20 fevereiro 2015

Fanfiction: Projeto estrela – Capítulo 3


Capa por Jéssica Keli.
Texto/Fic por Jéssica Keli.
Beta/Correção e edição: @ValzinhaBarreto.
Música tema: Long Distance – Bruno Mars.


Personagens principais que participam ou são citados no capitulo:




 Conversava com Ellen sobre resultados positivos:

- Nossa! Em 3 dias? Já?

- Por que? Deveria demorar mais?

 - É deveria porque... - Fomos interrompidas por uma batida na porta. Abri com Ellen ainda pelo telefone. Era roger.

- Taylor desceu pelas escadas e ninguém viu mais ele. Agente liga pra polícia?

Ai droga! Pensei.

-Ellen vou precisar desligar.

- Ok, boa noite gatinha! - Desliguei e fui indo em direção ao corredor.

- Não agora não, se chamar a polícia a impressa fica sabendo, vamos procurar primeiro. Manda os outros irem em torno da cidade, quem encontrar ele primeiro. - Avisa.

- Tá bem. - Disse ele se apressando e pegando o elevador.

Desci as escadas correndo. Passei do 5° ao primeiro. Tinha uma escada que levava ao Térreo.

- Térreo? - Me perguntei descendo.

Abri a porta e era os fundos do Hotel. Vi uma cena horrorosa e meu sangue subiu derrepente esquentando todo o meu corpo. Taylor estava encostado na parede enquanto duas mulheres o agarravam. Em meio aos sacos de lixos ele aproveitava as carícias daquelas mulheres.

Fechei meus olhos me controlando. Tinha que está furiosa somente por ele ter saído sem avisar. E não porque ele estava daquela forma. O que ele fazia íntimo não deveria ser da minha conta. Então fui caminhando calmamente e fiquei parada de braços cruzados atrás delas torcendo pra ele abrir os olhos logo.

Fiquei esperando e passou mais de um minuto de olhos fechados. Comecei a me preocupar em ficar parada ali olhando e comecei a ficar sem graça, então me recompus e provoquei um pigarro. Ele abriu os olhos calmamente. E assim que me viu, se assustou.

- Anny!

- Anny??! - Perguntaram elas em couro. Elas se afastaram.

- Você me disse que não tinha mulher! - Falou uma.

- Vamos embora daqui! - Puxei ele ignorando elas.

Comecei a empurrá-lo pra subir.

- Para Anny! Deixe-me em paz! - Parei no meio das escadas.

- Você chama aquilo de paz?! - Gritei descontrolada e ele se assustou.

- Eu não bebi, eu voltaria sóbrio lá pra cima!

- Você não percebe o risco que você corre fazendo isso?!

-Não! Diz pra mim! - Falou subindo alguns degraus.

- Alguém pode ver e manchar sua imagem! - Ele desceu as escadas furioso, gritando perto do meu rosto.

- Já fiz sua vontade ficando sem beber! Agora vai me impedir de ter meus momentos íntimos?!!

- Pode até ter! Desde que isso prejudique a mim!! - Ele me olhou torto e ignorou o que eu disse continuando.

 - Eu sei muito bem que no seu contrato não dá o direito de se meter na minha vida íntima!

- Íntima!? Íntima é quando as coisas acontecem entre quatro paredes, privados, sabia?! Gritei.

- Não me interessa! Não te importa!!

Me importava se caísse na imprensa, mas se não, realmente não era assunto meu. Então porque não parava de me incomodar com isso?

- Eu não vejo a hora de me livrar de você. - Falou ele baixo, e subiu as escadas.

- Ótimo! Então já sabe o que deve fazer!! - Gritei ouvindo seus passos fortes sobre a escada e ouvi o barulho da porta. Af! Que raiva, eu tinha consciência que havia sentido ciúmes, mas eu mal o conhecia, como isso estava acontecendo?

Aquela cena me atormentou, e eu estava abusando do meu poder como funcionária. Sentei na escada e comecei a pensar em como me esqueci e revidei sua discussão.

Que psicóloga ótima eu estava sendo. Voltei pro meu quarto e pedi que somente uma das meninas fossem se encontrar com ele no quarto. Eu não acreditava que estava ajudando nisto, mas era assim ou um escândalo nas redes de fofocas.

Fui para o quarto e não consegui dormir. Fiquei olhando pro teto o tempo todo. Resolvi ligar para o Natan. Chamou uma vez e ele já atendeu.

- Caramba!! Já estou sentindo sua falta aqui! - Falou ele rapidamente.

- Eu estou morrendo de saudades de vocês. Tô me sentindo muito sozinha.

- Eu imagino... Correria o tempo todo, É... A Ellen me contou, você está em um trabalho muito difícil. Por isso eu nem te liguei, fiquei com medo de te atrapalhar, sabia que uma hora você ia me ligar.

- Ah, não importa, pode me ligar essa hora assim, e se eu não atender, é porque o Taylor foi preso, ou está em coma alcoólico. – Ri e contagiei sua gargalhada.

- Caramba.. Que problemão.

- Nem me fale. Se eu te contar o que ele fez no primeiro dia que cheguei você não acredita. – Ri e conversamos quase a noite toda. Acordei de manhã cedo cheia de dor de cabeça, acho que era estresse. Levantei-me com dificuldade e vi que eram 11:00 horas da manhã.

Dei um pulo da cama, meu Deus! Eu tinha que estar pronta as 9:  00 horass!! Me arrumei correndo e fui até o quarto de Taylor telefonando para o segurança aprontar o carro. Bati na porta duas vezes e  Taylor finalmente abriu.

- Achei que não viria.

- Estou morrendo de dor de cabeça, vamos logo, por favor. - Falei irritada.

E porque eu estava irritada? Ele estranhou, mas ficou quieto.

Fomos a várias lojas e enquanto ele estava no provador se trocando, fiquei observando a diferença entre duas revistas que falavam dele. Observava a capa antiga e a nova. Ele veio me mostrar a roupa.

- Anny - Falou ele saindo do provador com uma cara de que não gostou.

- Ta ótimo! Vamos levar essa também. - Falei para a menina que trazia as roupas.
- Por que eu tenho que comprar smoking e terno? Eu não vou a uma premiação há anos!

- Por isso mesmo, agora você vai! - Sorri.

- Você está acreditando mais em mim do que eu mesmo. - Riu.

- Fazer o que, né? Alguém tem que acreditar.

-Toma! Prova essa roupa. – Falei e joguei a peça.

- Para que?

- Anda! Para de reclamar! Eu quero mais disto! - Mostrei a revista antiga.

 -E menos disto! - Mostrei a revista nova.

Ele jogou o olhar pra cima.

- Para de fazer isso - Ri jogando a revista na perna dele e ele sorriu entrando no provador. Demorou alguns minutos. A menina trouxe mais roupas.

- Aqui no shopping tem cabeleireiro? - Quando ela ia responder, ele perguntou.

- O que?! – Disse ele surpreso abrindo a cortina do provador e olhamos para ele. A garota ficou boquiaberta e eu fiquei paralisada olhando. Ele estava lindo com aquela roupa. Ele riu percebendo, e eu tentei disfarçar.

- Hã... Tem? Olhei pra ela.

Ela continuou olhando e balançou a cabeça que sim e percebi que não adiantou.

- É... Então, pode trazer todas as cores que tiver deste modelo que ele está usando, e se tiver calça jeans mais escura, também pode trazer. – Falei, mas ainda levou alguns até ela despertar.

- Claro. – Disse ela e se retirou.

Eu procurei não olhá-lo. Fomos ao cabeleireiro no quarto andar, e o rapaz nos mostrou uma pasta onde tinha vários cortes de cabelo. Taylor se sentou na cadeira enquanto o cabeleireiro e eu olhávamos a pasta.

- Tem algo que deixe bem estiloso ao ponto de outros quererem copiar?

- Que isso? Vai colocar uma coisa em mim que vai fazer o resto do mundo me copiar?

- Fica quieto Taylor, me deixaeu fazer o meu trabalho, por favor? - Falei olhando a pasta e o cabeleireiro sorriu.

Ele respirou fundo.

- Que saco!

 - Ah, vocês tem depiladores aqui também? - Perguntei.

- Qual é ta de sacanagem né?! - Falou ele se se encostando à cadeira e eu o ignorei.

O cabeleireiro balançava a cabeça rindo vendo que eu ignorava o Taylor. Eu escolhi um simples que combinaria muito com ele. Fui a outras lojas para ver algum acessório que lembraria ele.

Olhei sapatos, óculos, relógios, um celular novo. Enquanto ele cortava o cabelo, se depilava contra sua vontade, voltei para ver se ele havia acabado e o funcionário me disse que ele ainda demoraria, não reclamei, sabia que tinha muita coisa para reparar ali.
Eu tinha que voltar para o Hotel para fazer mais agendamentos sobre sua entrevista sobre o acidente. Deixei um recado para que ele fosse com o motorista até o Hotel.

Fui correndo pra lá. Enquanto corria contra o tempo ligando, anotando tudo, recebi um telefonema direto do Ramal do Hotel e estranhei.

- Alô? - Aquele telefonema abriu meu sorriso, havia um papel que precisariam de alguém como Taylor Lautner, era mais um trabalho que levaria ele de volta ao sucesso.

Escrevi tudo conforme ele diria sobre o que aconteceu no acidente para a entrevista assim que voltássemos.  Depois iríamos visitar os dois que estavam no hospital.

O casal que tinha sido atropelados já estava em casa. Procurei saber como os dois amigos de Taylor estavam, Santos e Endri estavam super mal e Endri estava em coma desde o acidente.

Essa notícia deixaria ele péssimo. Procurei fingir que não sabia no momento. Era nossa ultima noite no México e voltaríamos cedo para o nosso país, recebi um telefonema de Roger confirmando que Taylor já tinha chegado.

Minhas anotações estavam prontas, já estava escurecendo era hora de passarmos todas as anotações a limpo. Bati em sua porta e ouvi ele gritar.

- Entra! Ta só encostada!! - Entrei e joguei a pasta no sofá esperando ele. Ouvi o barulho do chuveiro parar. Parecia ter acabado de tomar banho. Estranhei. Taylor Lautner tomando banho? - Ri pensando.

Peguei os papéis que ele deveria ver. Peguei a garrafa da bolsa e coloquei na mesa de centro. Ouvi seus passos e olhei em sua direção. Ele passava as mãos no cabelo fazendo os fios se sacudirem. Deixando totalmente perfeito ao ponto me deixar com o coração acelerado.

Ele prendeu totalmente minha atenção. Ele veio caminhando e disse alguma coisa mas não consegui prestar atenção. Ele estava tão lindo, meus pensamentos começaram a me surpreender, eu não sabia que tinha tantos pensamentos pervertidos em 1 minuto. Eu estava me assustando comigo mesma.

- Anny?! Você ta me ouvindo?!

Despertei-me.

 - Oi! Estou! - Falei olhando pra pasta. Ele se sentou do no sofá.

- O que tenho que falar?

- Tá aqui. - Falei baixo sem olhar pra ele. Ele olhou os papéis e se preocupou.

- Cara... Eu não posso perder a Endri e o Santos... Eles precisam ficar bem.

Continuei olhando pra baixo. Ele estava calmo. Era muito estranho como havia mudado tanto assim. É lógico que eu deveria sair dali. Correndo se pudesse. Caso contrário seria processada por ele por assédio.

Levantei-me e disse:

- Bom, agora eu vou voltar para o meu quarto.

- Mas por quê? Chegou agora. Você não ficou de me ajudar nisso? – Ele perguntou olhando-me com certa ternura.


Olhei rápido e desviei o olhar.

- Não vai dar pra ficar. Você pode decorar algumas coisas sozinho, as outras pode acrescentar. Vou precisar ir.

- Como? Você até trouxe uma a Garrafa pra gente dividir. - Falou confuso, não entendendo.

Eu tinha que sair dali. Meu corpo estava em chamas. Como eu explicaria? Como ele não notaria?

- Para de bobeira Anny, fica? - Falou ele.

Eu respirei fundo e sentei. Ele me encarou levantando uma sobrancelha.

- O que foi? - Perguntei. Ele sorriu e continuou lendo as folhas.


 POV DE TAYLOR

Eu estava muito perdido, era como se eu estivesse no fundo do poço, não tinha mais ânimo para nada, mas tudo isso mudou quando conheci Anny, não tive consciência dos meus erros antes disto.  Em minha visão tudo estava diferente.

Quando falei com ela no hospital, devido aos meus remédios, julguei não ser real, mas quando ela entrou pela porta do meu quarto furiosa com a minha imaturidade.

Impressionei-me por ver que não era flerte, nem sonho. Anny existia... Depois de ter feito 3 assistentes chorarem e 2 serem internados com crise nervosa. Achei que ela não merecia tanto. Ela parecia um anjo.. Racional, mandona e madura demais. É como eu a vejo.

Ela tinha tudo sob controle sempre, parecia que nada faria com que as coisas dessem errado pra ela e se desse, ela com certeza daria um jeito. Foi assim que ela foi conquistando a minha confiança, mas a quem eu queria enganar dizendo somente estas coisas?

Ela me intrigava pelo seu jeito, eu sentia vontade de conhecê-la melhor, de saber sobre seus gostos, manias, enfim, faz tempo que não me interesso desta maneira por alguém? Eu nem me lembrava, então comecei a gostar da forma que ela negociava comigo. Ela não dizia o que eu tinha que fazer, ela me fazia sentir vontade de fazer o que sabia que eu deveria fazer.

Em 3 dias eu parecia louco por aquela garota. já não me reconhecia. Antes de chegar ao México precisei regravar uma musica antiga. Minha voz tava uma merda. Então mais uma vez, suas atitudes me fizeram enxergar sozinho o quanto precisava melhorar.

Anny, me fez reconhecer que a bebida estava me afetando. Então, acabei de cantar naquele estúdio, senti uma grande irritação vendo Anny com aquele editor 'Fernando'. O cara babava em cima dela e ela ainda retribuía, mas afinal, porque eu estava daquela forma?!

Eu fui impulsivo. Ainda não conseguia controlar todos os meus impulsos normalmente. E poderia espancar, gritar, fazer qualquer coisa, mas aquela voz era a única voz que me acalmaria na mesma hora.

Saindo de lá conseguindo passar despercebido e ninguém notou a minha raiva. Fingi que não estava ouvindo-a, quando mal ela sabia que ouvia tudo, mas era somente o efeito da raiva que insistia se vingar de algo que nem deveria ser um motivo.

Eu mal conhecia. Ela era minha assistente e não minha esposa. Antes do show, senti uma vontade enorme de pensar em músicas novas. Comecei a dedilhar. Eu não fazia isso há tanto tempo e a melhor inspiração estava ali na minha frente sorrindo.  Eu não acreditava que mudaria, talvez, só precisasse levá-la pra cama e aquela vontade de mudar, iria embora novamente. A chamada "fogo de palha".

Enquanto ela me incentivava, pensei, eu estava melhorando, mas isso não queria dizer que mudaria por completo. Não poderia ser um rapaz patético apaixonado e quando ela fosse embora? E se não a esquecesse? Pensei e me preocupei.

Tudo que ela conseguia comigo era pontos positivos. Acabando aquele show, tudo estava ótimo. Até a parte de ser totalmente tentado por duas mulheres mais velhas que diziam serem minhas fãs.

Não sei como explicar, mas sei que me vi ali naquele lugar escondido, sentindo um prazer enorme. Quando senti as mãos de uma delas mexer em meu ziper da calça, provoquei um gemido forte e ouvi um som em minha frente, Anny estava ali assistindo tudo de braços cruzados.

Fiquei muito sem graça, e muito furioso. Eu já estava deixando de fazer tudo que gostava. Já sentia nojo de álcool, não pensei em nada negativo por causa dela. Agora queria que ficasse sem mulheres?!

Ela não me pressionou em nenhuma das decisões, mas se fizesse essa, seria uma das que faria ela virar minha inimiga. Quando ela disse que a prejudicava, por um momento pensei que ela se referia a algo pessoal, mas depois cai em si que o que ela dizia passava totalmente longe.

Sabia que ela não se interessaria por um problemático que nem eu, e sei também que não rolaria nem uns pegas depois do que ela tinha visto. Se ela em 2 há 3 dias já tinha feito tudo isso comigo. Eu não via a hora dela ir embora e não me ver mais. Assim ficaria melhor

Eu não tirava ela da cabeça. Subi as escadas fui ao meu quarto, bati a porta com raiva. Respirei fundo, procurei alguma bebida na geladeira e vi a primeira lata e a tomei com vontade, mas meu estômago rejeitou tudo me fazendo levar um susto.

Aquilo estava nojento pra mim. Joguei a lata longe com raiva da Anny o tempo todo gritando na minha consciência. E bateram na porta. Peguei um pano e sequei meu rosto e minhas mãos. Abri a porta, era Uma das mulheres que estava comigo lá em baixo.

- Oi de novo - Sorriu ela se se encostando na porta e entrou.

- Sua assistente me explicou tudo, que susto. - Pensei que você estava mentindo pra mim, dizendo que era solteiro. - Falou ela sentando na cama e cruzando as pernas. Fechei a porta.

 - Mas... Se bem que, se você fosse casado, teria ficado mesmo assim – Ela falou rindo.

Dentro de mim estava uma consciência mais pesada do que uma tonelada. Olhei pra ela na cama.

- Ela me disse que só poderia ser uma, e que deveria sair antes de clarear... Então, como eu sou tão experiente, achei que eu poderia ser a melhor escolha - Disse ela tirando a calcinha sem tirar sua saia.

Eu olhei e me veio novamente o peso na consciência, porque eu estava assim? Pisquei varias vezes tentando sentir alguma vontade de passar a noite com aquela mexicana de corpo picante, mas a imagem de Anny me atormentava, ela estava tão perto, mas havia uma longa distancia que me impedia de me aproximar dela.

- Que Raiva dela!! - Falei irritado.

 - O que? – Perguntou a moça.

 - Nada. Pensei alto demais. - Falei olhando pra baixo.

- Então... Você vem? - Disse ela tirando sua camisa.

Me despertei olhando aquelas folhas, percebi que ela havia gostado da minha mudança completamente, o mais engraçado é que dessa vez ela não disse nada. Isso queria dizer que impressionei até demais.

Eu já errei muito na vida, eu era rodeado pelos nãos da vida e não poderia deixar minha chance ir embora quando ela estava bem ali, na minha frente. Notei-a muito quieta e olhei de rabo de olho por várias vezes.

- Mas o que ta acontecendo com você? - Falei jogando as folhas em cima da mesa.

- O que? - Disse ela olhando rápido.

- Olha pra mim cara! O que foi? Você fala pelos cotovelos! - Falei rindo.

Ela estava totalmente sem jeito. Eu estava adorando isso. Me mostrava que eu estava impressionando até demais.

- Não estou me sentindo bem. - Disse ela se levantando.

- Sério? Tem certeza que é isso? Assim do nada? - Falei sarcástico.

Levantei-me ficando em sua frente. Ela olhou para os lados menos para mim.

- Olha para mim Anny! Eu estou bem assim? É porque estou sem camisa?

- Não é por isso, e não se acha, ta!  - Ela riu sem graça.


- Não, eu não conheço muito as mulheres, mas sei que mulheres como você quando sentem atração por um homem, agem assim. – Falei.

Anny gargalhou querendo me desapontar. Então cruzei os braços dando meio sorriso esperando ela terminar de rir.

- Já acabou? Sabe que eu estou falando a verdade Anny.

- Me desculpa, pensei que só dinheiro subia a cabeça, não sabia que beleza também. - Falou irônica dando um passo em direção a saída.

Olhei-a se afastando, mas não me contive. Puxei-a pela cintura fazendo o seu corpo ficar colado no meu. Ela me olhou assustada.

 - Eu sei do que eu estou falando. Ela ficou paralisada olhando meus olhos e consecutivamente meus lábios. Eu sorri e tentei ficar sério. Eu estava conseguindo mesmo? Pensei.

- Taylor... Vamos parar? - Falou ela jogando seu olhar para baixo.

- Porque Anny, está tão gostoso te ver assim. - Falei doido para beijar ela... Eu estava louco pra fazer isso desde quando ela chegou. Então a beijei. No começo pensei que ela recusaria, mas depois senti seus braços rodarem meu corpo.

Não perderia a chance, comecei a acelerar mais o beijo fazendo ela corresponder mais e mais. Eu estava ficando agitado, fui beijando e caminhando com passos curtos até a cama.

Cheirei seu pescoço e a virei fazendo ela se deitar enquanto a distraía mais com os beijos, mas derrepente ela parou de me beijar assustada. E eu a vi olhar nos meus olhos em silêncio.  "Ferrou... ela desistiu" Pensei ofegante.

Ela me olhou de cima a baixo e me puxou continuando tudo mais forte. A puxei pra cima de mim e ela veio como pedi. Ela parou o beijo, senti sua boca deslizar sobre meu pescoço.

Apertei seu corpo com vontade. Eu estava amando tudo aquilo. Ouvimos uma batida na porta.

- Anny? Taylor? Ouvi a Voz de Roger e paramos do jeito que estávamos e prestamos atenção. Porque ele tinha que vir bem agora?! – Perguntava-me em pensamento, chateado e louco para voltar e tocá-la ainda mais intimamente.
***


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8 comentários:

  1. ADOREI ESSE CAPÍTULO. É LINDO COMO SURGEM AS COISAS ENTRE ELES, EM MEIO A TENSÃO, O CUIDADO... ELA CUIDA DELE. CONTINUE ESCREVENDO.

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  2. Ficou ótimo , parabéns . Espero que de tudo certo entre eles ! Continue .

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  3. Ficou ótimo , parabéns . Espero que de tudo certo entre eles ! Continue .

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  4. cada vez mais perfeita essa fic. continua

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  5. Este comentário foi removido pelo autor.

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