota cara! Eu a beijei, ela é incrível! Preciso que me ajude a descobrir que é ela. - eu disse desesperado. Iria a todo custo descobrir quem ela era.

-Claro meu velho. Pode contar comigo. Mas antes, venha. - ele me levou pelos ombros e então eu a vi. - Taylor! Quero que conheça a “minha” Flávia, a mulher que me enlouquece.
   


A vi se virar em um sorriso lindo que se desfez no momento em que nossos olhos se cruzaram. Eu fiquei paralisado, foi o momento mais complicado da minha vida. Não pode ser! Eu estou em um pesadelo! A mulher que eu buscava era a mesma mulher que estava com meu amigo? Que brincadeira do destino era essa?

Eu e ela estávamos sérios, sem palavras. O mundo parou a nossa volta. Eu a olhava nos olhos e ela me olhava de volta, tão séria quanto eu, tão muda quanto eu. Robert a segurava pela cintura com um sorriso bobo no rosto esperando uma reação dos dois.

-E então? - ele finalmente disse. - Soube escolher ou não meu velho? - ele a beijou no rosto e ela enrubesceu, linda, sorrindo e abaixando o olhar mostrando-se envergonhada. 

Nos olhamos novamente e eu sorri para os dois. Não tinha muito o que fazer naquele momento.

-Com certeza meu velho.... “Sua” Flávia é muito linda... - disse olhando-a nos olhos com paixão. Eu estava divagando, não sabia como reagir. A mulher que eu mais queria era a mulher que estava com ele. O que eu ia fazer?
-Mas você me dizia dessa garota que você beijou... E ai? Me de características dela. Quem sabe eu já a conheço... - ele disse virando-se para mim e lembrando-se do que eu havia dito antes sobre Flávia.

Agora eu já sabia seu nome... Flávia, a Flávia de Robert. Meu deus! Eu iria enlouquecer. Senti que Robert não percebeu muita coisa do que havia acontecido ali e me senti menos pior. Dei um sorriso para ele, desviando meu olhar do dela.

-Ah cara. Deixa pra lá. Ela provavelmente já foi embora. Vou voltar para Lilly que está me esperando há horas. - eu disse me despedindo. – Tchau... - falei olhando nos olhos - Foi um prazer conhecê-la. Estendi minha mão e ela retribuiu o cumprimento educadamente. Flávia tinha um sorriso diferente nos lábios, uma mistura de dor e desconforto que eu entendia perfeitamente.

-Ah cara. Volte depois. - Robert ainda falou quando eu me afastava da mesa e ia em direção a mesa de Lilly que me esperava com um sorriso nos lábios.

-E ai? Encontrou o pessoal? Quer ficar lá com eles? O que houve? - ela me disse com doçura, me dando um selinho e se sentando a meu lado. Procurei disfarçar o melhor que pude, mas minha cara dizia tudo.



-Nada demais... - a beijei de volta para quebrar o clima. -Achei sim, mas prefiro ficar aqui com você. - eu disse a ela tentando recuperar meu juízo.
Não poderia ficar naquela mesa junto com Flávia, eu não suportaria vê-la perto de mais ninguém. E não queria magoar Lilly.


Abracei Lilly e procurei curtir o resto da festa da melhor maneira. Ela estava feliz por nosso filme juntos e não queria estragar nosso momento juntos.

-Sr. Taylor! Uma foto com a bela Lilly! - os fotógrafos pediram e eu me sentei a seu lado para a foto. Tenho certeza que minha cara dessa vez não estaria sorridente. Eu estava distante, preso em um momento na varanda daquele salão...






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