13 fevereiro 2015

Fanfiction: In choices - Capítulo 2 – Don’tyouremember me?


Por fim desisti daquela mera memória, aquela escuridão estava me deixando doida. Vesti uma roupa simples, minhas botas pretas e um gorro.

Desci as escadas da mansão aonde eu e Hope vivíamos. Parei em frente à sala de estar e lá se encontrava o meu pai e a minha irmã no sofá, estavam vendo algum estúpido programa de TV.

Não pude deixar de pensar que o meu pai só decidiu ser pai agora.  Apenas penso que ele chegou um bocadinho tarde... Não foi a primeira vez, nem será a ultima.

_Aonde é que você pensa que vai? ­ Sem notar, minha irmã e meu pai estavam me encarando de volta.      
   

_Não te devo satisfações.

_Selena! – Hope me olha com cara de espanto e tristeza. Tudo o que eu menos queria era magoá-la.

_Desculpe-me, Hope... ­ Disse dando um beijo em sua testa.

_Tudo bem... É justo. Posso ao menos saber a que horas você vai chegar? –Olhei para o meu pai uma última vez e sai da mansão sem lhe dar qualquer satisfação.

Tudo bem que ele paga as minhas contas, me alimenta e me dá uma casa para dormir. Eu respeito isso. Mas apenas não me peçam para lhe olhar na cara e dizer que o "amo” e         que lhe dê alguma satisfação. Ambos sabemos que isso não vai acontecer.

A noite estava escura, contudo as luzes das ruas acendiam-se uma por uma. O clima estava ótimo, o vento era quente, e do lado de fora havia muitas crianças brincando.

Eu não queria, mas aquelas crianças despertaram em mim longas lembranças. Comecei a andar de cabeça baixa e sem rumo. O vento batia no meu cabelo, e era como se o meu cabelo dançasse uma melodia lenta e suave.

Olhei para trás e já estava longe, e não conseguia avistar a minha casa. Observei o caminho de volta, odeio admitir, mas estava oficialmente perdida! Andei mais alguns metros...  Mais a frente avistei um bar, não era nada demais de fato, um lugar escuro e podre. Não sabia o porque, mas alguma coisa atraia-me para aquele lugar, como se eu necessitasse disso e a tentação acabou por falar mais alto.

_Olá? Têm alguém aqui? ­ Falei assustada, aquele lugar me dava arrepios.

_Posso ajudar em alguma coisa? ­ A voz era de um rapaz jovem, contudo não me era estranha. Ele surgiu no balcão do bar do nada. Sabia que naquele momento, uma garota normal devia pedir informações, mas eu estava longe do normal e eu não era uma garota como todas as outras...

_Um shot, por favor!

Com isso garanti que era apenas 1, mas quando passou para o próximo prometi a mim mesma que era o ultimo. Mas que porra! Não tinha MAIS NADA A PERDER! Me julguem! Sou jovem e sou livre, eu faço o que eu quiser! Disse para mim mesma, enquanto bebia o 5º shot.

Foi a ultima coisa que me lembro da noite de ontem, e o que me lembro da manhã seguinte é de uma sensação de ter sido atropelada por um caminhão milhões de vezes. Tentei me levantar, mas ainda estava bem zonza. Foi quando senti mão em volta da minha cintura. 

_Calma não estou aqui para te machucar, o seu pai bem a caminho.

_Aonde é que eu estou? ­ Disse com medo, pois não conhecia aquele lugar, podia ter sido raptada ou sei lá. Nunca se sabe, mas o gás de pimenta estava no bolso da minha jaqueta.

_Não me reconhece? – A voz do rapaz era calma e suave. A minha visão estava ainda um pouco desfocada, com isso olhei com mais atenção não podia acreditar no que estava vendo.

_Justin! Oh meu Deus, eu não acredito! ­ Disse dando lhe um abraço enorme.

_Então trata de acreditar e que raios te deu na cabeça, garota? ­ Justin me deu um liquido verde nojento que prometeu que me ia ajudar na ressaca, e o qual me obrigou a beber.

Que nojo!

POV Justin

Em minha defesa, eu não sabia que era a Selena no meu bar. Já estava escuro, estava cansado, e ela era apenas mais uma das clientes que eu servia.

Então, imagine a minha surpresa quando ela cai sem amparo no chão, não paga a conta e eu descubro que é ela. A carteira dela estava mesmo ali e eu podia ter pegado no dinheiro, mas... Whatthehell? A honra falou mais alto.

A Selena sempre foi à menina dos meus olhos no tempo do Liceu, admito, mas nunca gostei de ser o resto de ninguém.

_E então, me diz, o que é que você faz?

_ Ahm... Eu sou dono um bar. ­ Disse enrolando. Ela não poderia saber. Na verdade eu fazia parte de uma das maiores gangues, o bar era só uma fachada para a polícia não descobrir. O meu patrão era o Klaus, mas após a sua morte, passou tudo para o filho "Taylor" antigo namorado da Selena. -O seu pai já chegou é melhor você ir.

_Verdade...

Fixei meu olhar em Selena e ela fez o mesmo. Que raiva! Passaram-se cinco anos, mas ainda não consegui superar a doçura daqueles olhos e aqueles lábios perfeitamente desenhados para os meus. O que me fazia querer abraçá-la com toda a minha força e lhe dar um beijo bem longo, mas com grande remorso, tentei controlar-me.

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