06 fevereiro 2015

Fanfiction: Bizarre Love triangle – Capítulo 24


Robert me levou até o carro abraçado em meus ombros. Beijava minha testa a cada parte do trajeto, parecia estar radiante. Minha cabeça, ao contrário, pensava em várias coisas ao mesmo tempo.

A lembrança de Gill, tão triste saindo do camarim, ainda me incomodava muito. Mesmo ele sendo um idiota por se deixar seduzir por Amanda, não posso negar que ele foi muito importante em minha vida. Às vezes penso que seria mais simples ficar com ele, muitos problemas seriam evitados...

O fato era que hoje eu estava envolvida com Robert, que me conquistou aos poucos e eu nem sei como, e alucinadamente atraída por Taylor, por quem eu sonhei e suspirei desde que tomei conhecimento de toda essa loucura de Broadway e Nova Iorque.

Foi por Jacob Black que eu me apaixonei nos livros, e a imagem dele como Taylor Lautner era a que mais povoava meus sonhos. Tudo estava muito louco e confuso...

No carro, enquanto seguíamos viagem, olhava para Robert dirigindo o carro e ficava pensando como isso tudo foi tomar proporções tão grandes. Cheguei até mesmo a me arrepender de ter vindo para Nova Iorque, mas acho que tudo já estava dentro do meu destino mesmo.

Não que eu não estivesse feliz com o teatro. Descobrir que ser atriz é o que eu faço de melhor, realmente me surpreendeu.

Hoje não me imagino fazendo outra coisa. Era minha vida social que me preocupava.Conhecer Gill foi maravilhoso! E se ele não tivesse sido tão infantil, ao ponto de se envolver com a mulher que mais tinha me atormentado nesses últimos anos, eu estaria com ele com certeza.

Gill participou de cada momento importante que eu vivi aqui em Nova Iorque. Me viu crescer como atriz, me incentivou nos momentos mais difíceis. Era difícil ter que me distanciar dele.

Robert foi uma surpresa. Nunca imaginaria seu interesse repentino por mim e o meu por ele. Seu jeito alegre e extremamente sedutor me envolveu desde o primeiro dia na cafeteria. Seu olhar é forte, me penetra na alma e parece me envolver completamente. Sinto que seu sentimento é forte, inexplicável, mas intenso.

Porém o que mais me atormenta é minha atração por Taylor. É mais que um sentimento, é carnal! Taylor povoou meus sonhos mais intensos, e porque não: eróticos, desde que o vi no filme assumindo o papel de Jacob Black.

E este personagem me ganhou desde a primeira vez que o li, tão intenso, tão verdadeiramente humano apesar de ser um lobisomem.

Já era uma loucura me imaginar apaixonada por um personagem fictício, mas quando ele passou a ser real na figura de Taylor, esse sentimento só ficou mais intenso, mais verdadeiro. A distância e os acontecimentos me levaram a pensar que tudo não passava de bobagem, alucinação.

E então veio o encontro na varanda. Minha loucura estava completa. Tocar Taylor, ser beijada por ele de forma tão devastadoramente intensa só me fez ter certeza de que ele era a minha perdição. Eu desejava Taylor, mais que qualquer coisa.

Ainda estava em meus devaneios quando Robert puxou minha mão e a beijou carinhosamente, como sempre fazia quando dirigia. Era incrível como que em tão pouco tempo eu e ele tínhamos hábitos que se repetiam em nossos encontros, como uma forma de confirmar nossa ligação um com o outro.

-O que essa cabecinha tão linda... - ele levou a mão até minha cabeça, sorrindo, ajeitou uma mexa de meu cabelo e a acariciou meu rosto. -...Está pensando há tanto tempo? Não tinha te visto tão calada como agora. Está tudo bem?

Robert me perguntou com um sorriso lindo nos lábios que era impossível não retribuir. Sorri para ele da mesma maneira.
-Tudo certo querido. Só estava pensando em tudo que aconteceu hoje. - eu disse a ele sem me sentir culpada, afinal não era mais uma mentira realmente.

Robert levou a mão até meu rosto, passou os dedos de leve em minhas bochechas e sorriu ainda mais. - Adoro quando você me chama assim. - e eu me aproximei dele dando-lhe um beijo nos lábios. Aconcheguei-me em seu pescoço, bem próxima a ele enquanto dirigia e ficamos o resto da viagem abraçados.

-Onde estamos indo? - depois de um tempo de viagem eu me permiti perguntar. Estávamos nos afastando cada vez mais do centro, indo em direção a ponte do Brooklin. Robert beijou-me a cabeça e cheirou mais uma vez meus cabelos.

-Está com fome? - ele me perguntou.

-Na verdade não. Os petiscos que comemos durante a comemoração já me deixaram saciada. - respondi a ele, ainda abraçada.

-Tem um lugar que quero levar você para ficar comigo. Garanto que você irá gostar. - ele disse me abraçando e me aproximando ainda mais de seu corpo. - Se sentir sono durma, eu te acordo quando chegarmos lá. Você parece cansada.

Eu me aconcheguei ainda mais nos braços de Robert, sem que isso o impedisse de dirigir, e deixei que o sono me tomasse por completo. Muita coisa havia acontecido naquela noite e eu realmente precisava descansar. Meu único receio eram meus sonhos. Eu sabia quem estaria neles...


oOo

-Bom dia! - ouvi Robert dizer assim que abri meus olhos. Eu estava deitada em seu colo, no banco do carro ainda. O dia estava clareando. Eu estava confusa, sem entender onde estava e o que tinha acontecido.

-O que houve? Onde estamos? - olhei para os lados procurando alguma referência. Robert sorria comigo em seus braços.

-Você é sempre assim de manhã? - ele me perguntou me olhando com o olhar mais apaixonado do mundo.

-Assim como, tagarela e amarrotada? - eu disse tentando me ajeitar, agora envergonhada.


-Não sua boba. - ele disse e colocou uma mão de cada lado do meu rosto, me virando para ele e me encarando.

- Linda! - e selou nossos lábios em um beijo. Não pude deixar de rir com ele.

Tinha o olhar mais bobo que eu já havia visto. Eu me mexi no banco do carro, agora desconfortável por não estar arrumada nem higienizada, e Robert também se mexeu, saindo do carro e me ajudando a sair.


-Quando chegamos ontem você dormia tão profundamente que não tive coragem de te acordar para ir até algum hotel ou pousada. - ele começou a me explicar do lado de fora do carro.

Olhei para os lados e pude ver uma vista linda. Dava para ver toda Manhattan de onde estávamos, inclusive a ponte por onde passamos.


-E nós ficamos aqui, no carro? - eu perguntei assustada. - A noite toda? - eu olhava para os lados e estava sem acreditar. Robert e eu tínhamos passado nossa primeira noite juntos dormindo no carro, abraçados.

-Foi a noite mais maravilhosa da minha vida, posso garantir. Mas não a mais confortável... - olhei para ele e caímos na gargalhada. Ele fez um gesto torcendo a coluna. Com certeza ficar sentado a noite toda com uma pessoa em seu colo deixaria qualquer um desconfortável.

-E por que você não me acordou? - eu perguntei em meio as risadas.

-E perder a chance de ter você em meus braços, tão angelical e serena, tão estonteante e linda, ronronando feito uma gatinha? Jamais! - ele me abraçou sorrindo e me rodopiou no meio do píer em que estávamos. Robert estava se revelando a cada movimento um homem muito romântico e isso estava me deixando encantada.

-E para onde você me trouxe, posso saber? - ele me colocou de novo no chão e eu perguntei levando as duas mãos na cintura. Estava com cara divertida, rindo ainda da situação e por ainda estar com a roupa de ontem. Aliás, os dois estávamos.

-Aqui é South Seaport. Um lugar muito pitoresco de Nova Iorque. Tem uma vista linda, não acha? - e ele apontou para o rio e mostrou a cidade no outro lado.

-É lindo.....- eu disse extasiada com a vista e com tudo que estava acontecendo.

-Venha. - Robert me puxou pela mão e me levou em direção a um lugar que tinha a placa PIER 17.

- Primeiro vamos nos ajeitar e ai tomaremos um bom café da manhã. O que acha? - ele me olhava sorrindo, parecia mais feliz que antes. Eu estava amando estar com Robert a cada momento.

Passamos em uma farmácia, compramos os acessórios necessários a uma higiene descente e entramos em um pequeno shopping que só tinha uma grande praça de alimentação. Nos encontramos depois de nos lavarmos e arrumarmos. Robert continuava tão lindo quanto antes. Percebi que ele havia mudado a roupa, estava mais casual.
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-Assim não vale. Você não me disse para trazer outra roupa. - eu fiz biquinho ele me abraçou, me aninhando em seu peito de novo. Ele ergueu minha cabeça puxando-me pelo queixo e beijou minha testa.

-Que graça teria se eu contasse? - ele disse me olhando nos olhos. - O que importa é que estamos juntos aqui. - e me beijou. Agora sim poderíamos nos beijar com vontade. Robert me apertava da mesma maneira, como se fosse me prender a ele para sempre. Nossos lábios e línguas não se controlavam, participando de uma dança envolvente.

Ele subiu sua mão por minha nuca e entrelaçou seus dedos em meus cabelos, levando minha boca para mais perto da dele. Meus braços envolviam seu pescoço e nos movimentávamos ao som suave da música que tocava em algum lugar ao longe. 


Afastou-se apenas para levantar meu rosto, recuperar o fôlego e puxar-me para mais um beijo, mas dessa vez foi um beijo intenso. Sem medo procurei sua língua e a suguei com força mostrando a ele toda minha urgência também.

Paramos o beijo e continuamos abraçados olhando o rio e sentindo a brisa fraca que batia em nossos rostos. Tudo era tão lindo e romântico, em uma linda manhã de agosto em Nova Iorque.

Robert me levou até uma pequena cafeteria charmosa e, finalmente, iniciamos nosso café da manhã juntos.

- É a primeira vez que me levam para tomar café de manhã. - eu disse a ele dando um gole em meu cappuccino.

-Imaginei que você fosse gostar do passeio. - ele disse também saboreando o seu café. - Conhece a história desse lugar? - me perguntou enquanto comíamos as deliciosas panquecas com mel que haviam nos servido. Ele cortava pequenos pedacinhos e me levava até a boca.

Robert me contou que estávamos em South Seaport, uma zona portuária antiga de Nova Iorque que fora remodelada. O Porto é um bairro histórico. Possui algumas das mais antigas arquiteturas no centro de Manhattan, e incluí a maior concentração de restaurantes do início do século 19, com uma linda vista para a ponte do Brooklin.

-Estou adorando nosso passeio. - falei para ele pegando em sua mão, com uma mistura de paixão e surpresa. Nunca imaginaria que Robert me levaria a um lugar assim.

-E eu estou adorando cada minuto com você... - ele se aproximou de mim e me beijou. Ficamos ali, em meio a pequenos beijos, apaixonados, aproveitando cada momento.

Quando nos afastamos, olhei ao redor e percebi que as pessoas começavam a reconhecer Robert, pois falavam e apontavam para a mesa.

-Acho que fomos descobertos. - eu disse a ele rindo, sentindo que nosso sossego iria acabar em breve.

- Agora terei que treinar minhas artes marciais para te salvar de um bando de adolescentes alucinadas. - Robert ria divertindo-se com tudo.

- Ou eu terei que te proteger de fãs enlouquecidos. Sabia que em South Seaport há o segredo mais bem guardado de Manhattan? - eu olhei para ele com cara de dúvida.

- Aqui tem um guichê que vende ingressos com a metade do preço para a Broadway. Todos já devem ter visto quem você é, minha linda.

Olhei assustada e incrédula para Robert. Ele se divertia cada vez mais com meus espantos. Logo em seguida se aproximou de nós um casal jovem, com um pequeno bloco de notas nas mãos.

-Com licença. - eles disseram de maneira educada. - Não pudemos deixar de reconhecê-lo. Você é Robert Pattinson, não é? - Robert sorriu para eles e acenou afirmando com a cabeça.

- E você é Flávia, a atriz brasileira da Broadway. Uau! Nós adoramos vocês! Será que poderiam nos dar um autógrafo?

Não pude acreditar no que estava acontecendo. Nossa! Eu estava distribuindo autógrafos ali!!! Minha cara deveria estar hilária, pois Robert assinava os blocos e ria olhando para mim.

Logo um grupo de pessoas estava em nossa volta e nosso sossego foi embora em meio a tantos autógrafos que estávamos dando.

Eu estava de costas para Robert pelo movimento do grupo de pessoas e me virei, olhando assustada e ao mesmo tempo eufórica para ele que me devolvia seu olhar mais orgulhoso, sussurrando apenas “Eu te disse! Você é um sucesso!”.


Em um dado momento, Robert se levantou e desculpando-se com todos nos tirou do meio do povaréu. Fomos até o carro e seguimos de volta para meu apartamento. Durante a viagem voltamos abraçados, curtindo cada momento.
         
Chegamos em frente ao edifício e ele estacionou bem em frente a portaria. Robert olhou para o prédio e viu a figura de John parada, olhando desconfiado para o carro.

- Acho que seu porteiro não gosta muito de mim. - tive que rir dessa colocação tão absurda.

-Você que subir? - perguntei muito mais por educação. Ainda estava meio em dúvida se queria mesmo que Robert subisse. Sabia que seria inevitável, mas não queria apressar as coisas.

Ele me olhou ainda me analisando. Robert deve ter percebido minha insegurança e apenas me abraçou dando-me mais um beijo e cheirando meus cabelos.

- Melhor você subir sozinha dessa vez. Eu passo aqui mais tarde para te levar ao teatro. A noite poderemos fazer alguma coisa se você quiser. - ele disse me beijando a testa e olhando para mim antes que eu saísse do carro.

Eu gelei ao lembrar do encontro que teria hoje, mais tarde, antes de ir para o teatro. Taylor estaria me esperando para aquele combinado café. Ai! E agora?

-Sabe Rob... - eu disse a ele tentando arranjar uma desculpa convincente. – Luana deve estar louca para conversar comigo sobre tudo. Ainda não tivemos tempo de colocar as novidades em dia. - olhei para ele com um sorriso nervoso, pedindo a deus que ele não percebesse nada.

- Quem sabe você me encontra no camarim, depois do espetáculo? - falei e fiquei esperando sua resposta. Robert sorriu e disse que sim com a cabeça. Me puxou para mais um beijo e então eu sai do carro. Acenei para ele enquanto o carro se afastava e me virei em direção ao prédio.

Dei de cara com Gill saindo para correr no parque, coisa que sempre fazíamos juntos nesse horário. Ele me olhou e me cumprimentou com a cabeça. Não falou nada, apenas passou por mim e foi em direção ao parque. Senti uma pontinha de tristeza em meu peito, e saudade de uma época que parecia tão distante hoje...


N/A: Ai que encontro romântico!!!! Quem diria que Rob poderia ser tão fofo???? E esse encontro com Taylor, o que vocês acham? Promete! Beijos apertados e Abraços sufocantes! Fui...




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2 comentários:

  1. Melhor fic de todassssssssss!
    Não demore a escrever outros capítulos, Flávia!!!
    Bjus Joyce Cruz

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    Respostas
    1. Pode deixar Joyce!!!!
      Tem muita surpresa por ai.
      bjão!!!!

      Excluir

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