15 março 2015

Fanfiction: Quem são esses garotos - Capítulo 5: Perigosos!


POV Eduarda

     _Eu nunca iria atacar você! –Ele diz enfraquecendo a mão dando para eu me soltar e sair correndo, mais não deu muito certo, pois ele é rápido de mais e mais forte do que eu.

     _Pra onde você pensa que vai sem antes falar como me achou aqui?

      _Isso não e da sua conta. – Eu tendo me soltar mais não consigo, pois, ele era forte. - IAN ME LARGA! – Gritei e ele me jogou em seu ombro. De cabeça para baixo, não conseguia ver para onde iriamos, mas se tratando do bosque sabia que não seria pra um hotel 5 estrelas. Ian diminui o passo e me coloca no chão. Ainda me prendendo ao seu corpo, vejo que estamos em uma casa abandonada feita de madeira velha. Ele abre a porte e me puxa para dentro. Entramos e apesar de estar escuro, posso perceber que não há muitos móveis ali. Ele me coloca no chão fazendo um sinal de “Silencio” com a boca esperando que eu obedecesse, mas comecei a gritar pedido por SOCORRO!

    _Duda! Qual o seu problema? –Ele se aproxima e tampa minha boca. Tentei me debater, mas foi só mais uma tentativa falha. Ele se afastou e pegou uma corda e em seguida me amarrou numa cadeira que havia ao lado da janela.

     _IAN! Me larga, está me machucando...– Lágrimas escorriam e me sentia exausta, mas parecia que ele nem ligava para aquilo e continuo fazendo o que estava fazendo.

–SOOOCOOOORRROOOOOOOOO! –Gritei mais uma vez com todas as forças e isso só o deixou com mais raiva e o fez pegar um pano velho todo manchado de graxa, ou sei lá o que era aquilo, e amarrar na minha boca.
        
         Debati-me novamente. Nada que fizesse iria me fazer sair dali. Estava presa e com medo. O observei andar por pela casapassando a mão na boca, ainda, tentando limpar o sangue quase que ressecado, entretanto, o sangue que ainda estava fresco, foi se espalhando pelo seu rosto. Ele não se parecia em nada com o Ian que conheci. Ele era mais reservado e com um brilho diferente nos olhos. Algo que representasse o lado escuro que ele escondia. Após alguns instantes, ele entra em outro cômodo da casa, que julgo ser a cozinha, e ouço barulhos nos canos. Certamente ele deve estar lavando o rosto. Limpando a sujeira causada por outra garota.


POV Anna

          Algumas pessoas me viram saindo correndo da trilha. Estava escuro e com medo. Minhas pernas estavam arranhadas por causa do mato e dos espinhos que encontrei pelo caminho. Duda decidiu ficar e ver o que era o vulto que tinha visto. Eu não tinha visto nada, então, eu preferi correr a ficar com uma amiga. Agora, depois de 2 horas que eu havia chegado e nada da Duda, decidi tentar convencer Taylor para ir comigo atrás de Duda.

_Tay, a Duda e o Ian não chegou ainda e...

       _Vai ver eles estão na maior suruba. – Tento rir e parecer que não é nada, mas no fundo sabia que tinha algo acontecendo com a minha amiga.

       _Ah claro, suruba no meio do mato. – O encarei com os olhos cerrados. - É serio, quando estávamos andando pela trilha, ela escutou um barulho e entrou no mato. Eu deveria ter ficado com ela, mas estava com medoe até, então, ela não apareceu.

       _Mas... Você lembra onde é esse local? –Taylor disse se levantando e colocando o celular no bolso.

        _Lembro. É perto do posto. –Disse saindo logo atrás de Taylor. Ele pagou o nossos jantares e saímos do restaurante. O guiei até o começo da trilha. Mesmo com medo, começamos a andar pelo trajeto que fiz quando estava indo para o restaurante.

       POV Ian

         Olho pela minúscula janela da casa e vejo que é tarde. Não podia liberar Duda. Ela iria acabar contando para as meninas sobre o fato de eu ser um...Vampiro.Eu não queria machuca-la ou feri-la de alguma forma. Eu sentia algo por ela e gostaria de tentar ter algo que não terminasse com a boca suja de sangue. Então, decidi usar a hipnose com ela, pois, sabia que era a coisa mais segura a se fazer. Aproximei-me dela, segurei sua cabeça e olhei profundamente em seus olhos.

     _Você entrou na floresta e me encontrou consertando meu carro e acabou me ajudando. E depois disso ficamos conversando. –Disse olhando fundo nos seus olhos e logo depois a desamarrei.

     _Por que eu estava amarrada? – Ela pergunta. Se fosse possível meu sangue ficar mais gelado do que já é, esse seria o momento. Eu precisei pensar rápido. Precisava me livrar da encrenca em que me meti.

     _É que...Estávamos...Brin...Transando. –Sorri. Duda me olhava confusa, como se o que acabasse de dizer não fosse possível, mas parecia ter acreditado no que disse. Eu sorrio para que ela pense que estou dizendo a verdade.
        Do lado de fora da cabana, ouço gritos de Anna chamando meu nome e o nome de Duda. Precisava correr. Deixei Duda sentada na cadeira e fui para a cozinha. Lá pego uma camisa limpa que está dentro da minha mochila. Preciso ser rápido e parecer o mais normal possível. Logo que saímos da cabana e levo um susto ao ver o Paul parado em minha frente.

_Quero conversar depois a sós contigo. – Paul não parecia nada contente. Em algum momento, Anna deve ter ligado para Maria. Logo todos estavam a nossa procura. Paramos para observar Anna e Maria correndo até Duda e a abraçando.

    _Onde você estava mulher? Procuramos por você á horas e por todo lugar. –Anna parecia preocupada e, certamente, não aceitaria qualquer desculpa.


     POV Maria

            Após horas andando pelo bosque, finalmente conseguimos encontrar Duda e Ian. Anna havia me ligado e me contado que Duda e Ian estavam desaparecidos. Paul e eu deixamos de ir ao cinema pra irmos atrás dos dois. Quanto mais gente nessa caçada melhor. E, finalmente os achamos. Pelo sorrisinho dela, acho que estava me preocupando a toa.

    _Eu estava o tempo todo com o Ian;acabamos perdendo a hora. - Sorriu corando e a puxo junto com Anna para um canto longe dos garotos.

     _ Pelo seu sorriso eu já sei, mas... Rolou? –Sorri maliciosa e com os olhos brilhantes. Eu sei que alguma coisa tinha rolado entre Ian e Duda e, Taylor e Anna, mas por algum motivo eu não sabia o que era. Ao que tudo indicava, tudo estava nos eixos.

     _MARIA! – Ela estava encabulada, não havia palavras para explicar como ela se sentia.

    _Oque foi? Só foi uma pergunta, gente. –Disse rindo. Elas me acompanharam e sabia que todas estavam felizes. -Diga pelo menos que sim...-Estava nervosa. Sei que não deveria me intrometer, mas precisava saber se Duda tinha dado esse grande passo.

   _Tá bom... Sim! Finalmente rolou. –Ela disse e todas nós rimos.

   _Conte, todos, os detalhes agora!

   _É queremos detalhes mulher!

   _Eu... Eu não sei. Eu não me lembro do que rolou. –Disse confusa. Apesar de estar encabulada pelo o que aconteceu, ela se sentia mais confusa por não saber.

   _Olha Duda, se não quer contar, é só falar beleza? – Anna disse se afastando e eu a sigo.  Deixamos Duda sozinha para que ela colocasse os pensamentos no lugar. Mas percebo que logo em seguida,Ian foi atrás dela.

Alguns dias depois...

POV Eduarda

         Após alguns instantes de confusão, eu e Ian fomos com os nossos amigos para o restaurante. Estava tudo normal, menos Ian. Apesar de estar confusa com o que aconteceu, eu me sentia bem. Mas Ian estava com uma cara pensativa. Como se algo não estivesse no lugar. Algo tinha acontecido, mas ele não me dizia o que era. Ele estava distante.

Depois daquele dia na floresta ele não fala comigo, e quando nos encontrávamos ele inventa algo e sai de perto. Estava mais do que confusa. Se finalmente, tínhamos dormido juntos, porque ele não conversava mais comigo? Será que aquela aposta ainda estava valendo?

       Os dias se passavam e nada da nossa situação mudar, precisava fazer alguma coisa e descobrir o que estava acontecendo. E então, foi ai que eu resolvi ter um afrontamento direto. Sem avisar que iria ao seu apartamento, passo pela recepção sem me identificar e subo o elevador até o andar na casa de Ian. Toquei a campainha e quem atendeu foi Paul.

      _Oi Du...-Nem deixe ele terminar e já fui entrando. Tinha medo que ele me convencesse a ir embora.

    _Cadê o Ian? –Disse parando na sala e logo, o próprio Ian sai do banheiro apenas de toalha.

   _Eduarda? –Ele disse assustado. Como se estivesse surpreso em me ver.

    _É, eu mesmo Somerhalder! –Disse invadindo o seu apartamento e o seguindo até o seu quarto. Ian entra e eu fecho a porta com chave e tudo.

_Vamos, Ian, desembucha. O que está acontecendo? – Disse dando ênfase em cada palavra. –Fala logo!!

      _Falar o que? –Ele diz confuso. Será que ele estava tentando me enganar? - Posso pelo menos pôr uma roupa? - Ele diz apontando para a toalha.

      _Coloque, mais daqui eu não saio. Se dormimos juntos, não há nada em você que eu já não tenha visto. –Tiro a chave da porta e me sento na cama cruzando os braços.

  _Eu não vou me trocar na sua frente! –Ele diz rindo ironicamente. O que ele está me escondendo?

      _Se nos transamos, você não vai ter vergonha. –Digo sorrindo irônica e ele me olha confuso.

_Está bem então! –Ele segue até o guarda roupa e tira de dentro de uma gaveta uma cueca box e um shorts jeans. Desenrola da toalha e começa se vestir na minha frente.

      _Bem, agora o que você quer saber?

      _Você me dopou? Por que eu não me lembro de querer e de fazer sexo com você. -Ele ficava me observando nervoso. Como se acreditasse em minhas palavras ou não. Me aproximei dele e apertei as suas duas bochechas. –Se eu souber que você está mentido e fazendo gracinha, eu juro que você não será mais homem. – Lhe dou um leve sorriso e saiodo quarto de Ian indo direto para a porta do apartamento.

      _Paul, isso serve para você também.– Lhe dou palmadas leves nos braços e vou embora. Ele também não sabia se estava blefando ou não.



  POV Ian

      Quando Duda saiu e bateu a porta atrás dela, eu me pergunto o que vou fazer. Segundos depois, ouço a porta da frente bater e me encolho ainda mais na cama. Paul bate na porta e entra para o me desespero.

     _Paul, o que ela quis dizer com: você não será mais homem?-Digo confuso. Após vários séculos, as mulheres ainda podiam me surpreender. Duda em particular, mais do que as outras.


     _Acho que ela quis dizer que vai... É...Cortar, sabe? – Diz nervoso e confuso. Ele também não sabe o que esperar daquela garota.

       POV Anna

         Estava no centro comprando uma roupa para sair com Taylor. Finalmente tínhamos nos acertado e estávamos tentando começar do zero, mas ainda tinha a sensação estranha de que algo esta no ar e de que alguém estava me seguindo.  Olho para traz e vejo varias pessoas andando normalmente no centro, como sempre. Então entro em uma loja para ver um short, e me esqueço dos pensamentos ilógicos. Uma atendente me vê entrando na loja e oferece ajuda.

        _Olá, como posso ajudá-la?

        _Quanto custa aquele shor... – Não sou capaz de terminar a frase, quando somos interrompidas por um rapaz moreno de olhos claros.

        _Anna, vem aqui, por favor? –Ele dizia me chamando para fora da loja. Eu juro que nunca vi esse cara em toda minha vida.

      _Me desculpe, mas quem é você? E como você sabe o meu nome? –Disse dando ênfase em cada palavra. Ele não parecia perigoso, mas não sabia quem ele era.

     _Prazer, sou Ruff. –Estica a mão para eu apertá-la, mas logo o ignoro. - Você precisa vir comigo. –Ele me puxa para fora da loja e vejo que há um carro preto parado na porta.

    _NÃO! Me solta cara! –Me solto dele e saio correndo. Me desvio daquelas pessoas e viro a esquina, corro mais um pouco e começo a andar. Finalmente consegui fugir dele!Olhando para traz inúmeras vezes antes de voltar para casa. Retorno a olhar em direção que eu estava seguindo e vejo-o parado na minha frente.

    _Você não vai por bem? Então vai por mal! –Ele começa a me puxar para dentro do carro com ajuda de um homem negro e grande e forte.  Tampando a minha boca para que eu não conseguisse gritar, me joga no banco de trás do carro e amordaça a minha boca e amarrara minhas mãos.Tentei lutar, mas não deu muito certo.

     POV Ruff

Colocamos a garota no carro e saímos correndo dali. Não poderíamos correr o risco de alguém nos ver. Entramos na rua principal e fomos em direção ao bosque. Não precisávamos chamar mais atenção.

      _Já catamos a menina. Agora liga pro cara! –Parny, estava ao volante enquanto eu segurava a garota no banco de trás. Ele estava nervoso como eu.

    _Ok! – Ele estaciona o carro em um beco sem saída, e ligo para o desgraçado do Lautner.


    _Lautner? – Pareço mais alegre do que nunca. Essa era a minha chance de vingança. Ele não parece feliz ao ouvir o som da minha voz.

    _O que você quer Ruff?!

    _Quero ver você chorar até sua morte seu desgraçado! –Digo tirando o pano amarrado na boca da garota, que em seguida começou a gritar.

   _SOLTA ELA, RUFF! ELA NÃO TEM NADA A VER COM ISSO!

  _Eu sei que não tem, mas sei que se eu a matasse você iria sofrer. Certo? – Dei risada. Eu queria vê-lo sofrer. Queria vê-lo implorar pela vida dela.

     _RUFF, NÃO OUSE FAZER ISSO! EU VOU TE ACHAR E TE MATAR IGUALZINHO COMO FIZ COM SEU IRMÃO QUANDO TENTOU MATAR MEUS PAIS! – Desliga o telefono.  Ele estava em minhas mãos.


     POV Taylor Lautner

        Isso não poderia estar acontecendo. Nem em meus piores pesadelos, eu poderia imaginar que Ruff pudesse querer vingança. Já faz tanto tempo. Eu precisava de ajuda.

    _IAN, O RUFF PEGOU A ANNA! VOCÊ TEM QUE ME AJUDAR! – Estava com raiva e estava com medo. Precisava resolver isso o mais rápido possível.

    _Como assim pegou ela? –Diz confuso. Ele sabe melhor do que eu, que Ruff não poderia ter feito isso sozinho.

_Sei lá, ele quer matar ela. Vamos! -Pego a chave do carro e corro até o estacionamento desesperado junto a Ian. Não sabia por onde começar, mas precisava encontrar Anna. Antes que algo de ruim acontecesse.

     POV Anna

     Estou desesperada. O que será que ele vai fazer comigo? Cadê o Taylor? Meu Deus, estou desesperada! A única coisa em que conseguia pensar era que corria perigo. Precisa escapar. Ainda amordaçada e amarrada, escuto Ruff falar com o cara negro.

    _Traga a garota aqui! –Ele dizia descendo do carro.Ruff tinha uma beleza única. Sua pele morena e seus braços musculosos. Seus olhos, agora percebo, era cor de mel. Olhos atraentes e sedutores. O cara negro, me agarra pelos calcanhares e me puxa para junto de si. Ele retira o pano da minha boca e me joga em seus ombros.  Ele era forte e não conseguia me soltar.

     _Sossega garota! –Ele não parecia nada contente com os meus movimentos. Ele me empurra até Ruff.

   _Quando seu namorado chegar, você já vai ter morrido garota! –Ele disse jogando minha cabeça para o lado, mas lhe dou um chute na sua parte intima e saio correndo. Tentando desamarrar minhas mãos com a boca, mas não estava sendo fácil. Virei á esquina sem parar de correr e o cara negão me puxou.

     _CADE A POLICIA NESSA MERDA DE CIDADE? – Grite com toda a força. - ME SOLTA! –Digo gritando e vejo que um carro para perto de nós e observo Taylor, Ian e Paul descendo do mesmo e vindo até nós. Entretanto, outros caras surgem do nada os agarram. Novamente os caras em grandes e musculosos.

       Somos arrastados para um galpão velho. Ruff vai à frente guiando o seu bando. Taylor e os outros vão sendo empurrados. Não sei o que ele queria comigo, mas tinha a impressão de que não seria nada bom.

        O lugar estava velho e abandonado. O lugar seria completamente vazio, se não fosse por três cadeiras no centro. Vejo Ruff fazer gestos com as mãos para que os caras que estava segurando os meus amigos. Eles são forçados a se sentarem e são amarrados com grossas correntes. O cara negro que ainda me carregava nos ombros, me entrega a Ruff que me prende em seus largos braços.

_Hum, que maravilha vocês estarem aqui! Agora vão poder vê-la sofrer! –Ele diz me puxando e me mordendo no pescoço. Só lembro-me de cair no chão e fechar os olhos.

     POV Ian

         Já tínhamos procurado em todos os bairros possíveis, mas só restava apenas um. Era a nossa última esperança. Anna estava em perigo.Estávamos procurando por ela, quando ouvimos gritos e fomos ver.Sim era a Anna quem gritava. Entramos em um campo com um armazém velho, e vemos Anna sendo jogada nos ombros de Parny. Corremos até ela, mas uns caras nos impediram de continuar. Fomos imobilizados e impedidos de tentar ajuda-la. Todos nós fomos carregados para dentro do galpão. 

      Lá dentro, Ruff já tinha todo o seu plano arquitetado. Ele iria mata-la em nossa frente. Disso não tínhamos dúvidas. Não havia nada que pudéssemos fazer. Ele a segurou pelo cabelo e cravou seus enormes dentes em seu pescoço. Vejo que Taylor tenta se libertar, mas é impossível. Até para ele. Anna se debate nos braços de Ruff, mas ela não tem chances contra ela. Finalmente, ela para. Ruff a joga no chão e vai embora com um sorriso satisfeito no rosto.  Tinha acabado.
      Ela está caída no chão desacordada. Percebo que os batimentos do seu coração estão se tornando fracos. Ela não tinha muito tempo. Taylor finalmente se livra das correntes e se transforma em lobo. Todos os vampiros que estavam com Ruff e Parny são mortos. Eles eram apenas peões em sua vingança; não eram nada mais do que meros joguetes. Taylor nos liberta e Paul corre até Anna.

     _Vou dar meu sangue a ela! –Paul disse rasgando seu pulso. Sabíamos que essa era a única chance dela sair com vida.

    _NÃO! Não quero que ela se transforme em uma vampira.

   _Você quer que ela morra? – Não tínhamos tempo para nos preocuparmos com detalhes. Até o final do dia seguinte, Anna poderia ser uma de nós.

     Paul lhe dá o seu sangue na boca para ela tomar. Após tantos séculos, sabíamos que eram questão se segundos até que o seu pescoço começa-se a cicatrizar. O veneno faz o efeito devido e trocamos olhares. Não sabíamos o que poderia acontecer dali pra frente. Taylor a pega no colo e a leva para o carro. Quando nos acomodamos nos bancos e Paul liga o motor, Anna já está acordada.
                                                                           
     _O... O que... O que aconteceu?


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