14 abril 2015

Fanfiction: A filha do chefe – Capítulo 34


Estava em êxtase tinha um filho maravilhoso, finamente fazia o que realmente gostava, mais como diz o ditado 'na vida nem sempre podemos ter tudo o que queremos' e estava pagando um preço bastante alto pra ter o que eu tinha agora.


Perdi meu grande amor e abandonei minha mãe novamente e eu não tinha o meu pai pra correr pros seus braços ao senti saudade. Agora estou voltando, estaria nervosa mesmo se estivesse sozinha, mas agora tenho que pensar no Vitor. Será que ele ia se adaptar ao novo país, as pessoas? e a minha maior dúvida será que alguém o reconheceria,será que Taylor o reconheceria como sendo seu filho?.

A essa altura ele já deve ter se casado minha mãe havia dito uma vez que ele estava noivo.Que ele seja feliz!.Mais a quem eu estou querendo enganar se ele tem que ser feliz então que fosse comigo. Estava sendo egoísta novamente afinal foi eu que quis assim. Lógico que ele tem direito de ser feliz com quem ele quiser.

_Senhora, senhora? - a aeromoça me chamava. _Deseja outra coberta? -Olhei pro lado e Vitor dormia tranqüilo.

 _Não muito obrigada,mais aceitaria outro desse! -lhe mostrei o copo vazio que estava em minha mão a aeromoça deu um sorriso era o terceiro ou quarto copo de alguma coisa alcoólica que eu bebia, eu deixei de colocar álcool em minha boca assim que soube que estava grávida mas estava muito nervosa pra suportar tudo "a seco".

Já podia ver a cidade da minha janela, era linda,o sol do amanhecer a tornava mais atrativa.Chamei Vitor pra ver ele também achou muito lindo,agora até se animou com a ideia de morar aqui.Cada vez que a gente se aproximava mais do solo minha barriga gelava e ao olhar pro meu filho meu coração se acelerava ao pensar que estava preste a reve-lo de novo e pra ver a sua reação ao ficar cara a cara com Vitor.

Eles eram muito parecidos, olhos,boca,trejeitos,jeito de falar a única diferença era a cor da pele e o cabelo.Vitor tinha a pele mais cara que a dele e tinha os cabelos claros e ondulados iguais ao meu.Mas mesmo assim muito parecido com ele.

A agência nos disponibilizou um apartamento, como fazia com todos representantes e eu sendo uma das donas teria, mas privilégio como escolher o local e o tamanho do apartamento.

 Mas eu não aceitei.Não achei justo com meu filho levá-lo para o lugar estranho onde ele teria que passar a maioria do dia sozinho ou na companhia de estranhos isso sem falar da minha mãe que se soubesse que a gente estava por perto morando em um lugar qualquer e não com ela certamente me mataria,então optei em pedir abrigo novamente a ela.

Isso me fez lembrar de ligar pra ela e avisar que já havíamos desembarcado e estávamos a caminho (já estávamos dentro de um táxi).


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