13 março 2015

Fanfiction: In choice - Capítulo 6 – Don’t Mess With Powerful People



*POV Justin*

Continuei olhando fixamente Taylor. Ele não estava nada feliz em me ver. Seus olhos transmitiam a sua imensa raiva. Meu Deus! Onde eu me fui meter?

Selena desceu do carro e caminhou até Taylor. Ela parecia bem desconfortável quando notou que não estávamos mais sozinhos. Será que isso traria problemas para ela? Sei que as coisas entre mim e Taylor ficariam complicadas de agora em diante, mas precisava ter cautela para não atrapalhar a vida da Selena.
        
Eles estavam do lado de fora conversando amigavelmente, mas, era notório que Taylor não estava feliz em me ver. Ele articulava muito com as mãos, mas, não levantou a voz um minuto sequer. Selena fez sinal para que eu descesse do carro. Parei um instante e pensei no que isso poderia representar. Não sabia se ambos sairíamos vivos dali.
        

Caminhei até eles e Taylor continuava me olhando. Precisava pensar rápido antes que algo desse errado. Um silêncio mortal surgiu entre nós, mas, como sempre, Taylor tinha uma carta na manga.
        
- Selena, não vai me apresentar ao seu amigo? - Perguntou, sarcástico.
        
- Claro... Justin este é o Taylor. ­ Disse, meio atrapalhada.

Ele, então, se aproximou e cumprimentou apertando minha mão e me puxando para perto dele. Sou o único capaz de ouvir as suas palavras. A sua ameaça.   
 
- Você disse que não se importava com ela. Agora, ela vai pagar pelo seu erro! Deveria aprender a não mentir para gente grande!
  
Ele se afastou de mim e segurou a mão de Selena. Ela acenou com a mão livre e eles caminharam para dentro da casa. Selena deu uma última olhada em minha direção e abriu a porta para que ela e Taylor entrassem. Taylor me olhou pela última vez e fechou a porta na minha cara. Arrepiei-me e rezei para que aquilo não passasse de um blefe.

*POV Selena*

Arrepiei-me ao ver que Taylor estava do lado de fora da minha casa. Seu o olhar estava com uma fúria que eu nunca havia visto antes. Justin estava apreensivo e parecia que eles já se conheciam pela forma incessante a qual eles se olhavam. Talvez fossem inimigos, não sei, apenas sabia que alguma coisa ruim iria acontecer. Precisava dar a volta por cima e me safar dessa.
        
Entramos em casa e tudo estava em silêncio. Certamente, meu pai e Hope estavam dormindo. Passamos direto pela sala e subimos as escadas em silêncio. Entramos no meu quarto e Taylor fechou a porta atrás de nós.

- Por onde é que você tem andado? Tentei te ligar milhares de vezes, fui até sua casa... Fiquei preocupada! - Precisava parecer convincente. Ele precisava acreditar em cada palavra dita por mim.

Não precisa ficar. ­ Disse em um tom bastante sensual colocando seus lábios no meu pescoço. Apesar de não ser o melhor momento, eu me desviei dos seus beijos.
    
- Sabe Taylor, eu acho que chegou o momento em que nós dois precisamos ter uma conversa.
   
         Ele chegou mais perto de mim num tom agressivo e sensual, colocou as suas mãos na minha cintura e jogou-me bruscamente na cama. Foi como se eu, de repente, perdesse a fala.
   
- Vamos deixar as palavras para depois... – Ele disse, em um tom ameaçador.

Ele, então, rasgou minha camiseta e tirou o meu sutiã. Pousou os seus lábios no meu pescoço, descendo cada vez mais. Agarrei-me aos lençóis da cama com toda a minha força, tentando sufocar os meus gemidos, mas, ele parecia não estar satisfeito.
     
Ainda deitados, ele retirou o resto das nossas roupas. Começou a me beijar de forma violenta e, ao mesmo tempo, sensual. Quando me dei conta, ele começou a me penetrar. Ele se movia lentamente e sensualmente. Eu não suportei mais e comecei a gemer alto. Eu estava fora de mim, mas, pude perceber quando ele soltou uma gargalhada maquiavélica e me penetrou mais forte. Naquele momento, passou de prazer para dor e implorei para ele parar, mas, ele simplesmente ia cada vez mais forte... Sentia o meu corpo doer, e ele só parou quando os meus olhos começaram a ficar vermelhos.

- Você é bruto mesmo! - Eu reclamei, levantando-me da cama e indo para o sofá. Apesar de sentir prazer, eu não gostava nem um pouco quando ele me fazia sentir dor.
    
         - Diz que não gosta! - Ele parecia feliz consigo mesmo. Apesar de ser lindo e extremamente sedutor, Taylor tinha um lado do mau que eu não conhecia. Precisava tirá-lo da minha vida o mais rápido possível.

- Está tudo acabado entre nós dois! Entendido? - Decretei.
    
Taylor se levantou da cama, me pegou pelo braço e me empurrou contra a parede com a força suficiente para deixar alguns hematomas. Então, ele agarrou  meu pescoço e disse:

- Se você não for minha, não será de mais ninguém. - Taylor disse olhando dentro dos olhos. Senti as lágrimas escorrerem pelo meu rosto. Ele me esbofeteou tão forte que eu bati com o rosto no chão. Ele mal me olhou, e, então, pegou suas roupas e celular e caminhou porta afora.  Ainda em choque pelo que havia acabado de acontecer, levantei-me às pressas do chão e corri para o banheiro. Tomei um longo banho com a esperança de tirar qualquer marca daquele desgraçado do meu corpo.

*POV Justin*

         Quando voltei para casa, após todos os acontecimentos da noite, eu simplesmente não conseguia esquecer as palavras de Taylor. Era certo de que algo de rum iria acontecer. Taylor não é aquele tipo que blefa; ele limpa a bagunça com as suas próprias mãos, e, é exatamente por isso, que ele é um dos homens mais temidos do país.
        
Já em casa, esperava que algo acontecesse. Mas, as horas se passaram e... nada! Já estava indo dormir quando ouvi a campainha da porta da frente tocar. Com um pouco de receio, eu abri a porta.

Você é o Justin Drew Bieber? - Um homem que parecia ter por volta de 25 anos e cabelos pretos, estava me olhando como se não se importasse com o que estava por vir.

- Sou, sim! - Afirmei.

- Isto é para você. ­ Disse entregando um envelope de papel. Era um envelope pardo e lacrado com um carimbo. Eu já sabia o que aquilo significava, mas, precisava acreditar que não era nada.

- Isto é de quem...? - Não tive nem chance de terminar minha pergunta, pois, o entregador já estava correndo feito um louco pela rua. Isso só poderia ser obra do Taylor!
   
Após acompanhar o homem correndo rua abaixo, entrei em casa e abri o envelope. Lá dentro havia um pequeno CD. Coloquei-o no computador e comecei a ouvir a gravação.

Selena: Taylor, pare! Pare, por favor!

Mas que droga era essa? Taylor realmente queria me torturar. Por longos minutos, eu podia ouvir a respiração ofegante de Taylor e Selena. Ela gemia alto e certamente estava corada pelo o que estava acontecendo. Era inevitável não ouvir o resto do CD.         

 Ahahahahaha! - Taylor riu com satisfação.

Taylor, por favor... Está tudo acabado! - Selena implorou.

Se você não for minha, não será de mais ninguém. – Ameaçou.

Parei a gravação, enjoado. Não queria ouvir mais nada! Havia minutos incessantes de silêncio e eu não sabia o que tinha acontecido. Dentro do envelope havia um bilhete que dizia:

"Não se preocupe que este é o 1° de muitos.
“Ass: Do seu grande amigo, Taylor”

Não conseguia pensar em mais nada. Peguei no meu casaco e corri para a casa da Selena.

*POV Selena*

Selena....? – Vanessa chamou.

Aqui em cima... ­ Disse vestindo uma camisola de mangas compridas de maneira que pudesse esconder todos os hematomas causados por Taylor. Meu pai estava longe, mais uma vez, e minha irmã estava no colégio. Era melhor assim.

Camisola de inverno com este tempo? Você só pode estar doente, garota! - Ela observou.

         - Provavelmente ­ Disse contorcendo os braços.

E as novidades? Como foi com o grande Bieber? ­ Perguntou soltando uma gargalhada.

- Não deboche porque ele é maravilhoso! - Falei, irritada.

         AHAM... SEI! - Ela respondeu.

Em seguida, ouvimos alguém bater a porta, levantei­-me, então, para abri-la.

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