20 fevereiro 2015

Fanfiction: Bizarre Love triangle – Capítulo 26 #Hot +18 anos!


*OBS: Caras leitoras! Sei que a internet é um veículo independente e cada um lê o que quer e gosta. Entretanto gostaria de avisá-las que esta estória é para maiores de 18 anos. Portanto estou me antecipando e aviso que neste capítulo teremos algumas cenas de sexo entre os personagens relatadas com detalhes. Um abraço.



Após o espetáculo, Robert me esperava no estacionamento, fumando um cigarro e encostado no carro. Era lindo vê-lo ali, parado, despreocupado de tudo. Antes de me aproximar fiquei prestando atenção em seus gestos e em como ele era elegante e muito bonito. Estava relaxado e despojado, diferente de outras vezes em que nos encontramos. 

Minha volta ao teatro, depois de meu tórrido encontro com Taylor, me levou a tomar uma decisão. Isso não poderia continuar! Alguém tinha que dar um fim nessa loucura e esse alguém tinha que ser eu pelo jeito. O lado imaturo de Taylor não iria favorecer para que isso acabasse.


Antes de entrar em cena, liguei para Robert confirmando nosso encontro depois do teatro. Infelizmente, ou não, ele apareceu primeiro em minha vida, e eu gostava de estar com ele. Robert me passava segurança, carinho, proteção...Taylor era minha loucura, meu lado mais selvagem...e me dava medo.

Fui chegando perto e me derreti toda quando o vi dar seu sorriso lindo ao me ver perto dele. Deu uma última tragada e jogou o cigarro no chão, soltando a fumaça lentamente. Estava lindo, com os cabelos levemente desarrumados, camisa de botão branca com um casaco, sobretudo por cima, calça jeans e coturnos pretos. 

-Você fica ainda mais linda no frio. - disse e me deu um beijo delicado no rosto. Estava começando a esfriar de novo em Nova Iorque e logo estaríamos no inverno. Olhei para Robert sorrindo. Eu ainda tinha os cabelos penteados para a personagem, mas estava com uma maquiagem diferente. Resolvi reforçar o batom vermelho, já que estava usando um casaco de cor creme por cima de meu vestido.
-Você é que está muito charmoso, meu querido. Tudo isso é pra mim? - brinquei com ele, me abraçando a seu peito e o encarando. Robert envolveu seus braços em minha cintura, me puxou ainda mais pra perto, encostou seu rosto em meu pescoço respirando fundo meu perfume e ficou me olhando com admiração. 

-E para quem mais seria, senão para a MINHA garota?! E você nem imagina o quanto eu fico feliz de poder dizer isso... Minha Flávia. - ele disse roçando a ponta de seu nariz no meu. Parecia radiante só pelo fato de estar ali comigo. 


-E a sua garota não vai ganhar um beijo? - perguntei fazendo biquinho, já que ele só havia me beijado no rosto quando cheguei.

-É que eu estava fumando, meu amor, e sei que você não aprecia... Estava esperando a gente ir para algum lugar, tomar alguma coisa e daí .... - ele se justificou todo sem graça pelo mau hábito que tinha. Era uma graça o jeito envergonhado que ele ficava toda vez que o assunto cigarro vinha à tona.



-Bom, se é assim, só posso ser sua garota se te aceitar do jeito que você é, não é mesmo? - Robert me olhou ainda mais admirado e com um sorriso enorme nos lábios. Nem precisei explicar duas vezes e ele já me puxou para perto, encostando nossos lábios. 


Beijar Robert foi a confirmação de que eu precisava. Eu estava apaixonada por ele sim. Suas mãos me seguravam com propriedade e sua boca se modelava a minha com segurança. Não fiz resistência a nada e o beijo saiu leve e gostoso, como se já estivéssemos preparados para aquilo. Nossas línguas brincavam de maneira calma e sem pressa, como se um estivesse dizendo ao outro o quanto nos queríamos.


Não pude deixar de fazer uma leve comparação com o beijo de Taylor. Com Rob tudo era mais seguro, maduro. Taylor era urgente, ardente, impulsivo.... Era muito louco como os dois me completavam.

-Onde você quer ir? - Rob perguntou me tirando de meus pensamentos confusos. Não poderia me deixar recair por Taylor de novo, não agora que já tinha me decidido a ficar com Robert. 


-Alguma sugestão?- estava meio sem idéias, só queria ficar junto dele.



-Bom... - ele disse abrindo a porta do carro pra que eu entrasse. – Taylor ligou e disse que estava indo à um restaurante com Lilly. - eu gelei. Aquele doido ia mesmo fazer isso? Taylor estava começando a me assustar. O que ele queria com esse joguinho de nós quatro saindo juntos?



-Não! - falei tão incisiva que Rob se assustou. - Prefiro sair com você sozinha dessa vez. Outro dia marcamos com ele, que tal? - tive que dizer para que ele não achasse mais estranho do que já estava. Luana tinha razão, esse jogo era muito perigoso. Sem contar que o fato de lembrar que Taylor estaria acompanhado me fez o corpo todo tremer de ciúmes. 


-Como você preferir, minha Flávia. - ele disse entrando no carro e me dando mais um beijo. - O que eu quero é estar com você.


Robert arrancou o carro e eu o abracei. Procurei esvaziar a cabeça e só pensar em nós dois naquele momento, mas foi inútil. Meus pensamentos ainda estavam longe, em um certo restaurante. Nessa hora tive certeza de que minha vida estava dentro de um redemoinho...

oOo

-Alô? Mãe! Que saudade! - eu disse assim que reconheci a voz de minha mãe do outro lado da linha. Fazia um tempo que nós não nos falávamos e eu já estava sentindo falta. 

Desde que vim morar nos Estados Unidos minha mãe já me visitara duas vezes. Também mantínhamos contato por telefone e internet, que era sempre um desastre, pois ela pouco conhecia sobre isso, mas nada se comparava a estar com ela todos os dias. Com a peça correndo a mil por hora, eu não tinha férias para visitá-la.

Porém, por mais que eu a convidasse para ficar aqui comigo, ela sempre dizia não. Primeiro era o idioma, depois a minha vida corrida. No fundo eu até sabia o motivo, minha mãe era apegada demais à suas coisas no Brasil. Sempre fora uma pessoa simples, e o fato de ter a filha trabalhando em Nova Iorque não iria mudá-la em nada. 

Quando a avó de Luana faleceu, eu até pensei que minha mãe viesse morar conosco. Mas no final ela desistiu. Como Gill estava praticamente morando comigo naquela época, minha mãe não quis interferir. Mal sabia ela o que estava por vir... 

Contar à D. Regina o que havia acontecido comigo e com Gill foi muito difícil na época. Minha mãe adorava Gill, ela ainda o defende até hoje. Para ela o melhor de tudo seria que eu e ele ficássemos juntos e que eu esquecesse esse mundo doido de atuação e celebridades.

De fato ela tinha muito medo do que pudesse acontecer comigo. São muitas as notícias ruins que circulam pelo Brasil a respeito do mundo dos famosos. Sendo uma pessoa simples, minha mãe ficava sempre com muito receio.

-Own minha filha... Como estão as coisas por ai? - ela perguntou. Estava se referindo a Gill, é claro, e ao novo papel que eu agora representava na peça. Ainda não tive coragem de contar a minha mãe que estava me relacionando com outra pessoa. Muito menos QUEM essa pessoa era! Ou ERAM, na verdade.... Ela me acharia louca de pedra.

Apesar de sempre me apoiar em tudo que fiz até hoje, até mesmo no fim de meu relacionamento com Gill, minha mãe fazia parte de um grupo que acredita em casamento até o fim, mulheres em casa, maridos trabalhando, etc...Mesmo sendo viúva. Sempre fui muito diferente dela, mas nunca a coloquei em situações delicadas com a minha “rebeldia”. E assim nos entendíamos, afinal éramos só eu e ela depois que meu pai falecera.

-Tudo certo, mãezinha. A peça está cada vez melhor e eu fui bem aceita no papel principal. Quando a senhora volta para me ver atuando como Bella e ficar comigo uns dias? Me avise que mando a passagem. - nesse tempo todo que estive aqui, nunca a deixei sozinha. Ter as despesas pagas pelos patrocinadores me ajudava muito e assim eu também ajudava minha mãe.

-Pois é Flavinha. Eu estou pensando em ir até ai no casamento de Luana e Tomaz. Minha amiga Sonia nunca me perdoaria se eu perdesse esse dia. - ela falava da avó de Luana que falecera final do ano passado.


-Que ótimo mãe! Luhe Tomaz ficarão muito felizes. Mando a passagem então. E pode deixar que dou um jeito de ir buscá-la no aeroporto.

-Ótimo filha. Agora me conta.... Como está Gill? Vocês conversaram? Você sabe o quanto eu torço para que vocês se acertem de novo... - outch! Ela tinha que perguntar. 



-D. Regina... - eu disse a ela e meu tom já mostrava o quanto eu estava incomodada com a sua pergunta. - Eu e Gill, daqui pra frente, seremos somente amigos, dentro do possível. Não adianta a senhora insistir nesse assunto. O que ele fez me magoou muito. - encerrei o assunto sobre Gill e ela percebeu.
- Tem outra pessoa que eu gostaria que você conhecesse. - percebi que era a hora de falar sobre Robert. - O nome dele é Robert. Tenho certeza que você gostará muito dele. - percebi sua decepção quando eu falei sobre Rob, mas era algo que eu não poderia fingir mais. Afinal, eu e ele estávamos juntos. 

Nem entrei em detalhes para explicar quem Rob era e o quanto isso mudaria muita coisa daqui para frente. Era mais fácil mostrar à ela quando estivesse aqui comigo. Nos despedimos e eu ainda fiquei sentada no sofá da sala pensando nessa última parte da conversa com minha mãe.


Falar à ela que eu e Robert estávamos juntos era a confirmação de tudo na verdade. Era a primeira vez que eu admitia que éramos um casal, desde que começamos a sair juntos. Meus pensamentos me levaram a noite maravilhosa que havíamos passado juntos ontem...


#Flash Back on#
Chegamos em um lugar muito romântico. As luzes da penumbra invadiam o ambiente e haviam poucos lugares disponíveis.

Logo que chegamos fomos recepcionados por uma moça muito bonita que parecia conhecer Robert muito bem.

-Sr. Pattinson! É um prazer revê-lo. Deseja sua mesa habitual? - ela falou e eu o encarei admirada. Quantas vezes ele deveria ter estado ali naquele lugar? E com quantas mulheres? Confesso que o tremor do ciúme me pegou novamente naquela hora. 

-Por favor, Gina. - ele disse sem me encarar. Sabia que eu o estava olhando, mas não se arriscou. Percebi um leve sorriso em seus lábios enquanto caminhávamos até uma sala reservada com uma mesa aconchegante nos fundos do bistrô. 



A tal Gina pendurou nossos casacos em um cabide na parede da sala, acendeu as velas do ambiente e saiu pedindo licença, dizendo que logo voltaria com o menu. Robert puxou educadamente a cadeira para que eu me sentasse e sentou-se de frente para mim. Eu o olhei, um tanto aborrecida, esperando alguma explicação. 

-Então? - eu disse tamborilando os dedos em cima da mesa, recostada na cadeira e com as sobrancelhas levemente levantadas. - Que história é essa de mesa habitual?

Robert deu uma gargalhada gostosa e pegou minha mão para que eu parasse de bater os dedos. Não senti vontade de puxar a mão. Ele ainda ria e eu acabei contagiada por seu humor. 

-Ciumenta você fica ainda mais encantadora. - ele falou puxando minha mão e dando um beijo.

- Não pense bobagens, minha Flávia. Gosto de vir aqui porque sou bem atendido e porque me sinto a vontade nessa salinha especial. Você sabe que não são muitos lugares que posso ir sem que seja importunado por fãs enlouquecidas. 


Robert me explicava sorrindo, como se fosse a coisa mais natural do mundo, e eu percebi que minha reação era totalmente descabida. É claro que ele já havia estado ali, e talvez com muitas mulheres. Mas era eu quem estava com ele naquela hora, e isso era o que importava.


-Desculpa. - eu disse a ele, abaixando os olhos, meio envergonhada por meu comportamento. - Admito que seja um pouco ciumenta sim, essas coisas às vezes me dominam. Mas prometo tentar me controlar. - eu sorri e ele se levantou e veio até mim. Me puxou pela mão e me levantou, abraçando-me contra ele e ficando a centímetros de meu rosto. Uma música suave tocava ao fundo e tudo ficou romântico e sensual.

-Sei que não podemos nos esquecer do que já aconteceu em nossas vidas. Tudo faz parte do que somos e conhecemos. Mas podemos não nos prender a isso e pensar apenas no que estamos vivendo agora. – ele disse me apertando contra seu peito.

Robert colocou as mãos em meu rosto e me olhou nos olhos de maneira profunda.

- Não existe outra pessoa com quem eu queira estar nesse momento, minha Flávia, além de você. 



Eu olhava para seus olhos verdes lindos e intensos e um calor me subiu pela espinha. Robert era extremamente sedutor e carinhoso, estava me deixando totalmente envolvida por ele. Ele olhou para minha boca e molhou levemente seus lábios como se demonstrasse a fome que tinha por eles. Eu repeti seu gesto olhando-lhe nos olhos e depois para sua boca, com a mesma intensidade


-Você me enlouquece Flávia. Tudo em você é perfeito. - disse e me puxou para um beijo ardente e fogoso. Robert me puxava como se quisesse me engolir. Pude ouvir um leve gemido quando suguei sua língua com vontade, retribuindo seu desejo da mesma forma. Não tínhamos pressa, estávamos ali nos sentindo, o tempo era todo nosso.


-Ham, ham...- Gina nos interrompeu de maneira sutil e nós voltamos para a mesa sorrindo. Robert pegou o menu e sentou-se, agora a meu lado, para que escolhessemos o que íamos pedir. Optamos por uma salada com vitela, pois já estava tarde para comer qualquer coisa mais forte.


-E vinho Gina! - ele disse sorrindo e olhando-me nos olhos. - Faça como for, não deixe vinho faltar a esta mesa. - e me deu um beijo leve nos lábios, sorrindo maliciosamente. 



Em uma de nossas conversas eu havia revelado a Rob o quanto gostava de vinho e como essa bebida me fazia relaxar. Tive que rir de seu jeito moleque quando me olhou e mordeu o lábio inferior, me olhando por inteiro.


Então seu telefone tocou. Robert olhou o visor e fez uma cara muito suspeita. Disfarcei quando ele olhou para mim, mexendo em minha bolsa procurando algo fictício. Robert apertou o botão de cancelar a chamada e, em seguida desligou o aparelho. Eu fiquei olhando curiosa, esperando alguma explicação que não veio.

Percebi que ele ficou um pouco nervoso após o telefonema, mas já tinha feito cena de ciúmes suficiente por uma noite, não quis queimar meu filme. Logo ele iniciou uma conversa, trocando o assunto.

-Posso te confessar uma coisa? - Robert falou enchendo mais um pouco minha taça de vinho e sorrindo marotamente. 
-Humm... O que seria essa confissão? Já estou preocupada? - eu disse a ele de maneira divertida. Eu e Robert já estávamos há horas saboreando o vinho e o prato escolhido.

-Então... vai contar ou não?- eu perguntei mordendo meu lábio e olhando para ele de maneira sedutora. Eu já podia sentir que o clima estava quente. 

O vinho já havia cumprido seu papel e nós estávamos completamente soltos àquela hora. Já não havia mais nenhum cliente no bistrô além de mim e Robert, e os funcionários já não apareciam há um bom tempo. Na mesa, um balde com duas garrafas de vinho, uma aberta que estávamos tomando e outra fechada. 

-Naquele dia que nos encontramos no parque, que você voltou para casa com seu ex-namorado, eu ainda fiquei um tempo olhando você e ele. - ele disse me ajeitando na cadeira. Eu o olhava confusa, não estava entendendo onde queria chegar. 




-Fiquei ali até tarde, confesso, e não pude evitar... eu... - ele estava vermelho e pude ver que havia se encabulado. Eu ainda não estava totalmente sã do que Robert estava me contando. O que ele queria dizer? Nosso encontro foi muito tranquilo, pelo que me lembre... Teve a cena de Gill de braços cruzados, me perguntando quem era... mas nada sério.


-Meu querido, não sei onde você quer chegar com essa conversa. Já passou. Estamos juntos agora e ... - ele me deu mais um beijo, me tirando o ar. Percebi o quanto Robert se alterava a cada lembrança daquele dia. Mas por que? Estava excitado, era visível. Ele se aproximou ainda mais de mim e pude sentir o volume entre suas calças aumentando. Não posso negar que isso estava me excitando também e eu já sentia minha lubrificação aumentar. 


-Ai minha Flávia, você é tão linda, tão deliciosamente linda... - ele me beijava o pescoço e lambia minha orelha me levando a loucura. Estávamos nos provocando cada vez mais. Porém eu estava me controlando ao máximo, afinal estávamos no restaurante e ainda havia funcionários ali, apesar de não os ver há tempo...


-Rob, por favor.... A gente está em um lugar público. Quem sabe vamos embora e... - ele me beijou novamente, não me deixava terminar uma frase sequer. Suas mãos já percorriam todo meu corpo, me apertando em lugares estratégicos. O clima estava muito sedutor e convidativo, a música tocava baixinho, não havia mais barulho de pessoas no ambiente e parecia que só estávamos nós dois ali.


-Ta certo. Vamos embora. - ele disse se afastando de mim e me deixando até zonza. Naquela hora eu já não estava mais me importando com nada. Queria Robert comigo. 



Segurei seu rosto entre minhas mãos. Ele me olhava com paixão. - Você está com receio de me contar alguma coisa. Fale. Agora estou curiosa. - eu o incentivei a falar. Ele abaixou o olhar me abraçou. 

-Invadi seu espaço, minha Flávia, mas não pude evitar. Fiquei encantado com você e.... - ele me abraçou ainda mais. - Como desejei ser eu naquele dia com você... 

Reorganizei meus pensamentos e voltei ao dia em que fui para casa depois de meu encontro com Robert. Gill me esperava em frente ao prédio. Comecei a relembrar de tudo quando meus olhos se arregalaram e eu o encarei assustada. 



-A varanda! - eu disse um tanto chocada. - Você me viu com Gill na varanda aquele dia, é isso? - ele abaixou a cabeça. Imagino que achou que eu ficaria zangada ou algo assim. 


Uau! Tive que parar um momento e imaginar Robert olhando a mim e Gill na varanda. Foi uma cena quente, eu confesso. Mas eu sabia que o lugar era público, qualquer um poderia ter visto. Ele, é claro, eu não imaginaria.


Me levantei e fui em direção a porta da sala e olhei para Robert que a essa altura imaginava que eu sairia dali com raiva dele. Tranquei a sala e me encostei na porta, olhando-o profundamente.

-Então, agora é a minha vez de confessar. - ele me olhou duvidoso. Virou seu corpo em minha direção e ficou esperando que eu falasse. - Naquele dia com Gill... - fiz uma pausa e o olhei nos olhos, molhando os lábios de maneira sensual e provocante.

- Naquele dia eu fiquei imaginando como seria com você. Era você que eu queria naquele dia.- o olhar de Robert era uma mistura de luxúria e admiração. O vi ficar em pé e cobrir a distância entre nós, me pegando nos braços com vontade. 


Sua língua invadiu minha boca. Robert me apertou num beijo sensual, eu já nem fazia mais força para me separar dele. Senti sua mão livre subindo por meu vestido e seus dedos me penetrando. Arfei em sua boca. Robert separou do beijo, me olhou diabólico e falou.


- Já está toda molhada me esperando... você é uma tentação.– seus dedos ainda me penetravam fundo, ele aproveitou que eu estava sem fala e colocou outro dedo circulando meu clitóris.


-Ai Robert... – gemi, ele era louco. Estávamos na sala e a qualquer momento alguém poderia entrar, mesmo com a porta fechada.

-Isso minha Flávia, geme meu nome. – ele passou sua língua quente no meu pescoço, me fazendo ver estrelas. Queria o contato com seu corpo.


Eu já nem sabia mais meu nome, estava sentindo o orgasmo vindo e nem queria que ele parasse mesmo. Robert tinha razão, eu era dele. Já nem me importava mais se estávamos sozinhos ou não naquela hora.



Robert me virou em direção a mesa e jogou as coisas que tinha em cima dela no chão. Aproveitou o fato de meu vestido ter botões em toda sua extensão na frente e desabotoou um por um, deixando-me apenas de lingerie em cima da mesa. 

Nessa hora ele me olhou com mais luxúria ainda, acariciando todo meu corpo com carinho, como se olhasse uma jóia rara. - Você é muito mais linda que eu imaginei que fosse. - ele disse descendo em direção aos meus seios, tirando meu soutien. 


Olhei pra o rosto dele e corei. Sem aviso Robert começou a chupar e lamber os seios. Sua língua quente estava me levando a loucura. Ele foi para o meu pescoço passando a língua e deixando um rastro de fogo, minhas mãos foram para o cabelo dele e eu o queria.

Puxei, seu corpo quente junto ao meu estava me deixando mais excitada, ele era cheiroso, atencioso e ainda gostava de joguinhos sensuais. Eu estava delirando com aquilo. 



Robert livrou-se de suas roupas e segurou minhas mãos em cima da minha cabeça, descendo sua boca novamente para o meu seio. Juntou minhas mãos, segurando-as com apenas uma e com a outra ele desceu pela lateral do meu corpo me dando arrepios, me apertou na cintura e subiu para o outro seio, chupando um e massageando o outro, brincando com bico que já estava apontado pra ele de tão excitada. Pude ouvi-lo gemendo em minha pele. 

Meu quadril já se mexia sozinho, se esfregando na ereção dele. Quando Robert me olhou, vi que ele também estava no limite. Tentei soltar minhas mãos, mas ele me segurou um pouco mais forte. Levantou do meu seio e me olhou nos olhos. Esfregando seu membro na minha entrada, mas não me penetrava. 

Eu já estava quase gritando quando o vi me soltar e se abaixar em sua calça que estava no chão. Quando ele voltou, percebi que já estava com o preservativo pronto e um sorriso malicioso nos lábios. 


Robert deslizou pra dentro de mim no segundo depois, sem cerimônias, e gemeu alto. - Ahhhh... minha Flávia. - a sensação dele dentro de mim foi maravilhosa. Ele me preenchendo, se encaixando perfeitamente em mim.


Robert fechou os olhos aproveitando a sensação, se movimentando devagar em mim, como que apreciando cada investida, eu não conseguia parar de olhá-lo, gemendo junto. Ele se movimentava dentro mim em cima da mesa, devagar, mas de forma profunda, me deixando alucinada com cada investida e prolongando o prazer de ambos.

-Ahn Rob.... - ele gemeu no meu ouvido quando me ouviu dizer seu nome; gostava de me ouvir falando. O senti maior dentro de mim, como era possível eu não sabia, estava rebolando embaixo dele, com ele ainda me penetrando lentamente. 


-Ah, Robert... Rob! – eu ia gozar de novo, estava sentindo vir.


-Comigo minha Flávia. Ahh..Ahhh... – pediu e me mordeu no ombro.


E veio com tudo, meu corpo tremeu e o dele também, logo depois do meu. Ele se encostou ao meu corpo, estávamos suados e quentes, a respiração acelerada, o coração dele batia junto com o meu. Relaxei e fechei os olhos, ali em cima da mesa, com Robert deitado sobre meu corpo.

#Flash back off#

N/A: Oi meninas! Primeira noite de amor com Rob. E ai? O que acharam? Eu falei que ela tentaria ser fiel.... Ou quase isso.kkkkkkk Está uma loucura! E essa era a proposta mesmo, fazê-las conhecer cada um bem de perto. Gill, Rob e, mais pra frente, Tay. Ai sim vcs poderão escolher de verdade. Não condenem nossa heroína. Esperando seus coments .bjbjbjbjbj


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