13 abril 2015

Fanfiction: Believe – Capítulo 7: Ficante


Eu e Danny éramos só sorrisos no dia pós festa.

- Eu não acredito que participei daquela brincadeira idiota até agora!! - eu disse rindo.

- Ahh mas foi graças a essa brincadeira que você faturou o mais cobiçado da festa! Você não viu a cara das outras meninas morreeeeendo de inveja? - Danny tinha feito todo um estudo da festa depois do beijo.

- Ahhh é nada vai! Mas até que você tem razão... Graças a brincadeira nós ficamos e olha, eu não me arrependo nem um pouco.

- Hummmm que milagre!!! Vamos comemorar hein! Hoje eu não tenho nada para fazer. - disse Danny.

- Por mim ok... E se eu não tenho nada para fazer, você não tem nada para fazer né engraçadinha...- eu disse indiferente.

- Foi bom? - Danny perguntou com um sorriso sarcástico.

- Bom não é a palavra certa... Foi maaaais que bom!! hahaha - eu respondi e ríamos sem parar.

- Mas lá na biblioteca foi só beijo né? 

- Eu não sou você!!! Tá louca? O Lautner vai ter que comer muito feijão com arroz para que isso aconteça... Senão não tem graça! - eu respondi tímida.

- Eu dou um mês! Você não vai resistir! - Danny disse e eu ri.

Enquanto estávamos no meio do nosso ataque de risos e loucura o meu celular tocou. Eu peguei e mostrei para ela o visor: Taylor L.

- Ahhhhh atende!!! Nossa! Mas já? Assim de manhã!?? - Danny disse empolgada.

- Alô? - eu atendi desconfiada.

- Jenny... É o Taylor! Bom dia... - ele disse e parecia estar com vergonha.

- Oi! Bom dia! - eu respondi.

- Estou te ligando para saber se não quer almoçar comigo hoje? - ele perguntou. Nessa hora eu já pensei nos paparazzi! Ah não... Amanhã já estaria na mídia. Eu e ele em almoço suspeito... Ah não mesmo! Se ele seria meu ficante eu não queria essa exposição... Mas também não queria dar um fora nele... Na verdade, eu queria vê-lo...

- Ah sim... Almoço é uma boa... Mas pode ser aqui em casa? - eu perguntei sem graça.

- Ahm... Claro. - ele respondeu.

Será que parecia um convite sexual? Hahaha eu ria só de pensar, mas era um almoço... Se fosse jantar aí sim seria mais apelativo.

- Uma hora então? - eu perguntei.

- Estarei aÍ! Beijo! - ele respondeu e desligou.

Olhei para Danny e expliquei o porque do almoço em casa. Ela saiu correndo porque disse que não queria atrapalhar o clima.
Pedi para Maria preparar um prato mexicano. Acho que ele ia gostar...

Tomei um banho e coloquei uma roupa básica: uma blusinha branca e um short jeans. Taylor foi super pontual. Às 13hs ele estava lá tocando a campainha. Corri para atender.

- Oi... - ele disse tímido. 

Quantas vezes eu vou repetir que ele é muito bonito? Meu Deus! Aquele sorriso ia me matar qualquer dia.

- Oi... Entra... - eu disse e ele entrou.

Sabe aquele clima chato quando você encontra pela segunda vez alguém que você ficou e não sabe o que fazer? Pois é! Você não sabe se dá um selinho, se não faz nada... Estávamos assim até que:

- Você está linda. - ele se aproximou e me deu um beijo.
Ele realmente sabia como me driblar. Quando terminamos de nos beijar nos olhamos e sorrimos. Eu agradeci o elogio e já nem tinha mais fome...

- Hummm o cheiro está bom... - ele comentou e fomos de mãos dadas até a sala de jantar.

- A Maria faz o melhor prato mexicano do mundo! - eu disse.

- Como você adivinhou que eu adoro comida mexicana? - ele perguntou.

- Procurei no google! - ele me olhou assustado e eu já cortei. - é brincadeira!! 

Rimos durante o almoço e durante a sobremesa. Até que estávamos nos dando muito bem... Eu tinha que admitir, Taylor era lindo e carinhoso, bom demais para ser verdade.

Saímos da mesa e fomos para o jardim. Eu adorava redes, então resolvemos sentar em uma delas que era de casal e que eu tinha na varanda... Era só para sentar, mas Taylor me puxou e deitamos. Com esse puxão dele para deitarmos demos risada e foi olhando nos meus olhos que lentamente paramos de rir e nos beijamos.

Foi tão delicioso o beijo... Tão sincero... Ele sentia que ele realmente tinha um carinho grande por mim... Até porque estávamos ali deitados nos beijando e ele não avançou o sinal nenhuma vez! Foi aí que eu tive vontade de provocar, para ver até onde ele ia...

Apertei mais o meu corpo contra o dele e o beijo foi ficando mais intenso. Ele não sabia onde colocar as mãos coitado. Quando não tínhamos mais fôlego paramos o beijo.

- Acho melhor irmos para sala... - ele disse
E não é que ele tinha auto-controle? Eu gostei, mas também senti uma pontinha de frustração... Irônico.

Como eu não disse nada e só levantei ele ficou confuso...

- Mas se quiser podemos ficar mais um pouco aqui na rede... Por mim não tem problema... - ele disse tímido.

Eu já estava ficando com pena. Eu sabia que ele queria, eu também queria... O problema é que eu com 24 anos só tinha transado com o meu único namorado e isso há mais de dois anos! E era namorado e não ficante, mas eu sabia que não ia dar certo namorar Taylor... Pelas nossas agendas, nosso ritmo de vida e, principalmente, por eu não querer mais uma decepção... É, eu sei, eu devia ter continuado com a terapia...

Como eu tenho o raciocínio rápido herdado da minha mãe eu pensei em tudo isso e mais um pouco e disse:

- Eu quero ficar mais um pouco... Aqui... Na rede... - eu disse pausadamente e ele engoliu seco.

- Tudo bem. - ele respondeu.

Continuamos deitados, mas entre uma conversa e outra os beijos ficaram intensos e eu não estava disposta a parar.

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