06 fevereiro 2015

One shot: Mais que um café - Por Daniela Pinheiro





Minha vida, como atriz é superlotada, e corrida. Mal tenho tempo de me divertir com meus amigos. Apenas ensaiando, ensaiando, ensaiando.


- Você tem que se divertir _ falava minha amiga Melanie, no telefone.

- Você sabe, que agora não posso, dependo desse dinheiro, para conseguir pagar o aluguel.

- Por que não mora comigo?

- Já falei que não dá. Tchau, tenho que ensaiar.

- Sempre ensaiando... _ reclamou ela, desligando o telefone.

 Ás vezes, sinceramente, penso em desistir, más quando lembro que meu maior sonho, é morar na Califórnia, os problemas somem.

 Entro apressada no salão, dou um oi, pra todo mundo, entro camarim, troco de roupa, e dou uma breve lida no script.

-Ivy! _ berrava o diretor_ Venha aqui.


 Corri até ele, com as pernas bambas e com medo de levar um belo de um xingão por ter chegado atrasada.

- Que roupas são essas?_ falou ele.

- Da personagem.

- Nem pensar. Pode colocar as roupas da personagem principal. Você é boa demais para fazer o papel de uma senhora de idade. Parabéns conseguiu o papel principal. _ falou ele sorrindo.

 Eu havia consigo... Desde o começo desse ano, havia me esforçado ao máximo, para conseguir o papel principal e... Eu havia conseguido! O papel principal era a de uma jovem, chamada Mariana, um jovem general do exército. Confesso que o papel era totalmente ao contrário de mim, más eu ia me esforçar ao máximo, para mostrar pra qualquer um que duvidasse de mim.

 Peguei o script do papel principal. Era enorme com cinco folhas só de texto, isso que a peça tinha só 45 minutos. Respirei fundo, li várias vezes e decorei as cinco primeiras falas.

(...)

 O ensaio foi super cansativo, tive que gritar bastante. Más recebi uma noticia ótima, todos iriam ter uma folga. Cheguei ao meu apartamento exausta, e deitei na cama. Sem se quer comer nada, ou tomar banho, dormi ali mesmo, esticada na cama.

 Acordei-me assustada, olhei para a janela (ainda aberta), e parecia ser de noite. Olhei no celular, 04h00min. Ainda meio zonza, levantei, peguei uma roupa, e uma toalha e tomei banho. Tomei uma xícara de café super forte. Caminhando pela casa inteira, fiquei decorando as falas, uma por uma.
Já passava das 9 da manhã, quando meu telefone toca.

- Alo?

- Amiga, que voz essa? Nem venha com desculpa, hoje nós vamos é fazer compras.

- Eu to de folga mesmo...

- Aeee_ celebrou ela_ chego ai em 15 minutos.

Pra que sair de casa? Ela sabia que eu adorava ficar em casa. Más. Tudo bem. Tenho até que concordar com ela, fazia algum tempo que não me divertia.

 Tomei um banho, e quando estava penteando os cabelos, ela chega, e já vai abrindo a porta.


- Bom dia_ fala ela com duas sacolas na mão.

- Ei. Você chegou antes do que tinha dito.

- Claro né? Cheguei antes de você colocar uma roupa horrível._ falou ela dando risada. 

-Veste essas roupas_ falou ela me entregando as sacolas.

- Que roupas são essas?

- Minha mãe comprou pra você, como presente pela promoção.

- Obrigada más...

- Pode vestir nem vem com desculpa.

 Abri a sacola, e tinha um calção-saia curto,um salto e uma blusa soltinha branca. Na outra sacola, havia um conjunto de lingerie branco, simplesmente lindo. Me vesti e quase não conseguindo andar, por causa do salto, fui para a sala, onde estava Melanie.

- Satisfeita_ falei pra ela.

- Não... Temos que arrumar seu cabelo.

- Ai Deus, lá vem você, e suas invenções...

- Isso mesmo... Más essa vai valer a pena... Você vai ver.

 Sentei em uma cadeira, já estressada por que ela só puxava os meus cabelos, e me perguntando, quando que iria acabar.

- Feito. Ta gata Ivy.

 Caminhei, e me olhei no espelho, eu estava simplesmente “uma diva”, como dizia meu irmão.

- Obrigada Melanie. Simplesmente não sei o que dizer.

- Magina. Agora vamos.

- Más... Para onde?

- Vamos tomar um café... Só isso._ falou ela com aquele cara de quem iria aprontar.

 Saímos da minha casa, entramos no carro, e chegamos á uma lancheira.

- Por que você me arrumou toda pra irmos a uma lancheria?Afinal, não iriamos fazer 
compras?_ falei enquanto sentava em uma cadeira.

- O plano mudou. Por que... Alguém quer te conhecer. E olhe... Esta ai. _ falou ela apontando para um homem alto, moreno, e dono de um olhar pra lá de sensual.

- Prazer... Sou Taylor_ falou ele me cumprimentando e com um belo sorriso no rosto.

- Bom. Estou indo. Não vou ficar para ser vela. _ falou ela dando um beijo na minha bochecha e saindo da lancheira.

-Melanie, fica!_ más não adiantava, ela já tinha saído voando da lancheira e me deixando sozinha com esse tal de Taylor. 

- Nem adianta chamar ela é assim._ falou ele rindo, porém ainda nervoso.  

- Você é o que dela afinal? _ perguntei, enquanto olhava o cardápio.

- Na verdade nada. Conheci ela faz três dias.

- Como assim? _ falei determinada, prestes a sair da lancheira.

- É meio vergonhoso pra eu dizer isso, más tudo bem. Eu procurei ela faz 3 dias, por que vi você na rua, e queria conversar de novo com você. Quer dizer... Não sei se você se lembra de mim, más namoramos por uma semana.

- T-Taylor é você?_ gaguejei.

- Ah! Se lembrou de mim então?

- Desculpe interrompe-los más o que gostariam?_ interrompeu a garçonete.

- Pra mim, um pedaço de torta de chocolate e uma coca._ falei.

- Dois pães de queijo e uma xicara de café.

- Meus Deus Taylor, como você tá mudado!_ não conseguia esconder o espanto.

- Pois é. Não tenho mais aquele cabelo arrepiado, e pode ter certeza que eu não durmo mais aulas.

 Nós dois demos risadas.

- O que você esta fazendo atualmente?

- Sou professor de caratê.

- Você sempre foi bom nessas coisas _ suspirei.

- E você?

- Alguns papeis no teatro. Ontem... Soube que vou fazer o papel principal.

- Uau! Parabéns!_ falou ele com brilho no olhar.

- Obrigada_ falei meio sem jeito.

 Os minutos que seguiram, conversamos sobre coisas aleatórias, como nossas famílias estavam sobre meu irmão que recentemente, havia se tornado gay.

 Havíamos terminado de comer tudo o que havíamos pedido. E mesmo eu não querendo, ele pagou tudo.


- Então... Tchau. _ falei dando-lhe um beijo na sua bochecha.

- Más já? Nem é meio-dia ainda. Vamos fazer assim, você volta pra onde você mora só no meio-dia pode ser?

- Você, e seus acordos_ balancei a cabeça_ Más, ok. Temos 1 hora, o que vamos fazer?

- Eu já sei más primeiro, terá que entrar no meu carro.

 Caminhamos até o carro, e ele abriu a porta para mim. Depois desses anos todos, uma coisa que não havia mudado nele, era o cavalheirismo, sempre que saíamos para qualquer lugar, ele sempre abria a porta do carro (do pai dele, na época), e sempre foi carinhoso. Me bateu uma saudade daquele tempo...

- Vamos ir para onde afinal?

- Nenhum lugar muito especial_ falou ele colocando a musica Beautiful Day, da Banda U2.

 Por que ele colocou essa musica? O sacana percebeu que estava ficando afim dele novamente e pra esquentar o romance. Afinal, foi com essa musica que demos o nosso primeiro beijo. Sinceramente, já to com raiva desse homem.

 Andamos de carro por mais 30 minutos, até pararmos na frente de uma casa pequena, porém linda.

 Suas portas e janelas, pintadas de um amarelo clarinho, o jardim, todo enfeitado com rosas vermelhas. Aquela casa não me era estranha.

- Damas primeiro._ falou ele todo gentil, abrindo a porta da casa.

 A casa por dentro, era toda velha, com os móveis empoeirados, e em cima da mesa, duas fotos minha e de Taylor, de mãos dadas.  

- Por que me levou aqui afinal?

- Só quero que saiba que me perdoe pelo o que eu te fiz.

- Perdoar, traição. Nunca_ gritei de raiva.

- Tente me entender. Foi tudo armação_ falou se aproximando de mim.

- O que? Não venha me dizer, que foi pressionado para beijar a Julie.

- Eles me embebedaram. Eu nunca havia bebido tanto na minha vida. Eles abusaram disso.

- Vai botar culpa no álcool agora é? Você poderia muito bem, não ter aceitado. Más o que você fez? Toda a escola viu você e a Julie se pegando. Pelo menos pensou como eu me sentiria?_ bufei de raiva.

- Eu...

- Não me venha com uma das suas desculpas esfarrapadas. Você sabe o quanto sofri, com elas._ interrompi-o.

- Ivy...

- Não adianta Taylor. Não vamos voltar ao passado, não quero sofrer novamente tudo o 
que sofri_ falei pegando meu telefone.

- Ivy... _ falou ele jogando meu celular no chão_ Eu sempre vou te amar, sempre.

- Me ama? Me prove então. _ falei empurrando-o e pegando meu celular do chão.

- Eu. Falei com meus antigos da escola, e eles confessaram.

- Confessaram o que?

- Isso._ falou ele tirando o celular do bolso, e colocando pra rodar um vídeo.

 Nesse vídeo, Billy, Ted, Charlie, e Harry, confessaram que haviam colocado êxtase na bebida dele.

- Então. Por isso que você estava meio louco aquela noite. _ falei apavorada, por não ter acreditado na palavra dele.

- Ivy._ falou ele pegando minhas duas mãos_ Eu nunca mentiria e nunca vou mentir pra ti_ 

Ele olhou para nossas mãos entrelaçadas, e soltou a minha mão rápido_ Sobre a droga... 
Acabei me viciando e fiquei internado em uma clinica de reabilitação por dois anos. 

Agora..confia em mim?_ falou ele olhando diretamente para os meus olhos.

- Confio. Más. Você sabe que temos que resolver muita coisa.

- Eu sei. _ falou ele, cabisbaixo.

- Vem lá em casa, pra conversarmos melhor.

- Sério? _ de repente vejo naqueles olhos brilhantes e seu sorriso de abobado, o Taylor do passado, o Taylor que era meu namorado, que sempre era carinhoso comigo.

 Desci as escadas, e sentei no carro. Taylor, ainda estava, de pé, na frente da casa, com um olhar, de como não estivesse acreditando no que estava acontecendo.

- Ei_ gritei_ O que esta esperando?

 Ele balançou a cabeça de um lado pro outro e soltou uma risada, fechou a porta e entrou no carro.

- Desculpa, eu estava pensando._ falou ele ligando o carro, e colocando o cinto de segurança.

- Pensando no que?_ perguntei curiosa.

- Na nossa vida juntos. _ falou ele sorrindo.

- Vai com calma marujo.

 Nós dois demos risadas. Expliquei para onde ia a minha casa, e finalmente havíamos chegado.

Nos sentamos na cozinha, e ele me explicou tudo, desde aquela maldita noite, até ontem.

- Eu sabia que a Melanie, estava metida nessa história_ falei um pouco irritada.

- Ela só quis o seu bem._ justificou ele.

- Ta bem...

- Oh Boy... Já são 13 horas, eu tenho que ir.

- Ok. Então. Quando quiser vir aqui, é só me avisar.

- Pode deixar. _ falou ele saindo da minha casa.

 “Quando quiser vir aqui, é só me avisar”, que idiota que eu fui, por que eu falei aquilo, ele vai me achar que do mole pra todo mundo, pensei para mim mesma.

 Me deitei no sofá, fechei os olhos, e tentei entender, o que havia acontecido naquele dia.

- Amigaa que conversa longa foi aquele em?_ falou Melanie aparecendo “magicamente” de trás da porta do banheiro.

- O que? Estava ai o tempo todo? Como conseguiu entrar.

- Sim queridinha, tava aqui o tempo todo.  Se lembra daquela vez, que eu acabei ficando com a chave da sua, quando você foi visitar a sua mãe? Pois é. Fiz uma cópia, pra uma urgência sabe?

- Urgência? Pra ouvir a nossa conversa?

- Isso mesmo_ falou ela se encostando-se à parede.

- E se fizemos algo indevido em?

- Ah. Te peguei né? Ta querendo isso com ele não é?

- Que? Nada a vê...

- Não acreditooo Ivy quer fazer com Taylor_ interrompeu ela gritando.

- Não é verdade_ falei sentindo minhas bochechas ficarem vermelhas. – É só se ele quiser.

- Admitiu_ falou ela gritando e dando risada.

- Você ta certa_ admiti_ Ele ainda continua lindo.

- Eu sempre to certaa_ falou ela dando pulinhos de alegria_ Mas olha, não vou poder ficar com você, tenho que ir na casa da minha mãe._ falou ela saindo da minha casa.

- Então tchau... _ falei fechando a porta e me jogando no sofá.

 Assisti um pouco de televisão, e almocei, meu estomago. Depois tirei a roupa que Melanie havia comprado para mim e vesti meu pijama. Eu teria que parar de pensar um pouco em Taylor e me focar nas falas da minha personagem, que aliás, nem havia conseguido decorar.

  Desliguei a televisão, peguei o roteiro, e comecei a ler em voz alta as falas. Caminhando por toda casa, comecei a decorar e nem precisava mais do roteiro. Até talvez tenha sido por isso que o diretor me escolheu para ser a personagem principal, eu sempre conseguia decorar as falas em questão de um dia. Com a cabeça doendo, de tanto decorar, troquei de roupa, e liguei a televisão.

 Já passava das 7 da noite  quando alguém bate na porta. Quando abro, vejo Taylor, todo arrumado e segurando um buquê de rosas vermelhas.

- Para você_ falou ele meio tímido, me entregando o buquê.

 Eu não sabia direto o que fazer, nunca havia recebido um buque de flores (exceto de quando ganhei da minha mãe, pela minha excelente peça do ano passado más ai já era outra história). Coloquei o buquê da mesa, e convidei-o para sentar.

- Que lindo teu pijama_ falou ele me olhando dos pés á cabeça, rindo sem parar.

- Ah... É que eu tava encenando para minha peça.

- Que peça?_ perguntou ele interessado.

- A vitima. Quer dizer. Eu sou a personagem principal, então. Tenho que decorar tudo_ falei sentando do lado dele.

- Posso ler o roteiro?_ perguntou ele, olhando diretamente nos meus olhos.

 Ainda meio tímida. Entreguei roteiro a ele, e ele leu atentamente. No final, ele levantou a sobrancelha, admirado.

- Que foi?_ falei dando risada.

- Você tem fala pra decorar em?

- Viu? Ser atriz não é fácil_ falei pegando o roteiro, más ele foi rápido que eu, e me puxou para seu colo, me abraçando por trás.

- Eu posso te fazer muito feliz basta você querer_ falou ele no meu ouvido.- Eu quero_ falei dando-lhe um selinho.

 Ele empurrou para trás, jogando o roteiro no chão. Taylor aproximou-se de mim e beijou meu rosto, passando a língua na pele sensível de meu pescoço. Corro meu dedos, nos seus cabelos, quando sussurro:

- Senti tanto a sua falta.

 Um gemido baixo lhe escapa quando arrasto os meus dentes no lóbulo de sua orelha.

- Oh Ivy, você me mata. Senti tanto a sua falta._ falou ele tirando a parte de cima do meu pijama.

  Todo esse tempo longe, só me fez acumular um desejo ainda maior dentro do meu corpo.

- Eu te amo tanto Ivy _ ele sussurra, deslizando a mão, pela alça do meu sutiã pelos braços e revelando meus seios.

Eu arqueio meu corpo quando Taylor toma meu mamilo na boca e o chupa suavemente. Enrolo meus dedos em seu cabelo, puxando-o para mais perto.

 A cada investida, meu corpo treme e meus dentes mordem os lábios, enquanto eu tento manter o contato visual. Ele acelera, levando-me ao extremo, me fazendo contorcer.

 Sinto como se naquele momento, fossemos adolescentes loucos, em busca de cada vez mais prazer.

 Ele me beija e então se levanta.

- Ei, aonde você vai?_ pergunto, preocupada. Será que ele me deixaria ali sozinha?

- Vou ver, o que tem, para nós jantarmos, e trazer para cá. Você não deve ter comida nada ainda_ ele me beija e sai da sala parecendo feliz.

Nós jantamos na sala, assistindo a um filme de comédia, e comendo sanduiches, passamos o resto da noite conversando e fazendo amor.

E foi, quando me levantei de manhã, que tive a maior certeza do mundo que ele realmente me amava.

- Bom dia_ falou ele sonolento, e tentanto se levantar no sofá.

- Bom dia_ dei-lhe um beijo.

- Já vai?_ perguntou ele aflito.

- Vou colocar uma roupa rapidinho e vou para o ensaio.

- Espere_ pediu ele, se levantando do sofá_ Não queria te pedir, assim, dessa maneira, sem roupa_ ele riu de nervosismo. Se ajoelhou diante de mim_ Quer namorar comigo?

- Eu aceito!_ falei não conseguindo meu sorriso estonteante do rosto.


 Ele se levantou, e com meus braços em volta do seu pescoço. Nos beijamos. Tomamos café juntos, e de mãos de mãos dadas, fomos até o lugar do meu ensaio, durante toda aquela manhã, ele ficou lá, na primeira fila, olhando atentamente á tudo que eu fazia, e sorrindo, e logo atrás dele, a cara de desconfiado do meu diretor, que fazia rir, sem parar. 

- Como vai ser agora?_ perguntei enquanto saimos do teatro, e voltavamos para minha casa. 

- O de sempre. Quero falar novamente com a sua mãe, e depois você vai na minha e..

- Não falei disso_ interrompi-o. Esperei ele olhar diretamente para os meus olhos._ Digo, como vai ser nós dois agora?

- Eu quero passar a minha vida inteira com você. Nos casarmos, termos filhos,netos, e por fim... morrermos os dois juntos. 

- Como sabe, que vamos morrer juntos_ perguntei parando na frente dele. 

- Esse é meu sonho ok? E no meu sonho, nós morremos juntos_ falou ele dando risada, e pegando em minha mão. 

 E saimos, saltitando feito dois loucos, porem felizes.  

2 comentários:

  1. Gostei da fic, parabéns ao escritor!

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  2. Amei a fic eu não consigo para de ler ta muito boa faz outra eu vou amar ler.Parabéns 😤 ta muito boa mesmo quem ler vai adorar. A sua fic.

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