13 janeiro 2015

Fanfiction: Sem saída – Capítulo 5: Layla


Cheguei a pensar que sou o homem mais feliz do mundo e xinga-me mentalmente por pensar algo tão estúpido quanto isso.
Ao entrar em minha casa encontrei Rick com mais alguém conversando.
─ Taylor visita pra você. – disse ele.
─ Quem?
─ Eu, Taylor. – e a garota de ontem a noite caminhou em minha direção.
─ Vou deixar vocês a sós. – disse Rick subindo as escadas.
─ O que quer? – a olhei erguendo uma sobrancelha.
─ Podemos conversar? – ela me encarou.

─ Diz longo o que quer. – a encarei ─ Odeio embolação.
Ela respirou fundo e começou.
─ Eu ai me virar sozinha com isso... Mas pensei bem e não posso. – vi suas mãos tremulas ─ E como você não o quer e eu também não... Decidi fazer um aborto.
─ O quê? Do que esta falando? – a encarei preocupado e confuso.
─ Do seu filho, Taylor. – disse ela me olhando ─ Estou grávida de cinco semanas.
No mesmo instante o chão desmoronou em baixo dos meus pés.
“Um filho?” questionava querendo acreditar.
Não que ter filhos e muito menos com alguém como ela.
─ Você fez algum exame que confirmasse? – quis saber frio.
─ Não, fiz um teste e estou atrasada. – vi seus olhos lagrimejarem ─ O que posso fazer? Se eu fica com ele meus pais me expulsaram de casa.
Então a via chorar nervosa em meus braços, podia senti todo seu desespero e medo.
─ Fique calma. – pedi a fazendo me olhar ─ Quero que me escute. Te levarei ao medico para termos certeza e você nem pense em fazer aborto, ouviu bem?
─ Mas...
─ Sem, mas. – continuei a olhando ─ Posso ser tudo, mas sou homem o suficiente para assumir a criança.
Nunca havia falando tão serio antes, eu deveria assumir-lo e cumprir com os deveres de tal por mais que odiasse essa idéia de ter um filho indesejado.
─ Esta bem... – disse ela me olhando e suspirou ─ Obrigada... Acho que vou indo...
Layla se desviou de mim caminhando ate a porta.
Para que pensava em fazer uma idiotice a poucos instante ela concordou fácil demais.
─ Espere Layla, eu vou com você. – falei a olhando.
─ Não precisa posso ir sozinha. – disse ela um tanto nervosa.
─ Vamos eu insisto, me da suas chaves. – a encarei ao pedi.
 ─ Taylor.               
─ Vamos me da longo isso. – ordenei e ela cedeu.
Fomos ate seu carro estava disposto a deixá-la em casa, queria ter certeza de que ela não me enganaria.
Em todo caminho para sua casa não disse uma palavra tentava me convencer de que isso era real e não um pesadelo. Como posso ter um filho, sou a pior pessoa do mundo para ter responsabilidade por uma criança mal consigo cuidar de mim mesmo e veja como estou ferrado.
─ Taylor me desculpe. – Layla olhou suas mãos ─ Eu não planejei nada disso...
─ Eu sei e nem eu. Não se desculpe, cuidaremos dessa situação. – falei ao para o carro.
─ Me dar seu celular. – pedi a fazendo me olhar e entregar ─ Vou salva meu numero aqui qualquer coisa me liguei sem pensar duas vezes.
Ela assentiu e devolvi seu celular.
Saímos do carro me despedi com um “ate longo” e caminhei em direção a uma esquina.
Com tudo isso eu havia esquecido alguém, Kathe, o que poderei dizer a ela?
“Por que isso tinha que acontecer justo comigo?”
Peguei meu celular ligando para Al.
─Alô? – disse ele com voz de sono depois de chamar umas cinco vezes.
─ Ainda dormindo?
─ Passei a noite acordado. Como foi a festa? – ele bocejou.
─ Não sei, sair depois de você.
─E qual o motivo pra mim acordar? – quis saber ele.
─ Estou com um problemão. Preciso de ajuda. – senti raiva de mim mesmo por ser tão idiota e ter engravidado uma garota.
─ Conheço esse tom de voz. Onde você esta? – quis saber ele e disse o endereço ─ Não sai daí que chego já.
Desligou em seguida me fazendo bufar.
Sentei no paralelepípedo a espera de Al enquanto que em minha mente questionava constantemente sobre o que deveria fazer para resolver essa situação toda. Que os pais de Layla não me venham com historia de casamento ou mando ele pra porra, posso assumir a criança, mas casar já é demais para mim.
Kathe vai me odiar quando descobrir.
“Droga, por que estou me preocupando com o que ela vai pensar? Que isso Taylor você não depende de nenhuma mulher.”
Volto atrás no mesmo instante. Kathe não é apenas uma mulher, é a garota que consegui romper o muro que construir em volta do meu peito para que ninguém nunca chegasse próximo ao meu coração de novo e ela não só se aproximou como o pegou para si.
“To ficando bicha. O que to pensando?”
Balancei a cabeça para afastar os pensamentos.
─ Taylor, vamos. – ouvi a voz de Al.
Então pude notar o carro prata parado em minha frente.
─ O que houve? – quis saber ele ao entrar no carro.
─ Layla esta grávida. – o encarei.
─ Qual? A que Tom te apresentou na festa.
─ Essa mesma.
─ Taylor cara não acredito que justo você foi esquecer de usar camisinha. – ele me encarou.
─ Não Al. Sempre uso, mas não sei como isso foi possível. – não fazia idéia.
─ Deve ter furado. – comentou ele.
─ Não, isso tenho certeza. Lembro bem. – ate demais.
─ Então não sei. – disse ele ─ O que vai fazer?
─ Primeiro vou levá-la ao medico para ter certeza e depois... Depois eu não sei. – suspirei.
─ Depois você assume é claro. – Al me olhou rapidamente.
─ Isso farei com certeza. – o certifiquei.
─ Tudo que você precisa agora é ir para casa e esfriar a cabeça. – aconselhou Al.
─ É o que vou fazer.
─ Depois resolvemos isso. – ele deu um leve sorriso.
Al me deixou em casa e foi embora, entrei e por sorte não encontrei Rick.
Em meu quarto deitado na cama procurava por uma saída para essa dura realidade, porem parecia impossível escapar disso.
Não podia deixar a garota grávida e sozinha, embora ela não queira a criança e eu também devia deixá-la fazer o aborto e pronto tudo resolvido.
─ Que isso Taylor! Pensamento mais estúpido. – me reaprendi ─ Ele é meu filho e nunca farei isso.
É meu dever cuidar dos dois agora e devo me acostumar com isso.
Peguei meu Ipod na tentativa de esquecer e não pensar besteiras, coloquei musicas agitadas e antes que o sono se aproximasse de mim o rosto de Kathe veio a minha mente.
“Como conta a ela que há uma garota grávida de um filho meu?” pensei “Contarei quando tiver certeza e torcerei para que não me odeie.”
Eu poderia esta sonhando quando abri os olhos vendo seu belo rosto próximo ao meu com um  lindo sorriso em seus lábios rosados.
─ Ola. – sussurrou ela sorrindo. ─ Seu tio me deixou subir.
Sorri a puxando para um beijo a fazendo cair sobre mim.
─ Boa noite pra você também. – disse ela entre o beijo e riu.
─ Boa noite. – falei a olhando rapidamente e voltando a beijá-la.
Girei nossos corpos ficando por cima dela enquanto minha mão descia por sua cintura ate sua coxa apertando-a e a fazendo morder meus lábios, suas mãos desabotoavam minha calça e as minha passaram a tirar sua blusa.
─ Taylor o Rick. – sussurrou ela ao lembrá-lo.
─ Sair em cinco minutos. – mordi seus lábios.
Tirei as ultimas peças deixando senti nossas peles quentes se tocarem e me excitando. Desci meus beijos por seu pescoço ate seus seios onde dei alguns beijos e voltei aos seus lábios.
─ Eu te amo. – sussurrou ela.
Nesse momento parei a olhando, não conseguia continuar. Não era justo esconder dela sobre Layla, mas não podia conta agora sem ter certeza ou apenas não queria a ver me odiando por não querer perde-la, isso nunca.
─ O que houve? – ela me olhou confusa.
─ Desculpe. – deitei ao seu lado.
─ Não devia dizer isso né? – ela me olhou triste ─ Me desculpe... Eu não devia.
Kathe ai levantar quando a puxei.
─ Não. Gosto de te ouvir... São so problemas meus que me deixam preocupado.
─ Quer me contar? – ela deitou sobre meu peito ─ As vezes é bom conversar com alguém.
─ Não preciso te encher com isso. – abracei-la com carinho ─ Voce comigo já é o suficiente.
Kathe sorriu e beijou-me.
─ Então sei que você ainda não jantou, o que acha de jantar comigo hoje? – propôs ela com a cabeça em meu peito.
─ Realmente estou com fome, muita fome. – sorri de lado ─ Mas eu que convido, jantar comigo?
─ Aceito. – ela riu ─ Porem vamos nos vestir antes.
─ Que nada, vamos assim mesmo que o melhor vem depois. A sobremesa. – falei malicioso ao levantar.
─ Taylor seu safado. – Kathe me beliscou.
─ Ai. – vestia minha boxer ─ Sua menina levada.
Comecei a fazer cócegas e dar beijinhos a fazendo ri me deixando encantado com sua risada gostosa.
─ Você vai como cozinho bem. – me gabei ao chegamos a cozinha.
─ Essa eu quero ver mesmo. – Kathe riu.
─ Sentisse aqui mocinha. – pedi galanteador ao puxar uma cadeira para ela.
─ Nossa que cavalheiro. – me deu um beijo e sentou. 
 ─ E o que vamos jantar hoje?
─ Algo que esta na minha família a gerações, a especialidade dos Lautner. – falei enquanto pegava os ingredientes ─ Macarrão instantâneo.
Kathe começou a ri e eu também.
─ Isso com certeza qualquer um faz. – disse ela.
─ Mas não como os Lautner. – pisquei para Kathe.
─ Acho melhor pedimos uma pizza. – propôs ela.
─ Calma ai, não é isso que vamos jantar. – sorri de lado.
Separei os ingredientes para a macarronada.
─ O que acha de uma macarronada? – a olhei.
─ Ótimo. Deixe-me ser sua ajudante chef? – ela sorriu divertida.
─Claro minha ajudante sexy. – falei a puxando para meu corpo e apertei seu bumbum.
─ Seu safado. – disse ela rindo e dei vários beijos estralados em sua bochecha.
Sinto-me um idiota por esta tão feliz com uma garota novamente, mas às vezes ser um idiota faz bem.
─ Amor você esta com uma machinha aqui. – sujei sua bochecha com molho.
─ Ah, assim não vale. – ela riu e me sujou no braço ─ E você se sujando Taylor, mas que feio.
─ Que menina levada. Agora sou eu. – Kathe correu em volta do balcão e eu atrás dela.
A puxei ouvindo sua risada gostosa.
─ Minha vez. – falei rindo.
─ Não Taylor. – ela ria tentando desvia da colher sem sucesso e a deixei uma palhacinha.
─ Pronto ficou uma delicia. – dei uma mordida em sua bochecha.
─ Ainda vou me vingar. – disse ela dando uma risada diabólica me fazendo gargalhar e Kathe também.
─ Vamos jantar? – olhei para ela ─ Depois você se vinga.
Sentamos a mesa e jantamos, sem esperar Kathe jogou um pouco de macarrão em meu cabelo.
─ Pronto me vinguei. – ela riu.
─ Muito bem. – a peguei no colo ─ Agora é vez do homem macarrão.
─ O que você vai fazer? – quis saber ela entre os risos.
─ Você vai ver. – subi as escadas para o meu quarto e a levei para o banheiro.
─ Hum, vamos tomar banho é isso? – ela me olhou ainda em meus braços.
─ Não, você vai me dá banho. – sorri de lado.
─ Nossa que bebe. – a coloquei no chão.
─ Seu bebe. – a deixei entre a parede e meu corpo beijando-a.
Tirei a camisa que Kathe vestia enquanto ela descia minha boxer, suas mãos foram em direção a meu membro me fazendo morder seus lábios. Movimentos de sua mão me fez apertar seu corpo contra o meu.
Senti que iria explodir de desejo por aquela mulher eu precisava ter-la...
“Não esta sendo justo” maldito pensamento.
Parei de beijá-la e a olhei.
Kathe sorriu sapeca e a puxei para o boxe ligando o chuveiro e voltando a beijá-la.
A água escoria por nossos corpos quentes que a cada instante um pedia pelo o outro. Kathe laçou suas penas em minha cintura e a prendi entre mim e a parede.
Cada amasso, beijo ou ate mesmo um abraço seu era melhor que qualquer noite que já tive antes de conhecê-la.
─ Isso sim é que é banho. – falei ao passar shampoo em meu cabelo.
─ Devo concordar. – disse ela sorrindo.             
─ Vem cá. – a puxei para mais perto ─ vou te dá banho.
─ Hum, achei que fosse o contrario. – disse ela rindo enquanto eu passava shampoo em seus lindos cachos ruivos.
─ Deixa pra próxima. – tirei o shampoo do meu cabelo ─ sua vez.
Depois do nosso delicioso banho fomos nos vestir. Peguei uma camisa e uma boxer nova para que Kathe vestisse.
─ Qualquer coisa vou esta na cozinha. – falei ao abri a porta.
─ Eu ajudo você. – se ofereceu.
Fomos arrumar nossa bagunça.
─ Uau. – disse Rick ao entrar na cozinha.
─ Já sei, isso esta uma bagunça. – o olhei sorrindo de lado.
─ Isso também. Mas a sua namorada ficou uma gata. – ele piscou para ela.
Joguei a primeira coisa que vi nele, uma colher de pau, mas o mesmo desviou.
─ Foi quase. – ele riu ─ Que furacão passou por aqui?
─ Q...
─ Não responda. – interrompeu ele ─ Que pergunta idiota, lógico que foi o furacão do U2 ali.
Olhei  Kathe que vestia minha camisa do U2 e vi seu rosto corado.
─ Rick não tem nada melhor para fazer? – o olhei.
─ Ow, entendi. - ele riu ─ Ate mais pra vocês, foi um prazer te conhecer senhorita...?
─ Katherine. – ela sorriu.
─ Nome lindo, foi um prazer Katherine. E não me odeie por te constranger. – ele sorriu.
─ Tchau velho. – falei rindo.
─ Tchau que o velho aqui vai jogar bilhar e paquerar umas velhinhas. – Rick saiu rindo.
─ Seu tio é uma figura. – disse Kathe.
─ E das mais malucas. – me aproximei e a beijei.
Quando terminamos fomos para meu quanto onde assistíamos TV .
─ Qual a sua cor favorita? – quis saber ela deitada sobre meu peito.
─ Azul... O azul dos seus olhos. – olhei seu lindo rosto.
Kathe me fitou por um instante e sorriu.
─ E você? – perguntei.
─ Rosa. A cor dos lábios quando mordo. – e ela deu uma leve mordida em meus lábios.
─ Achei que ficavam vermelhos. – comentei.
─ Isso se morder forte. – ela riu sapeca.
─ E sua comida favorita? – quis saber Kathe.
─ Humm, mulheres. – dei um sorriso malicioso.
─ Taylor seu safado. – ela me beliscou.
─ Au, isso dói. – girei meu corpo ficando sobre o seu ─ Menina levada.
─ E com razão. – disse ela.
─ Você é a minha favorita agora. – beijei seu pescoço em seguida seus lábios.
Meu celular começou a tocar e por uma momento pensei em não atender, porem lembrei de Layla. Rapidamente levei e caminhei ate a escrivaninha onde o deixei.
Ao pega-lo vi o nome de Tom no visou, bufei o ignorando e voltei para cama.
─ Ta esperando alguma ligação importante? – quis saber Kathe me olhando.
─ Não. – beijei sua testa e deitei ao seu lado ─ Vamos dormir?
─ Sim. – ela se aconchegou em meus braços.
Desliguei a TV e fechei os olhos caindo no sono.
Acordei e ela ainda dormia tranquilamente. Levantei com cuidado para não acordá-la, fui ao banheiro fazer minha higiene matinal em seguida desci para a cozinha.
— Bom dia Romeu. – disse Rick lendo o jornal.
— Bom dia. – caminhei ate o armário.
— E a Julieta? Foi embora ou esta dormindo?
— Dormindo. – peguei uma bandeja.
— O que pretende fazer com isso? – ele me olhou e tomou seu café.
— O que parece? – o olhei.
— Café na cama? Eu não acredito. – disse Rick rindo — Depois reclama que elas se apegam a você. Se eu fosse mulher me apaixonaria por você.
— Ow! Nossa. – ri.
— Mas não sou e vou trabalhar. Tenho que tentar fazer o gay do meu chefe aumentar meu salário. – disse ele ao se levantar —  Será que café pra ele também funciona?
— É so tentar. – ri da cara dele.
— E com uma boa dose de laxante. – Rick riu — Ate mais tarde Taylor e juízo.
 — Não prometo nada. – sorri de lado.
Ele saiu rindo.
Terminei o café de Kathe e subi para o quarto.
Ao entrar a encontro sentada na cama com meu celular.
— Taylor quem é Layla? – quis saber me olhando.
Coloque a bandeja no primeiro lugar que vi. Na cômoda.
— Hum? – me incentivou a falar.
Respirei fundo.
— Ela ligou? – a olhei.
— Sim, mas não foi isso que te perguntei.
— E o que ela disse? – quis saber com receio do que ouviria.
— Não precisa se preocupar a menstruação dela desceu. – Kathe me encarava — Quando pretendia me contar?
— Assim que confirmasse a gravidez.
— E quando seria isso? – Kathe me olhava chateada.
— Quando fizesse o exame. – era isso que pensava.
— Se desse negativo você não me contaria que uma garota podia ter engravidado é isso? – Kathe não alterava sua voz mesmo estando chateada.
Não tinha pensando nisso.
— Seu silencio fala por você. – Kathe pegou suas coisas e caminhou em direção a porta.
— Espere. – pedi ao segurar em seu braço — Eu só não queria que isso acontecesse... E contaria a você.
Ela olhou para baixo desviando dos meus olhos.
— Depois mando suas roupas. – a soltei e ela saiu.
Fiquei parado no mesmo lugar me sentindo um idiota. Havia tentado evitar que ficássemos nesse clima, mas foi inevitável.
Sentei na cama tentando pensar direito, porem nada acontecia.
“Como pude deixar chegar a esse ponto? Por que não resolvi isso de um vez?”
— Idiota. – me xinguei ao levantar e pegar a bandeja.
A deixei na cozinha voltando para meu quarto.
Me joguei não cama e sentindo seu perfume que exalava por toda ela. Respirei fundo tentando não pensar em Kathe, em meu Ipod procurei por musicas animadas qualquer uma que não me deixasse pensar.
De olhos fechados relaxar ao ritmo brasileiro era o que me restava, porém uma única musica troce lembranças contra minha vontade em cada refrão seu.

Hoje eu preciso te encontrar de qualquer jeito
Nem que seja só pra te levar pra casa
Depois de um dia normal
Olhar teus olhos de promessas fáceis
E te beijar a boca de um jeito que te faça rir...

“─ Claro minha ajudante sexy. – falei a puxando para meu corpo e apertei seu bumbum.
─ Seu safado. – disse ela rindo e dei vários beijos estralados em sua bochecha.”

Hoje eu preciso te abraçar
Sentir teu cheiro de roupa limpa
Pra esquecer os meus anseios e dormir em paz...
“─ Ta esperando alguma ligação importante? – quis saber Kathe me olhando.
─ Não. – beijei sua testa e deitei ao seu lado ─ Vamos dormir?
─ Sim. – ela se aconchegou em meus braços.
Desliguei a TV e fechei os olhos caindo no sono.”

Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua
Qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria
Em estar vivo...

“— Eu nunca esperaria nada de alguém como você, muito menos gratidão por algo. Só te salvei por que sabia que era uma idiotice o que fazia. – ela apontou o dedo em meu peito. — Só um cara sem coração e idiota como você faria isso.
Encostei-la contra o carro novamente e aproximei meu rosto do seu a vendo paralisar, toquei seu pescoço com meus lábios e o beijei e aproximei de sua boca sentindo sua respiração e a vendo fechar os olhos com os poucos milímetros para que sentisse o sabor de seu beijo.”
Hoje preciso de você
Com qualquer humor, com qualquer sorriso
Hoje só tua presença
Vai me deixar feliz
Só hoje...
─ Para. – senti sua mão tocar meu ombro.
Parei a olhando e senti seu abraço forte pensei em empurrá-la, mas não pude.
Podia sentir o calor de seu corpo e sua ternura fazendo-me retribuí-lo. Não consegui deixei de ser forte no mesmo instante em que senti o quanto sou fraco por não a salva e deixe que meus olhos despejassem lagrimas contidas e fossadas a nunca escorrem por meu rosto.”
Ela sempre esteve comigo mesmo contra minha vontade e sem motivos ou razões. Katherine fazia parte da minha vida.
“— Só hoje. – disse a mim mesmo a vendo respirar com levemente.
Aproximei-me beijando sua testa e posicionei-me melhor com cuidado para não acordá-la voltando a dormir.
Não conseguia evitar, não existia o “Só hoje” e sim “Pra sempre”. Como não amar a doce Katherine? Como?
Eu te amo. – ouvi o sussurro de sua voz.
Abri os olhos levemente encontrando os seus.
Aproximei a beijando intensamente...
Eu não conseguia controlar as lembranças surgiam em minha mente, porem uma em especial não sairia nunca, seus olhos safiras.
— Vou te reconquistar minha Kathe.

6 comentários:

  1. OMG! Muito lindo, nossa o Taylor esta tao diferente a Kathe faz muito bem a ele, espero que Taylor consiga reconquista-la. Bjs

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oii obg, Vamos torcer para que o Lautner consigar mesmo rsrs :D <3

      Excluir

Deixe seu comentário! A sua opinião sobre as fanfics é muito importante para que os autores continuem escrevendo. Fale sobre o mais gostou, sobre o que espera ler nos capítulos seguintes. Comente sobre seus personagens favoritos e os que mais detesta. Não deixe de comentar, seja mais ativo e evite que as fanfics entrem em hiatos por desmotivação da autora em escrever. Não seja um leitores fantasma. Comente agora mesmo!

DEIXE SEU RECADO!

SITE DE NOTICIAS - TAYLOR LAUTNER MANIA