27 março 2015

Fanfiction: Era uma vez uma fã [One-Shot] por Verônica Cabral


Nome da fic: Era uma vez uma fã
Autora: Verônica Cabral
Gênero: Romance
Personagens: Taylor Lautner e Lua Ronin
Classificação: Livre
Número de capítulos: 1 (One-Shot).
                              Beta/Correção: Letícia e Val Barreto.       
                                               
SINOPSE:
Eu nunca fui dessas fãs que correm atrás de seu ídolo, acompanha sua vida pela internet ou pelas revistas de fofocas, mas isso não significa que eu não tenha meus ídolos. Apenas não me ligava muito nessas coisas, achava bobagem ou não tinha tempo para isso. Tudo começou a mudar quando eu o conheci em um de seus filmes. Eu nem sabia quem ele era, mas o seu corpo musculoso e forte me chamaram muito atenção me levando a viver algo novo e surpreendente.


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Notas da autora:
Oi, eu sou a autora da fanfic: “A FILHA DO CHEFE” e trouxe essa one para vocês que acompanham o Lautner Fanfics.com. Espero que leiam e não deixem de dizer o que achou deixando um comentário. Beijos: Verônica.
              
O meu nome é Lua. É, eu sei que é um nome diferente, mas eu gosto de ser diferente de tudo que me rodeia ou até do mundo, se possível. Eu tinha dito que nunca fui uma fã fanática. Por quê? Eu explico: meu pai era um ator famoso aqui no Brasil e eu praticamente cresci vendo artistas e quando ele se aposentou dessa vida, quase nada mudou. Continuávamos a ter o glamour e a notoriedade que tínhamos, mas a mim aquilo não me enchia os olhos como minha vozinha costumava dizer. Meu negócio era outro... Medicina para ser mais exata.

Até uma noite em que meus pais teriam que sair para mais uma homenagem a meu pai. Depois daquela noite, tudo mudou...
 
─ Tem certeza que não quer ir, filha? – Meu pai perguntou pela vigésima quinta vez naquela noite. Ele parou na porta do meu quarto e me encarou sorrindo.

 ─ Eu já disse que não posso, paizinho. – Apesar de amar o meu pai, estava cansada daquelas premiações.

─ Seu pai irá receber um prêmio importante hoje seria bom que toda a família estivesse lá pra apoiá-lo. – Minha mãe disse ajeitando a gravata de meu pai. Eu coloquei um travesseiro no meu rosto, me joguei na cama e faz caretas por debaixo dele. Depois de um tempo respondi.


─ Sem querer ofender, tá? Mas isso já tá chato toda vez que o papai recebe um prêmio ou é homenageado você fala que é "importante"! – Olhei para ele.

─ Que isso menina. – Reclamou minha mãe.

Desculpa, pai, mas isso era divertido quando eu era pequena agora... Perdeu toda a graça! - Ele maneou a cabeça para o lado num "tudo bem" e sussurrou:

─ Eles me cansam as vezes também! – Eu ri e depois ele voltou para o seu quarto a fim de terminar de ser arruma. Como se nada tivesse acontecido.
Minha mãe foi quem não gostou.

Apesar de tudo, das noites em que eu mal via o meu pai, porque ele sempre chegava das gravações e eu já estava dormindo, apesar de tudo isso sempre nos dávamos bem. Minha mãe é que sempre aproveitou essa vida mais que eu ou até mesmo ele. Por isso, quando eu disse que ia fazer medicina só o meu pai me apoiou.

─ Vocês sabem, eu tenho uma prova importante amanhã, tenho que estudar e essas festas tendem a varar a madrugada.

─ Isso mesmo, filhinha, estuda. – Meu pai voltou ao meu quarto e beijou o topo da minha cabeça.

─ Marcelo!

─ O quê? Vai haver outras festas iguaizinhas a essa... - Ele falou saindo do quarto e descendo as escadas com minha mãe e eu atrás dele. Quando chegou ao andar de baixo, ele virou para minha mãe e completou todo orgulhoso.

Nossa filha vai ser uma doutora, mulher! Vai salvar muitas vidas. Você deveria está orgulhosa isso sim!

─ Quem disse que eu não estou orgulhosa da minha filha? Só que... Eu acho que a nossa filha merecia mais!

Ambos se despediram de mim e saíram da casa – discutindo o meu futuro, como sempre. Eu os vi entrar no carro e acenei um adeus, que nem sei se eles viram. Pelo visto aquela discussão duraria até o local da festa. Eu rir só de imaginar a cena. Fechei a porta, apaguei as luzes do andar de baixo e voltei para o meu quarto. E assim que pisei no segundo andar, ouvi meu celular tocar e corri para atender. Era Julia, uma de minhas melhores amigas.

─ Fala coisa chata! –Julia já havia me ligado cinco vezes só no dia de hoje.

─ Doutora, eu acho que eu vou ter um ataque cardíaco!         

─ Sério? Quer que eu chame a SAMU ou o REBECÃO?

─ Ai nem dá pra brincar com você, sua nojenta!

─ Nojenta é você! – Escutei o seu sorriso do outro lado do telefone e sorri junto.

─ Tá fazendo o que? – Perguntou ela.

Diz logo o que você quer eu tenho uma pilha de livros para ler para a prova de amanhã.

─ Nossa falou a nerdzinha! – Julia começou a fazer piadinha e depois de dez minutos só de palhaçadas, ela completou:

Você topa um cineminha caseiro? Eu, você, pipoca e Taylor Lautner?

─ Quem? – Eu já não estava prestando a atenção na conversa a horas, mas mesmo assim, me liguei ao ouvi o nome do estranho.

Ô criatura alienada! Aquele ator gato que eu ti falei.

─ Ah sim, o lobo! Você ouviu o que eu disse? Não vai dar! Eu tenho prova amanhã e tenho que estudar... – Sem que pudesse terminar o que tinha a dizer, ela me interrompeu:

─ Você é a maior CDF foda que eu conheço! – Sua frase foi interrompida pelo bipe do meu celular.

─ Bateria fraca amiga, amanhã a gente se fala! – Eu desliguei o celular antes que ela tente dizer mais alguma coisa. Estava dando graças a Deus a bateria ter acabado, meus ouvidos não aguentavam mais.

Eu realmente não estava a fim de vê filme nenhum, com nenhum gato sarado, ou seja, lá quem fosse. Minha ideia naquela noite era estudar até desmaiar de cansaço em cima dos livros. Entretanto, a televisão, em frente da minha cama, implorava para que a ligasse como se dissesse me liga, por favor!

─ Não! Você é mais forte que ela! - Eu disse para mim mesma pegando um livro qualquer e fingindo que estava lendo, mas a tentação não saía da minha cabeça.

Minutos depois eu cedi esticando o braço e pegando o controle na mesinha ao lado da minha cama.

Só um pouquinho. Eu me distraio e volto para os livros. - Falei ligando a TV e colocando no canal que Julia tinha dito que iria passar o filme.
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 ─Filha? - Sentia as mãos de meu pai me sacudirem, enquanto a minha mãe desligava a TV.

─ O quê... O quê aconteceu? – Acordei assustada.

─ Nós que te perguntamos. O que aconteceu? –Minha mãe disse com uma cara de cansada. Olhei no relógio da minha cabeceira e vi que já era quatro e meia da manhã.

─ Eu mato a Julia! – Sussurrei baixinho pulando da cama.

─ Julia? O que tem a Julia? – Meu pai disse fechando e arrumando os meus livros na minha mesinha de estudo.

Expliquei aos meus pais o que tinha acontecido. Ia voltar a abri os livros de novo, mas meu pai não deixou me empurrando para cama. Tentei reclamar, mas estava cansada e não tinha cabeça para mais nada. Naquela noite sonhei pela primeira vez com ele.

Hoje eu sou estagiária num hospital e não posso passar um dia sem notícias dele. Comprando revista, entrando em sites, fazendo parte de fã clubes e tudo mais. Quem diria!

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6 anos depois

Particularmente hoje a emergência do hospital estava vazia – o que eu considerava um milagre para um sábado à noite. Meu turno de 48 horas estava finalmente no final. Já tinha até me despedido das enfermeiras quando ouço chamarem o meu nome. Morar em Los Angeles não era fácil.

─ Faltou isso! Fiz um sinal para as enfermeiras na recepção e elas começaram a rir.

Estava a alguns metros da porta de saída quando vi uma confusão se alastrar na recepção do hospital. Escutei meu nome ser chamado, mas não sabia de onde vinha. Até pensei em ignorar o chamado, mas como eu sou uma boa pessoa e uma excelente médica, voltei o caminho e encontrei outro médico.

─ Doutor que tumulto é esse? – Perguntei vendo as enfermeiras e as pacientes alvoroçadas olhando e querendo entrar numa ala que foi interditada por três homens imensos.

─ Esse é o efeito que ele causa por onde passa. – Jorge saiu reclamando.
O quê será que...? Resolva isso.

 Ele entrou em outra sala e sem saber ainda o que estava acontecendo me aproximei, mas um dos seguranças me barrou.

─Fui chamada para atender um paciente aqui. – Disse para um dos homens de braços cruzados. Ele me empurrou para dentro da ala e acabei tropeçando. Fui até a sala onde me chamaram e onde a confusão e o falatório eram mais intensos. Entrei falando alto.

─ Eu não sei o que está acontecendo aqui, mas quero respeito. Isso é um hospital... – Minha explosão foi interrompida.

─ Me desculpa, nós não queríamos...

 Meu queixo caiu ao ver o culpado de toda balburdia. Tentei me recompor, mas mesmo assim completei a frase de um jeito bem idiota.

─ Vocês não podem interditar a emergência desse jeito mesmo sendo só uma ala!

─ Sabemos disso e eu peço perdão, doutora! –Ele se aproximou e eu vi que seu rosto estava sujo de sangue.

─ O quê aconteceu com você? – Tentei parecer o mais profissional possível, mas estava tremendo e muito nervosa.

─ Taylor foi defender uma amiga e acabou brigando. – Falou um homem atrás dele.

Além de lindo é cavalheiro! – Sussurrei para mim mesma, mas acho que algumas garotas, que estavam na sala, ouviram porque ao me virar eles olhavam para mim. Eu sorri toda envergonhada enquanto eu colocava as luvas. 

─ Ok, vamos ver isso! – Me aproximei dele rezando para que minhas minha mãos não começassem a tremer. Taylor tinha um corte na sobrancelha. Não era profundo, mas merecia cuidados.

─ Ai! - Ele gritou assim que eu encostei o algodão.

─ Desculpa!

Ele ficou o tempo todo olhando para o meu rosto - que a essa altura, já estava ficando vermelho. Agradeci por minha mãos terem se controlado. Retiro as luvas sujas de sangue e ele se senta ereto na maca. Ainda me olhado ele me pergunta:

─ A doutora tem nome?

─ Lua Ronin.

─ Lua! – Ele fez um beicinho pensativo e continuou a me olhar. – Você me conhece, Lua?

─ Claro que sim! Não sou velha se é que está pensado isso. Não deixe esse jaleco te enganar. Sou sua fã já faz um tempo!

E assim, sem querer, voltei a frequentar o mundo dos famosos. O mesmo mundo de quando eu era pequena. Só que agora, ao lado do meu namorado.

Notas finais da autora:
Gente... Deixem um comentário, uma crítica, sugestão. Aguardo. Espero que tenham gostado. Um grande beijo.




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4 comentários:

  1. Ah hahahahahhahaha amei!!!!! Muito bom!!! Se fosse uma fanfic de varios capitulos ia ser melhor ainda! :)

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  2. Aaaah que pena que acabou adorei, poderia ser com varios capitulos!! Parabéns!!

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  3. Parabéns, ficou muito bom ameiii 😍😍

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