13 fevereiro 2015

Fanfiction: Bizarre Love triangle – Capítulo 25


Entrei em meu apartamento e dei de cara com Luana sentada no sofá.

-Precisamos resolver isso. - eu disse à ela com um sorriso no rosto que a deixou até espantada. - Não quero correr o risco de entrar aqui com alguém e encontrar você sentada me esperando. - e me sentei no sofá rindo da cara dela.

- Ha, ha, ha ..... engraçadinha. Essa casa ainda é minha também, ou não? - ela falou sarcasticamente ficando em pé e colocando as mãos na cintura. - Posso saber onde você andava até uma hora dessas? Estávamos preocupados. - ela falou me olhando com cara de repreenda e eu apenas tive que rir.

-Estávamos nada, Flavinha. - Tomaz falou saindo da cozinha com um pote de sorvete na mão e duas colheres na outra. - Isso é coisa dela. E ai? Tudo certo? Quer sorvete? Pego uma colher pra você se quiser... - ele disse fazendo graça da situação com Luana. Ela olhava para ele com cara de irada e eu e Tomaz rimos do jeito dela. Luana sentou-se conosco, se rendendo aos risos.


-Ta bom, ta bom... - ela disse. - EU fiquei preocupada. Custava ter ligado? - ela disse pegando um pouco de sorvete. Eram apenas onze horas da manhã e tanta coisa já tinha acontecido naquele dia....

Peguei a colher da mão dela e comi antes. Ela disse “Hey” e me deu um tapinha no ombro.

Revirei os olhos.

-Até poderia, mas estava tudo tão perfeito que eu nem me lembrei. Desculpa, mamãe.... - disse isso e me levantei do sofá indo em direção ao quarto me arrumar.



- Ah! E antes que eu me esqueça: pode vir quando quiser, mas sua casa agora fica do outro lado do hall. O que você acharia de eu ficar entrando e saindo quando estiverem sozinhos? Se liga né? - eu ri e Tomaz adorou minha colocação. “Uhu! Muito bem Flavinha!” ele disse em meio as palmas.

-Onde você vai? - ela me perguntou. - Eu toda agoniada pra saber o que houve e você sai assim, sem dizer nada? - Tomaz riu mais ainda do jeito dela. Era óbvio que Luana só estava ali para saber o que tinha acontecido. Parei no corredor e me virei rindo para os dois sentados no sofá.

-Tenho que me arrumar para o teatro. Vem. Te conto enquanto me arrumo. - disse à ela fazendo sinal com a cabeça para que me seguisse até o quarto. Era claro que eu contaria tudo a ela.

Ela se levantou aos pulinhos, deu um beijinho em Tomaz e foi comigo. -Tudo bem - disse Tomaz enquanto ficava na sala sozinho e com cara de ofendido. - Também tenho que me arrumar. E depois, ela me conta tudo mesmo. - saiu rindo e foi para seu apartamento.

Luana e eu entramos no quarto e eu fui direto para o banho. Ela me seguiu e ficamos conversando juntas no banheiro enquanto eu tomava uma ducha.

-Ai Luana... - eu disse a ela. - Láestá minha vida enrolada de novo... - ela me olhou de forma engraçada.

-Isso é que dá ser linda e gostosa. - nós duas rimos. - Ta, mas me conta o que houve?

Contei à ela a manhã maravilhosa que passei com Robert, desde o momento em que ele me tirou do teatro até o café da manhã com os autógrafos em South Seaport.

-Nooooossa! Que demais!!! Já estou aprovando esse cara. - ela disse batendo palmas. - Ta, mas qual é o drama afinal? Ainda o Gill?- Luh me perguntou quais eram minhas dúvidas.

Revirei os olhos quando ela falou em Gill. -Lembra aquele telefonema do Taylor? - ela me olhou assustada, lembrando da situação. - Marquei com ele hoje, no café perto do teatro. - Luana ficou me olhando como se me analisasse.

-Eu disse pra você falar com ele, não para se encrencar ainda mais, sua doida. - ela me repreendeu.

- Não pude evitar, Luh. Ele insistiu muito e..... - ela se levantou interrompendo o que eu dizia.

-E você está louca pra falar com ele, não é? - ela me olhou esperando a resposta. Apenas fiz que sim com a cabeça. Era verdade! Mesmo que tudo estivesse perfeito com Robert, eu ainda queria ver Taylor, falar com ele pelo menos.

-Só tome cuidado, Flavinha. Eles são amigos, isso pode acabar mal. - Luana me dizia enquanto eu me arrumava. - Acho mesmo que você tem que aproveitar, afinal não existe nada concreto com Rob... AINDA... mas esse jogo é perigoso. - Luh me disse e eu fiquei olhando para ela pensativa.

-Você ta certa Luh. - eu disse à ela como se tivesse tomado uma decisão. - Na verdade eu só vou me encontrar com ele pra pedir que pare de me ligar. Infelizmente..... Ele apareceu na hora errada. - sentei na cama. Minha cara dizia tudo. Luh veio me abraçar, eu não resisti e chorei em seu ombro.

Era engraçado como, no final das contas, minha vidaem Nova Iorque acabava sempre em dilemas como este. Pelo menos no teatro tudo ia muito bem. Uma nova etapa iniciaria agora que eu representava o papel de Bella Swan.

Terminei de me arrumar e me despedi de Luana. Tomaz me deu uma carona até o teatro. No caminho eu me lembrava de que sempre ia com Gill. Estava difícil não pensar nele nesses últimos dias. Gill foi por muito tempo, além de namorado, meu confidente e amigo. Eu sentia falta de seu colo.

-Preocupada com o novo papel Flavia? Sei que vai se sair bem. - Tomaz puxou assunto quando me viu muito longe em meus pensamentos.

-Um pouco, não vou mentir que acho uma grande responsabilidade...Mas na verdade eu pensava em outra coisa... - eu disse a ele me virando para a janela e olhando a paisagem de NY.

-É em Gill que você pensava, não é? Ele ainda sente sua falta.... - Tomaz disse chamando minha atenção.Era tão óbvio assim?? - Ele não se conforma que vocês tenham terminado. - olhei para Tomaz séria, mas logo abaixei o olhar e me rendi.

-Não foi culpa minha... ELE pisou na bola. Sinto falta de conversar com ele... - falei com lágrimas nos olhos. Lembrar de Gill ainda doía muito. - Você tem falado com Gill? Como ele está? - aproveitei para perguntar, coisa que não fazia há muito tempo. Na verdade, desde nossa briga no hall de entrada do prédio, eu e Gill evitávamos nos encontrar.

Vê-lo de novo no teatro ao lado de Amanda foi uma surpresa e também um choque. Não poderia imaginá-los juntos ali. Não depois de tudo que ele dizia dela. Era como uma traição. Mas não levei a sério. Provavelmente era ela assediando ele.

-Você sabe, né Flavinha. Eu e ele nos tornamos bons amigos. Ainda fazemos muita coisa juntos. Ele sempre pergunta de você, em como você está....é inevitável. Acho que ele está superando, apesar de ..... - ele parou como se lembrasse de algo que não pudesse ser dito.

-Apesar de que? - me virei para Tomaz dentro do carro e o olhei de forma curiosa. Ele passou a mão nervosamente no rosto e me olhou sério,voltando a olhar a estrada e logo estacionado o carro no estacionamento do teatro. - Você vai me falar ou não? - perguntei incisiva.

-Apesar de ele estar com a Amanda..... Gill ainda te ama. Se você disser que aceita ele de volta, ele larga ela na hora. - olhei incrédula ara Tomaz que fez cara de arrependido por ter falado isso para mim. Gill estava namorando Amanda.... Enfim ela conseguiu... Minha cabeça parecia uma panela de pressão de tanta dor que comecei a sentir. Me ajeitei para sair do carro, ainda estava séria.

-Desculpe Flavinha. Eu não falei por mal. Só queria ver vocês juntos de novo, mas acho que passei informações demais... - Tomaz saiu do carro e me olhou com ternura, mas mesmo assim minha raiva não diminuiu. Na verdade era raiva de Amanda, e não dele....

-Tomaz. - olhei para ele. - Me faça um favor, ok? Não quero saber nada sobre Gill ou Amanda. Desculpe ter perguntado. Desejo felicidades ao casal. - e sai indo em direção ao café ao lado do teatro para meu encontro com Taylor. Jeito bom de ir falar com ele... Droga! Minha cabeça pulsava de raiva com a informação que Tomaz me dera.Homens! Temos mesmo que usá-los e jogá-los fora.....

Ouvi Tomaz gritar um “Onde você vai?”, mas nem olhei para trás. Continuei meu caminho, agora muito mais nervosa pelo encontro que iria acontecer. Naquele momento parecia que tudo havia girado em torno dele, de meu Jake dos sonhos.

Taylor (ou seria Jacob Black?) foi a figura mais presente em minha vida em todo esse tempo que estou aqui. Esteve em meus sonhos mais profundos, em minhas fantasias mais surreais, foi um grande empecilho para o início de meu relacionamento com Gill e agora voltava a me assombrar perto de minha aproximação com Robert.

Não podia negar, ele me atraía. Fosse Taylor ou Jacob, eu me sentia atraída. Uma confusão de sentimentos era o que eu estava sentindo. Não conseguia separar a imagem do personagem. Mas mesmo que fosse por Taylor minha atração, ela não poderia acontecer agora. Infelizmente ele apareceu na hora errada e de maneira inusitada.
                                    
Era certo que em algum momento de minha aproximação com Robert eu iria conhecê-lo, afinal os dois são amigos, vivem próximos, trabalham juntos, enfim... Seria inevitável e a ideia até me atraia. Conhecê-lo e acabar com essa loucura toda. Separar ator e personagem de uma vez por todas.

Eu só não contava com essa atração mútua, essa luxúria que ele demonstrou por mim e eu por ele naquele dia na varanda, além de sua insistência em querer me ver. Isso não fazia parte de nada que eu havia pensado.


Me aproximei do café que havíamos combinado nosso encontro e pude vê-lo chegando quase que ao mesmo tempo. Estava no estacionamento, caminhando até o local. Quando o vi meu coração parecia que ia sair pela boca. Todo o sentimento que pude reviver daquele dia na varanda voltava com uma força imensurável.


Procurei parecer neutra nesse momento e o esperei em frente ao café. Taylor se aproximou de mim e me deu um beijo suave no rosto, me cumprimentando. Não pude deixar de perceber sua respiração ofegante e sua perturbação em me ver ali, tão perto dele. Isso me desconcertou ainda mais. Saber que ele também sentia essa atração por mim não facilitava em nada as coisas.

-Oi... - Taylor me disse olhando para minha boca e pude até ver um suspiro sair de seus lábios. Ele me olhava com uma mistura de ternura e paixão. - Como é bom poder ver você de novo. - tive a sensação de que ele queria se aproximar mais e me tomar em seus braços, mas mantive uma certa distancia procurando manter o foco. Estava sendo uma tortura para os dois.

-Olá Taylor. Como vai? - eu disse a ele, mantendo a cordialidade, apesar de meu coração estar aos pulos. - Vamos sentar um pouco? - o convidei para sentar e tentar dessa maneira nos acalmar. Cada vez mais eu tinha certeza de que essa conversa não seria fácil.

Nos sentamos em uma mesa afastada, na varanda dos fundos do café, para não chamar muita atenção. Eu e Taylor estávamos nervosos, isso era fato. Mas mesmo assim não falávamos nada, só nos olhávamos com tanta intensidade que dava até medo. Que sentimento era esse?


- Meu deus... - ele finalmente disse, quebrando o silencio. Levantou a mão e tocou meu rosto com suavidade. Depois, subiu a mão até minha nuca, entrelaçando seus dedos em meus cabelos, puxando-me em sua direção. - Você é ainda mais linda que minha imaginação conseguia lembrar. Eu... - ele ainda falava quando eu o interrompi.

-Taylor, pare. - puxei sua mão para baixo e o fiz voltar a seu lugar, já que ele estava se aproximando cada vez mais de mim. Parecia uma atração incontrolável. - Você sabe que desse jeito não chegaremos a lugar algum. Isso é loucura, insano. Você e Rob são amigos, AMIGOS - frisei bem a palavra para que ele voltasse a razão. Vi Taylor bufar e sentar-se de forma irritada na cadeira, passando as mãos nervosamente pelos cabelos.

-Mas eu não sei o que fazer, Flávia. Estou ficando louco. - ele disse sentando-se mais para frente e virando-se para mim. - Eu quero você, largo tudo por você. - Taylor pegou minha mão e aproximou-a de seu peito. Seu coração estava acelerado. Eu abaixei meu rosto, nervosa, ele mexia comigo.

-Olhe para mim. - ele disse e eu levantei a cabeça, encontrando seu olhar forte novamente. Os olhos negros de Taylor diziam tudo. - Eu sei que é loucura, mas não posso evitar. Penso em você 24 horas do meu dia. Nunca havia sentido algo assim por uma garota. Você mexe comigo em níveis tão altos que não sei explicar.

Meu olhos se encheram de lágrimas e eu já não conseguia mais segurá-las. Com a outra mão Taylor secou minhas lágrimas e pediu que me acalmasse. Me soltei dele, tentando voltar ao normal.Tudo era muito forte. Meus sentimentos por Taylor eram tão intensos quanto os dele, porém eu precisava manter a razão. Meu relacionamento com Robert também era real, apesar de estar no início.

-Me desculpe. - ele disse acariciando meu rosto. - Sei que não deve ser fácil pra você também.

-E não é mesmo! - falei um tanto alterada e ele me olhou, sério dessa vez. - Você não imagina o quanto eu estou “pirando” com tudo isso. - ele me olhava com atenção.

Contei a Taylor tudo que tinha acontecido desde minha chegada a Nova Iorque. Os ensaios com os atores no teatro, as leituras dos livros. Rimos juntos quando contei sobre os sonhos com Jacob e de como fiquei encantada com sua figura no filme. Vi sua incomodação quando falei de meu relacionamento com Gill e da aproximação de Robert. Enfim, em um breve resumo pude revelar a ele todo meu sentimento e de como isso me afetava profundamente.
Taylor ouvia com muito interesse. Seu olhar mostrava que a cada nova descoberta mais ele se interessava por mim e minha vida. Quando terminei, parecia que eu havia corrido uma maratona. Eu estava exausta. Recostei-me na cadeira, retomando o ar. Passei as mãos nos cabelos e os prendi, em um rabo de cavalo displicente.

Ele me olhava. Abaixou a cabeça, passando a mão pelos cabelos mostrando como também estava nervoso. Não tinha como negar, eu ele tínhamos uma ligação forte que nenhum dos dois era capaz de explicar. Mas também sabíamos como isso era difícil.

Taylor pediu uma água e um café para cada um de nós, tentando acalmar os ânimos. Ele acariciava meu rosto e olhava minha boca com jeito de quem iria avançar em mim. Eu também olhava para ele com vontade e com pesar. Estava louca para beijá-lo.

Nesse momento um fã apareceu e quebrou o clima, pedindo para tirar uma foto minha. Me levantei prontamente e me posicionei, como ele me pedia. Taylor ficou sentado me olhando com seu largo sorriso nos lábios. Tinha um olhar orgulhoso e também eufórico.


Depois das fotos, pedi licença a ele e fui ao banheiro me recompor depois dessa conversa tão difícil. Fiquei um tempo encostada na pia, me olhando nos olhos através de meu reflexo, tentando juntar forças para voltar lá na mesa e finalmente dizer a Taylor que isso tinha que parar aqui. Seríamos bons amigos, se isso fosse possível.

Eu já saia do pequeno banheiro, que tinha espaço para apenas uma pessoa por vez, quando dei de cara com Taylor parado do lado de fora da porta. Ele não precisou me dizer nada, seu olhar dizia tudo que era preciso saber naquela hora.
Nos encaramos com paixão, não havia ninguém perto para interferir. Com uma das mãos, ele segurou minha nuca com firmeza, enquanto descia a outra para agarrar minha cintura, puxando meu corpo para mais perto do dele. 

Taylorme puxou para um beijo ardente e apaixonado. Não resisti. Nossos lábios se tocaram e um leve gemido pode ser ouvido pelos dois. Era nítida a vontade que tínhamos de fazer isso desde o momento em que nos vimos.Minhas mãos subiram por seus braços para enlaçá-lo pelo pescoço,entrelacei meus dedos em seus cabelos e eu o puxei, apertando ainda mais nosso beijo.

Ele me empurrou para dentro do banheiro e fechou a porta puxando-a com o pé. Sem quebrar o beijo, Taylor encostou-se na porta puxando-me para perto dele e me apertando como se fossemos nos transformar em um só corpo.Quando percebi, tinha meu corpo prensado junto a ele. Não sei como permiti que suas mãos passeassem pelos contornos de meu corpo com luxúria.

Com toda minha atenção concentrada nas mãos de Taylor, que desciam pelas laterais do meu corpo, parando em minhas coxas e levantando-as até altura de seu quadril, fazendo um encaixe perfeito, vi quando ele trancou a porta e virou-se, comigo encaixada nele, e sentou-me na pia.

Sua boca sugou minha língua com sofreguidão, demonstrando todo sua urgência e desejo. Enquanto pegávamos ar, entre um beijo e outro, Taylor lambia e beijava meu pescoço, me levando a loucura.-Você é uma delícia. - ele sussurrava em meu ouvido me fazendo gemer só de pensar em quantas coisas poderíamos fazer para aplacar esse fogo. Minha respiração ofegante em seu ouvido fazia com que ele ficasse cada vez mais excitado.

A aproximação de nossos corpos me mostrou toda vontade de Taylor no volume que seu pênis mantinha. Não resisti e me esfreguei nele, movimentando meus quadris contra ele, ouvindo-o gemer de prazer. - Você vai acabar comigo. - o ouvi dizer em meu ouvido enquanto subia suas mãos ágeis por dentro de minha blusa. Taylor não teve problema nenhum e livrar-se de meu sutiã e acariciar-me os seios por debaixo da blusa. Meu corpo todo ardia em chamas.

Taylor levantou minha blusa e sua boca desceu de encontro aos meus seios. Passou a brincar com eles alternadamente, lambendo, sugando, mordendo. Cravei minhas unhas em suas costas, deixando escapar seu nome entresussurros. As coisas estavam esquentando. Eu tinha que parar.

-Taylor. - eu tentava fazê-lo parar para recuperar a consciência. -Temos que ir. Eu tenho que atuar. - ele levantou o rosto, me apertando contra seu corpo e com um sorriso maroto nos lábios me fez uma proposta.

-Ok. - ele disse. - Paramos agora, mas você tem que me prometer que vamos nos encontrar outras vezes. Isso não pode terminar aqui. Eu sou louco por você e sei que você é louca por mim. Sentir sua pele me deixou ainda mais alucinado.

Desci da pia e fiquei em pé me ajeitando. Eu sabia que não estava certo, mas depois do que aconteceu, era impossível dizer que não. Ele queria e eu queria. Meu rosto mostrava todo meu sofrimento.

-Taylor, me entenda. - eu ainda tentava fazê-lo entender como isso seria difícil. - Você tem um relacionamento, eu também estou com Robert. Gosto dele..... isso está errado. - eu tentava me recuperar e me ajeitar para sair do banheiro.

-Nada disso. - ele foi categórico. - Você não tem como voltar agora, já me pertence. - e me agarrou de novo enchendo-me de beijos. Por mais loucura que pudesse parecer, eu e ele estávamos felizes. - Só deixo você sair se me prometer que vamos nos encontrar de novo, mais tarde.

Lembrei-me de Robert e de que havia combinado com ele de sairmos para jantar. Só essa lembrança me fez sentir uma pontada de dor em meu coração. Robert era maravilhoso comigo, não merecia que eu o magoasse.

-Hoje não Taylor. - olhei para ele que me olhava de volta, inquisitivo. - Amanhã. Me ligue amanhã e saímos de novo. Mas você tem que prometer se comportar. - eu disse já saindo.

-Com você? Impossível!!! - ele disse também saindo e me tarando com o olhar. - Você é uma tentação... -  e me deu um ultimo beijo antes de colocar os óculos e se afastar de mim. Fiquei olhando-o se afastar, pensando na loucura que tinha acontecido. É Taylor...pensei comigo mesma Você será minha maior loucura e minha maior desgraça...Estou prevendo...


Sai e fui em direção do teatro, ainda flutuando com tudo que havia acontecido...

N/A: Momento vagabunda ON!!! Ahhhhhhh!!!! Que deliciaaaaaa!!!! Depois desse capítulo vou tomar uma ducha para me acalmar para ler o próximo.... rsrsrsrs Beijos apertados e Abraços sufocantes.... Fui....


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3 comentários:

  1. Socorroooooo!!!! Cinquenta tons de Taylor Lautner!!!
    Show, Flavinha!
    Bjus
    Joyce Cruz

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  2. queria que ela ficasse com o gill

    ResponderExcluir

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