03 fevereiro 2015

Fanfiction: Quem são esses garotos? – Capítulo 1


POV Eduarda

         Era um dia comum e calmo, estava em casa assistindo The Oprah Winfrey Show quando recebo uma ligação do meu pai. Ele me disse que havia conseguido 2 ingressos para o show do rapper Jason Derulo em Las Vegas. Ele também me disse para convidar a minha melhor amiga Maria Allen, pois ele iria trabalhar naquela noite. Despedi-me do meu pai e desliguei. Logo em seguida mando uma mensagem no whatsApp para a Maria.


Mensagem ON

EU: MARRRIIIIIIAAAAAAAAAA MDSS DO CÉU \O/

MARIA: Anm? Diga!

EU: Meu pai me deu 2 ingressos para o show do Jason Derulo em Las Vegas *0* OMG!

 MARIA: SERIOOOOOOOOOOOOO? OMG!!!!!!!!!!!! TO PIRANDOO AKIIIII *0* \O/

EU: ÉEEEE NÓS VAMOS PARA LAS VEGAS UHUUUUUUL O/ #TocaAkie

 MARIA: Eu tbmvou ?Aiiin que top \O

MensagemOFF

Saio correndo e gritando pela casa. Procuro pela minha mãe para lhe dizer sobre o show e a viajem. Percorre todos os cômodos da nossa casa a sua procura, até encontrá-la sentada em baixo de uma árvore em nosso quintal. Minha mãe era a pessoa mais racional e compreensiva que conhecia.

 Ela iria permitir a viajem, mas teria que escolher as palavras certas para convencê-la. Ela percebe que estou lhe observando e me convida para sentar-me ao seu lado. Com passos calmos e precisos, ando até ela.
      Com os seus cabelos negros soltos em cascatas, minha mãe percebe que tenho algo a lhe dizer. Seus olhos azuis se estreitam e ela me encara. Éramos tão diferentes. Meus cabelos eram dourados como os do meu pai e meus olhos eram castanhos claros. Éramos como duas extremidades opostas.

Sento-me ao seu lado e começo a contar para ela sobre a ligação do meu pai e a sua ideia de me enviar para o show. Ela me escuta sem pronunciar uma única palavra, mas sei que por dentro ela tem milhares de perguntas.

A princípio percebo que ela não fica contente com ideia de me deixar voar sozinha, mesmo que seja na companhia de uma amiga, mas por fim ela permite que eu faça a viajem. Antes de sair correndo para dentro de casa, ela me segura pelo braço.

_Tem certeza de que está indo apenas pelo show? Sei que é de sua vontade morar em Las Vegas, então, preciso saber se você está indo para ver o show ou para me abandonar de vez. – Ela me olha nos olhos e não sei o que dizer. Meus pais se separaram quando eu tinha 8 anos e quase não visitava o meu pai. Das poucas vezes em que estive em Las Vegas, me senti viva e completa. Havia algo que me conectava com a cidade que não sabia o que era. Sem saber o que realmente responder, eu minto.

_Claro que não mãe. Estou apenas com saudades do meu pai e ainda posso ver um show legal. – Tento soar o mais natural possível. Não queria magoá-la antes do tempo.

 Precisava achar a hora certa de dizer que estava partindo, sem saber quando iria voltar. Sem dizer se acredita em mim, ela me solta e corro para dentro de casa.  Corro escadas acima e me tranco em meu quanto. Tinha pouco mais de 24 horas para arrumas as minhas malas e comprar a minha passagem. O show era na noite de sexta-feira.

SEXTA-FEIRA: 15h00min

         Depois de poucas horas dentro de um avião, Maria e eu, aterrissamos sãs e salvas no aeroporto de Las Vegas. Meu pai havia nos hospedado em um hotel 5 estrelas. No hall pudemos notar as longas pilastras em dourado e com linhas negras nas bordas. Seguimos em direção à recepção encantadas com o que víamos. Definitivamente, não estávamos mais em casa.

          Após nos registramos no hotel, Maria e eu seguimos um camareiro que levava as nossas bagagens. Entramos em um elevador espelhado e seguimos para o 20° andar. No quarto havia duas camas de casal e uma sacada magnífica. Corremos para a sacada e percebemos que tínhamos uma visão privilegiada de toda a cidade. Apesar de ainda ser dia, Las Vegas tinha um brilho único criado pelo sol.

    Um pouco cansada, decido tomar um banho para me recompor e me preparar pra o show. Sem pressa alguma, encho a banheira com água morna e acrescento vários tipos de sais de banho que estão na borda. Retiro a toalha em que me enrolei e entro na banheira. Alguns bons minutos depois, saí do banheiro e dou lugar a Maria. Ela é mais prática do que eu e prefere tomar um banho de chuveiro. E então começamos a batalha de escolhermos a melhor roupa. Por fim, é roupa pra lá e roupa pra cá.

Mas no final decidimos a nossas roupas. Escolho um vestido preto até a metade das cochas e salto alto. Maria, como seus cabelos negros e curtos, já prefere usar um short curto e uma blusa de seda branca. Fizemos maquiagens leves e usamos perfumes suaves. Já era 19h30min quando saímos do hotel.

         O show começou com músicas calmas, mas bem agitadas. Com quase meia-hora de show, Jason Derulo começou a parte sensual do seu show. Dançarinos faziam seus movimentos sexys no palco e tentávamos copiar cada uma das coreografias. Dançamos até não sentirmos mais a dor em nossos pés.Depois de muita agitação, fomos ao banheiro retocar a maquiagem e conhecemos uma menina com um estilo de roupa diferente.

 _Nossa! Esse show está foda! – Rimos em uníssono.

Maria e eu olhávamos para a garota com a intenção de entender o que ela fazia ali. Morena e com os cabelos negros presos para o alto, ela usava uma calça jeans rasgada e uma regata branca. Apesar da pouca luz no banheiro, podemos observar que ela usava AllStar e eles não estavam em seus melhores dias. Apesar de não estar com roupas adequadas para o show, ela era bonita.

Maria estava tão animada, que continuou a conversa com a estranha.

 _Verdade. Estou amando! -Ela disse com um enorme sorriso estampado no rosto. Seus olhos brilhavam e pude notar que ela não tinha a intenção de terminar a conversa.

_Como você chama? 

Como era o esperado, a garota estranha abriu um sorriso enorme e estendeu a mão para cumprimentar Maria.

_Me chamo Anna.

_Anna, com quem você esta no show? – Apesar de saber a resposta, faço a pergunta.

_Estou sozinha. – Anna não parecia se importar em estar sozinha no show. Ela parecia contente até demais.

       Então, como se lêssemos os pensamentos uma da outra, Maria e eu falamos em uníssono.

 _Fica com a gente então! - Falamos em coro perfeito e coordenado.

Saímos juntas do banheiro e nos divertimos a noite toda. Quando, já cansadas após toda a agitação criada pelo show, decidimos tomar algumas bebidas. Sentamos em um lugar afastado da aglomeração no bar, quando Anna avistou três garotos do outro lado. Apesar da pouca luz, pudemos observar que eram rapazes bem cheios de charme.

_Meninas, olhem aquele três meninos gatos ali no canto do bar! - Diz apontando com o queixo.

_Ai sim! – Maria tinha um sorriso do tamanho do mundo no rosto. Como se finalmente estivesse se divertindo.

         Observamos um garoto alto de cabelos castanhos e olhos azuis como o mar, vir em nossa direção.
POV Ian

O show já havia terminado á horas, mas ainda era possível perceber que as pessoas não estavam a fim de ir para casa. Já se passava mais de 1h00 da manhã quando avistei três garotas no canto do bar.

Apesar da distância, pude perceber que as três garotas eram belas. Uma loira e duas morenas. Olhei para Taylor e ele encarava, nada discretamente, a garota que usava a blusa regata branca; ele parecia comer ela com os olhos e ela fazia o mesmo. Observei-as mais um pouco, me levantei e fui até elas.

Caminhei tranquilamente até elas e não pude de deixar de me encantar com as três garotas. A garota de cabelos loiros tinha um enorme sorriso estampado no rosto. As duas morenas estavam cochichando algo, como em comum segredo, que no final foi seguido por uma gargalhada.

_E aí, meninas? - Digo piscando e me aproximando cada vez mais do canto do bar. - Como vocês se chamam?

        A garota que usava o vertido preto foi a primeira a falar.

     _Eu me chamo Eduarda e essas são Anna e Maria. - Diz ela apontando para as amigas.

_Nomes lindos!Vocês gostariam de tomar uns drinks comigo e meus amigos? – Essa é a minha vez de apontar para meus amigos. Taylor e Paul estavam nos observando e percebo que ambos estão animados com a ideia de conhecer as meninas.

        A morena de cabelos curtos me analisa de cima a baixo, como se tentasse desvendar os meus interesses. Pobre criança se soubesse as coisas que se passavam na minha cabeça, elas não aceitariam esses drinks. Mas por fim ela aceita o meu convite.

_Pode ser!

         Caminho com elas até a mesa onde estávamos. Elas se sentam de frente pra nós, e começamos uma conversa bem animada. Trocamos informações como nomes completos, profissões, idade, cidade em que moramos e coisas triviais.Por fim, chegamos à conclusão de que já nos conhecíamos muito bem. Então, eu arrisco um convite para o mesmo dia.

 _Bem meninas, já que nos conhecemos melhor e trocamos até os nossos números de telefones, o que acham de irmos ao cinema hoje á tarde?

           Elas trocam olhares como se tentassem estabelecer uma conexão que diga a mesma coisa. A morena de regata branca abre a boca para dizer algo, mas ela imediatamente a fecha e para pra pensar em algo. A loira faz a mesma coisa, mas por fim elas dizem em uníssono.

_Pode ser!

Na tarde daquele sábado

POV ANA

Depois de chagarmos ao hotel por volta das 4h30min e só deitarmos por volta de 5h30min, percebemos o quando nossos músculos estavam cansados.  Eduarda e Maria me convidaram para passar a noite no hotel com elas, e aceitei. Não havia ninguém me esperando em casa.

Minha mãe estava em Nova York e estava hospedada na casa de uma tia que nem sabia que tinha ido ao show. Elle era um ser fora de órbita que poderia colidir em qualquer lugar e fazer estragos. Eu preferiria não estar em casa quando ela chegasse. Se minha mãe soubesse que estava completamente sozinha naquela cidade, iria matar a mim e a Elle. Para ela, minha tia Elle era uma pessoa totalmente responsável. E ela é. Antes de tocar em um copo de bebida.

Ainda estávamos com os resquícios da noite passada quando acordamos, mas tínhamos a esperança de que ao começarmos a nos arrumar, aquele cansaço desapareceria. Após tomarmos banhos e comermos alguma coisa no restaurante do hotel, voltamos para o quarto e nos aprontarmos.

Maria me emprestou um vestido azul bordado de mangas curtas e uma sandália. Meus cabelos ficaram soltos com cachos bem definidos. Maria optou por um short jeans curto e uma blusa amarela de botões; e Duda usava uma blusa também branca e saía longa na cor preta.

 Após horas de analise, saímos do hotel em que elas estavam hospedadas e fomos em direção ao shopping. Ao chegarmos ao local marcado, os garotos já estavam nos esperando com os ingressos nas mãos.

Cumprimentamo-nos com beijinhos na bochecha e abraços fracos.  Era impossível não notar que Ian, com os seus olhos azuis penetrantes, ficava encarando Eduarda durante todo o momento.

Assistimos ao filme: Jogos Vorazes- A Esperança Part. 1. Logo aos a sessão, fomos para a praça de alimentação e nos sentamos em uma lanchonete qualquer. Comemos algo e nos separamos. Taylor e eu fomos em direção aum parque de diversões, Ian e Duda decidiram ficar no shopping mesmo e Maria e Paul foram em direção a casa dele.

POV Maria

         Após nos separarmos no shopping e cada um seguir um caminho diferente, Paul e eu decidimos ir para o seu apartamento. Ao seguirmos por uma rua com casas chiques e refinadas, percebo definitivamente o tamanho da fortuna de Paul. Um homem com ar misterioso que foge das minhas perguntas, mas que me deixa com um frio na barriga de enlouquecer.

         Ao voltar para casa, meus pais não poderiam sonhar o que aconteceu aqui. Esse vai ser o meu maior segredo. Apesar de amá-los, eles me matariam se soubessem que deixei a nossa casa para farrear com um estranho em Las Vegas.

         Ao chegamos à casa de Paul, ele abre a porta e entramos no apartamento. Eu entro primeiro e vejo que é um lugar grande e bem arrumado. A sala é grande, mas possuí poucos moveis: apenas um só, uma estante com uma TV de 40 polegadas e uma mesa de centro. Nada mais. Escuto Paul fechar a porta atrás de mim e caminhar em minha direção.

 Ele passa os seus longos braços em minha cintura e beija a minha nuca. Deixo aquela sensação inebriante tomar conta do meu corpo e me viro em direção ao seu rosto. Seus olhos estão negros e cheios de sensualidade. Ele me beija forte na boca e me deixo novamente ser levada por ele.

           Carregada no colo, ele me leva por um corredor mal iluminado até a cozinha. Sinto que estou sendo sentada em uma mesa de jantar, quando minha pele é exposta ao frio da madeira. Ali, naquele local mal iluminado, nos beijamos intensamente. Sua língua brinca com os cantos da minha boca e me sinto nas nuvens. Consigo ver que a sua pele morena está suada e as veias dos seus braços musculosos estão altas. Minha respiração está fora do ritmo e não consigo pensar mais nada do que no quanto eu quero aquele homem.

          Ele tira minha camiseta amarela e a joga longe.  Passo a mão pela sua barriga e percebo os nós formados pela malhação. Em um ato desesperador, rasgo a camisa dele, enquanto ele tira meu sutiãe começa a beija meus seios. Fico arrepiada com o seu ato, mas ao mesmo tempo muito excitada.

         Com os pés para o alto, ele puxa meu short com força e faz a mesma coisa com sua bermuda. Praticamente nus na cozinha, ele me encara como se eu fosse uma presa. Minha calcinha e sua cueca box são as únicas pesas que nos impedem de estarmos em completo nudismo. Como um animal feroz, ele rapidamente tira sua cueca box e minha calcinha.

 Me agarrando pela cintura, ele me senta na mesa e me beija. Me beija como se a vida dele dependesse daquele momento. Novamente, ele me deita na mesa da cozinha e beija o meu corpo.

Meus seios, minha barriga, as minhas coxas, tudo é tocado pela sua boca sedenta. Cansado de prolongar aquele momento, ele me agarra pelas coxas e me arrasta até a ponta da mesa. E nesse momento sinto o seu membro pulsante entrar em mim.

         Arquejo com o movimento inesperado. Meu corpo soa e me sinto completa. Enquanto me penetra cada vez mais forte, ele beija meu pescoço e começo a gemer intensamente.

Meu corpo é tomado por um calor intenso e quando menos espero sinto orgasmo. Meu corpo treme e me sinto sem forças. Cansados, ele para e tira seu pênis de dentro de mim e me leva para o sofá da sala. Deitados e suados, ainda me sinto extremamente excitada por aquele homem. Sem saber o que estava fazendo, eu dou um pulo para cima dele e começo a beijá-lo.

Percorro o seu tronco e vou em direção a sua cintura. Ainda posso sentir que ele está excitado e começo a beijá-lo. Ele arqueja quando o toco pela primeira vez e segura o meu cabelo. Após alguns minutos, ele me agarra pelos braços e me coloca em seu lugar.

 Ele volta a me beijar apaixonadamente e o sinto descer pelo meu corpo. Ainda estou suada e não sabia que era capaz de sentir aquilo tudo. Quando menos espero, ele começa a beijar o meu órgão. Sinto um calor subir pelas minhas pernas e me sento sem ar. Após alguns minutos naquela tortura prazerosa, sinto que ele está gelado.

_Nossa como você está gelado. Está se sentindo bem?

_Estou bem sim.  Só estou com um pouco de frio.

         Queria fazer mais perguntas, mas começamos a ouvir alguém mexendo na fechadura.  Paul me olha assustado. Olhamos para porta e vemos que Ian e Taylor tinham voltado para casa. Tentando reparar a vergonha, começamos a nos vestir rapidamente.

  _O que é isso? – Ian pergunta assustadíssimos ao ver que estava me escondendo com duas almofadas.

_Não é nada disso que você esta pensando! – Paul e eu dissemos juntos, mas sabíamos que não poderíamos explicar o que já estava na cara.


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2 comentários:

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