24 fevereiro 2015

Fanfiction: Quem são esses garotos – Capítulo 4


POV Eduarda

          Ao entrarmos no parque, percebemos a quantidade de gente que tinha. À noite em Las Vegas estava agradável e todos decidiram aproveitar da mesma forma. Ao ar livre. A brisa da noite bagunçava os meus cabelos soltos. Ian caminhava ao meu lado, ao passo que Paul e Maria já estavam na fila do túnel do amor.

         Andamos em silêncio até chegamos à fila. Ian para atrás de mim e sorri.

       _Mais eu te amo de verdade, sei que esta brava, mais eu juro que eu te amo, de verdade. – Eu me viro em sua direção e vejo que as meninas que estão atrás de nós, estão admiradas com a beleza de Ian. Tenho vontade de dizer a elas, para pega-lo e sumirem com ele da minha vida. Ian não percebe que está sendo admirado, já que concentra toda a sua força em me fazer acreditar em suas palavras. Ele é inacreditável.


      _Não consigo acreditar mais em você. – Digo dando passos lentos na medida em que a fila anda.

     _Eu sei Duda! Me de mais uma chance, você não vai se arrepender. –Ele diz segurando em minha mão e me puxando para perto dele.

    _Ian! Por favor, entenda meu lado. Vamos esquecer isso e aproveita o passeio? Por favor! – Ian segura meus braços fortemente e foi um sacrifício me soltar. Tentava dizer a mim mesma que tudo isso era parte do seu show, mas no fundo queria acreditar em cada palavra.

    _Ok, mais já vou falando, não sou daqueles que desistem fácil! – Ao dizer isso, chega a nossa vez de entrar no barco. Digo a mim mesma para aproveitar o passeio. Seja lá qual seja o desfecho.

Entramos no barquinho a dois e fomos andando por aquelas águas fundas que havia no parque. Apesar de haver muito rosa e muitas cenas românticas, eu não conseguia me envolver com o clima. Tudo está errado e eu não queria estar ali. Olhava para os lados e o para os enfeites bregas, e não senti quando o barco logo atrás de nos, bateu com tudo no nosso barco, fazendo com que o barco tremesse virando para o meu lado. Isso fez com que eu agarrasse Ian sem pensar duas vezes.

       _OMG! –Digo assusta com o coração quase saindo pela boca. -Desculpa ter quase te derrubado, é que eu quase caí. – Disse rindo, enquanto, tento me desvencilhar dos braços dele.

       _Sem problemas. –Ele diz me ajudando a retornar ao meu lugar, fazendo com que o barco virasse novamente quase me derrubando. Ele me puxou para mais perto de seu peito. Pude sentir seu coração pulsante e sua respiração ofegante.

         Ele se aproxima mais ainda até que sua boca encoste em mim. Ele pediu passagem e eu cedi. Na hora, nem pensei em parar com aquilo. Apenas deixei que o meu desejo por Ian me levasse muito além.

         Apesar de sentir ódio mortal de Ian, eu estava apaixonada. Permito que por breves instantes, toda a minha raiva se esvaísse e me entrego a ele. Permito que suas mentiras e farsas sejam esquecidas. Quando abro nos olhos novamente, o barco já está parado no ponto de chegada, e estávamos cercados de pessoas curiosas e intrometidas que viam de camarote o nosso beijo. Maria estava ali, batendo palmas com um sorriso no rosto.

_AHHHHHH! Que bom que vocês se acertaram! –Ela diz me abraçando e cochicha no meu ouvido – Só não vai ficar grávida. – Se ela soubesse o que realmente aconteceu, não teria me dado aquele conselho.

         Vejo o sorriso de Ian e o abraço. Não sei como iremos resolver aquele problema, mas nesse momento, me permito ser amada e amar. Era mais ou menos 21h00min quando decidimos ir embora. Maria decide ir para uma pizzaria com Paul, mas eu prefiro ir para casa de Anna. Peço a Ian que me deixe lá. Ele reluta, mas por fim aceita.

Chego à casa da Anna. Toco a campainha, mas é a sua tia que abre a porta. Ela é uma bela mulher, mas parece que já sofreu bastante nessa vida. Pergunto por Anna e ela me diz que minha amiga está no quanto dela. Sigo pelo longo corredor até o quanto de Anna e abro a porta sem bater. Ela está ela deitada na cama dormindo com cara de que dormiu de tanto chorar.

         Do nada me assusto com o celular dela vibrando. Sei que seria uma invasão de privacidade, mas, então, decido ver o que era. Taylor havia lhe enviado milhares de mensagens. Nenhuma delas estava visualizada e, certamente, sem respostas. Não deveria me intrometer, mas poderia tentar ajudar. Com um jeito leve, eu a acordo.

       _Anna, acorda quero fala com você. – Anna demora a acordar, mas ainda meio sonolenta, ela levanta.

       _Fala Duda, o que quer? – Ela me olha com os olhos inchados. Sabia que ela poderia não concordar com a minha ideia, mas precisava tentar. Ela se senta na cama e me dá um espaço para me sentar ao seu lado.

      _Pensei bem e você devia dar outra chance para o Taylor. – Ela se senta mais ereta na cama e me olha nos fundo dos olhos. - Não custa nada. Ele te ama e essa aposta só foi uma brincadeira idiota dos dois patetas. –Disse rindo para mascarar o medo de estar errada.

     _AH, Duda não sei... - Ela faz aquela cara de pensativa e triste ao mesmo tempo.

      _Lê as mensagens dele pelo menos. –Disse entregando o celular para ela. Estava na esperança de que pudesse ser resolvido.

      _Ok. –Ela pega o celular e aproveita aquele momento lendo as mensagens e o responde.

         Eles acabam marcando de saírem juntos e Taylor dá ideia de fazer encontro duplo: eu e Ian, Anna e Taylor. Antes de se entenderem, Anna fica muito nervosa com Taylor. Ela grita milhares de vezes e chega a desligar o telefone. Entretanto, parece que o se entenderam. Taylor queria ir nos buscar, mas Anna e eu decidimos ir andando. Seria um bom momento para refletirmos sobre o que iríamos fazer.

         Andamos cerca de2 quarteirões e passamos por dentro de um bosque que havia ali no bairro.  Apesar de ser um local bem localizado, a mata quase que fechada, era parada obrigatória para os casais se encontrarem as escondidas.

         Entretanto, não era segredo nenhum, que homens e mulheres eram constantemente atacadas por animais. Com pressa de chegarmos ao nosso destino o mais cedo possível,decido que o melhor jeito era cortar caminho. Anna estava meio insegura de passar por aquele lugar escuro, mas eu não.

          Continuamos andando, até que na metade do caminho, percebo que um vulto preto passa rapidamente entre as árvores na minha direita e decidi segui-lo. Anna quis seguir até o restaurante sozinha, pois, estava um pouco com medo de continuar ali.Continuei andando sem nenhum medo, peguei um pedaço de madeira que estava jogado no chão e segui até onde vi o vulto passar. Ouvi gritos de uma garota e corri até lá tentando não fazer barulho.

         Aproximei-me do local e vi um homem de cabelos pretos segurando-a pela gola da blusa no alto e mordendo o seu pescoço. Quando ele se afasta e a solta, o seu corpo caí pesado no chão. Estou agachada ao lado de uma imensa árvore. Não sei se eles me viram, mas pude ver que a sua boca estava com longos traços de sangue que escorriam pelo seu queixo e mancha a sua blusa branca. Estou aterrorizada com a cena que vejo.

         Não consigo me mexer ou emitir algum som, mas sei que preciso sair dali o mais rápido possível. Em um ato de coragem, dou passos lentos para trás e tento voltar para a trilha em que estava. Sem perceber, piso em um galho e faço barulho. Meu sangue gela e sinto medo. Olho novamente para onde tinha visto a garota e o homem. Ele está olhando em minha direção, até que vejo quem era aquele homem. ELE É O IAN!

        _O que faz aqui? –Ele se aproxima, mais não recebe sua resposta por que estou em choque. Estava apavorada com o que poderia acontecer.

      _DUDA! COMO VOCÊ ME ACHOU AQUI? –Ele diz me segurando com uma mão, enquanto, limpava o sangue que escorria por sua boca com a outra mão.

   _Por favor! Não me ataca.– Eu digo sentindo as lágrimas se formarem no canto dos meus olhos.  Com o aperto em meus braços, deixo cair o pau que segurava em minha mão.

     _Eu nunca iria atacar você! –Ele diz me soltando e eu tento correr, mas ele é mais rápido e de repente Ian estava parado em minha frente.

 – Pra onde você pensa que vai sem antes falar como me achou aqui?


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4 comentários:

  1. amei e agora oque a duda vai fazer continua logo

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  2. AI MEU DEUS!!! O cara é um vampiro! E quem era a garota que ele atacou?! Não é a Anna né!? Que agonia, continua!

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