20 fevereiro 2015

ONE-SHOT: Refém - Capitulo único

ONE-SHOT: REFÉM-Único Capitulo.
Uma história muito louca!!
   Escrita por: Jéssica Keli TLM /@jessica_keli
Personagens PRINCIPAIS:
 (Não é famoso) TAYLOR DANIEL.
(Garota ficticia) NANDA FOX.
Restrições: Crimes, Armas e Sexo.
Idade: 16+
Gênero: Romance, ação.
ATENÇÃO: Escrevo por amor, mas gostaria da opinião final dos leitores. Isto me motiva. É TUDO QUE PESSO. Se gostou ou não gostou, por favor, não deixe de comentar! De 1000 pessoas que sabemos que leem, SEJA UM LEITOR QUE FAZ A DIFERENÇA! Não se esconda!

Atenciosamente Jéssica Keli TLM, Boa Leitura!

VISÃO DE NANDA FOX:

- Senhorita Nanda, seu pai me pediu para levá-la para casa imediatamente, ele terá uma entrevista muito importante e precisa que toda a família esteja reunida. - Disse o segurança do meu pai em frente há minha faculdade.

Joguei olhar para cima.

- Então vamos, só tenho a atenção do meu pai nessas horas mesmo! – Falei Joguando os livros dentro do carro.

Fomos para aquela casa enorme. Estava farta de ver tantos clássicos. Dormir em uma cama de museu. Aquilo parecia quarto de princesa. Eca! Me enojava.

Chegando a hora que meu pai tanto esperava. Me vesti como a mulher dele havia implorado. Meus meio irmãos estavam sentados à mesa. E me sentei totalmente desconfortável com aquele vestido exagerado de babados.

Tentei sorrir vendo o jornalista chegar. Enquanto aquele jornalista bombardeava meu pai de perguntas. Ele resolveu contar um pouco do nosso passado e me irritei ouvindo tanta bobagem e mentiras. Me segurei de raiva junto as lágrimas que não me deixavam mostrar serenidade pela aquelas coisas. Olhei meus 3 irmãos na grande mesa. Ashley tinha 5 anos, Andrei tinha 12 e Ariane tinha 14. Me segurei por eles, para não fazer um escândalo e desmentir meu pai na frente de todos.

- Você está bem Nanda? - Perguntou Ariane.

Encarei meu pai conversando com o jornalista.

 - Não, mais vou ficar.

Quando passou alguns minutos e o jornalista se retirou. Imediatamente me levantei mostrando minha irritação e meu pai me seguiu chamando meu nome. Entrei em meu quarto.

- Você está me ouvindo!?! - Gritou ele.

- Estou!! Mas preferia ser uma pessoa surda, ao ter que ouvir você dizendo suas mentiras!! - Gritei.

Ele me encarou, então falei:

- Você nem tocou no nome da minha mãe!! Ela morreu! Mais te apoiou em tudo!! Você foi ingrato!!

- Eu não fui ingrato!! Temos que ter o máximo de coisas positivas e dizer que você é minha filha com outra mulher não me faz um homem casado e sim viúvo!! -  Gritou ele possuído pela raiva.

- Você me enoja! Minha mãe sentiria vergonha de você!!

- Você precisa botar na sua cabeça que ela morreu, mas eu estou vivo!!

- Você poderia ter morrido no lugar dela!! - Gritei furiosa e ele me deu um tapa na cara muito forte ao ponto de me derrubar no chão.

Olhei pra ele cheia de raiva e rancor, ele não era o mesmo. Tudo estava subindo para sua cabeça começando pelo dinheiro. Ele me encarou me mostrando estar arrependido. Me afastei dele sem dizer uma palavra e ele saiu com o seu rosto bastante abatido.

Na outra semana tudo voltou ao normal. Pude me vestir normalmente, sair sozinha ou com as minhas amigas. Conhecer garotos pelas festinhas. Meu pai não ligava muito para o que eu fazia. Dizia ele que tinha confiança em mim. Pra mim sempre achei papo furado, ele não se importava comigo, isso sim.

Na sexta-feira todas as minhas amigas estão ocupadas, quando se tem 20 anos e não tem um namorado, não tem como não se sentir solitária. O resultado é ter que ir ao Shopping sozinha.  Se bem que não era nada mal..

Chegando lá pude provar as roupas que me interessavam comprar. Comprei algumas nas primeiras lojas e fui em direção à minha loja favorita que ficava no último andar do shopping. Era um pouco vazia porque as peças costumavam ser caras, não era qualquer um que poderia ter, mas se eu quisesse. Compraria todas!! Assim podia me vingar um pouquinho do meu pai e agradar a mim ao mesmo tempo.

Havia 5 pessoas na loja. Mais 3 vendedores. A menina me levou até o provador que era um pouco escondido da loja.

- Por que colocaram porta? - Perguntei rindo.

- Garantir a segurança.. Vem mais famosos aqui e da ultima vez a marca da loja foi processada porque em um estado uma cantora foi trocar de roupa e conseguiram tirar foto dela..

- Ui! Isso é bem tenso! - Ri entrando no provador. Tranquei a porta e fui me trocar.

VISÃO DE TAYLOR DANIEL:

- Vai vai vai!! Todo mundo pro chão agora!! Anda!! - Gritou Ned.

- Manda geral sair! Não manda pro chão não porra! - Gritou Allan.

E entramos assim, a melhor quadrilha de furtos jamais pega naquele país.

- Você sobe! Tira geral de lá! Manda descer que no final do shopping tem uma loja que dá pra abrir a entrada do cofre do banco! Vai! Vai Vai!! - Gritei.

Todos os seguranças já estavam desmaiados devido as nossas habilidades marciais.  Cinco de nós botava todos para fora, 3 dando cobertura. Ned e eu fomos em direção ao último andar.

VISÃO DE NANDA FOX:

Troquei de roupa 3 vezes e estava indecisa. Então acabei com a indecisão decidindo levar todas. Ao sair do provador me deparei com 3 pessoas sentadas no chão e do meu lado, havia um homem armado.

- Ai meu Deus! - Sussurrei.

- Não se mexe. - Sussurrou um no meu ouvido me provocando um certo arrepio. - Soltei um ar de susto.

Fechei os olhos morrendo de medo. Minhas pernas tremiam e senti sua respiração perto do meu ouvido.

- Na boa Taylor, dá pra mandar logo a gatinha ai sentar no chão?! Preciso de ajuda aqui!! - Falou o rapaz ao lado.

Respirei fundo e me sentei junto com os outros sem ele pedir. Notei que os vendedores não estavam mais ali. Éramos as pessoas que estavam no provador. Fiquei com medo de olhar eles.

Eles pareciam querer quebrar a parede. Tomei coragem e olhei para trás. Não parei de olhar depois disto, o dono daquela voz era perfeitamente lindo. Me esqueci totalmente que poderia levar um tiro por estar olhando tanto assim. O rapaz que estava com ele olhou para nossa direção e desviei o olhar e ele voltou a continuar tentar quebrar a parede e parou novamente para me olhar. A garota ao meu lado apertou minha mão com força.

- Aê Taylor, acho que a garota ali já nos viu antes! Ela não me parece estranha.

Ele olhou para minha direção e senti um frio na minha barriga.

- Porra Ned, para de ficar falando meu nome alto! - Falou ele calmo e voltou a quebrar a parede.
                                                
Respirei fundo e parei de olhar, mas o rapaz ainda insistia.

- Ela ta olhando pra tu, to dizendo! Ela deve nos conhecer! Isso é perigoso demais, a gente tem que dar um jeito!

-Op! Pode parar tá. A gente vem sem capuz você quer o que?!

- Vou lá - Ameaçou dar um passo.

- Não - Falou colocando a mão para impedir.

Olhei para ele rapidamente.
                             
- Deixa que eu vou. - Completou aquele que se chamava Taylor.

Ai meu Deus! Pensei ouvindo meu próprio coração bater em meus ouvidos e ele veio em nossa direção.

- Levanta. - Falou baixo.

Olhei pra ele, mas me mantive calada.

- Vem! – Disse ele me puxando pelo braço.

- Aonde vai me levar?! - Perguntei assustada.
                             
- Pra onde você não devia ter saído. - Sorriu abrindo a porta do provador e me soltou.

- De onde me conhece!?! - Perguntou firme trancando nós dois no provador.

Olhei a chave na mão dele e a arma e me preocupei com o que estava sentindo. Não era medo, e sim desejo por um rapaz estranho que nunca tinha visto, um bandido, era lindo, mas um bandido, por um momento pensei no quanto meu pai odiaria aquela sensação e não pareceu tão errado.

Dei meus passos atrás e pensei em dizer mais fiquei com medo.

- Anda! Responde! - Falou num tom mais alto se aproximando.

O que eu faria? Inventaria?!

- Não... Eu... Nunca vi você. - Olhei a arma na sua mão.

Ele soltou uma risada baixa. E me preocupei se ele havia acreditado ou não. Ele pegou a arma com as duas mãos e tirou todas as balas da arma deixando somente uma, me mostrando, enquanto falava totalmente sarcástico.

- Eu odeio ter que me desfazer de uma garota tão linda... Mas... Eu odeio garotas mentirosas... E as que não são sinceras com os homens, então, acho que terei que me desfazer de você. Bom, se você não passar no teste.

O que eu fazer? O que ele quis dizer com ‘desfazer” - Indaguei assusta. Que medo, mas minha vergonha era muito maior!

- Por que estava me olhando? Me conhece de algum lugar? - Ele apontou a arma em direção a minha testa.

Não respondi e fechei os olhos. E ouvi ele apertar o gatilho e me assustei com o pequeno ruído.

- Vamos mais uma vez, tudo bem?!

- Segunda vez.. Me conhece de onde? Estava me olhando por quê? - Falou calmo.
Abri os olhos pensando no mico que pagaria antes de morrer dizendo esse absurdo. Balancei a cabeça que não responderia e ele apertou o gatilho novamente. Ouvia o barulho da parede sendo quebrada pelo seu colega e parecia que mais um chegava para ajudar. Me toquei que ele estava na 6° vez.

Meu Deus! Eu tinha que ser sincera antes de morrer!!

- Porque me olhava, você por acaso me conhece?

Respirei fundo. E ele iria apertar

- Espera! Falei de olhos fechados.

E ele esperou.

- Estava olhando por que.. Tentei falar.
                             
- Por que..? - Completou ele.

- Porque você é lindo, charmoso, sei lá, você me atraiu, eu não queria olhar, mas não consegui evitar, desculpa. – Admiti envergonhada.

Deixei uma lágrima cair do nervosismo e ele soltou um ar de risada. Fechei os olhos e ele ameaçou apertar o gatilho. Aquele seria o último!! Ele apertou e falhou mais uma vez. Abri os olhos não entendendo. E ele estendeu a mão com todas as balas e sorriu.

- Valeu pelos elogios – Sorriu nervoso.

Olhei pra ele e ri morrendo de vergonha. Olhei aqueles olhos negros e ele me encarou e soltou um ar de risada. Eu o agarrei fazendo deixar a arma e as balas caírem no chão. Fui beijando com intensidade pressionando seu corpo contra a porta.

Ele tentou se afastar.

- Você ta ficando doida garota?! – Sussurrou, mas o segurei com toda delicadeza fazendo ele perder todas as forças. Eu poderia morrer depois que terminasse o que havia começado, mas aquilo me fazia me sentie viva, o perigo parecia ser perfeito para me tirar da minha vida tediosa.


Depois de lutar contra sua própria vontade ele cedeu me agarrando mais forte. Apertando meu corpo contra o seu. Beijando-me cada vez mais forte. Passei meus lábios em seu pescoço enquanto sentia suas mãos deslizarem pelo meu corpo pegando mais forte em minhas coxas. Levantei a blusa dele pedindo para que ele tirasse.

Ele recusou com a cabeça. Eu o agarrei com mais vontade e me afastei dele tirando a minha blusa. E ele me olhou malicioso e desistiu do seu "não" e voltou a me beijar fazendo tudo que pedia e assim fiz tudo que ele também pediu.

(...)

Depois de alguns minutos, estávamos exaustos no chão. Parecia que entrava mais homens como ele naquela loja.

- Taylor!! Cadê você cara!! Anda!!       

Ouvimos uma voz diferente do tal Ned.

E nos levantamos do chão apressados. Vesti minha roupa percebendo a loucura que havia feito. Pronto. Agora entrei numa fria. Quando ele se desse conta do que fez acabaria com a minha vida! Ele terminou de se vestir e me olhou. Encostei-me na parede. E ele deu um beijo em minha testa.

- Fica aqui.. – Disse e saiu.

Não entendi porque não havia feito algo. Fiquei meio abobalhada me perguntando por que ainda estava viva e rapidamente me veio a vontade de ter uma chance de estar mais uma vez com ele. Ri dos Meus pensamentos malucos! Sempre fui doida... Mas a esse ponto nunca havia chegado.

Peguei a chave do chão e me tranquei. Sentei-me pensativa. E pude ouvir eles dizerem que havia conseguido pegar o que tanto queriam. Passou alguns minutos.

Temi a hora que deveria sair, mas houve um silêncio. Então abri a porta cautelosa e fui até a entrada da loja. Não havia mais ninguém. Me virei aliviada e saiu daquele buraco um rapaz armado.

- Onde pensa que vai?

Morri de medo do seu olhar. Ele não parecia ser um humano pacífico. Fechei meus olhos.

- Eu estava no provador... Calma por favor.

- Você enlouqueceu?! Vamos sair daqui!! - Falou Taylor entrando na loja.

Olhei para ele e o cara passou por nós e saiu correndo para fora da loja.

- Falei pra ficar lá dentro. - Falou chegando perto de mim.

- Desculpa eu... Só...

Ouvimos disparos para dentro da loja e nos jogamos no chão.

- Se abaixa! Vem! - Falou ele indo para trás do balcão e ficou um silêncio.

 - Tenho que levantar. Eles precisam me ver. Se não vai nos matar!! Gritei me levantando.

Me levantei e atiraram.

- Não atireeeem!! - Me joguei do seu lado e eles pararam. Encostei minha cabeça no seu ombro.

- Fica calma. Acho que não vão mais atirar. Falou me abraçando. E chorei assustada.

- Calma. - Sussurrou.

O Rádio comunicador da loja foi acionado pelos policiais.

-Taylor?! Sabemos que você mantém uma refém dentro da loja, não tem mais escapatória. Todos os seus colegas foram mortos. Se renda ou acontecerá o mesmo com você.

- Ai meu Deus!! - Olhei pra ele preocupada. Ele passou a mão no rosto parecendo desacreditar.

- Não acredito cara - Sussurrou.

Olhei para seus olhos.
Ele ameaçou se levantar e então o segurei.            

- O que vai fazer?

- Vou acabar com isso.

- Não! Falei agitada. - Eles vão matar você!!

- Não me importo.

Segurei para ele não levantar. E ele me olhou. Falei desesperada.

- Por favor... Não...

- Taylor sabemos que você esta com Nanda Fox. Peça o que quiser que negociaremos para vocês saírem bem.

Aproximamos nossos rostos ignorando o que o policial dizia. A voz do policial Me despertou.

- Nanda Fox, ligue seu celular.

Procurei meu celular no chão. Taylor estava calmo, nada parecia novidade pra ele.

- Nanda..? Falou Taylor sorrindo.

- Parece que só eu quem estou nervosa aqui? Não sou eu que estou prestes a ser presa. - Falei ligando o celular.

- Iremos dar 15 minutos... Somente 15. Pense bem - Falou o policial.

Ele riu se levantando. Vi ele mexer na arma e fiquei atenta.
- O que foi? Perguntou me olhando.

- Você... Me responderia uma pergunta?

- Fala. Sorriu tranquilo terminando de se armar.

Fiquei seria.

- Você... Atiraria... Quando estávamos no provador? Perguntei desviando o olhar.

Ele riu e se abaixou se aproximando do meu rosto.

- Se eu te disser vai acreditar? – Indagou esperando a resposta.

- Porque não tenta? – Falei encorajando-o a me dizer se me mataria ou não.

Ele soltou um ar de riso.

 - Não. Não tinha nenhuma bala na agulha. Se sairmos vivos daqui, talvez um dia te ensine o truque das balas. – Disse ele levantando-se.

- Você seria capaz de me matar? - Perguntei assustada.

- Não, eu não sou assassino, sou ladrão, mas cuida. Levanta. - Falou me puxando com força.

E nossos rostos se aproximaram. Me provocando um frio na barriga. Seus olhos marcantes. Difíceis de serem comparados.

O celular tocou.  Atendi ainda olhando nos seus olhos.

- Oi...

- Me deixe falar com Taylor Senhorita Nanda.

Entreguei o celular para ele. E o vi se afastar enquanto falava com os policiais.

- Eu quero ter certeza que não vou morrer.

E ele ouviu o policial do outro lado da linha.

-Advogado? Pra que eu quero advogado? Quero sair daqui e sumir! Esse é o trato! - Ele se virou de costas ouvindo o que o policial falava e  se virou me olhando assustado. Preocupei-me, porque ele estava fazendo aquela cara?

Ele me olhou respirando fundo. Parecendo abismado, colocando as mãos na cabeça atordoado. Arremessou o celular no vidro da loja, me fazendo pular de susto, mas mesmo assim me mantive calma.

- To ferrado!! - Ele passou a mão no rosto.        

Preocupei-me vendo-o ele ficar agitado. E ele finalmente explodiu.

- Porque não me falou que era filha do presidente?!! - Me assustei com o seus gritos.

- Taylor... Eu. - Tentei me explicar, mas ele veio até há mim dizendo entre os dentes.

- Você transou comigo aqui sua doida! Vão pensar que foi estupro. Assalto a mão armada e estupro, eu nunca mais vou sair da cadeia.

- Tô ferrado... Puta que pariu...

Olhei para fora da loja.

- Não, não está, fui eu que quis. Fui eu quem provoquei isso.

- Essa gente não tá nem ai pra isso e muito menos o presidente dos Estados Unidos! - Arregalou os olhos.

Tudo que me rodeava era falso e nenhum pouco duradouro. Eu nunca fui apegada a nada e tirando a forma que nos conhecemos senti uma vontade enorme de conhecê-lo melhor, mas não poderia fazer isso com ele morto. Então me preocupei.

Vi os policiais se aproximarem.

- Taylor eles estão se aproximando porque você jogou o telefone pra fora. - Falei com medo deles atirarem nele.

- E dai? Já tô todo ferrado mesmo, deixa eles atirarem. - Falou passando as mãos no rosto parecendo conformado.

- Tá maluco? Não, não! Aproximei-me dele o abraçando percebendo que estavam se aproximando.
                                                 
- Olha! Por favor! Aponta essa arma pra mim e mostra que você pode ser capaz de qualquer coisa!! A gente tem que sair daqui! Você não vai morrer!

Ele me olhou assustado.

- Você é meio louca né? Assalto a mão armada, estupro e agora sequestro - Sussurrou olhando nos meus olhos.

-Acho que não me interessaria por você se não fosse?

- Me desculpe pelo o que vou fingir..

- O que vai fingir?

Ele me pegou forte pela cintura e me virou de costas para ele e me pressionou contra seu corpo. Senti sua respiração no meu ouvido. Soltei um gemido por sentir um arrepio forte na espinha.

- Se controla Nanda. Riu no meu ouvido.

- Então não me provoca. Sussurrei fazendo ele rir.

O policial gritou dizendo que jogaria outro celular. E o arremessou fazendo cair em meus pés. Olhei para Taylor e ele me fez entender com o olhar que poderia pegar do chão.

Abaixei-me para pegá-lo e senti suas mãos segurarem meu quadril e me levantei depressa por sentir medo de atirarem nele.

- Devia ter demorado mais – sussurrou.

- Quero que saia daqui vivo - Falei olhando para fora.

- Taylor. O presidente está querendo falar com você. - Disse o policial. Nem em apuros esse cara queria falar comigo!?! Respirei fundo.

- Que saco! Seja mal educado Taylor! - Sussurrei entregando o celular ainda olhando para fora e Taylor deu um sorriso malicioso.

- Fala sogrinho.

Olhei pra ele com vontade de rir, mas me recompus fingindo estar em pânico.

- Ela esta ótima..

- Acho que ela não quer voltar pra casa, você quer voltar pra casa Nanda?

- Não, falando serio agora. Vocês não têm muitas alternativas. Então senhor presidente. Não sabia que a sua filha linda era essa que esta aqui do meu lado. Então sugiro que se tem amor a ela, melhor dizer para que todos saiam do shopping neste momento. E que me consigam um carro. Agora.

- Não diz isso, ele não tem amor por mim! - Falei alto fazendo meu pai ouvir.

- Nanda, ele quer falar com você..

- O que quer pai?

- Minha filha, fica calma, se tranquiliza.

-Ih, pai, estou super bem. - Olhei Taylor.      

-Para de ironia Nanda! Que estupidez é essa? De dizer que não tenho amor por você?! Você tem que sair viva dai!

- Se fosse importante pra você, você estaria aqui!

- Eu sou o presidente dos Estados Unidos filha!

- Então, pra você morri hoje! Eu não tenho pai nenhum que tenha um título filho da puta. - Desliguei o celular e o Taylor me olhou assustada.

- Tá explicado você ser tão louca! – Disse ele.

- Um pedacinho da minha história. – Falei.

Observamos eles se afastarem.

- Daqui a pouco estará pronto o seu carro rapaz! Mantenha-nos na linha iremos nos afastar do Shopping.

- Taylor.. Não acredito neles - Sussurrei.

- Nem eu... Ele olhou para fora e me soltou.      

- Tenho uma ideia.. Vem comigo. Me puxou indo em direção ao provador novamente. Tranquei a porta e ele observou o teto e puxou uma parte de onde vinha o ar do shopping.

- Sobe. Falou ele mostrando o joelho para que eu pisasse.

- Ficou louco?

- É to aprendendo com você, agora sobe.

- Não, eles vão vir atrás de nós.

- Não, eles vão vir atrás de mim, é diferente! - Falou apressado.               

- Não! Má ideia! Olhei e o celular tocou.

Ele atendeu. - Disseram que está tudo pronto.

Pensei... E disse.

- Me dá um voto de confiança, ok?! - Perguntei.          

Ele sorriu.

(..)

Depois de alguns minutos fui para o balcão da loja. Analisei o local e vi uma arma. Mexi nela tentando entender como atirava.

- Droga! Eu sou uma burra... Falei já de mau humor por ter que fazer aquilo.

Finalmente consegui apertar o gatilho e consegui atirar no chão tomando um susto, joguei a arma no chão assustada. Ouvi passos entrarem no shopping, sabia que não fariam a vontade dele. Ouvindo os passos pesados deles telefonei e disse bem firme.

-Vocês queriam me tirar daqui?! Consegui o que vocês queriam. Está no provador.

- Senhorita Nanda?! - Gritou chocado o homem do outro lado da linha.

- Andem, venham buscá-lo. – Falei e desliguei.

Respirei sentida. Deveria fazer isso. Senti-me angustiada no momento.
                             
(...)

Passou aquele dia e precisei dar meu último depoimento na delegacia para comprovar tudo que havia acontecido. O delegado me bombardeou de perguntas naquela sala.

- Foi por legitima defesa. Não sabia mexer num revolve, então não pude usar isto, usei minhas próprias mãos.

- Aquele disparo senhorita Nanda, foi o que então? Perguntou o delegado.

- Tentei mexer na arma para chamar atenção de vocês. E chamou!

Ele me olhou meio desconfiado, mas disse

- Não precisamos de mais nada, você está liberada. As provas apontam que você não teve culpa de nada. Só era uma refém e agora temos um bandido a menos.

- Obrigada..

Sai da delegacia colocando meu Rainban preto, caminhando em direção à esquina. Telefonei para Ariana enquanto caminhava.

- Estou bem Ariane. Daqui há algum tempo ligo para saber como vocês estão. - Parei chegando até o carro e me encostei.

- Sentiremos sua falta. - Falou ela.

- Não deixarei de ligar, prometo.

- Ta bem.. Nossos irmãos te mandaram um beijo.

- Manda outro pra eles, amo vocês..

- Tchau Nanda!! Gritou eles no fundo.

- Tchau meus amores!!

Desliguei olhando para os lados. Abri a porta do carro para entrar. Quando entrei não deixei de dar um beijo super quente no meu gatinho perigoso. Ele estava de preto e de Rainban. Lindo como sempre! Ele sorriu.

- Fala sério, não tem pessoas mais abusadas que a gente. - Ri.

- É, por exemplo, esperar a namorada na esquina da delegacia. Riu ele.

- E com o carro onde está todo o dinheiro que seus colegas haviam conseguido pegar.

- Sabe.. Achei que eu era alguém doido. Mas... Eu vejo que você é muito mais doida por se interessar por mim. - Sorriu.

Aproximei-me do seu rosto.

- A culpa é toda sua.. Era para roubar somente o dinheiro do banco, e não meu coração. - Sorri

Ele Me beijou intensamente e procuramos forças para nos separarmos. Ele riu encostando sua testa na minha percebendo nossa dificuldade. -Acho que vai ficar difícil de pararmos.

- Vamos? - Falei rouca. Ele sorriu se afastando e ligando o carro.            

 - Aí, você disse que se saíssemos vivos do shopping me ensinaria aquele truque das balas.

E ele gargalhou dirigindo.

- É né... E eu vou cumprir minha promessa.

Sorri pra ele e ele me mandou beijo no ar. Fomos para outro lugar onde não nos reconheçam, e onde poderíamos viver tranquilamente. FELIZES.

9 comentários:

  1. Essa foi uma refém feliz rsrsrsrs Quem sofreu abuso foi o assaltante ao invés de ser a vítima, também o jeito que ele foi atacado no provador rsrsrs Muito bom. Gostei da one-shot.

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  2. Amei essa one. Só queria era tá no lugar dela, puta que pariu que assaltante mais gostoso kkk. vou divertido ler.

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  3. Nossa kk goste muito mesmo , eu tbm queria estar no lugar dela kkk <3 Parabéns , ficou demais .

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  4. Uau adorei kkkkkk
    Que louca essa refem kkkkkkkk
    Troca de lugar cmg querida kkkkkkkk

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  5. um assaltante assim quem né kkkkkkkk
    foi muito divertido le gostei

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  6. Adoreiiiii.... boooaaa de mais... ai como eu queria estar no lugar dessa garota... kkkkkkkkkkkkk pqp ameiiiii... ♥♥♥♥♥

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  7. Amei essa história cheia de ação e romance...nossa eu não queria mais parar de ler esta perfeita a historia eu me apaixonei pela a história eu amo quando a historia tem ação e romance parece que a história fica mais emocionante faz outro eu vou amar ler.😃😊😅😍❤.

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  8. Adorei, romance, ação e perigo simplesmente perfeita e talento incomum
    Adorei de verdade esta história digna de filme! :o
    Queria ler mais!

    Adorei a forma que ele descobriu que ela era a filha do presidente dos estados unidos.
    Porque foi uma surpresa para mim na mesma hora que a dele kkkkkkkkkm
    Perfeito!

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