25 fevereiro 2015

Fanfiction: Sem saída – Capítulo 7: Feliz aniversário (parte 1)


Texto/Fic: Anna Charmont
Capa da fic by: Érica Rocha.
Beta: Correção: @ValzinhaBarreto.

Ajudava Rick a colocar suas coisas no carro mesmo não concordando que fosse embora quando sabia que era bem vindo e não importava que morasse comigo. Talvez eu realmente não quisesse ficar sozinho.

— Tem mesmo que ir Rick? – o olhei.

— Infelizmente, mas relaxa venho aqui nos finais de semana. – disse ele.

— Não vai esquecer tudo que te falei.

— Não se preocupe. – sorri de lado ao lembrar da meia tonelada de conselhos que Rick me deu, embora não lembre pra quer eram a maioria.


— Agora me dá um abraço aqui, seu moleque. – pediu ele ao me abraçar risonho — Feliz aniversario Taylor.

— Obrigado tio. – sorri.

— Deixei uma surpresa pra você. – avisou ele sorrindo — Se cuida e juízo, viu?

Ri o vendo entrar no carro.

— Até semana que vem. – disse Rick.

— Até. – acenei.

Caminhei em direção a porta da casa que agora seria apenas para mim, deixando a sensação de vazio, faltava minha mãe ali.
Encontrei uma caixa azul com um cartão.

— Rick. – ri.

Abri e tirei a pequena camisa do U2 junto com uma adulta igual.

“Hoje é seu aniversario, mas o melhor presente Kathe já te deu e acho que vocês dois vão ficar muito bem nas camisas”

                            Parabéns sobrinho ex-pegador.

Ri e continuei encarando aquela miniatura de camisa.   

— Vou tentar ser um bom pai. – sorri subindo as escadas em direção ao meu quarto.

“Agora estou sozinho nessa casa que me parece maior que o normal.” Olhei a hora no celular eram 16h00 e me encontrava  entediado jogado na cama.

Meu celular tocou alto, o peguei e vi o nome de Tom que com certeza queria me encher. Ignorei tentando dormir. Não foi útil ignorar então atendi de uma vez, sabia que o desgraçado não pararia de ligar.

— O que quer? – falei.

— Que isso, seu mal humorado? – reclamou ele e riu — Tá fazendo o quê?

— Nada que te interesse.

— Sei, tá deitado tentando dormir. – disse ele com voz de tedio — Deixa isso pra lá e me encontra na casa do DJ em 3 minutos e venha de carro.

E ele simplesmente desligou me fazendo bufar.      

— Idiota.

Levantei pegando o celular, caminhei em direção na cômoda pegando minhas chaves. Espero que para o bem de Tom seja algo melhor que ficar em casa ou eu mato ele hoje.

Ao descer as escadas notei que a luz da sala estava acesa.

— Quem fez isso? – me questionei confuso.

Não entraria ali de forma alguma, ignorei caminhando em direção a porta. Seja quem for que tenha acendido acabou me fazendo um fazer, logo vai escurecer e assim a sala não ficaria escura.

A casa de DJ era praticamente vizinha a minha, não havia motivos para ir de carro quando meus pés me levariam ate lá com alguns poucos passos.

— Até que em fim. – disse Tom ao me ver — Cadê o carro?

— Tá em casa. – falei.

— Taylor, não acredito, só você mesmo. Me dá a chave. – pediu ele.

— Não cara, só você pra me fazer vim de carro até aqui. – falei o encarando — E pra que quer o meu carro?

— Me dá a chave isso é muito importante e urgente. – disse ele sério.

Notei que Tom não estava como normalmente sempre brincalhão. Entreguei a chave e o vi e até minha casa.

O que estava acontecendo com ele hoje? – Me perguntei em pensamento.

Seja o que for preciso me manter distante não quero perder minha paciência com o sr. Seriedade.

— Vem Taylor entra ai. – disse ele ao para perto.

— Por que eu iria com você? – o encarei.

— Entre logo, cara. Temos um problemão para resolver. – Tom me encarou serio.

Bufei e entrei no carro.

— O que aconteceu? – quis saber.

— Logo te mostro. – se limitou ele.

Se tinha algo que mais odiava na vida era curiosidade, para mim ela sempre levava direto a boca do lobo. Nunca a coisas interessantes, só a mais e mais problemas e odiava mais ainda o suspense de Tom.

— O que estamos fazendo aqui? – quis saber ao ver a casa dele.

— Você e eu meu amigo precisamos ter uma conversa muito séria. – ele me encarou e saiu do carro.

— E pra isso você me trouxe até a sua casa. – falei sarcástico.
— É necessário. – se limitou ele.

Bufei me segurando firme para não dar um bom soco em Tom.
O segui pela casa exageradamente grande em direção ao escritório enquanto controlava meus nervos a cada instante odiava mais ainda aquele maldito suspense.

— Sente ai. – disse ele ao entramos — Volto já.

— O que? – o encarei — Você que falar de uma vez essa merda!

— Calma ai Taylor, esqueci meu celular no carro. Já volto e ver se acalma ai.

— Vou me acalmar quando você disser o que porra estou fazendo aqui!

— Já volto. – e ele simplesmente saiu.

— Filho da puta! – Xinguei ao soca a mesa.

Meu celular tocou os primeiros acodes da musica “Só hoje” o peguei no bolso e tratei de me acalmar, eu não podia falar com ela alterado como estava.

— Oi minha linda. – falei mais calmo — Algum problema?

— Não amor, estamos bem. – disse ela risonha — A ligação tá um pouco ruim, onde você ta?

— Na casa do idiota do Tom.

— Não entendo quase nada, procure um lugar melhor, por favor, amor. – pediu ela docemente.

— Ok. – sair do escritório caminhando em direção ao jardim da casa — Ficou melhor agora, vida...?

Ao abri a porta levei o maior susto quando vi todos meus amigos lá os mesmos gritaram um “surpresa” e riram da minha reação.

— Parabéns seu lindo. – Kathe me abraçou e me beijou.

— Mais o que é isso? – quis saber alheio.

— Sua festa surpresa. – disse Tom — E aí o que achou?

— Que você merece um bom soco por me deixar preocupado. – o ameacei.

— Eu sei, eu sei, sou um ótimo ator. – ele riu — Culpa da sua namorada ai.

A olhei e ela riu.

— Foi a única forma de você vim com Tom. – se justificou ela.

— Sei. – sorri de lado — Se dissesse que tinha mulher pelada aqui eu vinha mais fácil sem esforço.

— Como é Lautner? – Kathe me encarou.

— Calma aí ciumenta. – a beijei rindo.

— Desgruda ai casal. – disse Melody nos fazendo ri.

Recebi parabéns de todos meus amigos que estavam ali. Nunca imaginei que eles iriam fazer algo assim por nunca deixar ninguém saber do meu aniversario só minha mãe e Al lembravam, por que ela havia contado a Al na terceira serie.

— VAMOS ABRIR OS PRESENTES. -gritou DJ.

— O primeiro é o meu. – disse Tom.

— Não, tem que ser o da Kathe. – disse Al.

— Não, tudo bem sinta-se a vontade. – ela sorriu.

— Ok. – ele pegou uma caixa azul e me entregou — Agora que você mora só vai precisar.

Abri a caixa e ri.

— Sério? Um alarme? - falei fazendo todos rirem exclusive ele — E como se instala isso?

— Deixa comigo. – ele riu.

— Agora sou eu. – disse Melody e meu deu um embrulho colorido.

— Eu queria ser a primeira a te dar isso. – ela sorriu.

Abri e tirei um par de all star junto com uma miniatura do meu carro.

— Obrigado Mel. – ri — Iguais aos meus.

— Não entendi nada. – disse DJ.

— Você nunca entende nada DJ. – Tom riu dele — Mas por que você deu isso a ele Mel?

— Bem, acho que não contei a todos. Kathe esta gravida. – falei prendendo á atenção dos meus amigos que ainda não sabiam.

— O quê? – Tom ficou surpreso.

— Serio? – vez de DJ.

— Isso é inacreditável. – disse Tom feliz — Eu vou ser tio.

— Nós vamos. – corrigiu DJ — Mais um carinha pra nossa turma.

— E quem garante que vai ser um menino e se for uma menina? – disse Kathe rindo.

— Ai os caras vão se ver com a gente. – disse Tom.

— Espero que para o bem do bebê seja um menino. – Melody riu — Imagina 4 marmanjos vigiando sua filha Kathe o tempo todo, tadinha nunca ai poder ter um namorado.

— Que isso, minha filha vai namorar sim. – falei — Mas só quando tiver 25.

— Deixa disso. – disse Kathe.

— É Taylor, cadê a modernidade? Ela tem que ter direitos e namorar quando quiser. – defendeu Al seu ponto de vista.

— Tem certeza Al? Iria querer Liz namorando um cara com éramos antes. – comentei e ele me olhou — Eu também não iria querer uma filha minha com um cara igual a mim.

— E eu quero dançar. – disse DJ ligando o som e fazendo todos rirem com sua dança ridícula.

Todos foram dança e preferi fica com a minha namorada linda.

— Acho que agora é minha vez. – disse ela me olhando.

— De quê? – sorri.

— De te dá isso. – ela me entregou uma caixinha dourada, a abri e peguei  a correte fina com a metade de um coração, nele havia sua iniciais — Achei que seria a melhor forma de te lembrar que vou sempre estar com você... E que te amo.

Nesse instante tive a certeza que de fato estava diante a mulher da minha vida. Sorri a puxando para um beijo calmo.

Sem dúvidas minha vida estava indo muito bem e não minto em dizer que estava adorando essas mudanças, por que elas apenas me traziam cada para mais próximo de Kathe e isso para mim era o suficiente.

Naquela noite Kathe me convenceu a dormir com ela, tinha medo que algo me acontecesse por conta da hora. No dia seguinte saí da sala do diretor junto com Kathe tínhamos ido resolver o probleminha de educação física.

— Amor, não precisa ver aquela mulher macho tão cedo. – tentei convencê-la.
— Eu sei, Taylor. E pare de chamá-la assim, é Sr.ª Carter – me repreendeu ela.

— Tanto faz tudo da no mesmo. Não sei por que insiste em ficar vendo as aulas dela. – falei.

— Por que é necessário.

— Não, não é. – a olhei — Pense bem, você não precisa esta lá.

— Vou pensar. – ela me pareceu confusa — Sete meses é muito.

Ouvi seu suspiro triste.

— Hey, o que é isso? – parei a fazendo me olhar.

— Desculpe Taylor, mas estou preocupada com muitas coisas no momento. – disse ela e vou a caminhar.

— Tipo o quê? – a fiz parar.

— Eu não vou poder trabalhar e como vou pagar minhas contas sem falar na escola. – Kathe estava realmente preocupada — Eu não estou pronta ainda, Taylor.

— Eu também não estou, mas vamos ficar juntos. – abracei-a forte.

— Você promete? – sussurrou ela.

— Sim. – beijei sua testa — Eu prometo.      

Não sabia o que estava havendo realmente com Kathe, tinha notado seu rostinho triste há alguns dias e sempre que perguntava ela desconversava.

As aulas se ocorriam normalmente sem nenhum acontecimento ou imprevisto isso até a hora da saída.

— Taylor! – Al me chamou.

— Oi?

— Será que posso falar com você? – sua expressão me preocupou.          

— O que houve? – quis saber.

— É a Kathe. – ele me olhou.

— O que aconteceu com ela? – quis saber preocupado.

— Ela já esta bem, tá na enfermaria. – avisou Al.

— Por quê? O que aconteceu? Fala logo. – praticamente gritei.

— Calma. – pediu Al.

— Com posso ter calma se você não diz de uma vez. – falei bravo.

— Nicole resolveu pregar uma peça na Kathe, mas ela sabia que a Kathe tava grávida...

— E o meu filho? – o interrompi.     

— Os dois estão bem. – disse Al.
Por um momento saber que eles estavam bem me tranquilizou, porem não o suficiente para Nicole sair ilesa dessa.

— Taylor, aonde você vai? – quis saber Al me seguindo.

Ignorei e continuei caminhando, podia jurar que estava em chamas naquele instante prestes a explodir e já tinha minha vitima.

Entrei no vestiário feminino sem me importar se podia haver mais garotas ali.

Vi Nicole se vestindo.

— Oi gatão. – ela sorriu maliciosa ao me ver — Sentiu saudades, foi?

Me aproximei e a empurrei contra o armário apertando sua garganta.

— Preste bem atenção sua vadiazinha, nunca mais se aproxime da minha namorada ou não respondo por mim. – rosnei furioso.

— E o que vai... Fazer? Postar um vídeo? – ela se atreveu a debochar.

— Não, serei tão bonzinho. – sorri maldoso.

— Não tenho medo de você! – ela conseguiu tirar minhas mãos.

— Devia ter. – a encarei.

— Quem deveria era você e mais agora com a nerdzinha grávida. – me ameaçou ela.

— Não ouse. – encostei-la com força sobre o armário e apertei sua garganta, dessa vez ela não me escapa — Se sobre que você se aproximou deles, eu te mato, ouviu bem?

— Taylor... você... Está me ... Enforcando... – ela tentava falar.

— Ouviu bem? – gritei.

Nicole apenas assentiu e a soltei.

Ela sentou no banco tossindo e com as mãos na garganta.

— O que você fez? – quis saber Al preocupado.

— Por enquanto nada.

— Vamos sair daqui, Taylor. – pediu Al.

— Seu... Maluco, cof, cof... – disse Nicole.

— Espero que a nossa conversa permaneça entre nós. – a encarei diabólico.

Ela tremeu e assentiu.

— Vem. – Al me puxou para fora do vestiário.

— Você ficou louco, cara? – começou ele com os sermões.

—Fique Al. Ela podia ter matado o meu filho. – falei bravo.

— Mas não aconteceu isso, graças a Deus. – ele suspirou aliviado — E nem com a vadia de campo ou caso contrário seu filho iria te visitar na prisão.

— Só queria assusta-la. – falei.        

— Se eu não chego, nem quero pensar no que você teria feito. – disse ele.

— Nada e pra quem tava na minha cola, você demorou. – o olhei.

— Encontrei a inspetora no caminho, tive que distraí-la e torcer pra você não fazer nenhuma burrada.

— Eu não fiz nada, ok? – o encarei.

— Como não? Taylor quase que a Nick foi fuder no inferno. – disse Al.

— Sabe que não faria isso pra infelicidade dela, mesmo querendo tanto. – sorri de lado.

— Esse seu sarcasmo me assusta às vezes sabia?

Ri ao olha a cara dele.

— Quero ver a Kathe. – falei.

— Melody esta com ela, vamos.

Caminhamos em direção a enfermaria, porem estava fechada.

— Al. – o olhei — Onde ela esta?

— Não sei, deixa eu ligar para a Mel.

Ele pegou o celular e ligou para Melody.

— Onde vocês estão? – disse Al e esperou — Ok, estamos indo pra ir.

— E então? – perguntei quando ele desligou.

— Não casa da Kathe.

Saímos da escola em direção ao estacionamento e não conseguia um só instante não pensar nela e me preocupar, só ficaria aliviado mesmo quando a ver.

(...)

— Até que fim Taylor. – disse Melody ao me abri a porta.

— Virou vidente agora? – falei por ela abri a porta assim que chegamos.

— Não. Ouvi o carro. – disse Mel.

— E onde ela esta? – quis saber.

— No quarto. Acabou dormindo, mas não para de perguntar por você. – Melody olhou Al — Vamos amor?

— Sim, vamos.

— E Taylor, não deixe ela sozinha hoje. – pediu Melody antes de sair.

— Não deixarei. – entrei na casa fechando a porta.

Caminhei em direção ao quarto de Kathe, não tiraria essa sensação ruim de mim enquanto não a ver.

— Sempre vou cuidar de você... – sussurrei e a beijei no rosto.

Admirei sua beleza por mais alguns instantes, ela conseguia prender minha atenção ate mesmo quando dormia. Sorri e a deixei descansar.
Resolvi ir ate a cozinha para tomar agua.

O telefone começou a toca e não me vi no direito de atender suas ligações e muito menos tinha vontade, então deixei cair na secretaria eletrônica.

— Alô? Kathe? – disse uma voz feminina.

— Não. É obvio que não é, sua lezada. – falei enquanto colocava minha agua.

— Ah, é a secretária. – disse ela.

— Parabéns acabou de descobri a América. – falei sarcástico e tomei minha água.

— Não importa, estou ligando para avisar que o aluguel está atrasado há 3 meses e sinto muito por Lívia perder o emprego de novo... E bom, eu não queria fala isso assim por telefone e muito menos agora com o que vocês estão passando, mas... Ah...

— Tá engasgada, se quiser água. – levantei o copo para o telefone.

— Vocês tem que pagar o aluguel atrasado em duas semanas ou terão que desocupar o imóvel.. Sinto muito. – disse ela e depois de um simples “tchau” desligou.
— Sente nada.

Respirei fundo por saber qual era o motivo de Kathe estar angustiada esse dias, só não compreendia o pôr que de não me contar. Eu podia ajudá-la com isso e todos que tivesse, por ela faço tudo.

— Taylor. – ouvi sua a voz e a vi para na soleira da porta me olhando com um sorriso — Faz muito tempo que esta aqui?

— Não. – me aproximei e a beijei — E por que não esta descansando, amor?

— Não acha que já foi o suficiente? – ela me olhou.

— Não, não foi. – dei um beijo em seu rosto a fazendo ri.

— Então fica comigo lá. – pediu ela toda manhosa.

Sorri e fui com ela para seu quarto.

— Quantos meses têm o bebe? – quis saber ao deitamos na cama.

— 2 meses. – Kathe se aconchegou em meu peito como sempre fazia.

— Hum, perdi muito tempo então. – comentei ao pegar meu celular no bolso.

— Perdeu? – ela me olhou.

— Sim. Quero registrar cada momento seu e dele. – falei ao colocar na câmera — Começando de agora.

— O que pretende fazer? – quis saber ela risonha.
— Você vai ver. – sorri — Então pode mostra essa sua barriguinha linda.

Kathe sorriu, ficou de joelho na cama e levantou sua blusa mostrando a barriga.

— Assim está bom? – quis saber ela risonha.

— Ótimo. – sorrir ao tirar algumas fotos — Esta crescendo.

— E ainda vai ficar maior. – disse Kathe deitando ao meu lado — Agora é a sua vez.

— Não estou gravido. – falei e ela pegou o celular— Estou?

—Seu bobão. – rimos e ela tirou algumas fotos — Vamos guardar esse momento também.

—Estou gostoso nessa foto. – comentei olhando a foto.

— Metido. – ela riu — mas é verdade.

Kathe começou a olhar meus álbuns.

— Epa. – falei ao pegar o celular — Área restrita, mocinha.

— Ah, não. – fez biquinho — O que tem demais ai?

— Fotos comprometedoras. – sorri de lado.

— Tipo o quê? – ela me olhou.

— Digamos que você não iria gostar. – sorri novamente de lado.
— Esse seu sorriso. – disse ela desconfiada — Taylor Daniel Lautner.

— Ih, ela chamou meu nome completo, tazangadinha. – comecei a dar vários beijinhos em seu rosto a fazendo ri.

— Por favor, me deixa ver. – pediu Kathe fazendo uma carinha irresistível.

— Não. – neguei.

— Por quê? É alguma pornografia?

— Na verdade nem sei ainda o que é. Al me enviou hoje mais cedo e disse que eu precisava ver. – isso era verdade.

— Então vamos ver juntos. – propôs Kathe.

— Espertinha você não? – mordi sua bochecha.

— Sempre, vamos ver agora to curiosa. – pediu ela.

— Ok, mas não vá me bater depois. – pedi risonho.

— Fique tranquilo, não vou te bater. – ela sorriu — Te mato.

— É melhor me bater então. – reclamei a fazendo ri.

Coloquei no arquivo que Al me enviou e logo no inicio me arrependi. As fotos eram de uma festa de Tom em que perdi minha camisa, não consegui nem acreditar no que estava vendo.

— Não posso acreditar. – disse ela e me olhou.

— E muito menos eu. – falei indignado comigo mesmo.

— Você nadou pelado na piscina com os bêbados? – ela riu.

— Eu era um também. – olhei as fotos novamente — É estava bem bêbado.

— E fazia muito frio também. – comentou ela.

— Por que?

— Duas coisas aqui mostram isso. – disse Kathe e riu.

— Kathe. – a olhei.

— Não me referi ao seu... Uh... Você sabe, falei dos mamilos. – se defendeu ela e ri da carinha vermelha que estava.

— Eu sei amor. – lhe beijei.

— Tem um vídeo aqui, quero ver. – disse ela.

— Não sei por que, mas sinto medo de ver. – comentei ao dá play no vídeo.

E estava certo em temer, por que no vídeo eu estava no quarto de hóspedessendo filmado por uma garota - que nem sei quem era – enquanto fazia um pequeno strip. E por incrível que pareça eu havia feito.

— Não confio mais em mim bêbado. – comentei.

— Nossa. Suspirou Kathe quando acabou o vídeo.

— Nunca mais bebo. – pensei melhor — Não ate esse ponto.

— Quero um. – ela me olhou com os olhos brilhando.

— Um o quê? – ergui a sobrancelhameio confuso.

— Um strip.

— Vai ficar querendo. – neguei.

— Ah, amor você fez um para essa sei lá quem. – argumentou Kathe.
— Eu tava bêbado, não esqueça.

— Faz sobreo agora.  – ela sorriu.


— Nem bêbado.

— Ok, então. – Kathe apenas deitou em meu peito.

Esperei alguns instante para ver se ela esquecia, mas Kathe acabou dormindo e peguei no sono.

Continua...


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11 comentários:

  1. Muito perfeita como sempre! Amei quando Taylor foi mostrar pra v**** da Nick quem é que manda, ela bem que mereceu. Porem to muito curiosa o que diz na parte que nao aparece nada? Não entendi.

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    1. Tambem amei quando ele fez isso hehehe
      Que parte em branco, não entendi?
      Obg por acompanhar <3

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  2. Muito perfeita como sempre! Amei quando Taylor foi mostrar pra v**** da Nick quem é que manda, ela bem que mereceu. Porem to muito curiosa o que diz na parte que nao aparece nada? Não entendi.

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  3. Qual foi a peça que a Bitch pregou na Kathe ?
    Fic perfeita como sempre
    Continua

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    Respostas
    1. Oii, se não me engano na parte 2 Taylor fala o que Nicole aprontou com Kathe.

      Obg por acompanhar rsrs

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  4. Anninha,tô anciosa demais...ñ demore à postar o próximo cap. de nº8.Eu tô amando essa sua fic tá um arraso,continua sim minha Anninha,bjs...

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