27 março 2015

Fanfiction: In choice - Capítulo 8: Best Sex Ever


*POV Justin*

O corpo caído de Vanessa manchava a entrada da frente de sangue. Selena ainda estava aterrorizada e eu precisei juntar forças para andar e puxá-la comigo.

Consegui chegar até meu carro. Precisávamos fugir antes que Taylor tivesse tempo de nos alcançar. Após dar a partida no carro e andar poucos metros, vi Taylor parado se segurando ao portão. Ele estava com raiva. Ele se virou para nós e gritou:

- EU MATO VOCÊS DOIS! - Esbravejou.

Senti o corpo de Selena tremer e se arrepiar com a nova ameaça. Precisávamos ir para longe. Mas, primeiramente, precisávamos trocar de carro. Esse era a parte mais importante, pois, estávamos em desvantagem e seríamos reconhecidos rapidamente. Em segundo lugar, eu teria que esconder tudo o que estava acontecendo do meu pai. Ele estava debilitado e uma fuga como essa não faria bem a ele. Precisava deixar tudo acertado para ele. 


Ao longo do trajeto até minha casa, não trocamos uma palavra sequer. Todo esse silêncio dela me matava por dentro.

- Selena... ­ Eu falei tentando aliviar o clima.

- Você fez o que deveria ser feito, Justin... - Ela estava com a cabeça encostada no vidro e com o olhar perdido. Eu não sabia o que fazer.

- Apesar de tudo, ela era a sua melhor amiga. Eu não deveria ter feito aquilo na sua frente!

- Ela não era minha amiga! Ela era uma puta que era paga para ser minha amiga, uma marionete do Taylor! Mas, por quê? Será que todas as memórias que vivi com ela... não passaram de mentiras? ­ Ela disse confusa e cheia de mágoa. Acho que perder a amiga era pior que descobrir que o namorado era um idiota.

- Não sei... Mas, acredito que isso é uma coisa que apenas ela te poderia responder.

- Bem, nós sabemos que ela não poderá responder mais nada... -Apesar de toda a tristeza, a Selena sarcástica que conheci estava ali. Isso já era um alívio. Sorri com a sua tentativa de aliviar o nosso desconforto.

- Desculpa...

- Você me disse que trabalhava em um bar e que tinha uma vida honesta... O que te torna diferente dela? Ou melhor, o que te torna diferentes deles? - Eu sabia de quem ela estava falando. Sabia que não importava o que dissesse, ela já tinha um pré-julgamento. - Você mentiu! E agora estamos os dois dentro desse carro fugindo para sei lá aonde. Você mentiu a vida toda e agora pede para que eu confie em você?! ­ Ela disse literalmente aos gritos. Ela estava com raiva e eu estava esgotado.

Precisava parar o carro. Em um movimento brusco, joguei-o em direção ao acostamento. O carro derrapou na pista fazendo com que quase tivéssemos sofrido um acidente. Eu estava tremendo e sem saber o que pensar. Meu rosto ainda estava vermelho por causa do sangue e minha testa doía. Mas, agora estávamos no meio de uma estrada deserta, correndo o risco de sermos vistos. Desesperado por ar, saí do carro e andei pelo acostamento. Precisava de tempo.

- Justin... ­ Ouvi Selena chamar o meu nome enquanto saía do carro.

Sentei-me no meio fio e, com os seus braços enrolados na sua cabeça, deixei que as lágrimas corressem pelo meu rosto. Chorava por medo. Por meu pai que pudesse sofrer por minha causa. Por minha morte iminente. E por Selena que poderia morrer por minha causa.

- Selena... Por favor... deixe-me um pouco sozinho. - Pedi.

- Eu não vou a lugar algum, Justin! Olhe para mim. ­ Disse enquanto se sentava ao meu lado.

- Eu estava perdido, Selena... Desde aquele dia, aquele mesmo dia em que eu perdi tudo. A minha mãe, a minha irmã com apenas 3 anos... Uma criança tão inocente... Elas não tinham culpa de nada! Ele apontou a arma na minha cabeça. Aqui mesmo! - Ele segurou minha mão e a levou até o lado esquerdo da sua cabeça. Podia sentir uma pequena cicatriz ali, escondida pelo seu cabelo dourado. - Eu implorei para ele me matar. Eu IMPLOREI, Selena! Mas ele não o fez...

Era a primeira vez que ouvia Justin falar sobre o que havia acontecido com sua família. Pelo visto, era uma carga maior do que ele poderia carregar. Eu tinha minhas próprias cicatrizes, e sabia o quanto era impossível viver com todas elas. Algumas pessoas nos atormentam o resto da vida.

Ele estava de cabeça baixa e chorava compulsivamente. Eu não sabia o que dizer. Nunca tinha compartilhado com ninguém a dor de perder a minha mãe. Eu mal chorei pelo seu luto. Justin, pelo visto, chorava muito por aqueles que se foram.

 Ainda absorvida em meus próprios pensamentos, quase não percebi quando ele voltou a falar.

- Ele me amarrou e me deixou lá para que eu pudesse ver os seus corpos frios e cobertos de sangue. Os olhos da minha irmã ainda estavam abertos. Eu podia ver o brilho se esvaindo deles. Eu me lembro do choro desesperado da minha mãe. E naquele dia, eu me perdi. Eu me perdi e não me tornei o homem que minha mãe tanto quis! - Será que esse é o seu maior arrependimento? Não ser aquele homem que sua mãe tanto quis? Será que eu tinha me tornado a mulher que a minha mãe sempre quis? - Mas, a minha vida mudou quando eu falei com você pela primeira vez. Aquele dia, no pátio do Liceu, onde você disse que o seu estilo não era para mim. Você estava errada. Você era e ainda continua sendo perfeita para mim.

Eu corei. Aquilo não poderia estar acontecendo. Passei a mão pelos meus cabelos e me sentei. Arrumei a minha camisola gigante e desejei estar com uma roupa melhor.

- Eu me senti normal, Selena. Mas ao olhar pra você... Eu sabia que era possível achar um nível de normalidade. - Ele estava achando graça pela minha timidez. Era bom vê-lo sorrir. Era lindo. - Você me fez sentir humano novamente, como se tudo pudesse achar o seu devido lugar. Como se aquela dor tivesse desaparecido. Ele me fez rir de maneira natural, com o seu jeito. Não sabia que era capaz de sorrir novamente. Pensei que não pudesse mais fazê-lo quando eu as perdi. E quando perdi você...

- Você nunca me perdeu, Justin! Eu sempre te amei, lá no fundo, eu sempre te amei, eu apenas não admitia... ­ Eu confessei colocando minhas mãos no meu rosto e limpando minhas lágrimas.

- Você amava o Taylor... - Retirei as mãos dela do meu rosto. Não estava preparado para saber nada disso. Principalmente para aquela conversa.

- Eu amava o Taylor para ignorar o fato de que a pessoa que eu realmente amava, sentava ao lado dele. Eu tinha medo, Justin... Eu... Eu era uma criança, ok?

- Mesmo que isso seja verdade... - Levantei-me e andei até o meio da pista. Àquela hora, poucos carros passavam por aquela rodovia. Estávamos a sós. - Não ia adiantar em nada agora. Olhe só para nós dois agora: fugitivos do seu namorado! Agradeço por tentar me animar. Mas... Não é preciso. Eu só preciso de um tempo!

Ela agarrou o meu rosto novamente. Sua testa estava apoiada na minha e eu podia sentir o seu coração batendo. Ela chegou para mais perto de mim e me beijou. Seus lábios eram macios e carnudos. Meus braços se fecharam em volta dela enquanto a tirava do chão. Ela era tão pequena perto de mim. Seus braços estavam em meu pescoço e ela me apertava para que eu me aproximasse cada vez mais. Após tantos anos, finalmente o beijo esperado, para cada um de nós, aconteceu. A paixão consumia os nossos corações assim como a adrenalina. Os seus lábios se encaixavam perfeitamente nos meus.

Ela se afastou e sorriu. Há muito tempo que não me sentia tão feliz! Posso ter passado a minha vida beijando outras mulheres, mas, nada, nunca, se comparava àquele beijo. Era como se já soubéssemos o que iria acontecer. Ela pulou em meus braços e a carreguei em meu colo. Ela me dava beijos suaves e me abraçava. O meu dia estava começando a melhorar.

 Eu caminhei lentamente com ela em meus braços. Levando-a para dentro do carro com cuidado ajudando a entrar e a tirar a sua camisola e sua calça. Por baixo de toda aquela roupa, ainda se escondia algumas manchas vermelhas causadas por Taylor. O machucado feito no bar estava sem o curativo e vermelho. Beijamo-nos apaixonadamente, e ela passou suas mãos pela minha barriga. Podia sentir o seu corpo arrepiado pelo meu toque. Suas mãos foram até o cós da minha calça e ela levantou minha blusa, tirando-a. Beijou o meu pescoço e eu joguei minha cabeça para trás sentindo um frenesi intenso. Estava sentindo prazer como nunca.

Paramos de nos beijar e eu a encostei na porta do carro. Com as sua pernas no meio das minhas, eu abri o fecho da sua calça e a puxei. Apenas vestindo calcinha e sutiã, eu a puxei para o meu colo e beijei seu pescoço e seus seios. Ela arquejou de prazer quando meus dedos percorreram o fecho do seu sutiã e o tirei. Beijei e suguei seus seios como se não houvesse outra oportunidade de fazê-lo novamente. O meu órgão, já ereto, encostava de forma louca o corpo dela. Eu a sentei no banco para me livrar do resto das minhas roupas. Minhas botas foram jogadas no banco da frente e minha calça e minha cueca lhe fizeram companhia.

Apesar de estarmos nus, não tínhamos pressa. Estávamos mais com a intenção de aproveitar cada minuto. Cada toque. Cada sensação. Ela voltou a se sentar em meu colo e eu a beijei apaixonadamente. Eu acariciei seus seios e ela gemeu baixinho. Meu órgão estava rígido e pronto para a ação. Selena o pegou entre os seus dedos o acariciou. Senti o sangue correr por minhas veias e percebi que eu estava cada vez mais perto do êxtase. Apesar de toda a tensão sexual, eu a penetrei com dois dedos levando-a loucura total. Ela gemeu alto e se movia na medida em que os meus dedos faziam mais pressão dentro dela. Senti o seu corpo responder satisfatoriamente quando ela gozou em minhas mãos. Nossos corpos responderam juntos ao prazer: gozamos juntos. Como se estivéssemos conectados.
Eu a deitei no banco do carro e me deitei por cima dela. Ela tinha um sorriso bobo no rosto e estava corada. Eu estava suado e cheio de excitação ainda. Meu pênis ainda estava rijo e desejando muito mais do que um contato. Encostei a minha cabeça em seus seios e me deixei dominar por aquela sensação de paz e felicidade. Seja até quando ela durar.

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