27 fevereiro 2015

Fanfiction: In choice - Capítulo 4 - A deal with the devil


POV Selena*

       Após sair daquele velho bar, tudo o que eu pensava era no Justin e dos nossos momentos. Do nosso primeiro beijo, no qual jurei que não gostava, mas lá no fundo não era mau de todo.

       _Selena do que é que você está rindo? ­Disse com um tom agressivo. Ele não parecia feliz em ter que me buscar na casa de Justin.
        _De nada pai, apenas besteiras.        

        Não percebi que já estávamos em casa, com isso sai do carro, sem lhe dar tempo para começar a falar das consequências do que eu fiz e o que poderia ter acontecido.


 Não aconteceu nada é o que interessa, fim do assunto!  Com isso dirigi-me para o meu quarto. Não tive tempo de trancar a porta, quando Vanessa entrou como um jato pela porta.

      _Que raios você pensa que está fazendo? Se meteu em problemas outra vez? – Um pouco espantada com a audácia de Vanessa, não tive forças ou palavras para respondê-la. -Isso é maneira de receber os amigos? Poupe-me do blábláblá. Já sei o que aconteceu Selena, mas que raios é que te passou pela cabeça?

     _Virou o meu pai agora? Aliás, nem foi de todo mau. Eu só não dormi em casa.

     _Bem... Alguém tem que o ser né? Agora me conte onde esteve.         

     _Reencontrei o Justin. ­ A medida em que aquelas simples apalavras saíram da minha boca, minhas bochechas ganhavam cor.

     _Não acredito! Selena! AHAHAH como eu gostaria de estar lá para ver. ­ Diz soltando uma gargalhada maléfica.

    _Não sejas assim... Ambos crescemos e seguimos com a nossas vidas.  Já não somos mais crianças para andar por aí brigando por tudo e por nada.

    _Hm... Você gosta dele. – Ele sorri e me cutuca com os dedos. Ainda estou vermelha.

    _Não gosto nada, Vanessa. Eu tenho o Taylor E não me posso esquecer disso!

     _Poupe-me disso! A sua relação com o Taylor já passou da fase pré-histórica. Ele mal para em casa, e o que adianta estar ligada a alguém que realmente não gosta? Isto não é um casamento, por isso, basta dizeres "acabou" e cada um segue a sua vida.

    _Tens razão... – Apesar de não querer admitir, Vanessa tinha razão em relação a mim e a Taylor. Nós não temos mais nada. Precisava desviar o assunto. -Justin trabalha num velho bar no fundo da rua, talvez deva visitá-lo.

      _Talvez?! É agora! Levanta e se arruma, gata! Estou te esperando lá fora. ­ Disse animada.

       Vanessa tinha razão. Poderia não ser nada, ele poderia nem querer nada comigo, mas eu precisava tirar essa dúvida dentro de mim. Afinal, voltar ao bar e reencontra-lo não poderia ser assim tão mal. Fiz uma maquiagem leve e pintei os lábios de vermelho com o intuito de realçá-los bem. Fiz um coque, calcei um par de air­jordan e uma roupa que desenhasse todas as linhas do meu corpo.

*POV Justin*

        Após acertar todos os planos da minha grande empresa com o Taylor ambos despedimo-nos. Ele era como um irmão para mim. Ensinou-me tudo. Contudo, eu fiz um pacto com o diabo, fiz coisas horríveis, coisas que desejava esquecer, mas estava tão cego pelo poder, dinheiro e luxuria que esqueci a minha verdadeira essência. E quando reparei... Era tarde de mais.         

       _Pai, o que está o que estava fazendo?

       Voltei para casa e encontrei o meu pai agarrado a uma velha fotografia da minha mãe. Que morreu assassinada por Klaus, o pai de Taylor. Sim. Ele tirou-me tudo. Klaus castigou o meu pai por ele dever dinheiro.

Eu juro que entendo, mas castigar a minha irmã? Ela não tinha nada haver com isso. Totalmente doido por vingança, fiz o pacto com o diabo. Virei um homicida, tudo o que eu jurei não ser. Tornei-me um monstro, exatamente igual ou pior que Klaus.

     _Meu filho... Você cresceu tanto... ­ Disse colocando as suas gélidas mãos sobre o meu rosto.

    _Está na hora de tomar os comprimidos, pai...

    _Eu não preciso disso, meu filho. Vai cuidar da tua vida, arranjar uma boa mulher...

    _Um dia, pai. Um dia. ­ Repeti. Será que havia alguma mulher nesse mundo que se casaria com um monstro como eu?

      Abri a sua mão lentamente e coloquei o comprimido, o qual ajudei-o a engolir. Peguei na sua cadeira de rodas e dirigi até ao quarto, aconcheguei a sua almofada e estendi os seus cobertores.

      _Olá! Tem alguém aqui?

     _Quem é que está aqui meu filho?  

     _Deve ser algum cliente, já venho. ­ Disse dando um beijo na sua testa. Dirigi-me até a frente do bar, não podia acreditar no que estava a ver.

     _Selena?


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